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53588 - limites com respostas, Exercícios de Engenharia Elétrica

IFCE - Engenharias

Tipologia: Exercícios

Antes de 2010

Compartilhado em 13/11/2010

romulo-alexandre-4
romulo-alexandre-4 🇧🇷

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bg1
1
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ - IFCE
Disciplina: CÁLCULO I - LIMITES
Vizinhança:Em R chama-se vizinhança completa de x
0
a um intervalo aberto I , tal que x
0
ε I. Uma
vizinhança completa de x
0
é indicada por V (x
0
) . P.e., I = ½ ; 5 [ é uma vizinhança completa do nº 4, pois 4 ε I .
Observe que sendo a < b, o intervalo ] a ; b [ é uma vizinhança completa de x
0
se, e somente se, x
0
ε ] a ; b [ , isto é,
a < x
0
< b
.Em R chama-se vizinhança completa simétrica de x
0
de raio δ , δ ε
*
R
+
ao intervalo aberto
o o
] x ; x [
δ + δ
e
o
indica-se por V ( x ; )
δ
.Para construirmos uma vizinhança simétrica basta tomar δ
} x- b ; a x{ min
oo
.
Seja a vizinhança completa V(3) = ]1 ; 4 [ do número 3 .Se tomarmos δ
1 } 1 ; 2 { min } 3 - 4 ; 13 { min ==
,
toda vizinhança simétrica V ( 3 ; δ ) é tal que V ( 3 ; δ ) с V( 3 ) para δ = 1, temos a vizinhança V ( 3, 1 ).
Seja V ( 2 ) = ] 1 ; 7/2 [ uma vizinhança completa do número 2 . Determine uma vizinhança completa simétrica do
número 2, V ( 2 ; δ ) с V ( 2 ) R: Para δ = 1 a vizinhança é V ( 2, 1 ).
.Seja V ( 0 ) = ] – 1/2 ; 2 [ uma vizinhança completa do número 0 . Determine uma vizinhança completa simétrica do
número 0, V ( 0 ; δ ) с V( 0 ) δ = 1/2
Noção intuitiva de limite
. Observações :
a).Para a existência de
)(lim xf
ax
, o que interessa não é o particular valor que f ( x ) possa tomar no ponto x = a mas sim o
conjunto de valores que f (x ) possa assumir numa vizinhança reduzida de a.
) 1 ( f 3)1x2(lim)x(flim caso neste
1 x para , 4
1 x para ,1x2
)x(f:.Ex
1x1x
=+=
=
+
=
.
Mesmo que f ( 1 ) não estivesse definido, o valor do limite seria 3 .
b) Se as funções f ( x ) e g ( x ) são tais que : f(x) = g(x ) , para x
a e f ( a )
g(a) elas possuem o mesmo
comportamento em relação ao cálculo do limite quando x tende a " a ".
1
1xx2
)x(F
2
=
definida em R – { 1 } e
g(x) = 2x + 1 definida em R, apresentam o mesmo limite quando x
1 .
c) O fato de se definir f ( a ) não implica na existência do
)(lim xf
ax
<
+
=1 x para 1-2x
1 x para 12x
) x ( f :por definida R em R de função a Seja
d) Pode acontecer que não se defina f ( a ) e também não exista
)(lim xf
ax
Ex.:
>
<
=1 x para 4
1 x parax
) x ( f :por definida R em R de função a Seja
1) Considere a função f cujo gráfico é representado ao lado, calcule :
a)
)x(flim
1x
e)
)x(flim
2x +
i)
)x(flim
3x
m)
)x(flim
5x
b)
)x(flim
1x +
f)
)x(flim
2x
j)
)x(flim
4x
n)
)x(flim
5x +
c)
)x(flim
1x
g)
)x(flim
3x
k)
)x(flim
4x +
0)
)x(flim
5x
d)
)x(flim
2x
h)
)x(flim
3x +
l)
)x(flim
4x
pf3
pf4
pf5
pf8

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ - IFCE

Disciplina: CÁLCULO I - LIMITES

Vizinhança: Em R chama-se vizinhança completa de x 0 a um intervalo aberto I , tal que x 0 ε I. Uma

vizinhança completa de x 0 é indicada por V (x 0 ). P.e., I = ½ ; 5 [ é uma vizinhança completa do nº 4, pois 4 ε I.

