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valuation ativ final, Exercícios de Gestão Financeira

esbolço para inspiração da atividade

Tipologia: Exercícios

2024

Compartilhado em 31/07/2024

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ATIVIDADE FINAL
Matriz de atividade final
Aluno/a:
Disciplina: Corporate Finance
Turma:
Custo de capital próprio e custo médio ponderado de capital
Custo de capital próprio (Ke) ou taxa mínima de atratividade (Tma);
Segundo define Martelanc, o custo de capital próprio é:
Taxa de retorno mínima necessária para atrair capital para um investimento, seja este
interno, como a compra de maquinas novas, ou externo, como a compra de empresas”.
Utilizamos o método de CAMP para calcular, que pode ser encontrado usando a
formula a seguir:
Ke = Rf + β x (Rm – Rf)
Sendo assim: Ke = 3,40% + 1,2 x (11,40% - 3,40) = 13% a.a.
A conclusão é que o custo de capital próprio (Ke) é de 13%.
Sendo o investimento mínimo para ser realizado na empresa.
Custo médio ponderado de capital (CPMC)
Para calcular o CPMC, usamos a formula a seguir:
CPMC = ((Rf + β x (Rm – Rf)) x (PL / (P + PL))) X (i x IR)) x (P / (P + PL)))
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ATIVIDADE FINAL

Matriz de atividade final Aluno/a: Disciplina: Corporate Finance Turma: Custo de capital próprio e custo médio ponderado de capital Custo de capital próprio (Ke) ou taxa mínima de atratividade (Tma); Segundo define Martelanc, o custo de capital próprio é: “ Taxa de retorno mínima necessária para atrair capital para um investimento, seja este interno, como a compra de maquinas novas, ou externo, como a compra de empresas”. Utilizamos o método de CAMP para calcular, que pode ser encontrado usando a formula a seguir: Ke = Rf + β x (Rm – Rf) Sendo assim: Ke = 3,40% + 1,2 x (11,40% - 3,40) = 13% a.a. A conclusão é que o custo de capital próprio (Ke) é de 13%. Sendo o investimento mínimo para ser realizado na empresa. Custo médio ponderado de capital (CPMC) Para calcular o CPMC, usamos a formula a seguir: CPMC = ((Rf + β x (Rm – Rf)) x (PL / (P + PL))) X (i x IR)) x (P / (P + PL)))

Sendo assim: CPMC = ((3,40% + 1,20 x (11,40% - 3,40%)) x (475000 / (525000 + 475000))) x ((10% x (1 - 34%)) x (525000 / (525000 + 475000))) = 9,64% a.a. Conforme os cálculos acima, a taxa de retorno mínima que deve ser alcançada para justificar o risco do investimento é de13%, sendo 9,64% para combinar capital próprio com o restante adquirido com bancos. Taxa Livre de Risco (Rf): 3,40% Taxa de Retorno da Carteira de Mercado (Rm): 11,40% Prêmio pelo Risco de Mercado (Rm - Rf): 8,00% Beta do Setor Calculado ( ꞵ): 1. Taxa mínima de atratividade - (TMA): (^) 13,000% ← (1.a.) Proporção do Capital Próprio: 47,5% 13000% Proporção do Capital de Terceiros: 52,5% 6,60% Custo Médio Ponderado de Capital (CMPC): 9,6400% ← (1.b.) Projeção dos resultados e dos fluxos de caixa livres da empresa e do acionista Determinar o valor real disponível para investimentos adicionais ou pagamentos dos investidores é o objetivo da projeção dos resultados e dos fluxos de caixa livres. Fluxo de caixa livre da empresa (FCLE) Corresponde ao dinheiro que uma empresa tem ao final de quitar todas as suas dívidas financeiras. Fluxo de caixa livre do acionista (FCLA) Este indica quanto dinheiro a empresa pode pagar aos seus acionistas em dividendos.

