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07 - moldagem e modelo de estudo, Notas de estudo de Odontologia

07 - MOLDAGEM E MODELO DE ESTUDO

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 07/02/2011

Gisele
Gisele 🇧🇷

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MOLDAGEM
E MODELOS
DE ESTUDO
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MOLDAGEM

E MODELOS

DE ESTUDO

o modelo de estudo em ortodontia e urn

dos ftens de fundamental importancia para 0 diagnostico e plano de tratamento, juntamen- te com os demais elementos componentes de uma documenta<;,:ao completa. Alem disso, e com 0 auxflio dos modelos que podemos ob- ervar detalhes impossfveis de serem visualiza- dos na boca, analisar a simetria dos arcos, a inclina<;,:aodental, forma, tamanho e posi<;,:ao dos dentes, bem como efetuarmos diferentes analises ortodonticas (Fig. 7.1). 0 exame da oclusao, no sentido estatico e dinamico, pode ser utilizado de maneira detalhada quando uti- lizamos para tal urn articulador semi-ajustavel.

I- MOLDAGEM E OBTEN<;AO

DE MODELOS

A - Se1e~ao de moldeiras. Para a obten<;,:aode uma boa moldagem, e fundamental a sele<;,:aode moldeiras adequadas.

Comercialmente encontramos diferentes mode- los e tamanhos, tais como as tipo Vernes, de aluminio perfuradas, de plastico, ete. (Fig. 7.2).

A moldeira Vernes e confeccionada em a<;,:o inoxidavel, portanto de dificil manipula<;,:ao para alargar ou diminuir suas bordas, de acor- do com a arc ad a do paciente. A moldeira deve ter profundidade suficiente para a impressao do fun do de saco gengivo-labi- al e gengivogeniano; necessita apresentar reten- <;,:oesmecanicas para que 0 material de molda- gem nao descole da moldeira no ato da remo<;,:ao do molde; deve ter tamanho 0 suficiente para nao tocar os dentes e gengiva distanciando-se deles no minimo de 3 mm; a por<;,:aoposterior deve-se estender ate as tuberosidades na maxila e ate 0 trigono retromolar na mandibula. B - Individualiza~ao da moldeira. A individualiza<;,:aoconsiste em, apos escolhi- da a moldeira que melhor se adapta para cada individuo, a coloca<;,:aode cera utilidade em toda a extensao da borda da moldeira (Fig. 7.3).

Apos esta manipula<;,:ao,levamos a boca com

a cera levemente £lambada e efetuamos a pre- moldagem de toda a por<;,:aodo fundo de saco, bem como do limite posterior do palato, to- mando 0 devido cui dado em aliviar as por<;,:oes correspondentes aos freios e bridas. Nos casos de palato profundo, aconselha-se a coloca<;,:ao de cera na regiao correspondente da moldeira. C - Moldagem propriamente dita. Para a moldagem, os dentes devem estar isentos de detritos e sem excesso de saliva. Por- tanto e aconselhavel a profilaxia de todos os dentes, e no ato da moldagem remover a saliva com jato de agua ou com algodao. o paciente deve estar confortavelmente acomodado, em posi<;,:aoereta, com a cabe<;,:a levemente inclinada para a frente (quando da

Pressionar observando 0 escoamento do algi- nato por toda a pon;:ao gengivolabial e geniano. A remoc;:ao do mol de da boca deve ser feita ap6s 0 tempo de geleificac;:aodo alginato.

2 - OBTEN<;AO DE MODELOS

DE ESTUDO

Para a obtenc;:ao de modelos de gesso, usa-se gesso pedra branco, procedendo-se da seguinte maneira: a) Modelos que deverao ir a maquina de recorte. Vazar 0 gesso no molde com 0 auxilio de vibrador. 0 gesso deve preencher toda a base de borracha e entao posiciona-se bem 0 mol- de, tomando 0 cuidado de coloca.-Io no centro

da base de borracha e horizontal a bancada.

Neste metodo os modelos ficam com excesso o suficiente para possibilitar os recortes esteti- cos (Fig. 7.6).

b) Modelos que nao irao a maquina de recorte

Para tal utilizamos urn tipo de articulador

Antes do vazamento do molde inferior colocar papel ou algomo na porc;:aocorrespondente a lingua, que servira de suporte para 0 alginato, deixando as- sim a porc;:aolinguallisa e plana (FIgs. 7.5A e 7.5B).

ortodontico (zocalador) como 0 exposto nas fi- guras (Figs. 7.7A, B, C, D, e E).

