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a Idade média, Notas de estudo de História

Apostilas de História sobre a Idade média, Alta idade média, Invasões bárbaras, Grupos bárbaros, Organizacão social dos povos bárbaros-germanos,Invasões bárbaras, Reino franco, Localização, Unificação política.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 25/11/2013

PorDoSol
PorDoSol 🇧🇷

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IIDADE MÉDIIA
ALTA IIDADE MÉDIIA
AS IINVASÕES BÁRBARAS
1. OS GRUPOS BÁRBAROS:
* Tártaro-mongóis: hunos, turcos, búlgaros, húngaros(magiares).
* Eslavos: russos, poloneses, tchecos, sérvios.
* Germanos: visigodos, ostrogodos, hérulos, anglos, saxões, lombardos, vândalos, francos.
2. BÁRBAROS:
- para os romanos, bárbaros eram todos aqueles que não tinham a cultura romana, que estavam
fora das fronteiras do Império.
3. ORGANIZACÃO SOCIAL DOS POVOS BÁRBAROS-GERMANOS:
- economia amonetária e natural.
- caça, pesca, saques, pastoreio, agricultura rudimentar.
- propriedade coletiva da terra.
- divididos em tribos.
- ágrafa.
- direito consuetudinário (baseado nos costumes e na oralidade).
- religião politeísta.
- o contato com o império romano fez aparecer a propriedade privada da terra e a desigualdade
social.
4. AS INVASÕES BÁRBARAS:
* Tipos:
- como colonos.
- recrutados para integrar o exército romano.
- invasões (séc. IV e V): confrontos armados e guerras à trouxeram destruição e morte, contudo,
contribuíram para o surgimento da sociedade européia ocidental.
+ migrações (séc. III e IV)
+ os hunos pressionaram os germanos a penetrar no Império Romano.
+ fragmentação do Império Romano do Ocidente.
5. OS REINOS ROMANO-GERMÂNICOS:
- Frágeis e efêmeros. · Reino dos Suevos. · Reino dos Visigodos. · Reino dos Borgúndios. · Reino
dos Ostrogodos. · Reino dos Vândalos. · Reino dos Francos.
O REIINO FRANCO
1.. LOCALIZAÇÃO:
- Gália.
2. UNIFICAÇÃO POLÍTICA:
* Clóvis:
- Converteu-se ao cristianismo, estabeleceu uma aliança com a Igreja e obteve o apoio dos
católicos galo-romanos.
- Promoveu a unificação política das tribos francas, fortaleceu a autoridade do rei e estimulou a
integração de francos e romanos.
- Iniciou a Dinastia Merovíngia.
- feudalizacão da Europa.
- ruralizacão da economia.
- fortalecimento do poder dos proprietários de terras.
- distribuição de terras como recompensa de serviços prestados.
- perda de autoridade da dinastia merovíngia.
* Reis Indolentes:
- não se interessavam em comandar a administração do reino.
- o poder efetivo passou a ser exercido pelo majordomus (alto funcionário da corte: prefeito do
palácio, mordomo do paço ou primeiro-ministro).
+ Pepino de Heristal: poder efetivo.
+ Carlos Martel: deteve o avanço muçulmano na Europa (Batalha de Poitiers).
+ Pepino, o Breve: obteve uma aliança com a Igreja e afastou o último rei merovíngio (Childerico
III), tornando-se rei dos francos e iniciando a dinastia carolíngia. Apoiou o papado na luta contra
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IIDADE MÉDIIA