Observe que sendo a < b, o intervalo ] a ; b [ é uma vizinhança completa de x 0 se, e somente se, x 0 ε ] a ; b [ , isto é,

a < x 0 < b

.Em R chama-se vizinhança completa simétrica de x 0 de raio δ , δ ε

R

ao intervalo aberto o o

] x − δ ; x + δ[

e o

indica-se por V ( x ; δ ).Para construirmos uma vizinhança simétrica basta tomar δ min {x a; b-x } o o

Seja a vizinhança completa V(3) = ]1 ; 4 [ do número 3 .Se tomarmos δ ≤ min { 3 − 1 ; 4 - 3 } = min{ 2 ; 1 } = 1 ,

toda vizinhança simétrica V ( 3 ; δ ) é tal que V ( 3 ; δ ) с V( 3 ) para δ = 1, temos a vizinhança V ( 3, 1 ).

Seja V ( 2 ) = ] 1 ; 7/2 [ uma vizinhança completa do número 2. Determine uma vizinhança completa simétrica do

número 2, V ( 2 ; δ ) с V ( 2 ) R: Para δ = 1 a vizinhança é V ( 2, 1 ).

.Seja V ( 0 ) = ] – 1/2 ; 2 [ uma vizinhança completa do número 0. Determine uma vizinhança completa simétrica do

número 0, V ( 0 ; δ ) с V( 0 ) δ = 1/

Noção intuitiva de limite

. Observações :

a).Para a existência de lim f ( x )

xa

, o que interessa não é o particular valor que f ( x ) possa tomar no ponto x = a mas sim o

conjunto de valores que f (x ) possa assumir numa vizinhança reduzida de a.

nestecaso limf(x) lim( 2 x 1 ) 3 f( 1 ) 4 ,para x 1

2 x 1 ,parax 1 Ex. :f(x) x 1 x 1

→ →

Mesmo que f ( 1 ) não estivesse definido, o valor do limite seria 3.

b) Se as funções f ( x ) e g ( x ) são tais que : f(x) = g(x ) , para x ≠ a e f ( a ) ≠ g(a) elas possuem o mesmo

comportamento em relação ao cálculo do limite quando x tende a " a ". x 1

2 x x 1 F(x)

2

= definida em R – { 1 } e

g(x) = 2x + 1 definida em R, apresentam o mesmo limite quando x→.

c) O fato de se definir f ( a ) não implica na existência do lim f ( x )

xa

2x- 1 parax 1

2x 1 parax 1 SejaafunçãodeRemRdefinidapor:f(x)

d) Pode acontecer que não se defina f ( a ) e também não exista lim f ( x )

xa

Ex.:

4 parax 1

xparax 1 SejaafunçãodeRemRdefinidapor:f(x)

  1. Considere a função f cujo gráfico é representado ao lado, calcule :

a) lim f(x)

x 1

− →

e) lim f(x)

x 2

i) lim f(x)

x→ 3

m) lim f(x)

x 5

− →

b) lim f(x)

x 1

f) limf(x)

x→ 2

j) lim f(x)

x 4

− →

n) lim f(x)

x 5

c) limf(x)

x→ 1

g) lim f(x)

x 3

− →

k) lim f(x)

x 4

0) limf(x)

x→ 5

d) lim f(x)

x 2

− →

h) lim f(x)

x 3

l) lim f(x)

x→ 4

  1. Sendo

 

x 5 sex 1

3 sex 1

x sex 1

f (x) , encontre: a) lim f ( x )

x 1

b) lim ( )

1

f x

x

− →

c) lim ( )

1

f x

x

  1. Seja

 

0, se x 3

, se x 3 x 3

x- 3

h (x). a) Faça o gráfico de h(x). b) Achar, se existir: ++++ x→→→→ 3

lim h(x) ,

x 3

limh(x)

e x 3

limh(x)

  1. Seja

0, se x 0

, se x 0 x

x

h (x). Mostrar que h(x) não tem limite no ponto 0.

5) Seja f^ (^ x )=^2 +^5 x −^1. Calcule se existir :

(a) ++++ x→→→→ 1/

lim f(x) (b) −−−− x→→→→ 1/

lim f(x) (c) x 1/

f(x)

lim (d) Esboce o gráfico de f(x).