Ao examinar os FCLE e FCLA dos dois cenários, assim, verificamos que o primeiro é o mais adequado. Análise de viabibilidade VPL

  • Cenário 1) 3.1.a) Valor Presente Líquido do FCLE 1.414. 3.2.a) Valor Presente Líquido do FCLA 1.135.
  • Cenário 2) 3.1.a) Valor Presente Líquido do FCLE 709. 3.2.a) Valor Presente Líquido do FCLA 564. Nos dois casos, temos um valor encorajador que indica que obteremos ganhos. Vemos então que, o primeira mostra quase um resultado melhor do cenário 1, apresentando quase o dobro do valor do cenário 2. TIR
  • Cenário 1) 3.1.b) Taxa Interna de Retorno do FCLE 30,82% 3.2.b) Taxa Interna de Retorno do FCLA 43,46%
  • Cenário 2) 3.1.b) Taxa Interna de Retorno do FCLE 23,02% 3.2.b) Taxa Interna de Retorno do FCLA 33,09%

Os dois casos são positivos e são viáveis para a empresa. Sobretudo é mais vantajoso o cenário 1, com uma TIR maior. Payback simples

  • Cenário 1) 3.1.c) Payback Simples do FCLE 41 meses 3.2.c) Payback Simples do FCLA 32 meses
  • Cenário 2) 3.1.c) Payback Simples do FCLE 48 meses 3.2.c) Payback Simples do FCLA 40 meses Nos dois cenários, obtivemos o retorno dentro do prazo de exigência previsto dos investidores. No entanto, é evidente que o cenário 1 tende a ser a opção mais rápida.

No FCLE, o primeiro cenário está em desacordo do prazo dos investidores, já o FCLA aplica-se dentro do prazo estabelecido. No segundo cenário, ambos os FCLE e FCLA estão totalmente fora do prazo. Portanto, o cenário 1 é mais vantajoso. Conclusão da análise No início de qualquer atividade de investimento, é necessário realizar uma análise criteriosa que analise todos os índices apresentados. Devidos a esses resultados, será possível tomar decisões sobre a aplicação de recursos por um período prolongado, (que exceda um ano), com o objetivo de garantir que os investidores recebem um retorno adequado de seu recurso. Essas técnicas de avaliação são muito eficazes e mostram se o consumido da empresa trará retornos. Além disso, é possível estabelecer a data em que o investimento será liquidado por completo e quando a empresa começará a obter ganhos reais. É fácil ver que o segundo cenário, que tem um prazo médio mais curto, leva em consideração todas as vendas com redução de 20% no faturamento em três vezes sem juros, sendo assim, é inviável apenas com o payback descontado. Isso é evidente examinando os índices de viabilidade. Mesmo que esta situação seja viável com base nos outros fatores, prolongar excessivamente o prazo máximo para reembolso resulta no descarte do mesmo. Os indicadores já confirmam a viabilidade do primeiro cenário: o VPL contribuiu com R$ 1414.410 para o FCLE e R$ 1.135.633 para o FCLA, respectivamente. Ainda dispõe um TIR superior que o TMA, o que significa que cumpre perfeitamente o prazo máximo estipulado no pagamento simples. No entanto, com base no payback descontado do FCLE, este índice supera em dois meses o prazo máximo estipulado de 48 meses exigentes. Assim, a situação mais vantajosa deve oferecer aos clientes um período médio de 90 dias e cinco vezes sem juros em todas as vendas. Isso resultará em um negócio mais rentável e com um retorno mais rápido do capital investido.

No entanto, torna se ainda inviável, considerando que é obrigatório o ressarcimento do capital próprio aplicado, recompensado pelo risco do negócio advenha do período de no máximo 48 meses. Visto assim, isso não se torna viável em nenhum dos dois casos. REFERENCIAS

  • FEUSER, C.E.P. Apostila de gestão do capital de giro, FGV management. 2016.
  • MARTELANC, Roy e Pasin, Rodrigo Maimone e PEREIRA, Fernando. Avaliação de empresas: um guia para fusões & aquisições e private equity.. São Paulo: Pearson
  • ASSAF NETO, Alexandre; Finanças corporativas e valor. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2014