Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Trabalho sobre Vacina 1, Trabalhos de Cultura

Trabalho sobre vacinas

Tipologia: Trabalhos

2013

Compartilhado em 02/09/2013

liliane-andreia-torre-10
liliane-andreia-torre-10 🇧🇷

4.5

(3)

1 documento

1 / 21

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
VACINAS
Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxx
2013
Sumário
1 VACINA HEPATITE B 4
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Trabalho sobre Vacina 1 e outras Trabalhos em PDF para Cultura, somente na Docsity!

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

VACINAS

Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

xxxxxxxxxxxxxx 2013

Sumário

1 VACINA HEPATITE B 4

5 VACINA TETRA VALENTE DTP + HIB (DIFTERIA / TÉTANO E

Hepatite B é uma doença infecciosa sexualmente transmissível (DST) que provoca inflamação no fígado. A via sexual não é a única forma de a pessoa adquirir o vírus da hepatite B (HBV), mas seguramente é a mais importante delas. Ele pode penetrar no organismo também por via parenteral e perinatal (durante a gestação e o parto). O HBV pode causar reação inflamatória crônica que, embora contida e limitada, no decorrer de anos pode levar a complicações hepáticas muito graves como a cirrose e o câncer de fígado. A vacina contra hepatite B está indicada para todas as pessoas com menos de 20 anos, independente da situação de risco, observando esquema e tipo de vacina, se houver recomendação especial. Para pessoas com 20 ou mais anos de idade, ainda não vacinados na infância ou adolescência, recomenda-se a utilização do produto importado nos seguintes grupos:

  • Vítimas de abuso sexual;
  • Comunicantes sexuais de casos agudos de hepatite B;
  • Exposição sangüínea com pacientes portadores de hepatite B:
  • Comunicantes sexuais e intra domiciliares de portador crônico do vírus da hepatite B;
  • Pacientes com risco de transfusões múltiplas em virtude de doença hematológica;
  • Doadores regulares de sangue;
  • Pacientes em uso ou aguardando hemodiálise;
  • Pessoas HIV + ou imunocomprometidos;
  • Transplantados;
  • Portadores crônicos do vírus da hepatite C;
  • Podólogos e manicures;
  • Coletores de lixo hospitalar e domiciliar;
  • Profissionais que exerçam atividade na área da saúde do setor público ou privado;
  • Profissionais do sexo;
  • Usuários de drogas;
  • População carcerária (funcionários e presidiários);
  • Policiais civis e militares;
  • Tatuadores;
  • Auxiliares de necropsia dos institutos de medicina legal;
  • Profissionais de funerárias;
  • Profissionais de funerárias responsáveis pelo preparo dos corpos;
  • População institucionalizada (abrigos de menores, psiquiatria);
  • Neoplasias. Para a prevenção da transmissão vertical, ou seja, os recém-nascidos de mães HBsAg positivas devem ser vacinados imediatamente após o parto (nas primeiras 12 horas) nas doses acima preconizadas, associadas à imunoglobulina específica contra hepatite B (IGHB 0,5 ml intramuscular). O esquema de vacinação preconizado para os recém-nascidos é de três doses (0,5ml), sendo a primeira ao nascer, a segunda dose 30 dias após e a terceira seis meses após a primeira dose (esquema 0, 1 e 6 meses). Salienta- se que os intervalos mínimos a serem observados: a) para a segunda dose: um mês após a primeira; b) para a terceira dose: dois meses após a segunda, desde que o intervalo de tempo decorrido a partir da primeira dose seja, no mínimo de 6 meses. O esquema de vacinação para indivíduos adultos consiste na aplicação por via intramuscular de três doses (1ml). O intervalo entre a primeira e a segunda dose é de um mês e entre a primeira e a terceira, de seis meses. A via de aplicação deve ser de preferência a intramuscular, no músculo vasto lateral da coxa em crianças menores de dois anos de idade, ou no deltóide, acima dessa faixa etária. A vacina não deve se aplicada na região glútea. Em pacientes com graves tendências hemorrágicas, a vacina pode ser administrada por via subcutânea. Os efeitos colaterais são raros, porém os mais frequentes são dor local, febre, induração e fadiga. A única contraindicação é a ocorrência de reação anafilática após a aplicação da dose anterior.

2 VACINA PNEUMOCÓCICA 10

Considerando que a infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de morbi-mortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais da Saúde Pública.

