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A Centralidade do Natal, Resumos de Teologia

Explanação da origem do Natal baseado no livro de Apocalipse

Tipologia: Resumos

2025

Compartilhado em 17/01/2026

marcelo-rodrigues-xob
marcelo-rodrigues-xob 🇧🇷

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A Centralidade do 3 o 28. na Historia Mm da Salvação Apocalipse 12 Na época de Natala cristandade como um todo celebra o nascimento de Jesus Cristo, o Filho de Deus, que veio ao mundo nos livrar dos nossos pecados. Por que que nós fazermos isso nessa época do ano? Tradicionalmente a cristandade elegeu 25 de dezembro como o nascimento de Jesus, muito embora todo mundo saiba que não temos certeza se essa foi, realmente, a data do seu nascimento. O que importa é que uma vez por ano nos reunimos para lembrar do seu nascimento. Claro, deveriamos fazer isso o tempo todo, o ano todo. Mas, faz parte da nossa humanidade guardar datas e épocas que têm um significado especial para nós. Por que, então, os cristãos se reúnem para comemorar o nascimento de Jesus? A resposta é que o nascimento de Jesus é um evento central na história da redenção. Para que Jesus pudesse morrer e ressuscitar de entre os mortos para nossa salvação tinha que ter um corpo humano real, como o nosso. E para ter um corpo, como o nosso, tinha que nascer, crescer e se tornar um de nós. Assim, sem que ele tivesse encarnado, não poderia ter morrido e nem ressuscitado e nós ainda estaríamos nos nossos pecados. O nascimento de Jesus, portanto, é parte essencial do Evangelho, faz parte da história da redenção. Apocalipse retrata esse conflito cósmico entre Deus e O mundo, os ímpios e o diabo por sete vezes em sequência. Em resumo, a igreja está no mundo, é perseguida pelo mundo e o diabo, ela clama a Deus que atende e castiga o mundo e demais inimigos e concede a vitória final à sua igreja. Como eu disse, esse ciclo se repete sete vezes no livro. O capítulo 12 é uma dessas vezes, onde João narra em três capitulos (lembrando que os capítulos 12,13e 14 formam uma unidade) essa mesma história mais uma vez. O livro termina com a narrativa da vinda de Cristo, o juizo final e o triunfo de Deus sobre o male seus agentes. Até o capítulo 11, o apóstolo João vinha apresentando esse conflito entre a igreja e o mundo do ponto de vista terreno. A Igreja de Cristo sofre perseguição daqueles que são do mundo e que representam os poderes inimigos da igreja e inimigos da fé. Agora, a partir do capítulo 12, esse mesmo conflito é 1 Nem todos os cristãos reformados celebram essa data. Da mesma forma, há seitas como Testemunhas de Jeová que também não celebram. 2 Eu entendo que a melhor maneira de interpretar o livro de Apocalipse é conforme a visão amilenista e o método do paralelismo progressivo, que está pressuposto em nosso entendimento do livro. apresentado outra vez, só que agora do ponto de vista celestial. Ou seja, por trás do conflito entre o mundo e a igreja existe um conflito muito maior, milenar e muito antigo, entre Deus e Satanás, entre Cristo e o Diabo. Essa guerra é entre o dragão, o diabo e acusador, contra o filho da mulher, aquele que haveria de reger as nações com vara de ferro (Gn 315). Esse conflito foi decidido com o nascimento, a morte, a ressurreição e a ascensão aos céus do filho da mulher, como veremos. Esse é o ponto do capítulo 12. Assim, gostaria de examinar com vocês esse capitulo dessa perspectiva do nascimento do filho da mulher como o ponto decisivo na história, a base para a nossa vitória. Vamos começar lembrando que o relato de Gênesis 3 está por detrás do que João escreve aqui em Apocalipse 12. E em Gênesis 3 que temos o relato da queda do primeiro casal e de como Deus, depois de falar ao homem e sua mulher, disse à serpente que colocaria inimizade entre ela e a mulher, entre o descendente da mulher e a descendência de Satanás. O descendente da mulher haveria de esmagar a cabeça da serpente e esta haveria de lhe morder o calcanhar. A partir disso, começa o conflito, com seu início lá no jardim do Eden e chegando ao momento climático aqui em Apocalipse 12, onde nós lemos toda essa história retratada de maneira simbólica pelo apóstolo João. " | A CENTRALIDADE DO NATAL NA HISTÓRIA DA SALVAÇÃO - APOCALIPSE 12 Viu-se grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol com a tua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça. A mulher estava grávida e gritava com dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz. (Ap.12.1-2). A visão começa com a imagem de uma mulher. Ela não é uma mulher comum; está vestida com o sol, a lua está debaixo dos seus pés e ela tem uma coroa de doze estrelas na cabeça. SÓ por isso, essa já é uma visão extraordinária. Ela esta grávida, gritando, sofrendo tormentos para dar a luz. O que éisso que João viu? O queisso representa? Devemos nos lembra de que o livro do Apocalipse é um livro simbólico. João escreveu