

















Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
estagio 1 supervisionado de pedagogia
Tipologia: Trabalhos
Compartilhado em 06/11/2020
6 documentos
1 / 25
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


















Relatório apresentado à Universidade Pitágoras Unopar, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Curricular Obrigatório I: Gestão Educacional do curso de Formação Pedagógica em Pedagogia. Tutor: Sandra Regina Cunha Perini
Por meio desse relatório busca-se apresentar a vivência em uma escola, através dos olhos da Orientação Pedagógica, compreendendo o que vai além da sala de aula, qual a relevância desse profissional para a formação integral dos alunos e a integração da escola em torno de uma só visão. Durante o diagnóstico do Projeto Político Pedagógico busca-se compreender a importância desse documento, traçando as estratégias, objetivos entre outras diretrizes para um trabalho organizado. Apresento também nesse relatório a rotina de um professor em uma sala de educação infantil, onde o professor mesmo com suas dificuldades desenvolve seus planejamentos e põe em prática suas habilidades. Consiste também em um relatório de regência, especificando as atividades e descrevendo os momentos de aprendizagens que a sala de aula nos acrescenta.
Este texto tem por objetivo analisar as relações entre desenvolvimento infantil e ensino na faixa etária de 0 a 6 anos, buscando identificar a concepção e as especificidades desse período do desenvolvimento sobre as quais possa operar o ensino escolar. Na década de 1990 houve um debate falando sobre a especificidade do trabalho pedagógico em relação da literatura contemporânea, voltada a educação de crianças de 0a 6 anos. Tendo em mente por em execução uma ideia de trajar uma identidade própria para o segmento da Educação Infantil, sendo compreendido como equipamento de caráter assistencial-custodial (sobre tudo no caso das crianças) ou como estratégia de prevenção do fracasso escolar, preparação para o ensino fundamental ou sua antecipação. A Educação Infantil hoje essencialmente gira em torno de dois eixos: o binômio cuidar-educar e a perspectiva antiescolar. Nessa perspectiva teórica, a Educação Infantil, “faz parte da educação básica, mas não tem como objetivo o ensino, e sim a educação das crianças pequenas” (Cerisara,2004, p.8). Assim o ensino parece ser absorvido como processo voltado ao aspecto cognitivo e prejudicial ao desenvolvimento da criança na primeira infância e idade pré-escolar. Desse modo, nessa faixa etária o professor não deve ensinar, mas se restringir a acompanhar, favorecer e estimular o desenvolvimento infantil. Os postulados teóricos de Vigotski, Leontiev e Elkonin defendem o ensino como elemento pioneiro do trabalho do professor que atua junto à criança de 0 a 6 anos. Vigotski (1995) reivindica que o desenvolvimento infantil constitui uma unidade dialética entre duas linhas genéticas, o desenvolvimento biológico e o cultural. Ele afirma que é a sociedade, e não a natureza que deve representar em primeiro plano como fator determinante da conduta e do desenvolvimento humano. Isso porque o desenvolvimento cultural inclui, transforma e supera a dimensão natural do desenvolvimento da criança. Para Leontiev (2001ª, p.65-6), os conteúdos dos estágios e sua sequência no tempo não são universais e nem imutáveis, dependem das condições históricas concretas nas quais se realiza o desenvolvimento da criança. Leontiev (2001a) e Elkonin (1987b) concordam que é necessário, o vínculo entre criança e sociedade, ou o lugar que a criança ocupa no sistema das relações socias em um determinado momento histórico. Nessa mesma visão Vigotski (1996) afirma que a relação que se estabelece entre a criança e o
(ibidem, p.307) A imitação para Vigotski (1995) é uma das vias fundamentais de desenvolvimento cultural, onde a criança avança nas suas potencialidades intelectuais. Para Vigotski (2001a) é a fonte do surgimento de todas as propriedades especificamente humanas da consciência. Isso porque a imitação não é uma simples transferência mecânica do comportamento de um ser a outro, mas provoca uma determinada compreensão do significado da ação do outro. Na imitação a criança precisa compreender o que está sendo imitado, tem que ter entendimento. Por esse motivo, nem tudo pode ser imitado pela criança, elas só conseguem imitar aquilo que encontra em suas próprias capacidades intelectuais. A