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Antropometria, Notas de estudo de Educação Física

Segundo MARINS & GIANNICHI (2003, p. 35) a antropométria representa um importante recurso de assessoramento para uma analise completa de um indivíduo, seja ele atleta ou não, pois oferece informações ligadas ao crescimento, desenvolvimento e envelhecimento, sendo por isso crucial na avaliação do estado físico e no controle de diversas variáveis que estão envolvidas durante uma prescrição de treinamento.

Tipologia: Notas de estudo

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
LEONARDO DE ARRUDA DELGADO
MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
São Luis
2004
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

LEONARDO DE ARRUDA DELGADO

MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS

São Luis 2004

Leonardo de Arruda Delgado

2

Leonardo de Arruda Delgado 4

  • 1 INTRODUÇÃO SUMÁRIO
  • 2 HISTÓRICO
  • 3 3.1MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS Definição 9....................................................................
    • 3.2 Classificação...........................................................................................
    • 3.3 Recomendações
    • 3.4 Medidas lineares
      • 3.4.1 3.4.1.1 Estatura Definição 12...................................................................................
        • 3.4.1.2 Material
        • 3.4.1.3 Protocolo...................................................................................
        • 3.4.1.4 Cuidados durante as medidas das alturas................................
      • 3.4.2 3.4.2.1 Altura total Definição........................................................................................ 17...................................................................................
        • 3.4.2.2 Material
        • 3.4.2.3 Procedimento............................................................................
      • 3.4.3 Envergadura
        • 3.4.3.1 3.4.3.2 DefiniçãoMaterial 18...................................................................................
        • 3.4.3.3 Protocolo...................................................................................
        • 3.4.3.4 Precauções...............................................................................
    • 3.5 Medidas transversais ou diâmetros.........................................................
      • 3.5.1 3.5.2 DefiniçãoMaterial
        • 3.5.2.1 Paquímetro ósseo.....................................................................
        • 3.5.2.2 Compasso de pontas rombas
        • 3.5.2.3 Antropômetro de delizamento...................................................
      • 3.5.3 3.5.4 PrecauçõesLocais padronizados para medições de diâmetros
        • 3.5.4.1 Diâmetro biestilóide rádio-ulnar do punho
        • 3.5.4.2 Diâmetro biepicôndiliano umeral (cotovelo)
        • 3.5.4.3 Diâmetro biepicôndiliano do fêmur
        • 3.5.4.4 3.5.4.5 Diâmetro biacromialDiâmetro torácico transverso..................................................................
    • 3.6 Medidas de circunferência ou perímetro
      • 3.6.1 Definição
      • 3.6.2 Material
      • 3.6.3 3.6.4 PrecauçõesLocais padronizados para medições de circunferências 26..................
        • 3.6.4.1 Pescoço
        • 3.6.4.2 Ombros
        • 3.6.4.3 Tórax
        • 3.6.4.4 3.6.4.5 CinturaAbdome
        • 3.6.4.6 Quadril
        • 3.6.4.7 Braço relaxado..........................................................................
        • 3.6.4.8 Braço contraído
        • 3.6.4.9 3.6.4.10 AntebraçoPunho
        • 3.6.4.11 Coxa glútea...............................................................................
        • 3.6.4.12 Coxa medial..............................................................................
        • 3.6.4.13 Perna
    • 3.7 3.6.4.14Medidas de dobras cutâneas Tornozelo..................................................................................
      • 3.7.1 Locais padronizados para medições de dobras cutâneas
        • 3.7.1.1 Dobra cutânea peitoral (PT)......................................................
        • 3.7.1.2 Dobra cutânea subescapular (SB)............................................
        • 3.7.1.3 3.7.1.4 Dobra cutânea axilar média (AM)Dobra cutânea supra-ilíaca (SI)
        • 3.7.1.5 Dobra cutânea abdominal (AB).................................................
        • 3.7.1.6 Dobra cutânea triciptal (TR)......................................................
        • 3.7.1.7 Dobra cutânea biciptal (BI)
        • 3.7.1.8 3.7.1.9 Dobra cutânea da coxa (CX)Dobra cutânea panturrilha medial (PM)
    • 3.8 Medidas de massa corporal
      • 3.8.1 Definição
      • 3.8.2 3.8.3 ObjetivoMaterial 41............................................................................................
      • 3.8.4 Procedimento...................................................................................
      • 3.8.5 Precauções
  • 4 ÍNDICES ANTROPOMÉTRICOS
    • 4.1 4.2 Índice de massa corporal (IMC)Relação cintura quadril (RCQ)
    • 4.3 Índice de Conicidade (IC)........................................................................
  • 5 SOMATOTIPOLOGIA
    • 5.1 Princípios gerais da somatotipologia.......................................................
    • 5.2 5.3 Contribuição do somatotipo para a cineantropometriaSomatotipo de SHELDON....................................................................... 55............................
    • 5.4 Somatotipologia de HEATH & CARTER
    • 5.5 Cálculo do somatotipo.............................................................................
      • 5.5.1 Determinação do primeiro componente (ENDOMORFIA)
      • 5.5.2 5.5.3 Determinação do segundo componente (MESOMORFIA)Determinação do terceiro componente (ECTOMORFIA).................
    • 5.6 Classificação somatotipológica
  • 6 AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE MATURIDADE BIOLÓGICA
    • 6.1 Conceitos e pressupostos.......................................................................
    • 6.2 6.2.1 Avaliação da maturidade biológica Auto-avaliação da maturidade sexual..........................................................
      • 6.2.2 Forma de aplicação
      • 6.2.3 Precauções
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • Figura 1 Altura. Figura 2 Altura ou estatura....................................................................................................... ÍNDICE DE FIGURAS
  • Figura 3 Altura total.
  • Figura 4 Paquímetro ou antropômetro.
  • Figura 5 Compasso de pontas rombas.
  • Figura 6 Antropômetro de delizamento. Figura 7 Diâmetro biestilóide do punho. 21................................................................
  • Figura 8 Diâmetro biepicôndiliano do úmero.
  • Figura 9 Diâmetro biepicôndiliano do fêmur.
  • Figura 10 Diâmetro biacromial
  • Figura 11 Diâmetro torácico transverso. Figura 12 Fita métrica metálica flexível. 26...............................................................
  • Figura 13 Medidas da circunferência do pescoço.
  • Figura 14 Medida da circunferência dos ombros...................................................
  • Figura 15 medida da circunferência do tórax.
  • Figura 16 Medida da circunferência da cintura. Figura 17 Medida da circunferência do abdome......................................................
  • Figura 18 Medida da circunferência do quadril......................................................
  • Figura 19 Medida da circunferência do braço relaxado.........................................
  • Figura 20 Medida da circunferência do braço contraído.
  • Figura 21 medida da circunferência do antebraço. Figura 22 Medida da circunferência do punho.
  • Figura 23 Medida da circunferência da coxa glútea.
  • Figura 24 Medida da circunferência da coxa medial.
  • Figura 25 Medida da circunferência da perna.
  • Figura 26 Medida da circunferência do tornozelo. Figura 27 Dobra torácica ou peitoral axilar............................................................ 36.................................................
  • Figura 28 Dobra subescapular.
  • Figura 29 Dobra cutânea axilar média.
  • Figura 30 Dobra supra-ilíaca.
  • Figura 31 Dobra abdominal. Figura 32 Dobra cutânea triciptal.
  • Figura 33 Dobra biciptal.
  • Figura 34 Dobra da coxa.
  • Figura 35 Panturrilha medial.
  • Figura 36 Massa corporal total.