. DEFINIÇÃO : Dizemos que a função f tende ao limite L quando x tende a x 0 se , para qualquer número positvo ε, é

possível encontrar um número positivo δ, tal que se 0 < | x - x 0 | < δ, então | f(x ) - L | < ε

  1. Seja f : R → R dada por f(x) = 2x – 5. Prove que (^) lim( 2 x 5 ) 3 x 4

  1. Seja f : R → R dada por f(x) = 1 – 3x. Prove que lim( 1 3 x) 5 x 2

3)Seja F : R - { 3 } dada por f(x) = x 3

x 9

2

. Prove que 6 x 3

x 9 lim

2

x 3

  1. Seja F : R - { 1 } dada por f(x) = x 1

2 x x 3

2

. Prove que 5 x 1

2 x x 3 lim

2

x 1

  1. Seja f : R → R dada por f(x) = x

2

. Prove que lim x 25

2

x 5

  1. Seja f : R → R dada por f(x) = x

2

  • x + 1. Prove que lim x x 1 3

2

x 1

1. A lei de Ohm para circuitos elétricos, como na ilustração na fig. Abaixo, diz que V = RI. Nessa equação, V é uma voltagem

constante, I é a corrente em ampéres e R é a resistência em ohms. Sua empresa recebeu um pedido para fornecer resistores

para um circuito no qual V será 120V, sendo I = 5 ± 0,1A. Em qual intervalo R deve ficar para que I esteja a 0,1ª do valor

alvo I 0 = 5A?

2.No circuito RC, (circuito onde a corrente varia com o tempo, contendo um capacitor) tem-se um capacitor de capacitância C

que está inicialmente descarregado. Deseja-se encontrar a carga q deste capacitor em um determinado tempo q(t). Conforme

a equação da carga do capacitor 1

t

RC q C e

  −   = ε  −       

estabeleça:

a) A carga de um capacitor quando t = 0:

0

1 = C (1-1) = 0

= ε − ε      

RC q C e então: quando o tempo é igual a zero, a carga é igual a zero.

b) A carga do capacitor quando t cresce indefinidamente, ou seja, t → ∞

1 1 = C 1 = C 1

     ∞  − − ^      ε − ε − ε ^ −       ∞  →∞   →∞   →∞        

t

C e RC^ e RC lim lim lim t t t RC e

C ε

Portanto, quando t creste indefinidamente, a carga é igual a tensão x a capacitância.

ε→ força eletromotriz (tensão no RC) e C → capacitância.

  1. Sendo 2

x- 1

a x 1 b

x 1

lim =

, calcule a e b. ( a = 4 e b = 4 2 )

  1. Calcule a e b , sendo

5

x ( 2 b)x 2 b

x ax 8 lim 2

2

x 2

( a = 6 e b = 12 )

  1. Determine um polinômio f(x), de grau 3, sabendo que 6

x 2

f(x) 21 e lim x 1

f(x) lim x 1 x 2

→− +^ →

R.: f(x) = ( x + 1 ) ( x – 2 ) ( 3x – 4 )

  1. Calcule a)

x 3

x 27 lim

3

x 27 1

(27) b) Calcule

x 1

x 1 lim

4

1

3

1

x 1

33.Calcule os limites das funções abaixo :

a) (^) 

3 x 1 1 x

1 x

lim = -1^ b)^

x 1

x 1

n

x 1

lim

= n c) x 2 2

2 x 1 3

x 4

lim

d) (^3 )

2

x (^) x 1

x 3

lim

→ +∞

= 1 e)

1

x

3 x 4

x

x 1

lim

f) |x 2 |

2 x 3

lim

x 2

g) 3 (x 2 )

7 5 x

x 2

lim

= − ∞ h)

x 3

x 1

4

2

x

lim

→ +∞

= 1 i)

x 2 2

2 x 1 3

lim

x 4 − −

j) 2 n n

1 2 3 ... n

lim

→ ∞

34)Seja f :R → R dada por

 

k , sex 1

,sex 1 x 1

1 x

f (x) determine k, para que f seja contínua no ponto x 0 = 1 Resp.:k = 2

Limites Laterais :

a) dizemos que a função f tende ao limite L quando x tende a x 0 pela esquerda se, dado ε > 0, existe δ > 0 , tal que

se x 0 - δ < x < x 0 , então | f(x ) - L | < ε, indicamos lim f(x) L

o

x x

→ −

b) dizemos que a função f tende ao limite L quando x tende a x 0 pela direita se, dado ε > 0, existe δ > 0 , tal que se

x 0 < x < x 0 + δ, então | f(x ) - L | < ε, indicamos lim f(x) L x x o

→ +

  1. Sendo x 2

x 4 f(x)