aprendizagem na escola se organiza abrangentemente com base na imitação. Isso porque na escola, ela não aprende o que sabe fazer sozinha, mas o que ainda não sabe, isso em colaboração com o professor e sob sua orientação. O papel do trabalho educativo, deve agir diretamente na atividade da criança e em sua atitude perante o mundo e assim definir seu psiquismo e sua consciência. É o educador que assume sobre a atividade da criança e determina o desenvolvimento de seu psiquismo. A análise da atividade da criança visa estreitamente fornecer ao educador auxilio para uma intervenção mais precisa e eficaz no desenvolvimento infantil. Vigotski (2001a, p.248) é crítico em relação aos métodos de educação que preconizam a espontaneidade e a passividade, ele mostra isso em sua análise sobre o pensamento de Tolstói. Ele exclui qualquer possibilidade de intervenção grosseira nesse processo, prefere deixar os desenvolvimentos dos conceitos à mercê das leis do seu próprio fluxo interno, rejeitando assim o desenvolvimento dos conceitos a partir da aprendizagem e condenando o ensino à mais total passividade no desenvolvimento dos conceitos científicos. Esse erro se manifesta, segundo a qual “toda interferência é uma força bruta, desajeitada, que retém o processo de desenvolvimento”. Tolstói dá importância à espontaneidade, ao acaso, ao trabalho de um conceito e de uma sensibilidade vagos, ao aspecto interior da formação dos conceitos, fechado em si mesmo, distância exageradamente, aprendizagem e desenvolvimento. De acordo com Elkonin (1960, p.498), o desenvolvimento psíquico se concretiza mediante a apropriação da experiência social, num processo organizado e dirigido pelo adulto. Ele ainda nos chama a atenção para o fato de que nem todos os atos do adulto têm suficiente influência sobre o desenvolvimento da criança. O desenvolvimento do psiquismo não reflete de maneira automática tudo o que atua sobre a criança. O efeito dos agentes externos, a influência da educação e
do ensino, dependem de como se realizam estas influências e do terreno já anteriormente formado sobre o qual recaem. (Elkonin, 1960, p.498) Para Elkonin (1960) o ensino resulta em garantir que a intervenção pedagógica esteja de acordo com as particularidades de cada idade ou período do desenvolvimento. Na perspectiva de Vigotski (1995), o desenvolvimento infantil não constitui um processo estritamente quantitativo/evolutivo, mas caracteriza-se por rupturas e saltos qualitativos. O desenvolvimento não se produz pela via de mudanças graduais, lentas, por uma acumulação de pequenas peculiaridades que produzem em seu conjunto e ao final alguma mudança importante. [...] observamos a existência de mudanças bruscas eessenciais no próprio tipo de desenvolvimento, nas próprias forças motrizes do processo. (Vigotski, 1995, p.156) A transição entre um estágio e outro do desenvolvimento não constitui uma mera mudança quantitativa de grau, mas uma mudança qualitativa, então a cada novo estágio do desenvolvimento modifica-se o tipo de relação que a criança estabelece com o meio e com as pessoas que a rodeiam. Na perspectiva de Leontiev (2001a), o educador não pode limitar-se a “acompanhar” ou “seguir” o desenvolvimento espontâneo da criança, e sim dirigir ou controlar racionalmente esse processo. Ele também justifica que o professor conheça excepcionalmente o processo de desenvolvimento infantil e suas forças motrizes, para que, de posse de tal conhecimento, possa estabelecer finalidades e objetivos pedagógicos adequados e organizar atividades pedagógicas que promovam o desenvolvimento da criança. Na Educação Infantil, é preciso ensinar na e pela brincadeira. É preciso romper com a artificial separação entre “atividade dirigida” (aparentemente para ensinar) e “atividades livres” (aparentemente ´para brincar) que ainda existe nas escolas de educação Infantil. A educação da criança de 0 a 6 anos tem como uma de suas tarefas fundamentais, “ensinar a pensar”. Compreendemos que o pensamento não se desenvolve natural ou espontaneamente na criança, e sim como processo educativo. O professor é entendido como aquele que transmite a criança os resultados do desenvolvimento histórico e esclarecedor em relação aos traços da atividade humana cristalizada nos objetivos da cultura, mediando sua apropriação e organiza a atividade da criança, promovendo assim seu desenvolvimento psíquico. Assim entendemos o ato de ensinar em oposição ao imperativo de “seguir às crianças”, promovendo e guiando seu desenvolvimento psíquico, então podemos afirmar que as suposições de Vigotski, Leontiev e Elkonin amparam a defesa do ensino junto à criança de 0 a 6