Leonardo de Arruda Delgado

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ANTROPOMETRIA

1 INTRODUÇÃO

Segundo MARINS & GIANNICHI (2003, p. 35) a antropométria representa um importante recurso de assessoramento para uma analise completa de um indivíduo, seja ele atleta ou não, pois oferece informações ligadas ao crescimento, desenvolvimento e envelhecimento, sendo por isso crucial na avaliação do estado físico e no controle de diversas variáveis que estão envolvidas durante uma prescrição de treinamento.

O emprego da antropométria pode ser considerado como componente de controle de um treinamento, visto que alguns de seus elementos (composição corporal) sofrem interferência direta de acordo com o grau de treino.

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7 O povo grego possivelmente tenha sido o primeiro povo a cultuar a forma corporal como sinônimo de beleza, estética e saúde; seus deuses eram figuras compostas por formas que eram consideradas perfeitas.

QUETELET (1786-1874), considerado o pai da antropométria, é creditado como tendo descoberto a ciência e divulgado o termo Antropometria. Ele descobriu que a teoria da curva de Gauss podia ser aplicada nos modelos estatísticos para a análise dos fenômenos biológicos, principalmente em medidas antropométricas. Em 1835, Quelet publicou o trabalho “Man and the Development of his Faculties”, ou “An Essay Upon social Physics”, em quatro volumes, sendo que os dois primeiros são dedicados as qualidades físicas do homem (KROKOWER, 1937).

A primeira investigação envolvendo mensuração física foi realizada em 1854, por ZEISSING, em um estudo com adolescentes Belgas. Um pouco mais tarde, em 1860, CRONWELL estudou o crescimento de escolares de 8 a 18 anos, de Manchester, e descobriu que, em geral, as meninas eram mais altas que e mais pesadas que os meninos, entre as idades de 11 e 14 anos; a partir daí, os meninos tornaram-se mais altos e mais pesados.