ALTA IIDADE MÉDIIA

AS IINVASÕES BÁRBARAS

1. OS GRUPOS BÁRBAROS:

  • Tártaro-mongóis: hunos, turcos, búlgaros, húngaros(magiares).
  • Eslavos: russos, poloneses, tchecos, sérvios.
  • Germanos: visigodos, ostrogodos, hérulos, anglos, saxões, lombardos, vândalos, francos.
  1. BÁRBAROS:
  • para os romanos, bárbaros eram todos aqueles que não tinham a cultura romana, que estavam fora das fronteiras do Império.
  1. ORGANIZACÃO SOCIAL DOS POVOS BÁRBAROS-GERMANOS:
  • economia amonetária e natural.
  • caça, pesca, saques, pastoreio, agricultura rudimentar.
  • propriedade coletiva da terra.
  • divididos em tribos.
  • ágrafa.
  • direito consuetudinário (baseado nos costumes e na oralidade).
  • religião politeísta.
  • o contato com o império romano fez aparecer a propriedade privada da terra e a desigualdade social.
  1. AS INVASÕES BÁRBARAS:
  • Tipos:
  • como colonos.
  • recrutados para integrar o exército romano.
  • invasões (séc. IV e V): confrontos armados e guerras à trouxeram destruição e morte, contudo, contribuíram para o surgimento da sociedade européia ocidental.
  • migrações (séc. III e IV)
  • os hunos pressionaram os germanos a penetrar no Império Romano.
  • fragmentação do Império Romano do Ocidente.
  1. OS REINOS ROMANO-GERMÂNICOS:
  • Frágeis e efêmeros. · Reino dos Suevos. · Reino dos Visigodos. · Reino dos Borgúndios. · Reino dos Ostrogodos. · Reino dos Vândalos. · Reino dos Francos. O REIINO FRANCO 1 .. LOCALIZAÇÃO:
  • Gália.
  1. UNIFICAÇÃO POLÍTICA:
  • Clóvis:
  • Converteu-se ao cristianismo, estabeleceu uma aliança com a Igreja e obteve o apoio dos católicos galo-romanos.
  • Promoveu a unificação política das tribos francas, fortaleceu a autoridade do rei e estimulou a integração de francos e romanos.
  • Iniciou a Dinastia Merovíngia.
  • feudalizacão da Europa.
  • ruralizacão da economia.
  • fortalecimento do poder dos proprietários de terras.
  • distribuição de terras como recompensa de serviços prestados.
  • perda de autoridade da dinastia merovíngia.
  • Reis Indolentes:
  • não se interessavam em comandar a administração do reino.
  • o poder efetivo passou a ser exercido pelo majordomus (alto funcionário da corte: prefeito do palácio, mordomo do paço ou primeiro-ministro).
  • Pepino de Heristal: poder efetivo.
  • Carlos Martel: deteve o avanço muçulmano na Europa (Batalha de Poitiers).
  • Pepino, o Breve: obteve uma aliança com a Igreja e afastou o último rei merovíngio (Childerico III), tornando-se rei dos francos e iniciando a dinastia carolíngia. Apoiou o papado na luta contra

os lombardos e doou a Igreja territórios no centro da Itália, chamados de Patrimônio de São Pedro (Estados Pontifícios) à reforçou o poder temporal da Igreja. · Carlos Magno (centralização política):

  • expandiu as fronteiras do reino franco.
  • concessão de benefícios (terras) em troca de fidelidade à processo de feudalizacão.
  • apoio da Igreja, expansão do cristianismo e coroação como imperador (Império Carolíngio).
  • divisão do império em condados, ducados e marcas.
  • missi dominici: inspetores reais.
  • Capitulares: leis imperiais à primeiras leis escritas da Idade Média.
  • Renascimento Carolíngio: desenvolvimento cultural (letras e artes): sábios, escolas (Escola Palatina), preservação da cultura greco-romana.
  • Luís, o Piedoso
  • disputas (batalhas) entre os filhos por causa da sucessão.
  • Tratado de Verdun (843):
  • divisão do império carolíngio: Luís, o Germânico (parte oriental ou Germânia), Carlos, o Calvo (parte ocidental ou França) e Lotário (parte central ou da Itália até o mar do Norte = Lotaríngia).
  • rompimento da unidade imperial e fragmentação territorial.
  • enfraquecimento do poder real.
  • fortalecimento da autonomia dos condes, duques e marqueses à processo de feudalizacão.
  • na parte oriental, em 936, Oto I tomou o trono e, com o apoio da Igreja, em 962 foi coroado imperador do Sacro Império Romano Germânico.
  • na parte ocidental, em 987, Hugo Capeto, assumiu o poder e iniciou a dinastia capetíngia.
  • a Lotaríngia foi conquistada por Oto I.
  1. RURALIZAÇÃO DA ECONOMIA: Processo de Feudalizacão. · Fatores:
  • Crise do escravismo no Império Romano: Colonato.
  • As invasões germânicas.
  • as concessões de benefícios aos nobres em troca de fidelidade.
  • o Tratado de Verdun.
  • as invasões dos árabes.
  • as invasões dos vikings, árabes e húngaros (magiares) nos séculos IX e X. A IIGREJA MEDIIEVAL
  1. ORIGEM DO CRISTIANISMO:
  • surgiu na Palestina.
  • originou-se do Judaísmo.
  • na época do Alto Império Romano.
  • difusão pelos territórios do Império Romano.
  • no início os cristãos foram perseguidos.
  • no século IV d.C., foi legalizado e oficializado.
  1. TEOCENTRISMO CRISTÃO:
  • Igreja
  • maior instituição medieval (feudal).
  • hegemonia ideológica e cultural.
  • impôs valores teológicos: cultura teocêntrica.
  • preservou a herança (patrimônio) cultural greco-romana.
  • controle da educação.
  • justificava a ordem feudal.
  • pregava a tripartição funcional e clerical da sociedade medieval: clero (rezar), nobreza (combater) e servos (trabalhar).
  • organização hierárquica.
  • converteu os bárbaros e os integrou aos romanos.
  • nos reinos romano-germânicos vai exercer várias funções (políticas, administrativas, culturais, espirituais).
  • ética econômica: combatia o comércio, o lucro e a usura.
  1. CLERO: · Secular: papa, bispos, padres à contato com o mundo, a vida, as pessoas. · Regular: abades e monges à surgiu em reação ao desregramento do clero secular.
  2. MOVIMENTO MONÁSTICO:

obrigações muito definidas, cuja violação podia acarretar a perda do feudo.

  • direito consuetudinário. - Monarquias Feudais: poder particularizado, laços de dependência pessoal, caráter simbólico do poder real e fragmentação político-territorial.
  1. A DIVISÃO DO FEUDO: Mansos ou reservas. · Manso senhorial (domínio): uso exclusivo do senhor feudal. · Manso servil: arrendada aos servos e dividida em tenências. · Manso comunal: terras comuns (pastos, bosques, florestas).
  2. OBRIGAÇÕES SERVIS: relações servis.
  • relações de exploração e dependência à senhores e servos. · corvéia: dias de trabalho semanal gratuito dos servos no manso senhorial à a produção era do senhor feudal. · talha: divisão da produção servil no manso servil. · banalidades: taxas pagas pelos servos pela utilização das instalações do feudo (celeiro, moinho, forno). · capitação: imposto pago por cada servo individualmente. · tostão de Pedro: imposto pago para manter a capela. · mão-morta: imposto pago para transferir o lote de um servo falecido para seus herdeiros. · formariage: taxa paga para se casar. · albergagem: alojamento e produtos para os senhores em viagem.
  1. RELAÇÕES FEUDO-VASSÁLICAS: relações vassálicas.
  • relações de dependência pessoal e de obrigações recíprocas.
  • suserania e vassalagem: nobre e nobre.
  • suserano: doava a terra (beneficium) à proteção.
  • vassalo: recebe a terra à fidelidade, auxílio nas guerras, pagamento de resgate.
  • homenagem (cerimônia): juramento de fidelidade.
  • ajuda (auxilium) e consulta (consilium) mútuas.
  1. A IGREJA: · Teocentrismo Cristão.
  • maior instituição medieval.
  • poder e riqueza.
  • organização hierárquica.
  • herança cultural greco-romana.
  • hegemonia ideológica.
  • cultura teocêntrica.
  • justificava a ordem feudal. BAIIXA IIDADE MÉDIIA
  1. CARACTERÍSTICAS: · transformações na sociedade feudal: início da crise do feudalismo.
  • início da superação das estruturas feudais.
  • progressiva estruturação de um novo modo de produção, o capitalismo.
  • surgimento de uma economia comercial: dinamismo comercial.
  • surgimento de um novo grupo social, a burguesia.
  • centralização do poder real.
  • declínio do modo de produção servil.
  • desenvolvimento do trabalho livre (relações assalariadas).
  • economia monetária.
  • estruturação das monarquias nacionais feudais.
  • produção de excedentes para serem comercializados.
  • iniciaram-se as mudanças na Europa Ocidental que, a seguir, desencadearam o processo de montagem do sistema capitalista.
  • a articulação entre as três “esferas” de poder (universal, da Igreja; local, dos senhores feudais; e, nacional, dos reis) é um dos traços políticos distintivos da Baixa Idade Média. Em seu período final, esta articulação se dará em prejuízo dos poderes locais e do poder universal do papa e em benefício do poder do Estado-Nação (rei).
  1. CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: · Motivos: o fim das invasões e a diminuição das epidemias. · produção limitada: tributação e técnicas rudimentares à não atendia ao consumo. · marginalização social: expulsão do excedente populacional do feudo.
  • ocupação das aldeias e cidades.
  • saques.
  • batalhas feudais: belicosidade.
  • Paz de Deus: proteção aos lavradores, viajantes e mulheres.
  • Trégua de Deus: limitava os dias de combate no ano e proibia os combates de sexta a segunda- feira e em dias de festa. · aperfeiçoamento das técnicas agrícolas: arado de ferro, atrelamento peitoral , ferraduras, moinho hidráulico, charrua. · expansão dos limites do espaço agrícola: pastos e bosques à expansão agrícola. · expansão territorial: expansão germânica para o leste, Guerra de Reconquista e Cruzadas. AS CRUZADAS
