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UEPB - Relátorio, Notas de estudo de Cultura

Relatório de estágio ensino de química

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 29/08/2011

isaac-pereira-diniz-10
isaac-pereira-diniz-10 🇧🇷

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE QUÍMICA II
Isaac Pereira Diniz
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE QUÍMICA II

Isaac Pereira Diniz

1

Campina Grande - PB

Junho/

2

Campina Grande - PB

Junho/

4

AGRADECIMENTOS

  • À minha querida esposa, que sempre esteve ao meu lado apoiando e incentivando.
  • Aos meus pais, que sem eles não conseguiria chegar até aqui.
  • Ao meu orientador, professor Claudionor, pelas discussões e sugestões que engrandeceram este trabalho.
  • Ao professor Abel, pela dedicação e atenção prestada à minha pessoa.
  • Aos alunos que colaboraram de forma direta e indireta na realização das atividades.

SUMÁRIO

RESUMO

Estágio supervisionado em química é uma forma didática de melhoria para compreensão de profissionalismo do que seja ensinar química para o cidadão. Proporciona saber que a função do ensino não está centrada na transmissão de conhecimentos prontos e verdadeiros para alunos considerados “tábuas rasas”. Busca, de maneira crítica identificar variáveis que afetam o ensino e a aprendizagem e propõem e avaliam modelos para o aperfeiçoamento do processo em sala de aula. Propõe adequação a realidade. Não vista mais como um processo baseado no campo da imaginação, mas como uma oportunidade para criar conceitos e conteúdos a cerca da educação básica para fins de desenvolvimento e preparação de indivíduos cidadãos na sociedade. A aprendizagem passa a ser concebida como mudança ou evolução conceitual. Conceituado como um processo que visa à promoção de tal evolução ou mudança nos alunos. As contribuições do processo para o aluno estagiário, vistas como priori para a formação profissional, como: o aluno não constrói sozinho conhecimento, o professor é mediador de tal construção; a função do professor é de lançar desafios para seus alunos, e propiciar a evolução de suas idéias, as quais passam a ser o centro do processo de avaliação do aluno. A importância do processo de avaliação, como forma de importância fundamental para garantir a aprendizagem dos alunos e a revelação dos erros e acertos, lacunas e colunas atribuídas ao educando na relação ensino- aprendizagem. Visa também, a importância da experimentação para uma grande arma avaliativa nesta relação, proporcionando ao estagiário, além da experimentação, outras formas de detecção como auxílio, seu, para a ação profissional.

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de informações: a aprendizagem implica evolução conceitual, e o ensino, sua promoção.

O processo discute os termos de avaliação dos alunos. Passando uma proposição para os alunos estagiários verificações de como determinar formas de avaliação dos estudantes. Entendendo que, a avaliação serve como uma forma de orientar o trabalho do professor revelando os sucessos e fragilidades na aprendizagem dos estudantes. Dessa forma a avaliação deve estar centrada no processo de aprendizagem e não apenas no produto (a nota que o estudante obterá). A avaliação deve estar relacionada com os objetivos, os conteúdos, as formas e estratégias de ensino e os recursos didáticos.

Também a seleção e organização dos conteúdos são relevantes no processo de estágio supervisionado. Cabendo o estudante estagiário saber que é necessário, levantamentos e questionamentos como quais conteúdos de química são potencialmente educativos e relevantes para a formação básica e científica dos estudantes, como importância de se construir novas estratégias didáticas que estejam mais em sintonia com as exigências e características da educação do século XXI.

Dessa forma, a seleção, a organização e o seqüenciamento dos conteúdos para o ensino e a aprendizagem configuram-se como um saber da atividade profissional do professor.

O processo proporciona aos alunos estagiários, consolidação da importância da presença das atividades experimentais, vista como uma forma de mediação entre aulas práticas e teóricas, obtendo resultados surpreendentes, muito mais agradáveis e prazerosas de os alunos assimilarem e construir seus conhecimentos.

A adequação destes conceitos no processo de estágio supervisionado torna construções de profissionais aptos para integrar em um campo de prática pedagógica eficaz e ampliação de conceitos referentes a educação como uma construção de valores e saberes, em total movimento e transformação, nunca estática e mecanicista.

A contribuição deste estágio é de suma importância para a formação de um profissional com uma linguagem de um mundo crítico e produtivo, visto que, é a

através do conhecimento químico que os homens atuam de forma específica sobre a natureza, modificando-a e modificando-se.

