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AM1 Tabela Integrais, Notas de estudo de Eletrônica

Tabela de Integrais

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 22/03/2013

gutemberg-oliveira-3
gutemberg-oliveira-3 🇧🇷

4.6

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bg1
TABELA DE PRIMITIVAS Rf(x)dx =F(x) + C, C RexI,intervalo de R
Primeiras regras
d
dx Rf(x)dx=f(x)
Rf0(x)dx =f(x) + C
Rαf(x)dx =αRf(x)dx, α R
R[f(x)±g(x)]dx =Rf(x)dx ±Rg(x)dx
Primitivas imediatas
Rxndx =xn+1
n+1 +C, n 6=1 e x > 0
R1
xdx = ln |x|+C, x 6= 0
Rexdx =ex+C
Rcos xdx = sin x+C
Rsin xdx =cos x+C
Rsec2xdx = tan x+C
Rcosec2xdx =cot x+C
R1
1+x2dx = arctan x+C=arccot x+K
R1
1x2dx = arcsin x+C=arccos x+K
ex(1,1)
Rcosh xdx = sinh x+C
Rsinh xdx = cosh x+C
R1
x2+1 dx = arsinhx+C
R1
x21dx = arcoshx+C
Integra¸ao por partes Zu(x)v0(x)dx =u(x)v(x)Zu0(x)v(x)dx
Mudan¸ca de vari´aveis u=ψ(x)
Zf(ψ(x)) ψ0(x)dx =Zf(u)du =F(u) + C=Fψ1(x)+C, com ψ0(x)6= 0
Casos particulares
Rf(ax +b)dx =1
aF(ax +b) + C, a 6= 0 Rψ0(x)
ψ(x)dx = ln |ψ(x)|+C, ψ0(x)6= 0
Integra¸ao de frac¸oes racionais RPm(x)
Qn(x)dx, onde Pm, Qnao polin´omios de grau m, n
(1) fazer, se necess´ario, a divis˜ao dos polin´omios (numerador deve ter grau inferior ao do denominador);
(2) determinar zeros, e sua multiplicidade, do denominador
Qn(x) = a0Πj(xaj)αj
| {z }
ra´ızes r eais
Πs(x2+bsx+cs)βs
| {z }
ra´ızes complexas (b2
s4cs<0)
(3) partir o integral de acordo com as ra´ızes do denominador:
ZPm(x)
Qn(x)dx =1
a0Z
X
jA1
xaj
+A2
(xaj)2+· ·· +Aαj
(xaj)αj+
X
sB1x+C1
x2+bsx+cs
+B2x+C2
(x2+bsx+cs)2+· ·· +Bβsx+Cβs
(x2+bsx+cs)βs#dx
1
pf2

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TABELA DE PRIMITIVAS

f (x)dx = F (x) + C, C ∈ R e x ∈ I, intervalo de R

Primeiras regras

  • (^) dxd

f (x)dx

= f (x)

f ′(x)dx = f (x) + C

αf (x)dx = α

f (x)dx, α ∈ R

[f (x) ± g(x)]dx =

f (x)dx ±

g(x)dx

Primitivas imediatas

xndx = x

n+ n+1 +^ C,^ n^6 =^ −1 e^ x >^0

x dx^ = ln^ |x|^ +^ C,^ x^6 = 0

exdx = ex^ + C

cos xdx = sin x + C

sin xdx = − cos x + C

sec^2 xdx = tan x + C

cosec^2 xdx = − cot x + C

1+x^2 dx^ = arctan^ x^ +^ C^ =^ −arccot^ x^ +^ K

√ 1 −x 2 dx = arcsin x + C = − arccos x + K e x ∈ (− 1 , 1)

cosh xdx = sinh x + C

sinh xdx = cosh x + C

√x (^2) +1 dx = arsinhx + C

√x (^2) − 1 dx = arcoshx + C

Integra¸c˜ao por partes (^) ∫

u(x)v′(x)dx = u(x)v(x) −

u′(x)v(x)dx

Mudan¸ca de vari´aveis u = ψ(x) ∫ f (ψ(x)) ψ′(x)dx =

f (u)du = F (u) + C = F

ψ−^1 (x)

  • C, com ψ′(x) 6 = 0

Casos particulares

f (ax + b)dx = (^1) a F (ax + b) + C, a 6 = 0 •

∫ (^) ψ′(x) ψ(x) dx^ = ln^ |ψ(x)|^ +^ C,^ ψ

′(x) 6 = 0

Integra¸c˜ao de frac¸c˜oes racionais

∫ (^) Pm(x) Qn(x) dx,^ onde^ Pm, Qn^ s˜ao polin´omios de grau^ m, n

(1) fazer, se necess´ario, a divis˜ao dos polin´omios (numerador deve ter grau inferior ao do denominador );