Crianças de 12- <24 meses de idade: Dose única, no primeiro anos de vida, sem a necessidade de reforço.

2.4 Contraindicação

Reação anafilática em dose anterior, e criança com hipersensibilidade conhecida a algum dos componentes da vacina.

2.4 Efeitos Adversos

Febre, sonolência, irritabilidade, perda de apetite, dor, rubor, edema no local da injeção, febre e irritabilidade, enduração no local da injeção, reações alérgicas.

3 VACINA DUPLA ADULTO - DIFTERIA E TÉTANO

3.1 Difteria

Difteria (ou crupe) é uma doença respiratória infectocontagiosa, causada pelo bacilo Corynebacterium diphtheriae que se instala nas amídalas, faringe, laringe, nariz e, em alguns casos, nas mucosas e na pele.

O período de incubação costuma durar de um a seis dias, mas pode ser um pouco mais longo. A transmissão ocorre pelo contato direto com a pessoa

doente ou com portadores assintomáticos da bactéria, através de gotículas eliminadas pela tosse, pelo espirro e ao falar, ou pelo contato com as lesões cutâneas.

A enfermidade é mais prevalente na infância, Em geral, se manifesta depois de resfriados e gripes nas crianças que não foram imunizadas. No entanto, também pode acometer adultos que não foram vacinados.

3.1.1 Sintomas

O sintoma típico da difteria é o aparecimento de placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas amídalas e órgãos adjacentes.

Mal-estar, dor de garganta, febre, corrimento nasal, gânglios linfáticos inflamados e manchas avermelhadas na pele são outros sintomas possíveis da doença. Edema de pescoço, toxemia, prostração e asfixia mecânica são sinais que sugerem o agravamento da infecção.

A inflamação da epiglote, válvula situada na parte superior da laringe, que fecha a glote no momento da deglutição, pode provocar a súbita obstrução das vias aéreas, com consequências bastante graves para o paciente. Por isso é preciso estar atento. Crianças com a epiglote inflamada ficam muito abatidas, com os lábios ligeiramente azulados, têm febre alta e, às vezes, dificuldade para deitar-se ou engolir saliva.

Os sintomas da difteria se agravam à noite. Em geral, a criança acorda durante a madrugada. Sua respiração, nesse momento, é estranha: a inspiração é marcada por um chiado estridente e a expiração, por tosse áspera. Miocardite (arritmia e insuficiência cardíaca), neuropatia (visão dupla, fala anasalada, dificuldade para engolir, paralisia) e insuficiência renal são complicações graves que podem ocorrer em qualquer fase da doença.

3.2 Tétano

É uma doença infecciosa grave, não contagiosa, causada por toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani. Sob a forma de esporos, essa bactéria é encontrada nas fezes de animais e humanos, na terra, nas plantas, em objetos e pode contaminar as pessoas que tenham lesões na pele (feridas,

4 VACINA TRÍPLICE VIRAL (SARAMPO/CAXUMBA/RUBÉOLA)

4.1 Sarampo

O sarampo é uma doença infecto-contagiosa provocada pelo Morbili vírus e transmitida por secreções das vias respiratórias como gotículas eliminadas pelo espirro ou pela tosse. O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas, é cerca de 12 dias e a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia depois que surgiram placas avermelhadas na pele. O sarampo é uma doença potencialmente grave. Em gestantes, pode provocar aborto ou parto prematuro.

4.1.1 Sintomas

Além das manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular eritematoso), que começam no rosto e progridem em direção aos pés,

podemos citar os seguintes sintomas: febre, tosse, mal-estar, conjuntivite, coriza, perda do apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas (exantema de Koplik). Otite, pneumonia, encefalite são complicações graves do sarampo.

4.2 Caxumba (Parotidite)

Caxumba é uma doença infecciosa causada por um vírus da família dos paramyxovirus, que provoca não só inflamação nas parótidas, mas também nas glândulas submaxilares e sublinguais.

Na maior parte das vezes, a infecção se manifesta na infância, nos meses de inverno e no começo da primavera.

Embora seja uma enfermidade de evolução benigna, em alguns casos podem ocorrer as seguintes complicações: inflamação dos testículos e dos ovários (que pode resultar em esterilidade), meningite asséptica, pancreatite, neurite e surdez.

