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Adoção Tardia: Esperança de Vida, Manuais, Projetos, Pesquisas de Serviço Social

O presente trabalho que traz como tema: Adoção Tardia: Esperança de Vida, busca conhecer a realidade das crianças que são adotadas com maior idade e como se dá esse relacionamento com seus pais adotivos.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2021

Compartilhado em 02/04/2021

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Marisa_Rosa2233 🇧🇷

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Cacoal
2017
MARIA JOSE DA SILVA FRANÇA
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL
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Baixe Adoção Tardia: Esperança de Vida e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Serviço Social, somente na Docsity!

Cacoal 2017

MARIA JOSE DA SILVA FRANÇA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL

Cacoal 2017 Trabalho apresentado ao Curso Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná,7º semestre para a disciplina de: Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso. Prof.: Amanda Boza Gonçalves Carvalho

MARIA JOSE DA SILVA FRANÇA

1 INTRODUÇÃO

Este projeto refere-se a Adoção Tardia, o qual será desenvolvido através de pesquisa bibliográfica, cujo projeto visa conhecer o que leva algumas famílias a decidirem adotar uma criança abandonada ou que, por algum motivo muito forte, foram afastadas do convívio com a família de origem. Adotar é dar a uma criança ou adolescente a oportunidade de ter um lar, uma família de forma definitiva, com todos os vínculos próprios da filiação, a oportunidade de crescer para a vida, a adoção deve ser vista como a oportunidade de se ter um filho que se decidiu ter. O presente trabalho que traz como tema: Adoção Tardia: Esperança de Vida, busca conhecer a realidade das crianças que são adotadas com maior idade e como se dá esse relacionamento com seus pais adotivos. O processo judicial de adoção é entendido como aquele que observa todas as garantias de um processo justo, capaz de analisar de forma interdisciplinar a situação de cada criança e/ou adolescente a fim de tratá-los com a máxima igualdade possível. Maus-tratos, violência, abusos e negligência constituem razões suficientes para encaminhar uma criança para instituição de abrigo ou, quando recorrentes, para a adoção legal definitiva. O processo de adoção está diretamente relacionado com a realidade das instituições de abrigo, afinal, é o local responsável pelo cuidado total a criança ou do adolescente, enquanto este aguarda decisão judicial sobre sua possível adoção. A adoção tardia é considerada quando a criança consegue se perceber diferenciada do outro e do mundo, ou seja, que tem certa independência do adulto para satisfação de suas necessidades básicas. Alguns autores consideram crianças entre dois e três anos como um limite entre a adoção precoce e a adoção tardia. Para desenvolver este pré-projeto foi feito levantamento minucioso em materiais já publicado por vários autores para entender o contexto do tema em questão.

2 DELIMITAÇÃO E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

Há grande consenso por parte dos estudiosos em definir a adolescência como um período de transição, quase sempre marcado por ambivalência, crises e conflitos. Assim surge as reflexões; O que leva algumas famílias a adotar uma criança próximo a adolescência? Como será o convívio familiar dos mesmos? 3 OBJETIVO GERAL Investigar os principais aspectos da adoção tardia, seu conceito e finalidade, enfocando os princípios que regem a relação adotiva. 3.1 OBJETIVOS ESPECIFICOS  Caracterizar o instituto da adoção no Código Civil e no Estatuto da Criança e do Adolescente;  Conhecer a adoção tardia e os preconceitos que a envolvem;  Explanar sobre o papel do Assistente Social frente à Adoção.

5 METODOLOGIA:

A pesquisa buscou em diversos autores ampliar a compreensão do estudo e consequentemente dá suporte de boa qualidade ao trabalho desenvolvido. Com vistas a atingir os objetivos propostos, inicialmente foi realizado um levantamento bibliográfico acerca do tema - adoção tardia esperança de vida, em relação à história, definição, abrigos, legislação, famílias adotantes, motivação e adaptação e, temas correlatos como desenvolvimento humano e algumas teorias. O trabalho desenvolvido adotou os preceitos da investigação exploratória, por meio de uma pesquisa bibliográfica, que, segundo Gil (2008, p. 50), “é desenvolvida a partir de material já elaborado constituído de livros e artigos científicos”. Tendo como referencia de estudo: Reppold (2003), Puretz e Luiz (2007), Costa e Ferreira (2007) Camargo (2005), Vargas (1998), Weber (2006), (SILVA, 2009); FREIRE, 1991, apud MATTOS, 2011, p. s/n). Em seguida, buscou-se estudar quais as motivações que levam uma família a adotar um criança na fase da adolescência, e como se da o processo de adaptação, a percepção da família quanto aos benefícios e possíveis dificuldades encontradas, assim como o perfil dessas famílias.

