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Tuberculose, Trabalhos de Educação Física

Trabalho sobre tuberculose

Tipologia: Trabalhos

2012

Compartilhado em 22/06/2012

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jesus-domiciano-3 🇧🇷

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
CAMPUS REBOUÇAS
FISIOLOGIA HUMANA
TUBERCULOSE
Alunos (a) :
Professora:
Curso: Ed. Física, Fisioterapia e Enfermagem.
TUBERCULOSE
I – DEFINIÇÃO
A tuberculose é causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo-
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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

CAMPUS REBOUÇAS

FISIOLOGIA HUMANA

TUBERCULOSE

Alunos (a) :

Professora:

Curso: Ed. Física, Fisioterapia e Enfermagem.

TUBERCULOSE

I – DEFINIÇÃO

A tuberculose é causada pelo Mycobacterium tuberculosis , também conhecido como bacilo-

de-koch. Estima-se que a bactéria causadora tenha evoluído há 40.000 anos, a partir de outras bactérias do gênero Mycobacterium.

Tal doença antigamente era chamada de "peste cinzenta" e, atualmente, também é conhecida como tísica pulmonar ou "doença do peito".

A tuberculose pulmonar é a forma mais frequente e generalizada da doença. Porém, o bacilo da tuberculose pode afetar também outras áreas do nosso organismo, como, por exemplo, laringe, os ossos e as articulações, a pele (lúpus vulgar), os glânglios linfáticos (escrófulo), os intestinos, os rins e o sistema nervoso.

A tuberculose miliar consiste num alastramento da infeção a diversas partes do organismo, por via sanguínea. Este tipo de tuberculose pode atingir as meninges (membranas que revestem a medula espinhal e o encéfalo), causando infecções graves denominadas de "meningite tuberculosa".

II – SINTOMAS

Os sintomas incluem tosse prolongada com duração de mais de três semanas, dor no peito e hemoptise.

Entre os sintomas mais comuns, pode-se mencionar:

  • tossse com secreção;

com tuberculose infecciosa tossem, espirram. Pessoas que convivem com o doente têm alto risco de se infectarem.

A transmissão ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa ativa. A probabilidade da transmissão depende do grau de infecção da pessoa com tuberculose e da quantidade expelida, forma e duração da exposição ao bacilo.

A cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma terapia antituberculose eficaz.

Interessante salientar que a tuberculose é uma doença de notificação obrigatória (compulsória), ou seja, qualquer caso confirmado tem que ser obrigatoriamente notificado.

A infecção pelo M. tuberculosis se inicia quando o bacilo atinge os alvéolos pulmonares e pode se espalhar para os nódulos linfáticos e daí, através da corrente sanguínea para tecidos mais distantes onde a doença pode se desenvolver: a parte superior dos pulmões, os rins, o cérebro e os ossos.

A resposta imunológica do organismo mata a maioria dos bacilos, levando à formação de um granuloma. Os "tubérculos", ou nódulos de tuberculose são pequenas lesões que consistem em tecidos mortos de cor acinzentada contendo a bactéria da tuberculose.

Normalmente o sistema imunológico é capaz de conter a multiplicação do bacilo, evitando sua disseminação em 90% dos casos.

Mas, em algumas pessoas, o bacilo da tuberculose supera as defesas do sistema imunológico e começa a se multiplicar, resultando na progressão de uma simples infecção por tuberculose para a doença em si. Isto pode ocorrer logo após a infecção (tuberculose primária – 1 a 5% dos casos), ou vários anos após a infecção (reativação da doença tuberculosa, ou bacilo dormente – 5 a 9 %).

Cerca de 5% das pessoas infectadas vão desenvolver a doença nos dois primeiros anos, e outras 5% vão desenvolvê-la ainda mais tarde. No total, cerca de 10% dos infectados com sistema imunológico normal desenvolverão a doença durante a vida.

Algumas situações aumentam o risco de progressão da tuberculose. Em pessoas infectadas com o HIV ou outras doenças que deprimem o sistema imunológico tem muito mais chances de desenvolverem complicações. Outras situações de risco incluem: o abuso de drogas injetáveis; infecção recente de tuberculose nos últimos 2 anos; raio-x do tórax que sugira a existência de tuberculose (lesões fibróticas e nódulos); diabetes mellitus , silicose, terapia prolongada com corticosteróides e outras terapias imuno-supressivas, câncer na cabeça ou pescoço, doenças no sangue ou reticuloendoteliais (leucemia e doença de Hodgkin), doença renal em estágio avançado,

gastrectomia, síndromes de mal-absorção crônicas, ou baixo peso corporal (10% ou mais de peso abaixo do ideal).

A tuberculose afeta principalmente os pulmões, (75% ou mais) e é chamada de tuberculose pulmonar.

Outros locais do corpo que são afetados incluem a pleura, o sistema nervoso central (meninges), o sistema linfático, o sistema genitourinário, ossos e articulações, ou pode ser disseminada pelo corpo (tuberculose miliar - assim chamada porque as lesões que se formam parecem pequenos grãos de milho). Estas são mais comuns em pessoas com supressão imunológica e em crianças. A tuberculose pulmonar também pode evoluir a partir de uma tuberculose extrapulmonar.

IV – DIAGNOSTICO

O diagnóstico é feito via análise dos sintomas e radiografia do torax. Exames laboratoriais das secreções pulmonares e escarro do indivíduo são procedimentos confirmados. Ajudam a confirmar a confirmar o diagnóstico o teste de Mantoux, que consiste na aplicação de tuberculina (esxtarida da própria bactéria) debaixo da pele, a broncoscopia e a biópsia pulmonar.

V – TRATAMENTO

O tratamento é feito com três drogas diferentes: pirazinamida, isoniazida e rifampizina. Durante dois meses, o paciente toma os três medicamentos e, a partir do terceiro mês, toma só isoniazida e rifampicina.

O bacilo da tberculose cresce fora e dentro da celula de defesa. Quando está fora, não só se multiplica muito rápido como adquire resistência também muito depressa. Para impedir seu