usando muitos simbolos e figuras. Mas, o que na teologia do Novo Testamento esses simbolos representam? A igreja católica romana diz que essa mulher é Maria: ela é gloriosa e estã vestida do sol, tem a lua debaixo dos pés e tem a coroa de doze estrelas na cabeça. Alguns de vocês já devem ter visto uma imagem, dentro da igreja católica romana, de Maria com essa coroa conforme descrita nesse versículo aqui. João diz também mais adiante que a mulher fugiu para O deserto (Ap12.6) e que depois ela recebeu duas asas de grande aguia para que voasse até ao céu (Ap 1214). Quando lemos a história do povo de Deus no Antigo Testamento percebemos que o Messias veio da igreja. Israel é o povo de Deus, a igreja no tempo antes de Cristo vir. O Messias nasceu da descendência de Judá, que por sua vez, é descendente de Abrão, Isaque e Jacó, os quais são descendentes de Sete, o filho de Adão e Eva por meio de quem veio a descendência prometida. Jesus Cristo é o filho da promessa. É aquele descendente da mulher que Deus prometeu que haveria de vir e esmagar a cabeça da serpente. Essa mulher aqui, com toda essa glória, é a igreja através da história, se preparando para dar à luz ao Messias, aguardando o momento de trazer o Messias a história e assim cumprir as promessas que foram feitas lá no jardim do Eden. Sua gravidez dolorosa e marcada por gritos representa o sofrimento do povo de Deus no Antigo Testamento, na preparação para a chegada do Messias. Lembremos que a primeira semente santa, que era Abel, foi morta por Caim. E essa história se repete no registro veterotestamentário, os esforços do male seus instrumentos para destruir a linhagem de Sete, Noe, Abraão, Isaque, Jaco, Judá. Quando depois da morte de Abel a situação parecia que ia melhorar, os filhos de Deus se misturaram com as filhas dos homens e Deus mandou o dilúvio que destruir a raça humana toda, com exceção da semente de Noé, de quem veio Sem e depois, Abraão. Abraão foi chamado de Ur dos caldeus, do meio dos pagãos e sofreu como peregrino em Canaã, bem como seus filhos, que viveram em constante guerra com os cananeus até que finalmente foram para o Egito. Mas, ali, Faraó tenta esmagar a descendência prometida matando os primogênitos, mas Moises escapa. Depois de deixarem o Egito, eles vão ao deserto e durante quarenta anos aconteceram várias tentativas de se corromper o povo de Deus, de misturar a santa semente com elementos pagãos, de destruir a fé da verdadeira religião. Porém, escapam Josue e Calebe, que entram na terra prometida. E ali continua o conflito durante o período dos juízes e depois durante o tempo da monarquia, unida e dividida. Vários reis idólatras se levantaram no norte e no sultentando acabar com o culto a Deus e introduzir o culto a Baal e outras divindades. Deus, porém, levantava juizes e reis piedosos que traziam O povo de volta aos caminhos do Senhor, preservando a descendência da mulher, a semente santa, o povo crente, a igreja de Deus. Depois do relato da mulher, encontramos a imagem de um dragão observando tudo isso atentamente, esperando uma oportunidade para devorar a criança: Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e, nas cabeças, sete diademas. A sua cauda arrastou a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra. E o dragão se deteve diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar o filho dela quando nascesse. (Ap 2.3-4) Imagine a cena: a mulher gloriosa, grávida, gritado com as dores de parto, pronta para dar seu filho à luz e o dragão monstruoso na frente dela, olhando para ela. Um enorme dragão vermelho, poderoso, gigantesco, tremendo, esperando o momento do parto para que, na hora que a criança saisse, ele a devorasse. A intenção de Satanás é clara, destruir o descendente da mulher desde seu nascimento. Essa foi a intenção a que ele se devotou toda a sua existência, desde o Jardim do Eden, quando Deus disse a ele que viria alguém da descendência da mulher que o destruiria e esmagaria a sua Cabeça. Desde então, ele ficou vigiando os descendente de Adão e Eva, aguardando a semente santa, tentando matar todos que fossem possiveis candidatos na tentativa de tentar destruir aquele que viria pisar na sua cabeça. É isso que essa visão significa, os esforços históricos de Satanás para destruir todas as possibilidades do nascimento do Messias. Quem na história de Israelele pensou que podia ser o Messias, ele foi atrás. Quando disseram que João Batista talvez fosse o Messias, ele fez com que Herodes cortasse a sua cabeça. Quando os magos aparecem para saber onde estava o Messias recém-nascido, ele levantou Herodes para matar todas as crianças da Judéia de dois anos pra baixo. É isso que ele fez a história toda, esse era o plano dele, era seu alvo, antes de Jesus nascer: destruir toda a descendência da õ. EB O LO DO FILHO VARÃO », D—-.. E Sa at o E, CN LL] WM 2. | «<« QU Õ al < Õ < UM L = <. Pa] < mm < Rd O) — UM 1 UE < Es Z |=