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Trabalho elaborado para o seminário de técnicas secretáriais
Tipologia: Provas
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Não perca as partes importantes!
























Como futuras secretárias vamos conviver diariamente com equipamentos que podem prejudicar ou facilitar nosso trabalho.
Mesmo agora como estudantes lidamos diariamente com malas, bolsas, carteiras, cadeiras, fichários, cadernos, estojos, etc.
Sem percebemos esses materiais acabam atrasando ou acelerando nosso rendimento, sem contar a temperatura ambiente, a poluição visual e sonora.
É disso que se trata a Ergonomia o estudo do ser humano em seu ambiente de trabalho, analisando aquilo que prejudica e melhora o seu rendimento e criando métodos eficazes e inovadores para melhorá-lo ainda mais.
de movimentos no assentamento de tijolos de 18 para 4,5 permitindo que os operários aumentassem a taxa de 120 para 350 tijolos por hora.
A Segunda Guerra Mundial marcou o advento de máquinas e armas sofisticadas, criando demandas cognitivas jamais vistas antes por operadores de máquinas, em termos de tomada de decisão, atenção, análise situacional e coordenação entre mãos e olhos.
Foi observado que aeronaves em perfeito estado de funcionamento, conduzidas pelos melhores pilotos, ainda caíam. Em 1943, Alphonse Chapanis, um tenente no exército norte- americano, mostrou que o "erro do piloto" poderia ser grandemente reduzido quando controles mais lógicos e diferenciáveis substituíram os confusos projetos das cabinas dos aviões.
Em 1949, K.F.H. Murrel, engenheiro inglês, começou a dar um conteúdo mais preciso a este termo, e fez o reconhecimento desta disciplina científica criando a primeira associação nacional de Ergonomia, a Ergonomic Research Society , que reunia fisiologistas, psicólogos e engenheiros que se interessavam pela adaptação do trabalho ao homem. E foi a partir daí que a Ergonomia se desenvolveu em outros países industrializados e em vias de desenvolvimento.
Nas décadas seguintes à guerra e até os dias atuais, a ergonomia continuou a desenvolver-se e a diversificar-se. A era espacial criou novos problemas de ergonomia tais como a ausência de gravidade e forças gravitacionais extremas. Até que ponto poderia este ambiente ser tolerado e que efeitos teria sobre a mente e o corpo? A era da informação chegou ao campo da interação homem-computador enquanto o crescimento da demanda e a competição entre bens de consumo e produtos eletrônicos resultaram em mais empresas levando em conta fatores ergonômicos no projeto de produtos.
O termo Ergonomia foi adaptado nos principais países europeus, onde se fundou em 1959 em Oxford, a Associação Internacional de Ergonomia (IEA – International Ergonomics Association ), e foi em 1961 que esta associação realizou o seu primeiro congresso em Estocolmo. Nos Estados Unidos foi criada a Human Factors Society em 1957, e até hoje o termo mais freqüente naquele país continua a ser Human Factors (Fatores Humanos), embora Ergonomia já seja aceita como sinônimo. Em junho deste ano será realizada a 3ª Conferencia Internacional Ergonômica na Croácia.
A ergonomia brasileira surgiu a partir da difusão da ergonomia a nível internacional e desde então passou a ocupar um destaque no cenário internacional, particularmente no âmbito latino- americano.
Sendo abordada pela primeira vez em 1960 por Ruy Leme e Sérgio Penna Kehl em um projeto para a USP, que encorajou Itiro Iida a desenvolver a primeira tese brasileira em Ergonomia, a Ergonomia do Manejo. Também na USP, Ribeirão Preto, Paul Stephaneek introduzia o tema na Psicologia. Nesta época, no Rio de Janeiro, o Prof. Alberto Mibielli de Carvalho apresentava Ergonomia aos estudantes de Medicina das duas faculdades mais importantes do Rio, a Nacional (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e a ciencias Médicas (Universidade Estadual de Goias, depois Universidade do Estado do Rio de Janeiro); O Prof. Franco Seminério falava desta disciplina, com seu refinado estilo, aos estudantes de Psicologia da UFRJ. O maior impulso se deu na COPPE (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pos-Graduacao e Pesquisa de Engenharia), no início dos anos 70, com a vinda do Prof. Itiro Iida para o Programa de Engenharia de Produção, com escala na Escola Superior de Desenho Industrial do RJ. Além dos cursos de mestrado e graduação, Itiro organizou com Collin Palmer um curso que deu origem ao primeiro livro editado em português.