Este articulador e composto de duas bases cor- respondentes aos modelos superior e inferior que estao unidas na pon;:ao posterior de tal forma que as faces posteriores, p6stero-laterais e laterais supe- rior e inferior estejam exatamente alinhadas. Para utilizar este articulador, vaza-se 0 mol- de com gesso pedra branco, preenchendo ape- nas as pon;:oes moldadas, sem excesso, para nao interferir na altura dos modelos. Aguardar a presa do gesso, removendo-se entao os modelos do molde de alginato. Preencher a base do articulador correspon- dente ao arco inferior. Utilizando-se de uma re- gua transparente, posicionamos 0 modelo infe- rior nesta base. Ap6s a presa do gesso, articula- mos 0 modelo superior com auxilio de mordida em cera obtida em relac;:aocentral. Preenchemos a base superior com 0 mesmo gesso, agora com articulador invertido, ou seja, a base superior apoiada na bancada. Fechamos 0 articulador pressionando 0 modelo superior no gesso. Ap6s a presa do gesso, afrouxam-se os para- fusos que fixam as bases e destacam-se os mo- del os praticamente prontos para acabamento. o acabamento destes modelos sera efetua- do como 0 descrito mais adiante. c) Registro da rela~ao de oclusao Em ortodontia, 0 registro da relac;:ao de

oclusao e executado com uma mordida em cera tomada em relac;:ao central. Relac;:aocentral e a relac;:aoque a mandfbula assume com a maxila quando os condilos estao situados no seu eixo terminal de fechamento, independentemente do contato com os dentes. A tomada desta relac;:ao e bastante importante para 0 planejamento ortodontico, pois e co- mum 0 paciente ocluir de modo vicioso. Para a obtenc;:ao da relac;:ao centrica proce- de-se da seguin te maneira:

  • Recortar uma lamina de cera nO7 de aproxi- madamente 12 em de comprimento, e largura igual ao espac;:oocupado pelos dentes posteriores.
  • Adaptar uma lamina dupla no palato no sentido vestibulopalatino, colocando-se en tre elas urn reforc;:o (lamina de chumbo do filme radiografico periapical) somente na porc;:ao correspondente a mucosa.
  • Em"olar as extremidades para a formac;:ao de urn bloco paralelo com 0 plano oclusal.
  • Remover a cera da boca e plastificar so- mente a porc;:ao oclusal.
  • Recolocar a cera na boca com 0 pacien- te sentado em posic;:ao ereta na cadeira, com o plano de Frankfurt paralelo ao solo e ins- trui-lo para ocluir suavemente ate que os den- tes toquem a cera.
  • Com os modelos articulados, recortar as faces p6stero-Iaterais num plano que forme com as faces posteriores urn angulo de 120 graus. Obtemos assim os modelos superior e infe- rior eSH~ticos,obedecendo os paralelismos das faces posteriores e p6stero-Iaterais. C - Recorte de modelos com maquina adap- tada (Fig. 7.9A).
  • Desgastar a base do modelo inferior pa- ralela ao plano oclusal (Fig. 7 .9B).
  • Com modelos articulados e apoiando-os pela base inferior, desgastar as faces posteriores ortogonais a base inferior (Fig. 7.9C).
  • Posicionar 0 guia em 60 graus, apoiar as faces posteriores e desgastar as faces laterais esquerda e direita (Fig. 7.9D).
  • Desgastar as faces p6stero-Iaterais de tal forma que forme urn angulo de 120 graus com a face posterior (Fig. 7.9E).
  • Posicionar 0 guia em 30 graus, apoiar na base posterior e desgastar as faces antero-Iate- rais apenas do modelo superior (Fig. 7.9F).
  • Arredondar a face anterior do modelo inferior, seguindo a curvatura dos incisivos, da distal do canino a distal do canino do lado oposto (Fig. 7 .9G).
4 - ACABAMENTO
DOS MODELOS

as passos, a seguir, para 0 acabamento dos modelos sao:

  • Regularizar os excess os que as bordas das bases dos modelos possam apresentar;
  • Com a lixa d'agua, apoiada em uma placa de vidro, lixar todas as faces planas dos modelos;
  • Preencher com gesso eventuais bolhas de ar;
  • Lixar novamente ate que as superficies se apresentem totalmente lisas;
  • Secar na estufa a 40 graus centigrados;
  • Identificar os modelos com carimbo: do lado direito, as iniciais do paciente e do lado esquerdo, a data;
  • Preparar a soluc;:aopara polimento com os seguintes ingredientes: 250 g de sabao de coco; 10 g de borax; 1 litro de agua. as ingre- dientes sao misturados a temperatura de 60 graus centigrados, ate formarem uma soluc;:ao homogenea.
  • Banhar nesta soluc;:ao de polimento a temperatura ambiente durante 12 horas;
  • Polir com urn pedac;:ode seda ou £lanela,

Verificar, na parte anterior do arco facial (Fig. 7.12), se 0 trac;:overtical, localizado no he- miarco inferior, esta em uma das seguintes rela- c;:oescom os dois trac;:osverticais do superior: se o trac;:o do hemiarco inferior se localizar a es- querda dos dois trac;:ossuperiores on de existe a letra S, a distancia intercondilar sera Pequena; se coincidir entre os do is trac;:osM, sera Media;

e, se localizar a direita L, a distancia intercondi-

lar do paciente sera Grande. Com essa informa-

c;:aobisica passaremos a fase seguinte.

3 • CALIBRAGEM OU

INDIVIDUALlZAc;:Ao INICIAL DO ARTICULADOR

Com a informac;:aoanterior, pro ceder a indivi- dualizac;:aoinicial da seguinte maneira: se a dismn- cia intercondilar for pequena, nao colocar ne- nhum espac;:ador no ramo superior; se a dismncia intercondilar for media, colocar um espac;:ador de cada lado e se a distancia for grande, colocar dois espa<;:adoresde cada lado. Na colocac;:aode espac;:a- dores, observar que existem dois deles apresentan- do cortes em bisel, os quais deverao ser colocados nas partes mais extemas,junto com os guias condi- lares. Isso para permitir liberdade dos guias de ma-

4 • TOMADA DA IMPRESsAo COM GODIVA-GARFO

Plastificar uma determinada quantidade 'e aodiva (geralmente meia placa). Coloca-Ia a parte superior e inferior do garfo. Na par- -e anterior a espessura deveri ser ligeiramen- maior do que na parte posterior. Depois e conformada, de acordo com a forma da Tcada, esfriar a godiva em agua corrente.

t:m eguida, coloca-Ia novamente em agua

oma, cerca de 55 graus, ate que apenas a

vimentos laterais na formac;:aodos angulos de Ben- nett. Para facilitar a leitura nas escalas do angulo dos guias condilares, os trac;:osexistentes nos espa- c;:adores devem coincidir com aqueles existentes nas caixas dos respectivos angulos (Fig. 7.13).

o ajuste do ramo inferior e feito mudando as esfe-

ras dos elementos condilares nas posic;:oesrepresenta- das em letras S, M, L ou em nlimeros 1, 2 e 3, (Fig. 7.14), que correspondem, respectivamente, a distincia intercondilar pequena, media e grande. Com isso, 0 articulador esti com os seus ramos supell0r e inferior individualizados para 0 paciente em questiio e nao deveci apresentar nenhum movimento indevido que possa comprometer sua estabilidade.A seguir, colocar os guias condilares em 30 graus e as guias dos movi- mentos laterais em zero. Verificarse as placas de mon- tagem estiiofirrnes e bem posicionadas. 0 pino incisal deve descansar sobre a por<;:iioconcava da plataforma do guia incisal e as esferas dos elementos condilares devem estar bem encaixadas, tocando nas partes pos- teriores das caixasdos guias condilares. Poder~-a, ain- da, travar os dois ramos do articulador colocando os guias de movimentos laterais na posi<;:iiode abertura maxima para fora, ou seja, formando angulos mena- res que zero ou negativos. 0 articulador, nessa situa- <;:iio,apresenta-se com maior estabilidade e temporari- amente apenas em movimentos de abertura e fecha- mento, como se fosse uma "charneira".