O que é o PPP e qual a importância desse documento para o ambiente escolar? A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo que define as aprendizagens essenciais que todos os alunos devem se apropriar na educação básica. Sendo assim, todas as escolas devem organizar seu currículo a partir desse documento. Com base na leitura que você realizou, como as competências gerais da Educação Básica se inter-relacionam com o PPP? A avaliação da aprendizagem é um elemento crucial no processo de ensino e de aprendizagem, visto que oportuniza indícios dos avanços escolares e dos pontos que precisam ser aperfeiçoados. Com base na leitura que você realizou do PPP, de que modo a escola apresenta o processo de avaliação? Projeto Político Pedagógico é um documento no qual estão registradas as ações e projetos de uma comunidade escolar, que busca para seu ano letivo, sendo auxiliados de forma política e pedagógica por professores, coordenação escolar, alunos e familiares. Acompanhar a realidade na qual os alunos encontram-se inseridos e, a partir delas, estabelecer as diretrizes de trabalho, revendo, adaptando e atualizando a proposta educativa praticada na Instituição. Cada PPP é único, poisexpressa as finalidades e necessidades da realidade escolar que representa. De acordo com o PPP a instituição tem como objetivo geral proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades para sua auto-realização, preparação para o exercício consciente da cidadania e prosseguimento de estudo. Todo o texto do PPP atende aos objetivos e diretrizes previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/ de 21/12/96, na Declaração Universal dos Direitos da Criança e do Adolescente e no Plano Municipal de Educação. A proposta educativa atende desde o Maternal ao Ensino Médio, assim também o PPP se divide no que diz respeito a organização, horário, diretrizes de avaliação, normas de funcionamento e projetos. As competências gerais da BNCC são um conjunto de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que buscam promover o desenvolvimento dos estudantes em todas as suas dimensões: intelectual, física, social, emocional e cultural. O primeiro passo para a instituição escolar incorporar as propostas da BNCC ao PPP é fazer um diagnóstico das práticas pedagógicas e do aprendizado dos alunos. Conhecer a comunidade e os desafios de aprendizagem dela é essencial para que o PPP não só
contenha a identidade local, mas trace diretrizes condizentes com o presente e futuro da instituição. Nesse contexto, o gestor escolar é o responsável por compartilhar tanto informações relacionadas ao contexto da instituição quanto sobre os documentos com a equipe para a realização das diretrizes da Base. A BNCC também estimula o respeito à igualdade e a diversidade cultural, o que traz a necessidade de se planejar e rever o currículo e prática segundo a cultura e sua vivência local de cada escola. O PPP também deve ir de acordo a missão com a prática pedagógica desenvolvida. Segundo passo é a formação de professores, que deve possibilitar o aperfeiçoamento contínuo para o desenvolvimento dos alunos, de estarem sempre atualizados e terem orientação constante do coordenador escolar. As competências descritas pela BNCC podem ser ampliadas de diversas maneiras pelo PPP, não aparecendo apenas no currículo disciplinar. Agregar disciplinas, rever as avaliações com base na escuta de estudantes e professores, incluir aspectos culturais regionais nas práticas pedagógicas, todas essas podem ser formas de atender as necessidades da Base. Assim é possível contemplar o objetivo da BNCC em formar cidadãos íntegros, autônomos e criativos, que possam alcançar sucesso pessoal e profissional. Com base no PPP, na escola é feita uma avaliação contínua, a criança será constantemente acompanhada, orientada, mediante registros e comunicação quanto ao desenvolvimento do processo educativo. Essa avaliação considerará o desempenho da criança, a capacidade em solucionar problemas propostos, diagnósticos dos avanços e dificuldades, características específicas ao processo de aprendizagem. A avaliação se baseia em dois pressupostos: • Observação atenta e criteriosa sobre as manifestações de cada criança; • Reflexão sobre o significado dessas manifestações de acordo com o desenvolvimento do educando. Não acontecerá avaliação quantitativa para efeitos de promoção ou reprovação, nem para ingresso no Ensino Fundamental. A Coordenação Pedagógica e a Orientação Educacional, juntamente comos professores, definirão os meios de acompanhamento e de registro da aprendizagem do aluno, com base nos aspectos cognitivo e psicossocial. 3.1 ATUAÇÃO DO PROFESSOR E SUA INTER-RELAÇÃO COM A EQUIPE ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA Considerando os conhecimentos abordados sobre a docência na