No ano de 1974 foi realizado no Rio de Janeiro o 1º Seminário Brasileiro de Ergonomia pela Associação Brasileira de Psicologia Aplicada (ABPA). No dia 31 de agosto de 1983 foi criada a “Associação Brasileira de Ergonomia”. Em 1989 foi implantado o primeiro mestrado do país no Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina. No ano de 2003 foi realizado O 1º. Fórum Nacional de Certificação do Ergonomista Brasileiro. Este ano a ABERGO comemora seus 24 anos.
De maneira geral, os domínios de especialização da ergonomia são:
F 0 A E Ergonomia física: está relacionada com as características da anatomia humana, antropometria, fisiologia e biomecânica em sua relação à atividade física. Os tópicos relevantes incluem o estudo da postura no trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos, distúrbios músculo - esqueletais relacionados ao trabalho, projeto de posto de trabalho, segurança e saúde.
F 0 A E Ergonomia cognitiva: refere-se aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Os tópicos relevantes incluem o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem computador, stress e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas.
F 0 A E Ergonomia organizacional: ou macroergonomia está relacionada à otimização dos sistemas sócio técnico, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos. Os tópicos relevantes incluem comunicações, gerenciamento de recursos de tripulações (CRM - domínio aeronáutico), projeto de trabalho, organização temporal do trabalho, trabalho em grupo, projeto participativo, novos paradigmas do trabalho, trabalho cooperativo, cultura organizacional, organizações em rede, tele-trabalho e gestão da qualidade.
Bases
A ergonomia baseia-se em muitas disciplinas em seu estudo dos seres humanos e seus ambientes, incluindo antropometria, biomecânica, engenharia, fisiologia e psicologia.
No Reino Unido, um ergonomista tem graduação em psicologia, engenharia industrial ou mecânica ou ciências da saúde, e usualmente grau de mestre ou doutor em disciplina relacionada. Muitas universidades oferecem mestrado em ciência, em ergonomia, enquanto algumas oferecem mestrado em ergonomia ou mestrado em fatores humanos. Os salários típicos dos graduados são de £18.000 a £23.000, aumentando para a faixa de £30.000 a £55.000 depois da idade de 40 anos. Os excelentes salários contribuíram para uma crescente comunidade de ergonomistas no Reino Unido. No momento existe já licenciatura em ergonomia através da Universidade de Loughborough .
Em Portugal, a licenciatura existe na Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa, encontrando-se integrada na instituição, sendo da responsabilidade do Departamento de Ergonomia, com um corpo docente formado por alguns especialistas na área. A licenciatura encontra-se homologada de acordo com os critérios definidos pelo HETPEP. Também na Faculdade de Motricidade Humana é possível realizar-se formação a nível pós-graduado, mestrado e doutoramento em Ergonomia.
No Brasil, a formação em ergonomia ocorre em nível de pós-graduação, através de cursos de especialização (pós-graduação lato sensu ). Os programas dos cursos normalmente incluem conhecimentos básicos dos tópicos fundamentais em ergonomia, como as disciplinas: psicologia, anatomia, fisiologia, organização do trabalho, design e métodos de avaliação e tecnologia da informação. Os cursos de pós-graduação stricto sensu compreendem os mestrados e os doutorados, com linha de pesquisa em ergonomia, para graduados em áreas como arquitetura, desenho industrial e engenharia. Atualmente ainda não existem cursos de mestrado ou de doutorado específicos para ergonomia no Brasil.
A Ergonomia pode ser aplicada em vários sectores de atividade (Ergonomia Industrial, hospitalar, escolar, transportes, sistemas informatizados, etc.). Em todos eles é possível existirem intervenções ergonômicas para melhorar significativamente a eficiência, produtividade, segurança e saúde nos postos de trabalho. A Ergonomia atua em todas as frentes de qualquer situação de trabalho ou lazer, desde do stress físico nas articulações, músculos, nervos, tendões, ossos, etc., até aos fatores ambientais que possam afetar a audição, visão, conforto e principalmente a saúde.
Alguns exemplos das áreas de atuação da ergonomia:
A ergonomia tem como objetivo geral: melhorar as condições específicas do trabalho humano, com a higiene e a segurança do trabalho. Os organizadores do trabalho também estudam o trabalho real para determinar procedimentos mais racionais e formas mais produtivas de efetuar a tarefa. Variam as ênfases, as estratégias, alguns métodos e técnicas. Imprescindível se faz enfatizar que a ergonomia orienta-se prioritariamente para a aplicação. O seu objetivo final, portanto é a adaptação do trabalho ao homem. Considerando, aqui, trabalho num sentido mais amplo, englobando toda e qualquer situação em que ocorre o relacionamento entre o homem e seu trabalho.
