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Adoção tardia de criança e adolescentes no Brasil, Manuais, Projetos, Pesquisas de Direito Civil

adoção tardia no Brasil Há anos, a situação no Brasil se repete: há muito mais pessoas interessadas em adotar do que crianças disponíveis para adoção. ... Com relação aos problemas de saúde ou deficiência.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 11/06/2020

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pollyanna-araujo-1 🇧🇷

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ADOÇÃO TARDIA DE CRIANÇA E ADOLESCENTE NO BRASIL
1 INTRODUÇÃO
Este artigo científico tem por objetivo mostrar que a adoção tardia onde uma criança
acima de cinco anos ou um adolescente de quinze anos é um filho tão desejado como
um bebê , mas o que acaba afastando esta idéia ou faça a crescer é o mito de saber que
está criança já venha com a idealização do que seja real ou fantasia ou então que aquele
menino(a) venha com os traços e costumes da sua familia biológica.
Adoção, segundo o ilustre jurista Orlando Gomes, é “o ato jurídico pelo qual se
estabelece, independentemente de procriação, o vínculo da filiação.” Em outras palavras
podemos dizer que é um ato onde uma criança ou adolescente pode ser adotado por uma
familia , casados ou solteiros .
Diante da questão porque não adotar uma criança acimas dos oito anos de idade ,
por não ter a oportunidade de ver o seu crescimento ou por ela vir com seus instintos ,
costumes , idéias e até mesmo com os costumes ou temer o que ela aprendeu com os
pais biólogicos .
O objetivo geral tem como proposta desmistificar os números que a cada dia tem
um nivel de crescimento de crianças acima de oito anos e adolescentes depois dos
quatorze acompanhando as mudanças do Estatuto da criança e do adolescente tendo
como objetivos especificos a relevância dos deveres e direitos dos adotatantes para com
os adotados.
Para as considerações utiliza-se a pesquisa descritiva de abordagem qualitativa
com base na sua doutrina e legislação para discorrer sobre as importancias dos deveres
do adotado tendo em vista o ponto sociólogico da desvinculação com a familia
biólogica até a do adotante .
O trabalho será dividido em quatro seções tendo em vista que o primeiro
abordará sobre os pontos sociologicos segundo analisaremos os pontos de desafios da
convivência familiar e terceiro analisando a mudança no Estatuto para viabilisar os
direitos da criança e adolescente.
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ADOÇÃO TARDIA DE CRIANÇA E ADOLESCENTE NO BRASIL

1 INTRODUÇÃO

Este artigo científico tem por objetivo mostrar que a adoção tardia onde uma criança acima de cinco anos ou um adolescente de quinze anos é um filho tão desejado como um bebê , mas o que acaba afastando esta idéia ou faça a crescer é o mito de saber que está criança já venha com a idealização do que seja real ou fantasia ou então que aquele menino(a) venha com os traços e costumes da sua familia biológica. Adoção, segundo o ilustre jurista Orlando Gomes, é “o ato jurídico pelo qual se estabelece, independentemente de procriação, o vínculo da filiação.” Em outras palavras podemos dizer que é um ato onde uma criança ou adolescente pode ser adotado por uma familia , casados ou solteiros. Diante da questão porque não adotar uma criança acimas dos oito anos de idade , por não ter a oportunidade de ver o seu crescimento ou por ela vir com seus instintos , costumes , idéias e até mesmo com os costumes ou temer o que ela aprendeu com os pais biólogicos. O objetivo geral tem como proposta desmistificar os números que a cada dia tem um nivel de crescimento de crianças acima de oito anos e adolescentes depois dos quatorze acompanhando as mudanças do Estatuto da criança e do adolescente tendo como objetivos especificos a relevância dos deveres e direitos dos adotatantes para com os adotados. Para as considerações utiliza-se a pesquisa descritiva de abordagem qualitativa com base na sua doutrina e legislação para discorrer sobre as importancias dos deveres do adotado tendo em vista o ponto sociólogico da desvinculação com a familia biólogica até a do adotante. O trabalho será dividido em quatro seções tendo em vista que o primeiro abordará sobre os pontos sociologicos segundo analisaremos os pontos de desafios da convivência familiar e terceiro analisando a mudança no Estatuto para viabilisar os direitos da criança e adolescente.

Assim espero contribuir onde a autora Hália Pauliv de Souza nos traz à discussão a problemática causada pela adoção em que a preparação dos pretendentes não foi eficaz. A entrada de uma criança ou adolescente numa família substituta exige um tempo de aproximação entre futuros pais e filho para que aconteça a formação de um vínculo afetivo. A consequência desta falta de preparo reflete em um fato altamente nocivo que é a devolução deste filho, que ficará com profundas marcas existenciais. .