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Trabalho H1N1, Traduções de Enfermagem

Material sobre H1N1 e as ações de enfermagem no cuidado ao paciente infectado

Tipologia: Traduções

Antes de 2010

Compartilhado em 27/08/2010

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danilo-coronel-9 🇧🇷

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1. INTRODUÇÃO
A influenza A (H1N1) é uma doença respiratória aguda (gripe suína), causada
pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a
pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções
respiratórias de pessoas infectadas.
2. H1N1 GRIPE SUÍNA
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1. INTRODUÇÃO

A influenza A (H1N1) é uma doença respiratória aguda (gripe suína), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

2. H1N1 GRIPE SUÍNA

3. Epidemiologia

A situação epidemiológica atual, no Brasil e no mundo, caracteriza-se por uma pandemia com predominância de casos clinicamente leves e com baixa letalidade.

Como não há mais notificação de todos os casos suspeitos e a coleta de material para exames laboratoriais está indicada só para casos graves, por orientação da Organização Mundial da Saúde, é difícil precisar a taxa de letalidade. A média apresentada até o momento é de 0,5 no mundo. A prioridade, no Brasil, no momento, é trabalhar para evitar casos graves e óbitos.

O controle epidemiológico da doença é feito por meio de estratégias integradas, adotadas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS): vigilância de doença respiratória grave, investigação de surtos de síndrome gripal, monitoramento das internações e da mortalidade por influenza e pneumonia, vigilância de síndrome gripal em unidades sentinelas. Assim como já ocorre com surtos de gripe comum, será confirmada uma amostra de casos. As pessoas que estiveram no mesmo ambiente, como casa, escola e trabalho e apresentaram sintomas semelhantes serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, há no Brasil 62 unidades de Rede Sentinela em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus Influenza e a ocorrência de surtos, por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência.

3.1. Transmissão

O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou do espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. No entanto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas.

Uma pessoa pode ter influenza mais de uma vez, mas não causada pelo mesmo subtipo de vírus e nem em um curso espaço de tempo. Isso porque a pessoa fica imunizada pelo subtipo de vírus depois de ter a doença. Também porque o vírus circula mais em um determinado período do ano (por isso é chamado de sazonal), especialmente no inverno, estação que varia de acordo com o hemisfério do planeta. No

com câncer ou em tratamento para AIDS), pacientes com hemoglobinopatias, diabetes mellitus, obesos (IMC > 35), cardiopatas, pneumopatias, doentes renais e pacientes com outras condições crônicas.

3.4. Tratamento

A maioria dos casos se apresenta da forma leve e se cura com hidratação, boa alimentação e repouso.

O paciente deve ser atendo na unidade de atenção primária (posto de saúde) mais próxima de sua residência. Se for o caso, a unidade de atenção primária encaminha o paciente aos hospitais de referência. Se o paciente apresentar tosse ou espirro e secreções nasais, deve receber máscara cirúrgica, para evitar a transmissão para outras pessoas. Grande parte dos casos de gripe pode ser tratado e acompanhado no ambulatório. Os hospitais de referência devem ser reservados para atender os casos graves.

3.5. Diagnóstico

O diagnóstico é feito a partir de amostras de secreções de nariz e faringe. O médico pode sugerir a coleta de outros espécimes, se se considerarem outras hipóteses diagnósticas.

3.6. Imunização

A vacina contra o vírus influenza (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Contra indicada só para pessoas que tem alergia a ovo.

Etapas da vacinação: 1ª etapa - data de vacinação: 08/03 a 19/03 - grupos prioritários: trabalhadores de serviços de saúde (7.551 pessoas) e indígenas (2.804) 2ª etapa - data de vacinação: 22/03 a 07/05 - grupos prioritários: gestantes (11. pessoas) 2ª etapa - data de vacinação: 22/03 a 02/04 - grupos prioritários: portadores de doenças crônicas < 60 anos (39.869 pessoas) e crianças de seis meses a um ano, 11 meses e 29 dias (19.224 pessoas) 3ª etapa - data da vacinação: 05/04 a 23/04 - grupos prioritários: adultos com idade de 20 a 29 anos (142.051 pessoas) 4ª etapa - data da vacinação: 24/04 a 07/05 - grupos prioritários: portadores de doenças crônicas > 60 anos com comorbidade (14.121 pessoas) 5ª etapa - data da vacinação: 10/05 a 21/05 - grupo prioritário: adultos com idade de 30 a 39 anos (120.811 pessoas).

3.7. Medicamentos

O medicamento usado no tratamento da influenza A (H1N1) é o fosfato de Oseltamivir (Tamiflu) o mesmo é usado para todas as pessoas – crianças, adolescentes, adultos, idosos, profissionais de saúde e grávidas. O que varia é a dosagem, que é dada em comprimido para adulto e em solução oral para crianças. O protocolo do Ministério da Saúde estabelece que a dose para adultos é de 75 miligramas, duas vezes ao dia, o que corresponde à ingestão de dois comprimidos diariamente, durante cinco dias. O remédio só faz efeito se for tomado até 48 horas após o início dos sintomas.

3.8. Suscetibilidade e resistência

Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fatores de risco, que são: idade inferior a dois anos ou superior a 60 anos, imunodepressão (como em pacientes com câncer ou em tratamento para AIDS), pacientes com hemoglobinopatias, diabetes

5. BIBLIOGRAFIA

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt= http://www.45graus.com.br/nota-de-esclarecimento-sobre-a-vacina-h1n1,medinforme,

61729.html http://portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=