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Trabalho sobre vacinas
Tipologia: Trabalhos
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Professora: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxx 2013
Sumário
1 VACINA HEPATITE B 4
Hepatite B é uma doença infecciosa sexualmente transmissível (DST) que provoca inflamação no fígado. A via sexual não é a única forma de a pessoa adquirir o vírus da hepatite B (HBV), mas seguramente é a mais importante delas. Ele pode penetrar no organismo também por via parenteral e perinatal (durante a gestação e o parto). O HBV pode causar reação inflamatória crônica que, embora contida e limitada, no decorrer de anos pode levar a complicações hepáticas muito graves como a cirrose e o câncer de fígado. A vacina contra hepatite B está indicada para todas as pessoas com menos de 20 anos, independente da situação de risco, observando esquema e tipo de vacina, se houver recomendação especial. Para pessoas com 20 ou mais anos de idade, ainda não vacinados na infância ou adolescência, recomenda-se a utilização do produto importado nos seguintes grupos:
Considerando que a infecção por Streptococcus pneumoniae é uma importante causa de morbi-mortalidade em todo o mundo e se constitui em uma das prioridades atuais da Saúde Pública.
Crianças de 12- <24 meses de idade: Dose única, no primeiro anos de vida, sem a necessidade de reforço.
2.4 Contraindicação
Reação anafilática em dose anterior, e criança com hipersensibilidade conhecida a algum dos componentes da vacina.
2.4 Efeitos Adversos
Febre, sonolência, irritabilidade, perda de apetite, dor, rubor, edema no local da injeção, febre e irritabilidade, enduração no local da injeção, reações alérgicas.
3.1 Difteria
Difteria (ou crupe) é uma doença respiratória infectocontagiosa, causada pelo bacilo Corynebacterium diphtheriae que se instala nas amídalas, faringe, laringe, nariz e, em alguns casos, nas mucosas e na pele.
O período de incubação costuma durar de um a seis dias, mas pode ser um pouco mais longo. A transmissão ocorre pelo contato direto com a pessoa
doente ou com portadores assintomáticos da bactéria, através de gotículas eliminadas pela tosse, pelo espirro e ao falar, ou pelo contato com as lesões cutâneas.
A enfermidade é mais prevalente na infância, Em geral, se manifesta depois de resfriados e gripes nas crianças que não foram imunizadas. No entanto, também pode acometer adultos que não foram vacinados.
3.1.1 Sintomas
O sintoma típico da difteria é o aparecimento de placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas amídalas e órgãos adjacentes.
Mal-estar, dor de garganta, febre, corrimento nasal, gânglios linfáticos inflamados e manchas avermelhadas na pele são outros sintomas possíveis da doença. Edema de pescoço, toxemia, prostração e asfixia mecânica são sinais que sugerem o agravamento da infecção.
A inflamação da epiglote, válvula situada na parte superior da laringe, que fecha a glote no momento da deglutição, pode provocar a súbita obstrução das vias aéreas, com consequências bastante graves para o paciente. Por isso é preciso estar atento. Crianças com a epiglote inflamada ficam muito abatidas, com os lábios ligeiramente azulados, têm febre alta e, às vezes, dificuldade para deitar-se ou engolir saliva.
Os sintomas da difteria se agravam à noite. Em geral, a criança acorda durante a madrugada. Sua respiração, nesse momento, é estranha: a inspiração é marcada por um chiado estridente e a expiração, por tosse áspera. Miocardite (arritmia e insuficiência cardíaca), neuropatia (visão dupla, fala anasalada, dificuldade para engolir, paralisia) e insuficiência renal são complicações graves que podem ocorrer em qualquer fase da doença.
3.2 Tétano
É uma doença infecciosa grave, não contagiosa, causada por toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani. Sob a forma de esporos, essa bactéria é encontrada nas fezes de animais e humanos, na terra, nas plantas, em objetos e pode contaminar as pessoas que tenham lesões na pele (feridas,
4.1 Sarampo
O sarampo é uma doença infecto-contagiosa provocada pelo Morbili vírus e transmitida por secreções das vias respiratórias como gotículas eliminadas pelo espirro ou pela tosse. O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas, é cerca de 12 dias e a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia depois que surgiram placas avermelhadas na pele. O sarampo é uma doença potencialmente grave. Em gestantes, pode provocar aborto ou parto prematuro.
4.1.1 Sintomas
Além das manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular eritematoso), que começam no rosto e progridem em direção aos pés,
podemos citar os seguintes sintomas: febre, tosse, mal-estar, conjuntivite, coriza, perda do apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas (exantema de Koplik). Otite, pneumonia, encefalite são complicações graves do sarampo.
4.2 Caxumba (Parotidite)
Caxumba é uma doença infecciosa causada por um vírus da família dos paramyxovirus, que provoca não só inflamação nas parótidas, mas também nas glândulas submaxilares e sublinguais.
Na maior parte das vezes, a infecção se manifesta na infância, nos meses de inverno e no começo da primavera.
Embora seja uma enfermidade de evolução benigna, em alguns casos podem ocorrer as seguintes complicações: inflamação dos testículos e dos ovários (que pode resultar em esterilidade), meningite asséptica, pancreatite, neurite e surdez.