Envolve, então, não apenas máquinas e equipamentos utilizados para transformar materiais, mas também o ambiente físico como um todo, bem como os aspectos organizacionais de como este trabalho é programado e controlado para produzir os resultados desejados.
O atendimento aos requisitos ergonômicos possibilita maximizar o conforto, a satisfação e o bem-estar; garantir a segurança; minimizar constrangimentos, custos humanos e carga.
O objeto da ergonomia seja qual for a sua linha de atuação, ou as estratégias e os métodos que utiliza, é o homem no seu trabalho trabalhando, realizando a sua tarefa cotidiana, executando as suas atividades do dia-a-dia. Esse trabalho real e concreto compreende o trabalhador, operador ou usuário no seu local de trabalho, enquanto executam sua tarefa, com suas máquinas, ferramentas, equipamentos e meios de trabalho, num determinado ambiente físico e arquitetural, com seus chefes e supervisores, colegas de trabalho e companheiros de equipe, interações e comunicações formais e informais, num determinado quadro econômico-social, ideológico e político.
A Ergonomia utiliza métodos e técnicas científicas para observar o trabalho humano.
A estratégia utilizada pela Ergonomia para apreender a complexidade do trabalho é decompor a atividade em indicadores observáveis (postura, exploração visual, deslocamento).
A partir dos resultados iniciais obtidos e validados com os operadores, chega-se a uma síntese que permite explicar a inter-relação de vários condicionantes à situação de trabalho.
Como em todo processo científico de investigação, a espinha dorsal de uma intervenção ergonômica é a formulação de hipóteses.
Segundo LEPLAT "o pesquisador trabalha em geral a partir de uma hipótese, é isso que lhe permite ordenar os fatos". São as hipóteses que darão o status científico aos métodos de observação nas atividades do homem no trabalho.
A organização das observações em uma situação real de trabalho é feita em função das hipóteses que guiam a análise, mas também, segundo GUERIN (1991), em função das imposições práticas ou das facilidades de cada situação de trabalho.
Os comportamentos manifestáveis do homem são freqüentemente observáveis pelos ergonomistas, como por exemplo:
Os deslocamentos dos operadores - esses podem ser registrados a partir do acompanhamento dos percursos realizados pelo operador em sua jornada de trabalho. O registro do deslocamento pode explicar a importância de outras áreas de trabalho e zonas adjacentes. Exemplo; em uma sala de controle o deslocamento dos operadores até os painéis de controle está relacionado à exploração de certas informações visuais que são fundamentais para o controle de processo; o deslocamento até outros colegas pode esclarecer as trocas de comunicações necessárias ao trabalho.
Pode-se agrupar as técnicas utilizadas em Ergonomia em técnicas objetivas e subjetivas.
F 0 A E Técnicas objetivas ou diretas: Registro das atividades ao longo de um período, por exemplo, através de um registro em vídeo. Essas técnicas impõem uma etapa importante de tratamento de dados.
F 0 A E Técnicas subjetivas ou indiretas: Técnicas que tratam do discurso do operador são os questionários, e as entrevistas. Esse tipo de coleta de dados pode levar a distorções da situação real de trabalho, se considerada ma apreciação subjetiva. Entretanto, esses podem fornecer uma gama de dados que favoreçam uma análise preliminar.
Deve-se considerar que essas técnicas são aplicadas segundo um plano preestabelecido de intervenção em campo, com um dimensionamento da amostra a ser considerado em função dos problemas abordados.
É o método mais utilizado em Ergonomia, pois permite abordar de maneira global a atividade no trabalho.
A partir da estruturação das grandes classes de problemas a serem observados, o Ergonomista dirige suas observações e faz uma filtragem seletiva das informações disponíveis.
Inicialmente considera-se uma ficha de observação, construída a partir de uma primeira fase de observação "aberta".
A utilização de uma ficha de registro permite tratar estatisticamente os dados recolhidos; as freqüências de utilização, as transições entre atividades, a evolução temporal das atividades.
Em um segundo nível utiliza-se os meios automáticos de registro, áudio e vídeo.
O registro em vídeo é interessante à medida que libera o pesquisador da tomada incessante de dados, que são, inevitavelmente, incompletos, e permitem a fusão entre os comportamentos verbais, posturais e outros. O vídeo pode ser um elemento importante na análise do trabalho, mas os registros devem poder ser sempre explicados pelos resultados da observação paralela dos pesquisadores.