O período de incubação varia de 14 a 25 dias. A transmissão se dá pelo contato direto com as secreções das vias aéreas superiores da pessoa infectada, a partir de dois dias antes até nove dias depois do aparecimento dos sintomas.

4.2.1 Sintomas

Inchaço e dor na parótida e nas outras glândulas salivares infectadas (localizadas embaixo da mandíbula), dor muscular e ao engolir, febre, mal- estar, inapetência são sintomas da infecção, menos intensos nas crianças do que nos adultos.

Os seguintes sinais sugerem complicações da doença e exigem assistência médica imediata:

  • Dor abdômen superior (pancreatite);
  • Rigidez na nuca, dor de cabeça, prostração (meningite) e inchaço nos testículos (orquite);
  • Náuseas e vômitos.

4.5 Esquemas de Administração

4.5.1 Imunização Primária

Crianças de 12-15 meses: 0,5 ml, injeção subcutânea.

4.5.2 Reforço da Imunização

Crianças 4-6 anos que tenham tomado a primeira dose: injeção subcutânea.

Crianças 1-4 anos: deve-se administrar uma dose de SCR, o mais rápido possível, em todas as crianças desta faixa etária que tiverem recebido a primeira dose da vacina. Administrar a partir do 28º dia posterior à administração da primeira dose.

4.6 Contraindicações

  • A administração da 2ª dose é contra-indicada no caso de ocorrência de efeito adverso grave após a administração da 1ª dose, como anafilaxia, colapso, choque, encefalite, encefalopatia, ou convulsão afebril;
  • Gravidez;
  • Hipersensibilidade a componentes da vacina;
  • Hipersensibilidade a ovo;
  • Indivíduos com imunodeficiência ou em corticoterapia;
  • Perda de fluido cérebro-espinhal;
  • Leucemia, linfoma ou malignidade generalizada;
  • Tuberculose ativa não tratada;
  • Indivíduos em radioterapia;
  • Doença febril grave.

4.7 Precauções

  • Indivíduos com dano cerebral ou histórico de convulsões;
  • A imunização deve ser adiada em caso de doença aguda ou transtorno sistêmico, com ou sem febre, que possam limitar a resposta imunológica;
  • Evitar a gravidez por 4 semanas após a vacinação;
  • Adiar a vacinação por pelo menos 3 meses após a transfusão de sangue e administração de imunoglobulinas, com exceção de puérperas que tenham recebido imunoglobulina anti-Rho(D) e que estejam suscetíveis à rubéola (a vacinação não pode ser postergada);
  • Indivíduos com histórico de dermatite de contato à neomicina;
  • Indivíduos que tenham apresentado rash entre 7-25 dias após a vacinação devem evitar o contato direto com indivíduos imunocomprometidos durante o período do rash;
  • Indivíduos com problemas como hemofilia e trombocitopenia não devem receber a vacina pela via intramuscular. Recomenda-se a via subcutânea.

4.8 Efeitos Adversos

  • Febre, mal-estar, rash, dermatite no local da injeção, durante 2- dias pós-imunização, geralmente após uma semana da administração da primeira dose, em 3 a 10% dos casos em crianças;
  • Náusea, vômito e diarreia;
  • Infecções no trato respiratório, pneumonia;
  • Reações locais, como inflamação, linfangite e abscesso estéril;
  • Artralgia e artrite;
  • Ataxia cerebelar, fadiga, irritabilidade, sonolência, cefaléia, parestesias, polineuropatia e encefalopatia,meningoencefalite;
  • Dilatação da parótida (ocasionalmente);
  • Polineuropatia (raramente);
  • Púrpura trombocitopênica idiopática (raramente);
  • Reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia (raramente).

Principalmente nas crianças e nos idosos, ela pode evoluir para quadros graves com complicações pulmonares, neurológicas, hemorrágicas e desidratação.

Casos de coqueluche costumam ser mais raros na vida adulta. No entanto, tosse seca e contínua por mais de duas semanas em jovens e adultos pode ser sinal de que foram novamente infectados pela bactéria da tosse comprida, apesar de terem recebido a vacina na infância ou de terem ficado doentes.