2. APRESENTAÇÃO DA CONCEDENTE

Historicamente a escola do Monte Carmelo enfrentou grandes desafios para seu funcionamento durante toda a sua história. Fundada em 1966, suas atividades foram desenvolvidas, de início, em um prédio adaptado que não oferecia condições para os alunos, como lembra sua fundadora e primeira diretora, a professora Josefa de Vasconcelos (Dona Zelita), hoje conta seus 89 anos e participou da inauguração da escola (atualmente no bairro do Pedregal, pois antes era no bairro da Bela Vista). Durante 21 anos ela dirigiu o Monte Carmelo, na época localizada num galpão na Avenida Rio Branco na Bela Vista, próximo ao bairro da Prata. Hoje a escola no bairro do Pedregal, foi necessário, com a ajuda do governo Cássio Cunha Lima, gasto um valor de 1 milhão 965 mil reais para sua construção, terminada a quase três anos de existência, com uma área territorial equivalentemente a 7,920 m 2.

A escola que funciona nos períodos matutinos, vespertino e noturno oferece à comunidade o Ensino Fundamental e Ensino Médio, atendendo, em média 600 alunos matriculados no Ensino Regular. A escola está localizada em um bairro que possui uma razoável infra-estrutura, dispondo, ruas pavimentadas, saneamento básico e acesso Próximo ao centro da cidade, os alunos caracterizam-se por serem de famílias predominantemente pertencentes à classe média baixa à classe baixa, sendo de grande maioria classe baixa.

A escola, porém apresenta uma dificuldade de acesso pela localização ser num bairro consideravelmente perigoso. Os professores que ensinam na parte noturna do trabalho se queixam de roubos intra e extra-escola, mesmo com vigilantes em sentinela.

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  • Sala de vídeo (disponível);
  • Sala de recursos e de aceleração;
  • Sala de Direção;
  • Secretaria informatizada;
  • Sala da Supervisão;
  • Sala de Administração;;
  • Cozinha com depósito para merenda.

Existem duas salas de aula, que nem sempre contém o número necessário de carteiras. Isto causa um transtorno enorme ao professor, que é interrompido para que o aluno pegue uma carteira, e ao professor da própria sala do aluno, pois o aluno, que também não tem culpa, geralmente faz barulhos involuntários (e, às vezes, voluntários) e/ou atrapalha seus companheiros para conseguir um espaço para colocar sua carteira e acomodar-se.

Todas as salas não necessitam de ventiladores, pois possuem uma estrutura bem arborizada que distribui o ar homogeneamente nas laterais da sala. Não há cortinas nas janelas, mas, isso não prejudica o ensino noturno.

São quatro blocos: um administrativo, duas para atividades pedagógicas e um bloco de atividades de vigência e serviços gerais.

O prédio ainda oferece condições para os alunos com necessidades especiais com banheiros e rampas, além de escada para o segundo piso.

A sala dos professores é coletiva com armários individuais para cada professor (efetivo e temporário). Ela possui duas mesas grandes com cadeiras, dois retroprojetores, murais para recados, um mural de aniversários, biscoitos e cafés a vontade.. Os observados são: vários arquivos de diários de classe, fichas de professores e estatísticas escolares, máquina de Xerox, diversos mapas.

Na sala de Direção só cabem duas mesas de escritório com cadeiras. O local é muito apertado. Cremos que o espaço diminuto não interfira muito no trabalho das Diretoras.

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A secretaria está atuando em seu lugar definitivo. Possui dois computadores com impressora, uma matricial e uma jato de tinta para documentos especiais. Ali trabalham as secretárias.

O local disponível para o laboratório de ciências está em andamento, com aulas de química, biologia, física e artes. Porém com poucos aparelhos e materiais e reagentes para uma boa aula, sendo até algumas aulas feitas com materiais feitos de reciclagem.

A biblioteca atende aos alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Nela trabalham duas bibliotecárias, uma atende no período matutino e outra no período vespertino e noturno (até 21h00minh). É permitido aos alunos retirarem livros, o que pode reduzir os prejuízos causados pela não adoção do mesmo em sala de aula. Cada aluno precisa da carteira de identidade para a remoção de algum livro de seu gosto para estudo. A organização da biblioteca está muito longe do ideal; os livros estão empilhados em prateleiras de estantes e também sobre as mesas de estudo, deixando o espaço de leitura muito limitado. As bibliotecárias pareceu ter uma boa motivação para o seu trabalho efetivamente bom, várias vezes, ela seleciona livros e indica a leitura ao professor.