O período de incubação varia de 14 a 25 dias. A transmissão se dá pelo contato direto com as secreções das vias aéreas superiores da pessoa infectada, a partir de dois dias antes até nove dias depois do aparecimento dos sintomas.
4.2.1 Sintomas
Inchaço e dor na parótida e nas outras glândulas salivares infectadas (localizadas embaixo da mandíbula), dor muscular e ao engolir, febre, mal- estar, inapetência são sintomas da infecção, menos intensos nas crianças do que nos adultos.
Os seguintes sinais sugerem complicações da doença e exigem assistência médica imediata:
4.5 Esquemas de Administração
4.5.1 Imunização Primária
Crianças de 12-15 meses: 0,5 ml, injeção subcutânea.
4.5.2 Reforço da Imunização
Crianças 4-6 anos que tenham tomado a primeira dose: injeção subcutânea.
Crianças 1-4 anos: deve-se administrar uma dose de SCR, o mais rápido possível, em todas as crianças desta faixa etária que tiverem recebido a primeira dose da vacina. Administrar a partir do 28º dia posterior à administração da primeira dose.
4.6 Contraindicações
4.7 Precauções
4.8 Efeitos Adversos
Principalmente nas crianças e nos idosos, ela pode evoluir para quadros graves com complicações pulmonares, neurológicas, hemorrágicas e desidratação.
Casos de coqueluche costumam ser mais raros na vida adulta. No entanto, tosse seca e contínua por mais de duas semanas em jovens e adultos pode ser sinal de que foram novamente infectados pela bactéria da tosse comprida, apesar de terem recebido a vacina na infância ou de terem ficado doentes.
5.1.1 Sintomas
O período de incubação varia entre 7 e 17 dias. Os sintomas duram cerca de 6 semanas e podem ser divididos em três estágios consecutivos;
5.2 Hemófilo B
O Haemophilus é uma bactéria que pode causar meningite, pneumonia e otite, e ainda infecções no nariz, garganta, pele e articulações. Sua transmissão é dada pelas vias respiratórias, através do contato direto com secreções expelidas pelo portador, que muitas vezes não tem sintoma algum, através de tosse, espirro ou até mesmo na fala.
O sintoma mais comum é a rigidez na nuca, porém, outros sintomas também são clássicos como, febre, dores de cabeça, vômitos, convulsões, e em casos mais graves, paralisias. Em crianças menores, o quadro pode ser notado por choro constante, irritabilidade e abaulamento na moleira. A complicação mais grave e temida da infecção pela bactéria Haemophilus Influenzae tipo B, é a Meningite bacteriana, muito grave, podendo ocasionar até a morte, principalmente em crianças menores de 5 anos ou sequelas nos sobreviventes. Das crianças que sobrevivem, 35% desenvolvem distúrbios neurológicos, tais como convulsões, surdez, ou retardamento mental.
5.3 Vacina Tetra Valente DTP + HIB
A administração da vacina Tetravalente deverá ser realizada pela via intramuscular profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa. (crianças menores de 2 ano).
Cada dose da vacina reconstituída corresponde a 0,5 ml.
5.4 Contraindicações
A vacina Tetravalente não deve ser administrada em indivíduos com reação anafilática após a aplicação de dose anterior da mesma ou de qualquer de seus componentes (DTP ou Hib).
Considerando-se que esta vacina contém o componente pertussis de células inteiras ela está contra-indicada nas mesmas situações da vacina DTP, ou seja:
6.3 Observação
Nas crianças com história pessoal ou familiar de convulsão febril e nas que tenham apresentado febre maior que 39,5ºC, após dose anterior da vacina tríplice (DTP), recomenda-se a administração de antitérmico, no momento da vacinação e com intervalos regulares nas 24-48 horas seguintes.
Crianças de sete anos ou mais deverão receber a vacina dupla tipo adulto (DT).
Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais.
Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de 1970. Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.
A febre amarela não é transmitida de uma pessoa para a outra. A transmissão do vírus ocorre quando o mosquito pica uma pessoa ou primata (macaco) infectados, normalmente em regiões de floresta e cerrado, e depois pica uma pessoa saudável que não tenha tomado a vacina.
A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia.
7.1 Sintomas
Os principais sintomas da febre amarela – febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação). Aproximadamente metade dos casos da doença evolui bem. Os outros 15% podem apresentar, além dos já citados, sintomas graves como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins (anúria), fígado (hepatite e coma hepático), pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. Uma vez recuperado, o paciente não apresenta seqüelas.
7.2 Vacina
A vacina é constituída de vírus vivos atenuados.A vacina contra febre amarela é apresentada sob a forma liofilizada, em frasco multidoses.
7.3 Dose e Volume
O esquema básico corresponde a uma dose. O Regulamento Sanitário Internacional exige uma dose de reforço a cada dez anos. O volume correspondente a uma dose é de 0,5ml.
7.4 Administração
A vacina é administrada por via subcutânea. A injeção é feita, de preferência na região do deltóide.
7.5 Eventos Adversos
A manifestação mais freqüente é a dor no local de aplicação, de curta duração e autolimitada. A ocorrência de abscessos está muitas vezes relacionada com infecção secundária ou com erros na técnica de manuseio ou aplicação da vacina.
Dois a cinco por cento das pessoas vacinadas apresentam, depois do sexto dia, febre, mialgia (dores musculares), e cefaléia (dor de cabeça), com duração de um a dois dias.