(2) determinar zeros, e sua multiplicidade, do denominador Qn(x) = a 0 Πj (x − aj )αj ︸ ︷︷ ︸ ra´ızes reais

Πs(x^2 + bsx + cs)βs ︸ ︷︷ ︸ ra´ızes complexas (b^2 s − 4 cs<0) (3) partir o integral de acordo com as ra´ızes do denominador: ∫ Pm(x) Qn(x)

dx = 1 a 0

j

A 1

x − aj

+ A^2

(x − aj )^2

Aαj (x − aj )αj

s

B 1 x + C 1 x^2 + bsx + cs

  • B^2 x^ +^ C^2 (x^2 + bsx + cs)^2

  • · · · + Bβs^ x^ +^ Cβs (x^2 + bsx + cs)βs

)]

dx

1

2

(4) resolver o integral de cada uma das parcelas:

i)

∫ (^) dx x−a = ln^ |x^ −^ a|^ +^ C^ ii)^

∫ (^) dx (x−a)m^ =^

m− 1 (x−a)m−^1 +^ C,^ m^ = 2,^3 ,^ · · ·

iii)

∫ (^) Ax+B (x^2 +bx+c)m^ dx,^ com^ b

(^2) − 4 c < 0 e m = 1, 2 , 3 , · · ·

  • H´a uma mudan¸ca linear de vari´avel, u = αx + β, que transforma o denominador x^2 + bx + c em u^2 + 1; O integral reduz-se ent˜ao a ∫ Ax + B x^2 + bx + c dx^ =

C 1 u + C 2 (u^2 + 1)m^ du^ =^

C 1

2 u (u^2 + 1)m^ du^ +^ C^2

(u^2 + 1) − u^2 (u^2 + 1)m^ du

  • se m > 1 usar integra¸c˜ao por partes no segundo integral para baixar o grau do denominador; proceder at´e obter denominador u^2 + 1;
  • se m = 1 ent˜ ∫ ao C 12 u + C 2 u^2 + 1 du^ =^ C^1

2 u u^2 + 1 du^ +^ C^2

u^2 + 1 du ambos resol´uveis por t´ecnicas anteriores.

Outras mudan¸cas comuns cos^2 u + sin^2 u = 1 ⇔ 1 + tan^2 u = sec^2 u e cosh^2 u − sinh^2 u = 1

f (

1 − x^2 )dx fazer substitui¸c˜ao x = sin u, dx = cos udu; (note que sin^2 u = 1 − cos^2 u)

f (

1 + x^2 )dx fazer substitui¸c˜ao x = sinh u, dx = cosh udu; (note que cosh^2 u = sinh^2 u + 1) tamb´em funciona usar x = tan u, dx = sec^2 udu;

f (

x^2 − 1)dx fazer substitui¸c˜ao x = cosh u, dx = sinh udu; (note que sinh^2 u = cosh^2 u − 1) tamb´em funciona usar x = sec u, dx = sec u tan udu;

f (sinm^ x, cosn^ x)dx i) se n ´e ´ımpar (n = 2N + 1) ent˜ao fazer cosn(x) = [1 − sin^2 (x)]N^ cos(x) e usar u = sin(x), du = cos(x)dx;

ii) se m ´e ´ımpar (m = 2M + 1) ent˜ao fazer sinm(x) = [1 − cos^2 (x)]M^ sin(x) e usar u = cos(x), du = − sin(x)dx;

iii) se ambos, m e n, s˜ao pares, usar as f´ormulas

cos^2 x = 1 + cos(2x) 2

sin^2 x =^1 −^ cos(2x) 2 para reduzir a um dos casos i) ou ii).

Mudan¸ca universal x = 2 arctan(u) ⇔ u = tan( x 2 ) ∫ f (sin(x), cos(x)) dx =

f

2 u u^2 + 1

, 1 −^ u

2 u^2 + 1

2 du u^2 + 1 onde sin(x) = 2 sin(

x 2 ) cos(^

x 2 ) =

2 tan( x 2 ) sec^2 ( x 2 )

=

2 u u^2 + 1

cos(x) = cos^2 ( x 2

) − sin^2 ( x 2

= cos^2 (

x 2

)[1 − tan^2 (

x 2

)]

1 − u^2 u^2 + 1