6 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Adoção segundo o dicionário Aurélio online é a aceitação voluntária e legal de uma criança como filho. Logo, a expressão “Adoção tardia” nos leva a ideia de atraso, ou seja, de uma adoção fora do tempo, reforçando assim o estereótipo já existente em nossa sociedade que apenas os bebês e recém-nascidos devem ser adotados. Segundo autores como Reppold (2003), Puretz e Luiz (2007), Costa e Ferreira (2007) e Camargo (2005), durante muito tempo a prática da adoção veio a contemplar os interesses dos pais adotivos. Casais que não podiam ter filhos, que perderam algum filho ou que se sentiam solitários com a saída dos filhos de casa, recorriam à adoção de uma nova criança como meio de suprir uma falta, uma necessidade. Já as autoras como Vargas (1998) e Weber (2006) consideram tardias as adoções de crianças com idade superior a de dois anos de idade. Ainda, a esse respeito para Vargas (1998), as crianças consideradas são "velhas" para adoção, pois; Ainda, para Carvalho (2002), o contingente de crianças entregue à adoção tende a aumentar significativamente em decorrência da crescente pauperização da população de baixa renda e, por isso mesmo, merece uma atenção especial por parte dos administradores públicos. Para (SILVA, 2009). Toda criança tem direito a um lar e uma família, porém muitas vezes a família original ou biológica não se acha em condições de criá-la, não possui recursos materiais e muito menos psicológicos, então, o Estado ou a sociedade intervém e encaminha a criança a uma Instituição para posterior adoção na intenção de preservar o direito desta a uma vida digna. Para que este movimento tenha sucesso é necessária toda uma rede de apoio, jurídica e psicológica, na ânsia de contornar o abandono ora sofrido, como também um exame pormenorizado das condições do meio em que esta criança é inserida, buscando um acolhimento mais familiar possível, seguindo os trâmites exigidos e resguardando a integridade daquele que foi outrora abandonado (FREIRE, 1991, apud MATTOS, 2011, p. s/n). Assim, legalmente, visando o benefício da criança, elege-se um rol de características que uma família deve apresentar para, a partir do processo

7 CRONOGRAMA DA PESQUISA

Etapas Mar Abr Mai Jun Jul Elaboração Do projeto

X

Revisão de literatura X X Apresentação do projeto

X

Coleta de dados X Conclusão e redação X X Correção X Entrega X

8 ORÇAMENTO

DISCRIMINAÇÃO QUANTIDADE V.UNITARIO VALOR TOTAL

Papel A4 150 fls 5.00 5. Tinta de impressão

Fotocopias livros, artigos etc.

Encadernação 02 6.50 6. Canetas 10 1.20 12. 9 RESULTADOS ESPERADOS Buscando encontrar respostas aos objetivos traçados na pesquisa, buscou-se conhecimento e esclarecimento através de leituras em vários livros, artigos, leis e materiais em geral já publicados por autores que relatam sobre a adoção tardia. Entende-se que para essas crianças acime de 5 anos de idade quando encontra uma família disposta e lhe dar um lar, surge para elas uma nova esperança de vida. Por fim, este projeto cumpre função de repensar o papel que a família assume frente à questão em estudo. Adotar não é simplesmente trazer uma criança ou adolescente pra dentro de sua casa, e sim dar amor, carinho atenção cuidados, é preciso que a família assuma sua responsabilidade, mas muitas vezes nos depararmos com outras versões diante das literaturas estudadas, de pais que adotam e depois fazem os filhos adotivos de verdadeiros escravos da família.

12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Acesso em 08 de mar 2017. http://www.ucv.edu.br/fotos/files/TCC-2014_2-Thais.pdf. Acesso em 21 mar 2017. http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/politicas_sociais/ bps_19_completo.pdf. Acesso em: 28 mar 2017.