camada superficial se torne amolecida. As- sim, durante a mordida, 0 paciente deixara somente as impressoes das cuspides na pri- meira camada plastificada. Deixar 0 paciente morder normalmente, pois a impressao da arcada inferior na godiva e apenas para pren- der 0 garfo no momenta em que se iri mani- pular 0 arco facial no paciente. Na colocac;:ao do garfo na boca do paciente, observar a di- re<;:ao do cabo que devera estar paralelo ao plano sagital e localizado no lado direito do paciente. Em seguida, a godiva podera ser

esfriada com agua ou ar. Retirar da boca, la- var e secar. Verificar se a godiva tomou im- pressao apenas das pontas das cuspides (Fig. 7.15). Nenhuma cllspide deve ter tocado 0

5 - POSICIONAMENTO DO CONJUNTO

ARCO FACIAL E GARFO NO PACIENTE

Coloca-se 0 garfo com godiva na boca do paciente solicitando-se prende-lo firmemente. Em seguida, soltar os tres parafusos e adaptar a pec,;a da uniao universal no cabo do garfo. 0 paciente segura 0 arco facial com as duas maos e cuidadosamente introduz as extremidades nos condutos auditivos externos, com ligeira pressao para a frente. 0 profissional aperta os tres parafusos do arco facial, montando em se-

6 - COLOCA<;::AoDO ARCO FACIAL

NO ARTICULADOR E MONTAGEM
DO MODELO SUPERIOR

Para a colocac,;ao do arco facial e monta- gem do modelo superior, e necessario apenas

metal do garfo e nao deve haver bascula (Fig. 7.16). Caso nao se adapte corretamente, re- embasar a godiva usando-se pasta Lisanda e realizar novo posicionamento na arcada.

guida 0 conjunto da pec,;anasal, de tal forma que ele se adapte na cavidade do ponto nasio. Durante essa operac,;ao, ajunta universal devera ser liberada de qualquer tensao, fazendo-se li- geiro movimento em sentido vertical e horizon- tal, ate quando 0 paciente sentir 0 conjunto arco facial e garfo-godiva comodamente instala- do. Se tudo estiver correto, aperta-se a uniao universal na barra vertical. Para retirar, basta desapertar os tres parafusos e abrir cuidadosa- mente 0 arco facial retirando-o da boca em conjunto com 0 garfo-godiva. (Fig. 7.17 A e B).

o ramo superior do articulador. Nessa coloca- c,;ao, a amplitude da abertura do arco facial sera independente da distancia intercondi- lar. Inicialmente procurar adaptar a pec,;a plastica de uma extremidade do arco facial no pino (Fig. 7.18), que se encontra na caixa

A montagem do modelo inferior e feita com registro de mordida em placa de cera, tomada em rela~ao central. Inicialmente, colocar 0 pino incisal bem no centro da concavidade da plataforma do guia incisal, verificando se as es- feras dos elementos condilares estao tocando as partes posteriores das caixas dos guias condi- lares. Nessa situa~ao, 0 articulador estara numa estabilidade que devera ser mantida ate 0 final da montagem. 0 ramo superior devera estar ligeiramente mais aberto, e isto sera consegui- do levantando-se 3 mm na parte graduada do pino incisal (Fig. 7.21). Esse procedimento sera necessario para compensar a espessura da pla- ca de cera usada na montagem, porem, apcs a sua retirada, os dois ramos do articulador deve- rao voltar a posi~ao paralela. Poder-se-a, inclu- sive, travar os do is ramos do articulador confor- me vimos anteriormente. A seguir, retirar 0 ramo superior e virar de tal maneira que 0 modelo superior monta- do fique com a parte oclusal voltada para cima. Adaptar 0 registro de cera em rela~ao

Comparar, na boca do paciente, se a monta- gem esta correta. Valer-se de algumas referen- cias como, por exemplo, pontas das cuspides, contactos oclusais, facetas de desgastes, ete. Po- der-se-a, atraves de sinais do carbono na boca do paciente em rela~ao central, confronta-Ios no articulador. Outro teste, consiste em tomar novo registro em rela~ao central e coloca-Io entre os dois modelos montados no articula- dor. Se a montagem estiver correta, as esferas condilares do articulador deverao manter con-