  1. CONCEITO:
  • expedições militares organizadas pelos cristãos da Europa Ocidental para combater (guerra santa) os mu- çulmanos. 2.OBJETIVOS:
  • romper o cerco muçulmano na Europa.
  • libertar os lugares santos do domínio muçulmano.
  1. SIGNIFICADO:
  • expansão da cristandade ocidental.
  1. MOTIVOS:
  • o crescimento populacional e a conseqüente marginalização feudal à inadequação da estrutura feudal para absorver o crescimento demográfico.
  • a solicitação de auxilio dos imperadores bizantinos diante da pressão dos turcos seldjúcidas.
  • o desejo da Igreja Católica de reunificação do cristianismo: Igreja Ortodoxa.
  • a força da fé.
  • os interesses das cidades comerciais italianas.
  • convergência de interesses entre os mais variados setores da sociedade européia.
  1. CONCÍLIO DE CLERMONT (1095):
  • O papa Urbano II conclamou aos cristãos que formassem expedições para combater os muçulmanos.
  1. AS CRUZADAS (1096-1270): · 8 oficiais e 2 extra-oficiais.
  • Cruzada dos Mendigos (1096): foi massacrada pelos turcos.
  • 1ª Cruzada (1096-1099): Cruzada dos Nobres à reconquistou Jerusalém e criação de ordens monásticas.
  • 2ª Cruzada (1147-1149).
  • 3ª Cruzada (1189-1192): Cruzada dos Reis à conseguiu a permissão para a peregrinação cristã a Jerusalém.
  • 4ª Cruzada (1202-1204): Cruzada Comercial à saque de Constantinopla, formação do Reino Latino de Constantinopla e Veneza assumiu o domínio do Mediterrâneo (comércio entre Ocidente e Oriente).
  • Cruzada das Crianças (1212): as crianças foram vendidas como escravas no Norte da África.
  • 5ª Cruzada (1218-1221).
  • 6ª Cruzada (1228-1229).
  • 7ª Cruzada (1248-1250).
  • 8ª Cruzada (1270).
  1. CONSEQÜÊNCIAS:
  • dinamização das relações comerciais entre Ocidente e Oriente.
  • reabertura do Mediterrâneo aos europeus.
  • renascimento comercial e urbano na Europa.
  • crescimento da economia monetária.
  • expansão do mercado.
  • surgimento de novas práticas comerciais: letra de câmbio, cheque e contabilidade.
  • difusão do espírito de lucro e o racionalismo econômico.
  • o enriquecimento cultural das sociedades mediterrânicas.
  • empobrecimento dos senhores feudais.
  • fortalecimento do poder real.

(Carta de Franquia) com os senhores feudais (indenizações). · Cidades Comunas: cidades que conseguiram sua autonomia através da luta armada, buscando o apoio real diante da resistência dos senhores feudais.

  • a burguesia assume o controle administrativo das cidades: os serviços urbanos eram proporcionados pelos grandes comerciantes.
  1. CORPORAÇÕES DE OFÍCIO:
  • associações de artesãos de um mesmo ofício (ramo de atividade).
  • objetivos: impedir a concorrência, garantir a qualidade dos produtos e organizar os horários de trabalho.
  • código de ética: “justo preço” à o valor de um produto era representado pela adição do custo da matéria-prima ao custo do trabalho.
  • oficina: organização hierárquica à mestre, oficial, aprendiz e o jornaleiro à não existia completa separação entre capital e trabalho nem especialização com divisão do trabalho. FORMAÇÃO DAS MONARQUIIAS NACIIONAIIS

1. DEFINIÇÃO:

  • Processo de centralização do poder e de unificação política ocorrido na Baixa Idade Média e que vai promover o fortalecimento do poder real e o surgimento das modernas nações, dos governos e das instituições nacionais.