dos alunos. No geral, é importante respeitar o limite de cada aluno. A eficiência do trabalho docente começa pelo planejamento, saber quais os objetivos se pretendem alcançar, quais são os conhecimentos prévios dos alunos, quais recursos e métodos serão utilizados, facilita o trabalho do professor, garantindo um menor esforço para um resultado mais eficiente. Além de buscar maior eficiência no processo de ensino- aprendizado, o planejamento também precisa considerar as necessidades reais da comunidade escolar, tornando-as mais significativas e as mudanças de atitude realmente relevantes para a comunidade. Na Educação Infantil, onde a oralidade, a conquista da própria identidade mediante a descoberta da diferença, a compreensão do espaço social e os desenvolvimentos de habilidades sociais, motoras e emocionais resumem os principais pré-requisitos fundamentais a serem alcançados para a continuidade da convivência escolar saudável e o desenvolvimento integral dos alunos nos alunos seguintes. A tarefa das crianças pequenas nas creches e pré- escolas são muitas e de grande importância para seu desenvolvimento cognitivo e emocional, e o principal instrumento são as brincadeiras. Nesses locais, elas têm de aprender a brincar com as outras, respeitar limites, controlar a agressividade, relacionar-se com adultos e aprender sobre si mesmas e seus amigos, tarefas estas de natureza emocional. (LISBOA, 2001) Mediante a compreensão de que a Educação Infantil tem como principal importância o desenvolvimento de atitudes que façam diferença no convívio social e o desenvolvimento de habilidades emocionais. As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação. (AMARAL, 2015) O serviço de orientação pedagógica é exercido por profissional qualificado, indicado pelo Diretor. São atribuições do serviço da coordenação pedagógico: I – Participar do desenvolvimento da filosofia e da elaboração da política educacional da Creche Escola; II – Adaptar as normas e diretrizes emanadas de órgãos educacionais superiores às peculiaridades locais; III – Participar da elaboração, execução e avaliação do Plano anual da Creche Escola; IV – Propor alternativas de ação pedagógica, com a participação da comunidade escolar; V – Coordenar o planejamento do ensino, buscando formas de assegurar a participação ativa e inovadora dos professores na consecução dos objetivos propostos; VI – Conversar com responsáveis de forma a buscar alternativas para resolver questões
disciplinares, de saúde ou sociais. No dia-a-dia dentro da Unidade Escolar, a Orientadora Pedagógica observa cada detalhe para que a escola sempre esteja tudo em ordem. Semanalmente realiza reunião com todas as professoras para tratar de projetos pedagógicos realizados, condutas diárias em sala de aula e alguns outros assuntos. Onde separa um tempo para revisar planos de aula das professoras. Quando observa que alguma atividade está inadequada (considerando sempre o projeto trabalhado e a faixa etária de cada turma), faz uma observação à professora, mostrando-lhe outra forma de realizar a atividade. Realiza reuniões com as auxiliares também, sendo esta com menos frequência, uma vez por mês. Nesta reunião acerta alguns tipos de conduta de modo geral e escuta sugestões e reclamações dos funcionários. É responsável também por todo material pedagógico (livros, jogos, fantoches, entre outros) e pelos recursos didáticos como: tintas, cartolinas, colas e outros onde as professoras fazem uma lista do material que estão necessitando para que a coordenadora separe e as entregue. Caso a professora necessite de algum material que está em falta ou simplesmente não tem no almoxarifado, a orientadora é responsável em pedir o que falta para a gestora financeira da escola. Outra função está em receber famílias que desejam matricular seus filhos, então, gentilmente percorre todo o espaço escolar com a família visitante, mostrando todas as