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Guias e Dicas
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a forma dificil, Manuais, Projetos, Pesquisas de Urbanismo

O livro a forma dificil. Capitulo: Debret, o neoclassicismo e a escravidão.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2011

Compartilhado em 12/05/2011

fanny-aymara-silva-do-real-real-7
fanny-aymara-silva-do-real-real-7 🇧🇷

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toda sua carreira, O que não tem tanta importância nos outros estudos. A quase ausência de notas nos demais trabalhos decorre em parte de sua forma, da tentativa de fazer um ensaismo que incorporas aos textos algo da estrutura das obras estudadas gnard é uma velha mania. Foi observando seu trabalho que boa parte dessas idéias ganhou corpo. Artista irregular, em suas pa agens turvas atinge alguns dos momentos mais altos de nossa pintura. Se o vejo (também) como problema, isso tem mais ão do que com desdém. Considero Guignard — como pessoa e antis! — uma figura emblemática das rudes € mazelas do pa Santo para os amigos € conhecidos, bebia feito um cão. Que um dos nossos maiores dt Las seja visto como um santo, diz muito de nossa arte. E que esse santo fosse um beberrão inveterado, esclarece um pouco de nossas transigências sociais”. Volpi me interessou porque — para além da alta qualidade de sua pintura — é um construtivo às avessas. Em vez de impor formas fortes e marcantes, criou estruturas amenas, aparentemen- te idas de um desgaste moroso das coisas, de um uso pacien- te e prolongado. Diferentemente de Guignard, embora com uma aparência final semelhante, Volpi a princípio trabalha a partir de trama geomérrica, que ao fim e ao cabo demonstra pouco poder de ordenação! Segall — o desenho de Segall — entrou porque sua trajetór inverte características que o aproximariam da ante brasileira. Na verdade, seu trabalho ais afinidade com aque- la timidez formal do que sua obra brasileira. Aqui, ela se torna progressivamente mais clássica € esse, movimento — um estrangeiro — parece apontar os limites e problemas daque las formas meigas e frágeis. tão perto de reiterar certas pr que estariam na base de nossa vida precárias. Amilcar de Castro de fato tem uma originalidade profunda em relação ao construtivismo. Em sentido diverso, talvez apenas a obra do espanhol Oteiza se afaste tão significalivamente em relaç ão às 36 DA DIFICULDADE DE ORMA À FORMA DIFÍCIL car estudou com Guignard e com ele mento. Amil bases do mo aprendeu a desenhar com lápis duro, que sulcava o papel e impe- di Guignard podia supors. Há muito tempo longe dos principais cen- a correção. Levou esses ensinamentos mais longe do que com uma obra econômica e de uma força tros arústicos brasilci impressionante, Amilcar parece ter descoberto um jeito de viver e dar. H ige de sua obra apenas o que ela d que inércia calculada, que mantém o trabalho longe de ur tura comprometedora. É nã verdade não se sente falta de nada na obra de Amilcar de Castro, a não ser à apontada por um mate lismo vulgar mas. verdadeiro, que gostaria de ver o artista poder macio- dobrar chapas de mais de 2 polegadas. E nal que permitisse a mais gente apreciar à grandeza dessa obra. E como torcer para se Ver Drummond ou Pessoa cm inglês, embora fosse indesculpável que não escrevessem em português. Além dos tropeços diretamente ligados à pouca sistematiza * bom lembrar ção e documentação das artes plásticas no Bra: que este É um estudo realizado em condições verdadeiramente nacionais. Nacionalmente, pois, devo favores demais. Se à memo s não me trairem, fica aqui o meu melhor obrigado a e asno! alfredo Bosi, Amilcar de Castro, Augusto Massi, Célia e Pedro Tassinari, Claire Constans (do MuscU de Versalhes), udia Fernanda Peixoto, Moraes, Ellen Spi m, Fernanda Mendes, Fernando Mismetã, F ancisco de Oliveira, € mante, Inês de Araújo, Tris Kantor, João Moura Jr., John Manuel Monteiro, José Antonio Pasta Jr., José Paulo Paes, Jurandir Gonç Lu Menezes, Marcos Coimbra, Maria Noeli Lilian Tone, Lorenzo Mammi Cardoso Serrigny, Mário Sérgio Conti, Mariza Cabrei aparecida 8. Lopes, Oswaldo S. Costa, Paulo Portella Filho, Pedro Er A FORMA DIFÍCIL