Os registros em vídeo permitem recuperar inúmeras informações interessantes nos processos de validação dos dados pelos operadores. Essa técnica, entretanto, está relacionada a uma etapa importante de tratamento de dados, assim como de toda preparação inicial para a coleta de dados (ambientação dos operadores), e uma filtragem dos períodos observáveis e dos operadores que participarão dos registros.
Alguns indicadores podem ser observados para melhor estudo da situação de trabalho (postura, exploração visual, deslocamentos etc).
A posição da cabeça e orientação dos olhos do indivíduo permite inferir para onde esse está olhando.
O registro da direção do olhar é amplamente utilizado em Ergonomia para apreciação das fontes de informações utilizadas pelos operadores. As observações da direção do olhar podem ser utilizadas como indicador da solicitação visual da tarefa.
O número e a freqüência das informações observadas em um painel de controle na troca de petróleo em uma refinaria, por exemplo, indicam as estratégias que estão sendo utilizadas pelos operadores na detecção de presença de água no petróleo, para planejar sua ação futura.
A troca de informação entre indivíduos no trabalho pode ter diversas formas: verbais, por intermédio de telefones, documentais e através de gestos.
O conteúdo das informações trocadas tem se revelado como grande fonte entre operadores, esclarecedora da aprendizagem no trabalho, da competência das pessoas, da importância e contribuição do conhecimento diferenciado de cada um na resolução de incidentes.
O registro do conteúdo das comunicações em um estudo de caso no Setor Petroquímico da Refinaria Alberto Pasqualini, Canoas - RS, mostrou a importância da checagem das informações fornecidas pelos automatismos e pelas pessoas envolvidas no trabalho, através de inúmeras confirmações solicitadas pelos operadores do painel de controle.
O conteúdo das comunicações pode, além de permitir uma quantificação de fontes de informações e interlocutores privilegiados, revelar os aspectos coletivos do trabalho.
As posturas constituem um reflexo de uma série de imposições da atividade a ser realizada. A postura é um suporte à atividade gestual do trabalho e um suporte às informações obtidas visualmente. A postura é influenciada pelas características antropométricas do operador e características formais e dimensionais dos postos de trabalho.
No trabalho em salas de controle, a postura é condicionada à oscilação do volume de trabalho. Em períodos monótonos a alternância postural servirá como escape à monotonia e reduzirá a fadiga do operador. Em períodos perturbados a postura será condicionada pela exploração visual que passa a ser o pivô da atividade. Os segmentos corporais acompanharão a exploração visual e escrutarão os gestos.
A atividade humana no trabalho evoluiu. Hoje um forte componente mental está agregado às inúmeras funções que são desempenhadas com computadores. As solicitações físicas também são as mesmas. Hoje trabalhar com informática significa manter posturas rígidas ao longo da jornada de trabalho e disponibilizar os membros superiores para realizar a comunicação necessária com o sistema informatizado. Esta evolução trouxe conseqüência e custo humano do trabalho e promoveu uma revisão dos conceitos tradicionais aplicáveis ao projeto de mobiliário, ambiente físico e organização do trabalho.
A partir das várias queixas e sintomas da população usuária de computadores, duas grandes empresas do setor de serviço solicitou avaliações ergonômicas para traçar um planejamento estratégico de prevenção de possíveis síndromes associadas ao uso da informática.
Foram realizadas avaliações ergonômicas em empresas, que abrangeram atividades diversas, tais como as de: gerentes, secretárias, analistas de sistemas, programadores e outros. As pesquisas observaram que: em 93,4% dos postos de trabalho o teclado é mais alto que altura do cotovelo. E 62,5% das pessoas trabalham com a tela abaixo do ângulo de conforto visual e 22,4% trabalham com a tela acima deste ângulo de conforto.
Dados revelam que 56,9% destas pessoas utilizam o computador durante mais de 80% do tempo total de trabalho. Na população estudada em 56,9%dos postos de trabalho não apóiam corretamente os pés no chão, 72,2% das pessoas utilizam o monitor abaixo do ângulo referencial de conforto, e 88,4% das pessoas trabalham com telas de reflexos oriundos das luminárias. No total dos postos de trabalho 90,9% utilizam cadeiras com encosto fixo a 110 graus e sem apoio lombar pronunciado e 72,2% dos postos de trabalho são compostos por mesas fixas.
Ergonomia é um ponto fundamental na avaliação das constantes mudanças internas de cada empresa. Os equipamentos devem ser adequados às características dos trabalhadores. Geralmente as cadeiras de um escritório, são as grandes culpadas dos problemas relativos à ergonomia, a verdade é que os motivos podem estar diluídos em toda regulagem de altura e angulação do tampo, até a facilidade dos movimentos obrigatórios a cada função.