dependências da escola. Logo após, a família é convidada para uma conversa, onde a orientadora mostra-lhes o PPP da escola e discute sobre isso, respondendo assim a todos os questionamentos daquela família. Atende também aos pais que já tem seus filhos estudando naquela unidade, muitas vezes reclamações e problemas a serem resolvidos, cabendo a ela mediar os conflitos. Em alguns casos a orientadora e a psicóloga da própria escola tem que intervir juntas na resolução de problemas. A Orientadora Pedagógica também mostra as dependências da Unidade Escolar. Explica sobre como cada espaço da creche é utilizado, e de como funciona o trabalho junto aos alunos. Todos os alunos são recebidos no portão por uma funcionária que os encaminha até a sala de aula. Sendo crianças muito pequenas, há uma preocupação que todos sejam levados e entregues aos cuidados da professora. Após o início das atividades escolares a Orientadora passa nas salas, observa o trabalho, conversa com as crianças, professoras e auxiliares, de forma a harmonizar o ambiente e ser bem aceita pelos pequenos. Em caso de choros, vai até a sala e tenta apoiar os funcionários para que
de caráter avaliativo, que visa garantir a eficácia do aluno, criando uma visão crítica e ampla da área de atuação escolhida. Os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) é uma busca pela melhoria da aprendizagem. Ao descrever o que é ensinado em sala de aula juntamente com os temas contemporâneos, espera -se aumentar o interesse dos alunos durante o processo de relevância desses temas no seu desenvolvimento como cidadão. O papel da escola ao trabalhar Temas transversais é facilitar, estimular e integrar as ações de modo contextualizado, através da interdisciplinaridade e transversalidade, buscando não dividir em blocos rígidos os conhecimentos, para que a Educação realmente constitua o meio de transformação social. As propostas podem ser trabalhadas tanto em um ou mais componentes de forma intradisciplinar, interdisciplinar ou transdisciplinar, mas sempre transversalmente às áreas de conhecimento. Os temas transversais dos novos parâmetros curriculares incluem Ética, Meio ambiente, Saúde, Pluralidade cultural e Orientação sexual. Eles expressam conceitos e valores fundamentais à democracia e à cidadania e correspondem a questões importantes e urgentes para a sociedade brasileira de hoje, presentes sob várias formas na vida cotidiana. São amplos o bastante para traduzir preocupações de todo País, são questões em debate na sociedade através dos quais, o dissenso, o confronto de opiniões se colocam. Portanto, incluem-se Cidadania e civismo, Ciência e tecnologia, saúde e multiculturalismo. São temas que envolvem um aprender sobre a realidade, na realidade e da realidade, preocupando-se também em interferir na realidade para transformá-la. Os quatro pilares apresentado no Guia para desenvolvimento dos TCTs são: - Problematização da realidade e das situações de aprendizagem - Superação da concepção fragmentada do conhecimento para uma visão sistêmica - Integração das habilidades e competências curriculares à resolução de problemas- Promoção de um processo educativo continuado e do conhecimento como uma construção coletiva. Esses pilares são fundamentais para que os currículos escolares sejam colocados de forma mais eficaz dentro de sala de aula, na medida em que possibilita melhor aproveitamento por parte do professor. Podemos ver que o currículo hoje é a base do ensino e faz com que o professor tenha um direcionamento melhor em sala. CONHECER METODOLOGIAS ATIVAS COM USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS A pedagoga destaca uma série de questões que estariam interferindo no cotidiano escolar e no rendimento dos
alunos. Por ser uma escola com poucos recursos financeiros e tecnológicos, mostrava-se pouco atrativa para os alunos. Outro fator do baixo rendimento seria o uso ilimitado dos aparelhos celulares em sala de aula, que acabavam distraindo os alunos ao longo das aulas. Portanto, é importante a busca de novas metodologias para sair do tradicional e mudar as práticas pedagógicas em “sala de aula”, sendo que essa não é mais o único local para se desenvolver uma aprendizagem significativa. Através do uso das tecnologias digitais, é possível inserir o estudante no centro do processo a partir de discussões, interações, atividades de análise, síntese e avaliação no sentido de solucionar problemas. Neste contexto, se destacam