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A vacina como é administrada, Slides de Biologia

Aprenda como administrar uma vacina

Tipologia: Slides

2019

Compartilhado em 19/08/2019

ana-rdk
ana-rdk 🇧🇷

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Prepando e administrando
Imunobiológicos
Profa. Dra. Anna Luiza de Fátima Pinho Lins Gryschek
Profa. Núbia Virginia D`Avila Limeira de Araujo
Escola de Enfermagem - USP
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Prepando e administrando

Imunobiológicos

Profa. Dra. Anna Luiza de Fátima Pinho Lins Gryschek

Profa. Núbia Virginia D`Avila Limeira de Araujo

Escola de Enfermagem - USP

Procedimento invasivo em que uma

substância é introduzida e depositada por

meio de uma agulha estéril nos tecidos

corpóreos, geralmente na derme, no tecido

subcutâneo e no músculo, ou diretamente na

corrente sanguínea.

Injeção

Permite a introdução de pequenas

quantidades de substâncias, dada a pequena

elasticidade da derme.

Epiderme - Id

Subcutâneo - SC

A substância é depositada no tecido conectivo frouxo

localizado logo abaixo da derme. Como se trata de um

tecido menos irrigado, a absorção é lenta e também

dolorosa, pela presença de inúmeros receptores para dor.

Portanto, essa região deve receber pequenos volumes de

substâncias pouco irritantes, solúveis em água.

Subcutâneo

Músculo

Idealmente utilizar^ Derme

ângulo de 90º

A maioria das vacinas são administradas

por via parenteral

Oral Adesivos Intra-nasal

Adesivos com microagulhas

A cada aplicação deve ser feita uma avaliação individual, levando em conta o volume a ser administrado, a idade do cliente, sua massa muscular e a espessura do tecido subcutâneo a ser ultrapassado. Para assegurar que o músculo seja realmente atingido, a técnica de aplicação é tão importante quanto a escolha do comprimento da agulha. “... deveríamos exercitar o julgamento clínico de como injetar e ajustar o tamanho da agulha adequadamente. Se encontramos problemas com uma técnica de injeção particular ou tamanho de agulha, uma mudança de qualquer um deveria ser considerada ” (Bergson). O profissional de saúde, particularmente de enfermagem, deve evitar a prática ritualista, baseada na tradição, passada de um profissional para o outro e de uma geração de enfermeiros para a próxima.

Avaliação individual

Procedimentos Básicos segundo a Via de

Administração dos Imunobiológicos

Via oral - Cuidados

POLIO

. Preparar a pessoa a ser vacinada, colocando-a em posição segura e confortável; . Para vacinar a criança de colo o vacinador deve colocar-se por trás da mesma, inclinar sua cabeça ligeiramente para trás e fazer pressão nas bochechas; . Abrir a bisnaga e manter a tampa na mão; . Observar a técnica de assepsia, manuseando sem contaminar o frasco da vacina; . Dependendo da situação, como, por exemplo, nas campanhas, evitar o contato prolongado do frasco da vacina com o calor da mão, utilizando duas bisnagas, alternando-as a cada administração; . Manter o frasco plástico na posição obliqua (45º), com o bico conta-gotas para baixo. Fazer uma leve pressão no frasco (sempre na posição oblíqua), para pingar a primeira gota sobre a língua da pessoa a ser vacinada; . Esperar a criança engolir a vacina, se a mesma cuspir, regurgitar ou vomitar, imediatamente, repetir a dose; . Não é necessário fazer intervalo entre a alimentação (inclusive leite materno) e a administração da vacina.

Via oral - Cuidados

Rotavírus

. Preparar a criança a ser vacinada, colocando-a em posição segura e confortável;

. Colocar a criança com o corpo reclinado no colo do responsável;

. Para administrar a vacina o vacinador deve se colocar por trás da criança, inclinar sua

cabeça ligeiramente para trás e fazer pressão nas bochechas;

. Segurar o aplicador, introduzindo-o, delicadamente, no canto da boca da criança;

. Caso a criança regurgite ou tenha vômitos no momento da administração não deve ser

revacinada;

. Quando a vacina não for administrada de imediato, fazer um movimento rotatório em

sentido único com a seringa antes da administração;

. Não é necessário fazer intervalo entre a alimentação (inclusive leite materno) e a

administração da vacina;

. Administrar o conteúdo do aplicador na boca da criança, esperando que a mesma engula

todo produto.

Aspiração - não indicada.

Antissepsia – não indicada, para evitar uma possível interação entre o

líquido injetado e o anti-séptico, face à presença de poros na pele e o fato do

líquido da vacina ser depositado muito próximo à epiderme.

Massagem local após aplicação – não indicada. Em havendo sangramento,

o local deve ser limpo com um algodão seco.

Via Intra-dérmica

Perda da vacina BCG durante a

aplicação – não repetir o procedimento e

registrar o fato na ficha de registro de

vacinação e acompanhar a evolução da

lesão vacinal, até a formação da cicatriz.

Revacinação – uma única revacinação

após 6 meses da data da vacinação

Materiais Indicados:

. Seringa de 1 ml (com escala de frações de mililitros) . Agulha deve ser pequena e com bisel curto

Dimensões: 10 x 4,5; 13 x 3,8; 13 x 4,0; 13 x 4,5; 13 x 5; 13 x 5,5.

Via Intra-dérmica

O uso da agulha adequada torna o procedimento menos doloroso e permite a

introdução da agulha num ângulo de 90º. Ao se usar agulha mais longa deve-se

adotar ângulo de 45º ou 60º ou introdução parcial da agulha.

Via Sub-cutânea

Materiais Indicados:

. Seringas de1,0; 2,0; 2,5 ou 3,0 ml;

. Agulha deve ser preferencialmente pequena (entre 10 e 13mm), fina (entre 3 e 5

dec/mm) e com bisel curto –

10 x 4,5; 10 x 5; 10 x 6; 10 x 3; 13 x 4,5; 20 x 5,5; 20 x 6; 25 x 7.

• Sarampo,Caxumba e

Rubéola - SCR

• Sarampo,Caxuma,

Rubéola e Varicela -

SCRV

• Varicela

• Febre Amarela - FA

Exemplos de vacinas subcutâneas