2

= , encontre: a) lim f(x) x →→→→ 2 ++++

b) lim f(x) x →→→→ 2 −−−−

=4 c) lim ( ) 4

2

f x

x

x 25

x 5 x 10

x 5

lim

2

2

| 2 x 9 x 10 |

x 4 x x 6

2

3 2

x 2

lim

6 x 2 (x^2 )

3 x 4 lim

1 2 x

1 2 x lim

2

1 x

7

2

x 2 (^2 x)

x 8 lim

3

2

x 1 (^1 x)

2 x x 6 lim

3

2

x 1 ( 1 x)

2 x x 6

lim

− →

= -∞ 9) lim tgx

2

x

− π →

  1. Dada a função F : R

→ R , f(x ) = x

| x | calcule os limites laterais para xo → 0.

  1. Dada a função F : R → R , f(x ) = [ x ] calcule os limites laterais para xo→ 2

Limites Infinitos e no infinito:

Dizemos que =+∞

lim f(x )

o x x

se, dado qualquer número N > 0 , existe δ > 0 , tal que se 0 < | x - x 0 | < δ , então

f(x ) > N ( definição para um dos vários casos ). Ex.: Seja f : R – { 2 }→ R e 2 (x- 2)

f (x)= , então = =+∞ → 2 x (^2) (x-2)

lim

Calcule os limites abaixo :

a) 2 x (^2) (x 2 )

3 2 x lim

→ −

+∞ b) 2 x (^3) (x 3 )

2 x lim

= -∞ c)

|x- 2 |

2 x 3 lim x 2

+∞ d)

x 2

3 x 2 lim

x 2 −

− →

e) 3 x 2 (x^2 )

7 5 x lim

= - ∞ g) ,(a^0 )

(x-a)

x a lim 2

4 4

x a

Contração de Lorentz : “ Na Teoria da Relatividade Especial, temos que o comprimento de um objeto é função de sua velocidade

2

( ) 1 (^0 )

v L v L

c

= − onde L 0 é o comprimento do objeto em repouso e c é a velocidade da luz. A velocidade da luz é de aproximadamente

30 x 10

8 m/s. Da teoria da relatividade é conhecido que nenhum objeto pode ir além da velocidade da luz, logo : lim ( ) 0

v c

v c L v

− → =

.

Isto significa que para um observador parado o objeto desaparece.

“ Na Teoria da Relatividade Especial, a massa de uma partícula é função de sua velocidade 0 ( ) 2

1 2

m M v

v

c

=

onde m 0 é a massa da

partícula em repouso e c é a velocidade da luz. A velocidade da luz é de aproximadamente 30 x 10

8 m/s.

Logo : lim ( )

v c

v c M v

− → = +∞

, isto é, se a velocidade de uma partícula aumenta, sua massa aumenta em relação a sua massa inicial m 0

“Sabemos que se uma quantia A 0 é investida a uma taxa r de juros compostos , capitalizados m vezes ao ano, o saldo A(t),

após t anos é dado por

mt 0

m

r

A( t)= A ( 1 +. Se os juros forem capitalizados continuamente, o saldo deverá ser :

( ) lim (1 ) lim 1 0 0 0

t m r mt^ r rt A t A A A e m m^ m m

    = + = ^ +  =    (^)    →+∞ →+∞  

Ex. As companhias de investimento frequentemente usam o modelo de juros compostos continuamente para calcular o

rendimento de um investimento. Use este método para rastrear o rendimento de $ 100,00 investidos em 2000 com uma

taxa de juros anual de 5,5%, em composição contínua. Resp.: $ 124,

  1. Dadas as funções abaixo, pede-se:

a) Domínio; b) Assíntotas verticais e horizontais, e intersecções do gráfico com os eixos coordenados e com as assíntotas,

se existem; c) Esboço do gráfico; d) Conjunto Imagem;