as metodologias de ensino de uso tecnológico que são: a Web Quest (metodologia de ensino e aprendizagem); Projeto ABP (é uma metodologia ativa desenvolvida por meio de intenso processo de investigação e elaboração de produtos de modo colaborativo e interdisciplinar). Sequência didática (metodologia de ensino e aprendizagem composta por um conjunto de atividades planejadas para ensinar um conteúdo, constituído de passos e etapas ligadas entre si e organizadas de acordo com os objetivos propostos pelo professor para tornar o aprendizado mais significativo e eficiente). Aula Gamificada (a Gamificação surge como uma alternativa para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, superando a abordagem tradicional). Utiliza os recursos digitais. Ensino Híbrido (é um modelo de educação formal que se caracteriza por combinar tempos, espaços, atividades, metodologias e públicos diversos, misturando ensino presencial e propostas de ensino online por meio da tecnologia). Diante da problematização identificada no texto que estariam interferindo no cotidiano escolar e no rendimento dos alunos. Dentre estes, o fato de que a escola com poucos recursos financeiros e tecnológicos, mostrava-se pouco atrativa para os alunos. Outro fator do baixo rendimento seria o uso ilimitado dos aparelhos celulares em sala de aula, que acabavam distraindo os alunos ao longo das aulas. Portanto, a partir desta problemática o desafio é propor novas metodologias e tecnologias para que seus objetivos sejam alcançados de modo satisfatório. Diante deste fato será sugerido a SP atividades que utilizem metodologias ativas e tecnologias digitais que contribuirão para solucionar os problemas que estão interferindo no cotidiano da escola. Pois esta metodologia possibilidade de interagir com especialistas nas mais diferentes áreas do saber e o acesso direto às fontes de informação são duas dessas
Plano de Aula 01 Disciplina: Corpo, gesto e movimento (Conhecendo o nosso corpo - parte 01) Série: Pré I Turma: Educação Infantil Período: Vespertino Conteúdo: Anunciando o tema: os cinco sentidos, abriremos a seguir uma roda de conversa sobre o assunto. A seguir com a exposição do vídeo: cinco sentidos aproveitamos para a profundar o assunto. Pausa para o lanche. Após o lanche a sugestão é uma atividade da caixa surpresa com objetos variados, para descobrir o sentido do tato. Objetivo geral: Propiciar às crianças a possibilidade de conhecer como é constituído o corpo humano, proporcionando conhecimento de forma lúdica e prazerosa, para que seja um aprendizado significativo. Objetivos específico: Propiciar o conhecimento básico do corpo humano e suas partes, reconhecendo em seu próprio corpo. Favorecer o desenvolvimento das linguagens oral, corporal, gestual, musical e artística observando/assinalando a importância da comunicação e das diversas linguagens no processo de ensino e aprendizagem. Promover a interação entre as crianças e os demais profissionais envolvidos no cotidiano escolar, considerando que a interação é uma ferramenta essencial no processo de desenvolvimento humano.
Desenvolver o projeto de forma lúdica e prazerosa, utilizando-se de interações, linguagens variadas, jogos, brinquedos, brincadeiras e organização de espaços para que seja possível construir um aprendizado significativo na vida escolar de cada criança. Metodologia: Na rodinha, após rotina inicial: perguntar quem sabe quais são as partes do corpo; Cantar música da Xuxa “Cabeça, Ombro, joelho e pé”; Com os alunos no pátio, distribuir entre os alunos giz para quadro negro, onde a professora irá riscar a margem do corpo humano; De volta na sala, fazer uma rodinha e mostrar figuras de corpo humano; Atividade direcionada: Ainda na rodinha, os alunos irão montar um quebra cabeça de duas peças do corpo humano. Sendo uma figura de menina, e um de menino; Recursos: papel pardo, caixas de leite, impressão de figuras do corpo, quadro, canetão, papel crepom, cola branca, tesoura, giz. Os equipamentos de aparelho de som, lousa digital. Os livros, as músicas, o poema da Ruth Rocha, atividade impressa em A4. Pipoca doce e salgada, perfume(qual?), tangerina, (elementos do circuito para trabalhar a visão e objetos para o tato) (Caixa Surpresa com objetos variados) Avaliação: Os alunos serão avaliados quanto a participação nas atividades, tanto orais quanto na socialização no pátio. Também serão observados quanto as habilidades manuais demonstradas na montagem dos