3.1.2 Recursos Materiais

Com muitas dificuldades, a escola disponibiliza alguns recursos materiais. O essencial, giz (somente branco) é oferecido sem grande restrição. Cada professor tem o seu apagador, sendo o giz distribuído na sala de aula. É fornecido “papel carta” para impressão de provas, trabalhos e exercícios para os alunos sem limite para o professor.

Como já citado, a escola possui alguns recursos áudios-visuais, que muitas vezes são disputados pelos professores. Assim, criou-se uma lista de reserva para a TV e vídeo.

Mimeógrafo não é utilizado na escola, pois acreditam ser história do passado; sendo impressas todas as avaliações prestadas. Retroprojetores são fornecidos.

3.1.6 O projeto político pedagógico (PPC)

O PPP constitui-se num documento norteador das ações pedagógicas e administrativas da unidade escolar. Sua elaboração atende à Lei de Diretrizes e Bases. De acordo com o Projeto Político Pedagógico, o qual está sendo atualizado, é objetivo da Escola de Educação Básica Monte Carmelo criar condições e mecanismos que possibilitem a democratização e a socialização do saber como resultante do esforço de garantir o acesso e a permanência à escolarização básica, a superação da ação individual face à necessidade de engajamento em projetos de produção coletiva. A escola promove a convivência dos educandos, visando à superação de preconceitos e discriminações. Por isso, em hipótese alguma se usará a carência do educando para justificar seu insucesso na escola.

3.2 ATIVIDADES DE REGÊNCIA

As atividades de regência compreendem os seguintes itens:

3.2.1 Acompanhamento de Aulas

O professor de química do período diurno adota como livro de ensino o Ricardo Feltre, dado pelo governo. Mas também resolve problemas e exercícios com o livro Sardela, até mesmo chegando muitas vezes dar aulas. Este livro é muito interessante, pois, consegue resumir os pontos mais importantes dos conteúdos não os prejudicando e nos fornece uma grande variedade de exercícios. A não utilização de livro didático acarreta em algumas dificuldades ao professor e aos alunos. Primeiramente, porque o aluno não possui uma fonte de leitura básica (livro) que pode lhe estimular nos estudos e segundo, porque o professor perde muito tempo em tentar lhe fornecer os conteúdos e exercícios de tarefa. Como estímulos, muitas vezes, foram feitas perguntas aos alunos, que nem sempre eram

respondidas imediatamente. Também foram dadas “questões problemas” para o aluno, que muitas vezes, nunca parou para pensar.

Ao longo do estágio, observamos que os alunos não alteram muito seu comportamento. Desde o início do semestre vemos alunos saindo para fumar (sabendo que é proibido), jogando papéis uns nos outros, conversando assuntos irrelevantes às atividades escolares e sequer dando atenção ao professor. Esse comportamento é mais elevado nas turmas maiores, onde há falta de respeito entre os próprios alunos combinados com a falta de interesse resultando em distração geral da turma. O professor apresentou pulso firme ao ver o conversseiro e dar um grito na turma para fazerem silêncio e prestarem a atenção. Foi sentido uma falta de responsabilidade com o estudo por falta da grande maioria dos alunos.

Um grande problema ocasionado pela grande maioria dos estudantes foi a falta de manipulação e dificuldade com questões matemáticas envoltos de princípios químicos. O professor dava uns “quês” de cansaço para explicar, mas mesmo assim apresentavam resistência ao aprendizado, até mesmo, pela maioria das vezes, por falta de atenção no assunto visto como chato.

3.2.2 Preparação de Aulas

O plano de aula é fundamental para que o professor não cometa erros grosseiros ou se perca entre os conteúdos. Como parte integrante para o professor se ater na aplicação do conhecimento químico, a preparação das aulas envolveram as práticas como um meio de assimilação e aprendizagem dos conteúdos, com relatórios feitos por cada aluno.

Alguns planos refletem bem a realidade da escola pública estadual. Eles possuem um formato estudado na própria universidade:

  • título;
  • tempo;
  • turma;
  • objetivos;

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