A)

3

2

x

x

f x

c) a) dom = R −{− 1 }

b) assíntota horizontal: y = 0 ; assíntota vertical: x =− 1

intersecção entre gráfico e eixo: ( 0 , 0 )

intersecção entre gráfico e assíntota [ y = 0 ]: ( 0 , 0 )

d) im= R

B)

4

2

x

x

f x

c) a) dom = (−∞,− 2 )∪( 2 ,+∞)

b) assíntota horizontal: y = 1 ; assíntotas verticais: x =− 2 e x = 2

intersecção entre gráfico e eixo: (− 3 , 0 )e ( 3 , 0 )

intersecção entre gráfico e assíntota: não existe

d) im =(−∞, 1 )

C)

2

2

x x

x x

f x

c)

a) dom = R −{ 5 }

b) assíntota horizontal: y = 1 ; assíntota vertical: x = 5

intersecção entre gráfico e eixo: ( 3 − 2 2 , 0 )e ( 3 + 2 2 , 0 )

intersecção entre gráfico e assíntota [ y = 1 ]: ( 6 , 1 )

d) im =(−∞, 2 ]

D)

4 16 ( ) 2 18 2

x f x

x

Teorema do Confronto(SANDUICHE) : sejam g, f e h funções cujos domínios contêm ao menos uma vizinhança reduzida

V de xo. Supondo que:

1º) para todo x ε

V se tenha g(x) ≤ f(x) ≤ h(x )

2º) gx hx L

o x x o x x

→ →

lim ( ) lim ( ) , nestas condições

x x o

lim f ( x )^ L

  1. A) Calcule 3 2 x

2 cosx lim x (^) −

→ ∞

B) Calcule

2 2 (2 ) lim x^100

x sen x

→∞^ x

Funções Trigonométricas : Limite Trigonométrico Fundamental : 1

x

x

x 0

sen lim

  1. Calcule: a)

x a

cosx cosa

x a

lim

=-sen(a) b) sen( 3 x)

sen( 2 x)

lim

x → 0

=2/3 c) 2 x 0 x

1 cosx

lim

d) x

tg( 2 x)

lim

x → 0

=2 e) 1

lim

2

x

→ senx

π

f) cosx cosa

x a

x a

lim

cosa

a g) x senx

x senx lim x 0 +

h) a

cos(

lim

x 0

→ x

ax

π

i) tgx

sen(tgx) lim x →π

=1 j) sen 2 x sen 4 x

sen 5 x senx

x 0

lim

=1 k) x

tgx

x 0

lim

=1 l) 1

lim

x

→ x

sen x

π

π

π

2) Pedrinho fez a seguinte demonstração que 0

lim sen

0

^ =

→ x

x

x

→ x

x

x

lim sen

0

1 1 lim sen lim 0 lim sen 0. 0 0 0

x x x^ x x x

   (^)     (^)      (^)    =^  (^)  =    → ^ ^  (^)  → (^)   → ^   

Critique a demonstração dele.

Comentário : lim ( ) () lim ()lim ()

0 0 0

f xgx f x gx

xxx

= nem sempre é verdadeiro: é necessário que ambos os limites do

lado direito existam. Como 

x → x

limsen

0

não existe, a primeira igualdade que Pedrinho escreveu é falsa. Além disso, o

produto “ 0 ⋅∃” não faz sentido e assim, a última igualdade de Pedrinho também não está boa.

Funções exponenciais : f : R → R, tal que f(x) = a

x , com a > 0 e a ≠ 1.

  1. f(x) = a

x assume somente valores positivos

  1. se a > 1 , f(x) = a

x é crescente e conseqüentemente :

a) se a > 1 e x > 0 , tem-se a

x > 1 b) se a > 1 e x < 0 , tem-se 0 < a

x < 1

  1. se 0 < a < 1 , f(x) = a

x é decrescente e conseqüentemente :

a) se 0 < a < 1 e x > 0 , tem-se 0 < a

x < 1 b) se 0 < a < 1 e x < 0 , tem-se a

x > 1

A função f : R → R, f(x) = a

x , com a > 0 e a ≠ 1 é contínua em R , i. é , o

x x

x xo

a =a →

lim.

