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Viscosidade do Óleo Isolante em Química Industrial: Finalidades, Composição e Purificação, Exercícios de Química

Este documento discute sobre a importância da viscosidade do óleo isolante em transformadores elétricos, sua composição principal em óleos sintéticos, quando ele deve ser purificado ou trocado e métodos de regeneração como adsorção, carvão ativado e adição de inibidor de corrosão.

Tipologia: Exercícios

Antes de 2010

Compartilhado em 16/08/2010

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wermerson-silva-5 🇧🇷

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UNIVERSIDADE PAULISTA
Química Industrial
MANAUS
2010/1
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UNIVERSIDADE PAULISTA

Química Industrial

MANAUS

Óleo Isolante

WERMERSON DA COSTA SILVA

RA: 943762-2 TURMA:

EA5Q

PROFESSORA: LUCIANA

REIS

MANAUS

expansor do volume de alimentos e sesequestrante (agente de quelação metálica).

  • - Carvão ativado O carvão ativado é um material de carbono com uma porosidade bastante desenvolvida. Com o recurso a técnicas de absorção de azoto a 77K, pode-se verificar que contém essencialmente microporos. O carvão activado tem a capacidade de colectar selectivamente gases, líquidos ou impurezas no interior dos seus poros, apresentando portanto um excelente poder de clarificação, desodorização e purificação de líquidos ou gases. Este tipo de carvão é obtido a partir da queima controlada com baixo teor de oxigênio de certas madeiras, a uma temperatura de 800°C a 1000°C, tomando-se o cuidado de evitar que ocorra a queima total do material de forma a manter sua porosidade.
  • Adsorção É a adesão de moléculas de um fluido (o adsorvido) a uma superfície sólida (o adsorvente); o grau de adsorção depende da temperatura, da pressão e da área da superfície - os sólidos porosos como o carvão activado são óptimos adsorventes. As forças que atraem o adsorvato podem ser químicas ou físicas. A adsorção química, também chamada quimissorção, é específica e é empregada na separação de misturas.
  • (^) Percolação É a extração exaustiva do princípio ativo. No processo, a droga vegetal moida é colocada em recipiente cônico ou cilíndrico de vidro ou metal, através do qual é feito passar o líquido extrator.
  • - Adição de inibidor

Um inibidor de corrosão é uma substância química ou composição de substâncias que sob determinadas condições, num meio que seja corrosivo, elimina ou pelo menos reduz significativamente o processo de corrosão. Sua ação e eficiência depende de diversos fatores: Causa da corrosão do ponto de vista físico-químico. Custo de utilização, pois em diversas situações é preferível deixar-se o processo de corrosão ocorrer. Mecanismos de ação e propriedades específicas do inibidor, consideradas suas compatibilidades com o processo e com o material. Processos possíveis para a adição do inibidor ao sistema e controle de sua dosagem e estado. Os inibidores de corrosão pode ser divididos em: Atuam no ânodo retardando ou impedindo as reações que causam a corrosão. Reagem preferencialmente com o produto de corrosão, resultante numa camada aderente e insolúvel na superfície metálica. OH-, CO32-, SiO44-, BO33-, + H 2 O → ácido + OH - OH-^ + Metal n+^ → M(OH)n (inibidor de corrosão) Atuam, por sua vez, reprimindo as reações no cátodo. De maneira mais específica, atuam inibindo o processo catódico, impedindo a difusão do oxigênio e a condução de elétrons. Zn2+^ , Mg 2+^ , Ni 2+^ + OH-^ → Zn(OH)2, Mg(OH)2, Ni(OH)2 (todos hidróxidos insolúveis.) Funcionam como formadores de películas protetoras nas regiões catódicas e anódicas, interferindo nas reações eletroquímicas. Alguns exemplos: Aminas de ácidos graxos, utilizado na indústria petrolífera. Derivados de aminas e amidas de ácidos graxos, utilizados em tubulações de transferência de gases e vapores, como o H2O, CO2 e H2S. Octa, hexa e dioctadecilaminas, propiciam contra CO 2 em linhas de

transmissão de vapores condensados.