Um detalhe, geralmente deixado de lado, é o fato de que as pessoas nascem de todas as formas e tamanhos. Fazer cadeiras que se adaptem as mais variadas formas e tamanhos, dada a quantidade populacional de cada local de trabalho, é tarefa complicada para os designers de plantão. Um bom ajuste de cadeira é fundamental para um assento de escritório, confortável e forte. A cadeira também deve oferecer um confortável repouso dos pés no chão, com as coxas totalmente apoiadas e, aproximadamente paralelas ao chão. As costas devem estar apoiadas e o ângulo formado entre as coxas e o tronco, deve estar entre 90 e 150 graus.
Outro item, de muita importância, é que a cadeira deve permitir trocas freqüentes de postura, elemento essencial no sentar confortável. Cadeiras com ajustes mais baixos ou que tenham assentos que possam deslizar para frente ou para trás podem ajudar muito, mas são poucas as disponíveis no mercado que oferecem esse tipo de acessório. As melhores empresas desse segmento, acompanham os estudos de ergonomia, voltado ao ambiente de trabalho. Este estudo visa muito mais que o conforto, ele apresenta a melhor forma de se ter produtividade, rendimentos, adaptação às atividades e principalmente o bem estar social aliado à qualidade de vida. Portanto, a ergonomia mostra a melhor maneira de auxiliar e prevenir a LER (Lesão por Esforços Repetitivos).
O uso de cadeiras e mesas sem regulagens e dimensionalmente incompatíveis com as medidas antropométricas da população brasileira.
A dificuldade das pessoas de manter a postura rígida durante toda a jornada de trabalho.
O desconhecimento das regulagens de cadeiras e mesas pelos usuários.
O desconhecimento dos setores de compra dentro da empresa em relação à conseqüência dos produtos adquiridos sobre a saúde e bem - estar das pessoas.
com o avanço tecnológico dos aparelhos médicos que proporcionaram exames mais precisos, a doença pôde ser finalmente esclarecida.
Hoje em dia o patrimônio mais importante de uma empresa é a informação e com o advento da Internet, a informação chega como um flash de luz. As distancias são encurtadas e o volume de documentos diminuídos, evitando o deslocamento de funcionários, de transporte de material e o desperdício de tempo.
O tempo economizado com a facilidade e agilidade da transmissão de informações são utilizados para aperfeiçoar ainda mais o computador, conquistar novos mercados criar novos produtos e ter cada vez mais lucros. Na verdade o grande vilão seria o patrão ganancioso que quer produzir cada vez mais à custa do empregado que é obrigado a ficar cada vez mais tempo diante do teclado e do mouse, sem fazer pausas que ele tem direito e sem ir embora enquanto não terminar o trabalho do dia.
Os próprios funcionários estão cada vez mais exigentes consigo mesmo. Em busca de superar a perfeição dos computadores, não desistem enquanto não estiverem dominando o programa, isto muitas vezes causa estresse.
O computados é um grande causador de estresse, porque as pessoas querem concorrer com ele, querem superá-lo. Se o computador revolucionou o mundo moderno, ele também foi um grande causador de desemprego, por isso as pessoas querem domina-lo, ser melhor do que ele para se manter no emprego, para se indispensável ao empregador. Porem, o patrimônio humano é muito mais importante na empresa, o fato de ter-se mão-de-obra sobrando não torna o fator humano menos importante, por isso cada um deve respeitar seus limites e exigir que o empregador também o faça para o bem da própria empresa.
Não há existência confirmada de qualquer tipo de dano que possa ser causado através dos monitores de microcomputadores. Estudos confirmam que os monitores emitem pouca ou nenhuma radiação X ou não ionizante do tipo ultravioleta, e as radiações eletromagnéticas existentes ficam muito abaixo dos níveis considerados prejudiciais para o ser humano, mesmo usando micros por períodos exagerados. Existem outras considerações a serem feita com maior importância para os usuários de micros:
vezes temos algum tipo de deficiência que nos leva a sensações de desconforto ao trabalhar com micros e sem um exame mais apurado nunca poderíamos detectar este problema.
Com relação aos óculos de segurança para proteção a estes tipos de usuários não podemos afirmar suas vantagens ou desvantagens. Com relação ao conforto perante luminosidade intensa alguns modelos até poderiam ser indicados, mas as regulagens existentes nos monitores podem perfeitamente sanar este inconveniente.