5.1.1 Sintomas

O período de incubação varia entre 7 e 17 dias. Os sintomas duram cerca de 6 semanas e podem ser divididos em três estágios consecutivos;

  • Estágio catarral (uma ou duas semanas): febre baixa, coriza, espirros, lacrimejamento, falta de apetite, mal-estar, tosse noturna, sintomas que, nessa fase, podem ser confundidos com os da gripe e resfriados comuns;
  • Estágio paroxístico (duas semanas): acessos de tosse paroxística, ou espasmódica. De início repentino, esses episódios são breves, mas ocorrem um atrás do outro, sucessivamente, sem que o doente tenha condições de respirar entre eles e são seguidos por uma inspiração profunda que provoca um som agudo parecido com um guincho. Os períodos de falta de ar e o esforço para tossir deixam a face azulada (cianose) e podem provocar vômitos;
  • Estágio de convalescença: em geral, a partir da quarta semana, os sintomas vão regredindo até desaparecerem completamente.

5.2 Hemófilo B

O Haemophilus é uma bactéria que pode causar meningite, pneumonia e otite, e ainda infecções no nariz, garganta, pele e articulações. Sua transmissão é dada pelas vias respiratórias, através do contato direto com secreções expelidas pelo portador, que muitas vezes não tem sintoma algum, através de tosse, espirro ou até mesmo na fala.

O sintoma mais comum é a rigidez na nuca, porém, outros sintomas também são clássicos como, febre, dores de cabeça, vômitos, convulsões, e em casos mais graves, paralisias. Em crianças menores, o quadro pode ser notado por choro constante, irritabilidade e abaulamento na moleira. A complicação mais grave e temida da infecção pela bactéria Haemophilus Influenzae tipo B, é a Meningite bacteriana, muito grave, podendo ocasionar até a morte, principalmente em crianças menores de 5 anos ou sequelas nos sobreviventes. Das crianças que sobrevivem, 35% desenvolvem distúrbios neurológicos, tais como convulsões, surdez, ou retardamento mental.

5.3 Vacina Tetra Valente DTP + HIB

A administração da vacina Tetravalente deverá ser realizada pela via intramuscular profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa. (crianças menores de 2 ano).

Cada dose da vacina reconstituída corresponde a 0,5 ml.

5.4 Contraindicações

A vacina Tetravalente não deve ser administrada em indivíduos com reação anafilática após a aplicação de dose anterior da mesma ou de qualquer de seus componentes (DTP ou Hib).

Considerando-se que esta vacina contém o componente pertussis de células inteiras ela está contra-indicada nas mesmas situações da vacina DTP, ou seja:

  • Crianças com quadro neurológico em atividade;
  • Crianças que tenham apresentado, após aplicação de dose anterior, qualquer das seguintes manifestações:
  • Convulsões até 72 horas após administração da vacina;
  • Colapso circulatório, com estado tipo choque ou com episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH), até 48 horas após a administração da vacina;
  • Encefalopatia nos primeiros sete dias após a administração da vacina;
  • Reação anafilática, que ocorre nos primeiros 30 minutos e até duas horas pós-vacinação.

6.3 Observação

Nas crianças com história pessoal ou familiar de convulsão febril e nas que tenham apresentado febre maior que 39,5ºC, após dose anterior da vacina tríplice (DTP), recomenda-se a administração de antitérmico, no momento da vacinação e com intervalos regulares nas 24-48 horas seguintes.

Crianças de sete anos ou mais deverão receber a vacina dupla tipo adulto (DT).

7 VACINA FEBRE AMARELA

Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais.

Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.

A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina.

A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia.

7.1 Sintomas

Os principais sintomas da febre amarela – febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas.

7.2 Vacina

A vacina é constituída de vírus vivos atenuados.A vacina contra febre amarela é apresentada sob a forma liofilizada, em frasco multidoses.

7.3 Dose e Volume

O esquema básico corresponde a uma dose. O Regulamento Sanitário Internacional exige uma dose de reforço a cada dez anos. O volume correspondente a uma dose é de 0,5ml.

7.4 Administração

A vacina é administrada por via subcutânea. A injeção é feita, de preferência na região do deltóide.

7.5 Eventos Adversos

A manifestação mais freqüente é a dor no local de aplicação, de curta duração e autolimitada. A ocorrência de abscessos está muitas vezes relacionada com infecção secundária ou com erros na técnica de manuseio ou aplicação da vacina.

Dois a cinco por cento das pessoas vacinadas apresentam, depois do sexto dia, febre, mialgia (dores musculares), e cefaléia (dor de cabeça), com duração de um a dois dias.