Teorema : a) Se a > 1, tem-se 0

x a

x

e lim

x a

x

lim =

→−∞

b)Se 0 < a < 1, tem-se

x x lim a 0 e lim a x x

= = + ∞ →+∞ →−∞

a) x 1

1

3 x

x 1

lim 2 −

=8 b)

1 3 senx

3

x

lim 3

π →

c) x

x sen 3 x

x 0

lim 5

d) 1 x

2 1 x

x

lim 3 −

→+∞

Funções logarítmicas : f :

R → R, tal que f(x) = x a log , com a > 0 e a ≠ 1.

Teorema : a) Se a > 1, tem-se lim log e lim log a a

→ →+∞

x x

x 0 x

b)Se 0 < a < 1, tem-se lim log e lim log a a

→ →+∞

x x

x 0 x

x 2 x 4 x 8

x 8 lim log 3 2

3

3

2 x (^2) − + −

=-1 2) 2 x x 0

limlog cos

|x|

lim log 5 x →−∞

lim log

2

2

3

→ −∞ x

x

x

O número ´´ e `` : f :

N → R , dada por

x

x

f (x) 1  

= + , prova-se que e x

lim 1

x

x

→ ±∞

a) e x

lim 1

x k

x

→+∞

, k ∈ R b) e x k

lim 1

x k

x

→+∞

, k ∈ R c) lim ( 1 x) e x

1

x 0

  1. Se =±∞ →

lim f ( x )

o x x

então e f(x)

lim 1

f(x )

o x x

5. Se ux L

o x x

lim ( ) e =±∞ →

lim v ( x )

o x x

então e v(x)

u(x) lim 1

v(x )

o x x

Teorema: sendo a > 0

a

e

h

h 0

log

h

a 1

lim =

Calcule:a)

x

x x

lim 1  

→ ∞

= e

- b) x

lim 1

3 x

x

→ +∞

= e

  • c)

x

x 2 x^1

2 x 1 lim  

→ −∞

= e

- d)

x 3

x 0

x

lim ( 1

e) ( )

x

1

x 0 lim 1 + 2 x → = e

2 f) ( )

cosx

1

x 0 lim 1 +cosx → (^) =

  • 5

x

e

g) lim 1  =

→ ∞

x

x

i)

2 cot 3

0

2

lim( 1 3 tg x ) e

gx

x

j)

3 1 lim 0

x e

x x

− −

= -3 k)

ln(1 ) lim 0

x

x^ x

= 1 l) lim ( 1),( 0) n n a a x

− > →∞

= lna m)

1 lim 0

x e

x^ senx

− −

Teorema do anulamento ou de Bolzano: “Se f for contínua no intervalo fechado [ a ; b ] e se f(a) e f(b) tiverem

Sinais contrários, então existirá pelo menos um c em [ a ; b ] tal que f(c) = 0.

Teorema do Valor Intermediário : Se f for contínua num intervalo fechado [ a , b ]e se k é um número entre f ( a )e

f ( b ), inclusive, então, existe no mínimo um ponto c , c ∈ ( a , b )tal que f ( c )= k.

Conseqüência do teorema acima: Se f for contínua em [ a , b ]e f ( a )e f ( b )são não nulos e de sinais contrários, então

existe, no mínimo, um ponto c , c ∈ ( a , b )tal que f ( c )= 0. Ou seja, y = f ( x )tem pelo menos uma raiz real entre a e b.

Tal conseqüência do TVI é especialmente útil quando não é possível achar a raiz exatamente usando álgebra e temos que

nos satisfazer com uma aproximação decimal da raiz através da identificação de um pequeno intervalo no qual existe no

mínimo uma raiz real.

1.Use o Teorema do Valor Intermediário para mostrar que existe pelo menos um valor de x com 0 ≤ x ≤ 1 Solução da

equação

5 2 x + 4 xx − 3 = 0.

  1. Prove que a equação x

3

  • 4x + 2 = 0 admite três raízes reais distintas. [-3; -2 ] ; [ 0 ; 1 ] ; [ 1 ; 2 ]

3 .Uma esfera de raio desconhecido x consiste de um centro esférico e um revestimento de 1cm de espessura(ver figura

anexa). Dado que o volume do revestimento e o volume do centro esférico são os mesmos, aproxime o raio da esfera

com uma precisão em três casas decimais. Resp. x = 4,847 cm