central sobre a superficie oclusal e constatar se nao ha bascula. Havendo bascula, a placa de registro podera ser reembasada com pasta Lisanda. Posicionar 0 modelo inferior sobre a placa de registro, que ficara entre as super- ficies oclusais dos dois modelos. Verificar se existe espa~o para a coloca~ao de gesso de fixa~ao, e se 0 articulador esta numa posi~ao estavel. Colocar cera derretida sobre os den- tes e ameias dos modelos superior e inferior, ligando-os na placa de cera. Em seguida, co- local' urn peda~o de algodao ou gaze molha- da para hidratar 0 modelo inferior. Colocar gesso, com consistencia cremosa, sobre as ra- nhuras do modelo e na placa de montagem. Superpor 0 ramo inferior do articulador, que sera colocado em posi~ao invertida, fazendo que 0 gesso da placa de montagem toque no gesso que foi colocado sobre as ranhuras do modelo inferior. Fazer ligeira compressao e com uma espatula completar a coloca~ao de gesso. Apcs a presa, remover a cera com es- patula Lecron e limpar os modelos com eter ou benzina, finalizando-se assim a montagem dos modelos no articulador (Fig. 7.22).

tato nas paredes posteriores e superiores das caixas.

9 - DETERMINA<;:AO DOS GUlAS CONDILARES

Os angulos dos guias condilares saG obtidos como registro de mordida, em placa de cera, to- mada em protrusao. Inicialmente colocar as cai- xas dos guias condilares direito e esquerdo em zero atraves dos respectivos parafusos, a seguir levantar 0 pino incisal e adaptar a placa de regis- tro sobre a superficie oclusal do modelo superior.

Posiciona-se 0 modelo inferior apertando-o ligei- ramente contra a placa de registro. Abaixar 0 pino incisal ate tocar na concavidade de platafor- ma do guia incisal, que sera possivel, movimen- tan do-a para a frente ou para tras. Com isso ob- tem-se maior estabilidade na posic,:aode protru- sao. Depois abaixar as caixas dos guias condilares, que estavam em zero, ate tocarem nas esferas dos elementos condilares (Fig. 7.23). Fazer a leitura, anotar na ficha e apertar os parafusos.

10 - DETERMINAC;:AO DO ANGULO DE
BENNETT ESQUERDO E DIREITO

o angulo de Bennett esquerdo e obtido com o registro de mordida tornado com a mandfbula deslocada para 0 lado direito. Iniciar levantando o pino incisal e colocando 0 guia lateral do angu- 10 de Bennett a ser determinado, no valor maxi- mo da escala, ao passo que, do outro lado, devera permanecer em zero. Adaptar a placa de registro na superffcie oclusal do modelo superior. Apertar os dois modelos ligeiramente contra a placa de registro em cera e soltar 0 pino incisal ate tocar na plataforma correspondente. Assim, a esfera do elemento condilar esquerdo devera deslocar-se para a frente e para dentro (Fig. 7.24).

Soltar entao 0 parafuso que prende 0 guia do movimento lateral e desloca-lo ate tocar na esfera do elemento condilar. Fazer a leitura na escala correspondente, anotar na ficha e apertar 0 parafuso man tendo- se 0 angulo registrado (Fig. 7.25). Procede-se como no caso anterior, porem com manobras inversas. Finalmente, 0 articula- dor, com os modelos montados, esci individua~ lizado para 0 pacien te (Figs. 7.26A, B e C). A partir dai, poderemos completar 0 diagnostico, estabelecer 0 plano de tratamento e realizar analises e ajustes oclusais.

  1. Gnatus "Manual de InstrUl;:oes. Articulador
  2. Interlandi, S. Onodontia - Bases para Iniciac;:ao
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  2. Santos, j. Oclusao: Princfpios e Conceitos. Sao Paulo: Santos, 1991. D131. S2370c
  3. Strang, Robert H.W; Tratado de Ortodoncia, 3 a ed. Editorial Bibliografica, 1957.
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co. 2a^ ed. Sarvier, 1981. DI31. Tl53a

  1. Veti, M. Iniciac;:ao em Clfnica de Pr6tese Fixa. Sao Paulo Sarvier, 1982. D332.1. V22i
  2. Viana F.C.S. - Tecnica de montagem de mode- Losem articuladores semi-ajusr:aveis. Dissertac;ao Apresentada ao Curso de P6s-GraduaC;ao em Ortodontia da Universidade Cidade de Sao Paulo (UNICID) - 1992.
  3. Vigorito, J-W. & Interlandi, S; Uma Tecnica para 0 desgaste de Modelos de Estudo Orto- dontico. Revista Sociedade Paulista de Orto- dontia,Jan/Abr. 1967.