2. SIGNIFICADO:

· A centralização monárquica criou as condições institucionais necessárias ao desenvolvimento econômico e cultural na Baixa Idade Média (de meados do século XI até o início do século XIV):

  • vigoroso processo de crescimento: da população, da produção, do comércio, das corporações de ofício, das cidades.
  • expansão militar e territorial: cruzadas, Reconquista, colonização do Leste.
  • desenvolvimento cultural e artístico: universidades, catedrais. 3.FATORES:
  • a crise do sistema feudal: dissolução da ordem feudal clássica.
  • o renascimento comercial e urbano.
  • o fortalecimento da burguesia.
  • a aliança do rei com a burguesia.
  • o enfraquecimento da nobreza.
  • a evolução da economia capitalista-burguesa.
  • o desenvolvimento da concorrência internacional comercial.
  • a luta entre as classes sociais (burguesia X nobreza).
  1. MECANISMOS DE CENTRALIZAÇÃO:
  • Eliminação do particularismo feudal (submetendo a nobreza) e do universalismo da Igreja (limitando sua atuação).
  • centralização do poder: fortalecimento do poder real.
  • unificação política, monetária, tributária e de pesos e medidas.
  • justiça real: juizes.
  • exército nacional.
  • burocracia.
  1. A FORMAÇÃO DA MONARQUIA FRANCESA: · Dinastia Capetíngia:
  • Hugo Capeto, conde de Paris, assumiu, em 987,o trono francês.
  • início do processo de centralização: poder real forte e de caráter nacional à superação da autonomia da autonomia dos senhores feudais.
  • Filipe Augusto:
  • apoio da burguesia: expansão do comércio.
  • formação de um exército nacional.
  • expansão das fronteiras do reino: Normandia.
  • funcionários reais (bailios e senescais) recolhiam os impostos nacionais e impunham as leis e a justiça real.
  • Luís IX:
  • combateu o particularismo feudal.
  • ampliação dos poderes dos tribunais reais.
  • instituição de uma moeda de circulação nacional.
  • Filipe IV, o Belo:
  • entrou em choque com a Igreja devido a sua política de fortalecimento da monarquia.
  • para contornar a crise econômica que seu reinado atravessava, decidiu cobrar impostos ao clero e enfrentou, por isso, forte oposição do papa Bonifácio VIII, que ameaçou excomungá-lo.
  • buscou apoio da sociedade e constituiu a Assembléia dos Estados Gerais (clero, nobreza e comerciantes): autorizou a cobrança dos impostos clericais. · Cisma do Ocidente:
  • Cativeiro de Avignon ou Cativeiro da Babilônia (1307-1377): Filipe IV, depois da morte de Bonifácio VIII, interferiu na escolha do sucessor, Clemente V, que, pressionado pelo rei, transferiu a sede do papado de Roma para a cidade francesa de Avignon à submissão de vários papas à tutela dos reis franceses à supremacia do poder real à o poder secular saiu vitorioso sobre o poder espiritual.
  • nesse período, a Igreja chegou a ter três papas: um em Avignon, outro em Roma e outro em Pisa.
  • conseqüências: oposição teológica e colapso do poder universal da Igreja.
  • em 1417 foi eleito um único papa (Martinho V) e Roma voltou a ser a única sede do papado.
  1. A FORMAÇÃO DA MONARQUIA INGLESA: · no século V, os anglos e os saxões formaram sete reinos bárbaros: heptarquia saxônica.
  • nos séculos VI e VII, observamos a composição de três reinos.
  • no século IX, formaram o Estado anglo-saxônico: feudalizacão. · no século XI, o reino anglo- saxônico é conquistado pelos vikings (dinamarqueses): Guilherme I, o Conquistador, duque da Normandia: início da dinastia normanda.
  • subordinação da nobreza.
  • poder centralizado.
  • divisão da Inglaterra em condados (shires), supervisionados por funcionários do rei (sheriffs). · dinastia plantageneta ou angevina:
  • Henrique II (conde Anjou):
  • ampliação dos poderes reais.
  • fortalecimento da justiça real: common law à lei imposta a toda a Inglaterra e aplicadas por juizes.
  • Ricardo I, Coração de Leão:
  • sua ausência no governo (batalhas) e o aumento dos impostos provocaram insatisfação geral e, consequentemente, debilitou o poder real e fortaleceu o dos senhores feudais.
  • João Sem Terra:
  • abuso na taxação de impostos e sucessivas derrotas militares contra a França : revolta dos senhores feudais, apoiados pelos burgueses. à Magna Carta (1215): imposta pelos nobres, com o apoio da burguesia, ao rei.
  • estipulava que o rei só poderia aumentar impostos ou alterar as leis com o consentimento do Grande Conselho (clero e nobreza).
  • representa a base das liberdades inglesas e a imposição da autoridade dos nobres sobre o poder real.
  • Henrique III:
  • Provisões ou Estatutos de Oxford (1265): incluía a burguesia no Grande Conselho.
  • em 1295, o Grande Conselho transformou-se no Parlamento inglês.
  1. A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS IBÉRICAS:
  • a Península Ibérica, depois da queda do Império Romano, foi invadida pelos visigodos e, em 711, pelos árabes que, destruindo o reino visigótico cristão, deslocou os cristãos para o Norte (Reino das Astúrias).
  • A unificação política espanhola e portuguesa não está relacionada a evolução da economia capitalista-burguesa nem a aliança do rei com a burguesia.
  • Motivos: a sucessão do trono francês e a disputa pela região de Flandres. 9 disputavam o trono: Filipe de Valois ( nobre francês) e Eduardo III (rei inglês). 9 Lei Sálica
  • Joana D’Arc: levantou o ânimo nacional francês, abatido pelas sucessivas derrotas diante da Inglaterra.
  • vitória francesa.
  • conseqüências: enfraquecimento da nobreza feudal e fortalecimento do poder real.
  • Revoltas Camponesas (1358): motivadas pelas derrotas francesas em Crécy e Poitiers, a crise geral do feudalismo e a superexploração feudal à também ocorreram revoltas urbanas.
  • falta de mão-de-obra.
  • escassez de metais preciosos.
  • retração do comércio. à as crises dos séculos XIV e XV, embora tivessem um efeito generalizado por toda a Europa, não afetaram com a mesma intensidade todas as regiões que a sofreram. à a partir dessa crise, as próprias soluções encontradas pelos europeus para superá-la, acabam por provocar a desintegração do Feudalismo à essa desintegração não ocorre repentinamente, antes, é um longo processo que se completará em momentos distintos em cada região da Europa. âinício da transição do feudalismo para o capitalismo. A TRANSIIÇÃO DO FEUDALIISMO PARA O CAPIITALIISMO
  1. DEFINIÇÃO:
  • processo conhecido tradicionalmente como “Época Moderna”, estende-se tradicionalmente do século XV ao XVIII e é assinalado, na Europa Ocidental, por uma série de transformações que, vistas em conjunto, constituem o momento da transição, isto é, da passagem do Feudalismo para o Capitalismo.
  1. AS TRANSFORMAÇÕES DA TRANSIÇÃO:
  • os mecanismos através dos quais a sociedade européia procurou superar a crise dos séculos XIV/XV.
  • sob a aparência de grandes mudanças ainda persistia uma estrutura essencialmente feudal: verifica-se a convivência de uma velha estrutura e de elementos novos, tipicamente capitalistas, que começam a aflorar.
  • Crise dos séculos XIV e XV.
  • Expansionismo Marítimo.
  • Renascimento.
  • Reforma.
  • Absolutismo.
  • Estado Nacional.
  • Mercantilismo.
  • Sistema Colonial. -Acumulação Primitiva de Capital.
  1. O ANTIGO REGIME EUROPEU:
  • capitalismo comercial (mercantilismo): valorização dos bens móveis, do comércio e da capitalização à coexistência de relações feudais e relações capitalistas.
  • absolutismo: Estado interventor.
  • sociedade estamental: sociedade de ordens.
  • intolerância religiosa e filosófica.
  1. ACUMULAÇÃO PRIMITIVA:
  • a expropriação das terras dos camponeses: cercamentos (enclosure) à constituição do proletariado.
  • as leis (sanguinárias) proibindo a mendicância e a vadiagem àdisciplinar a nova mão-de-obra.
  • comércio: saques, pirataria, práticas mercantilistas, o tráfico de escravos.
  • a exploração colonial.
  • as manufaturas.
  • violência.