No continente Americano, o primeiro estudo antropométrico aplicado à Educação Física parece ter sido realizado pelo Dr. Edward Hitchcok em 1861, em Amherst, na Universidade de Amherst, Massachussets, USA. Ele mensurou peso, estatura, circunferências e força de braços dos estudantes, bem como

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desenvolveu tabelas que mostravam resultados médios destas variáveis, na qual o próprio estudante poderia plotar e interpretar seus dados.

O termo Antropometria parece ter sido usado pela primeira vez no seu sentido contemporâneo, em 1659, na tese de graduação do alemão ELSHATZ. Seu estudo, “Antropometria - da mútua proporção dos membros do corpo humano: questões atuais de harmonia” eram inspiradas nas leituras de Pitágoras e Platão, e da filosofia médica de sua época.

O avanço da antropometria aconteceu no final do século XIX, com a definição dos pontos anatômicos, os quais foram estudados, discutidos e padronizados, para realizar as medidas antropométricas. Em 1906, no I Congresso Internacional de Antropologia, 38 dimensões de cadáveres e 19 medidas da cabeça e face foram padronizadas. Já, por ocasião da realização do II Congresso Internacional, em 1912, foram padronizadas medidas do corpo humano vivo (PEREIRA NETO, 1992).

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que podem proporcionar estimativas nacionais e dados para análise de mudanças seculares.

3.2 Classificação

Podemos classificar as principais medidas antropométricas utilizadas em Educação Física em:

  • Medidas lineares: que incluem as medidas de caráter longitudinais (alturas e comprimentos) e transversais (diâmetros).
  • Medidas de circunferência ou perímetros:
  • Medidas de dobras cutâneas;
  • Medidas de composição corporal;
  • Índices antropométricos;
  • Medidas somatotipologicas.

3.3 Recomendações

MARINS & GIANNICHI (op. cit) apresentam algumas recomendações gerais sobre antropométria:

  • Antes da coleta de dados é sempre interessante que o avaliador tenha conhecimento sobre as razões e objetivos da medição;

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  • Procure realizar a coleta de dados em um local de uso exclusivo do avaliador e do avaliado;
  • O avaliado deverá receber, com antecedência, um formulário com as orientações sobre o tipo de roupa adequada para esta avaliação;
  • Deve-se ter total atenção quanto a questão da calibração periódica dos instrumentos;
  • O registro de dados antropométricos deverá seguir sempre o lado direito do avaliado, mesmo no caso em que este lado não corresponda ao lado dominante do avaliado;
  • Recomenda-se a marcação dos pontos anatômicos de referência, com lápis dermográfico antes do registro dos dados;
  • Observar a postura do avaliado, que deverá ser compatível com o procedimento de registro do dado;
  • É interessante que o avaliador mantenha certa distância do avaliado, evitando, assim, situações constrangedoras;
  • Um auxiliar colaborando com o registro dos dados aumenta a velocidade da coleta;
  • Em um trabalho longitudinal é importante reproduzir o mesmo método e protocolo em todas as provas, permitindo, assim, uma comparação adequada entre os resultados. Sempre que for possível também se recomenda que a coleta de dados seja feita pelo mesmo avaliador.

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13 A ação da gravidade, o peso do corpo e o achatamento dos discos intervertebrais são os responsáveis por este fenômeno. No decorrer das 24 horas do dia, a altura varia em média 2,5 cm em média.

Em conseqüência, deve-se usar o termo altura ou estatura para definir a medida longitudinal, obtida na posição em pé, quando se mede o indivíduo na posição deitada, fala-se em distância ou comprimento. Esta posição é utilizada para medir crianças até 3 anos.

Após os três anos, a criança cresce em média 6 cm por ano. Observa- se que os meninos crescem sempre mais que as meninas, na mesma raça. Na puberdade, porém, as meninas crescem mais que os meninos e na idade adulta estes recuperam e ultrapassam aquelas, em altura. Na idade adulta, a média de altura é de 130 a 199 cm. A mulher tem geralmente 10 cm, em média, menos que o homem, de mesma idade.

Durante a vida, a altura passa por uma fase em que há uma elevação dos valores e que vai do nascimento até os 25 anos aproximadamente. A seguir, os valores se mantém até os 50 anos, quando começam a diminuir devido a processos que afetam os discos intervertebrais.

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14 3.4.1.1 Definição

Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo.^ Figura 1^ Altura. A altura ou estatura é a medida da distância em linha reta entre dois planos, um tangente à planta dos pés e outro tangente ao ponto mais alto da cabeça (ponto vértex), estando o indivíduo em pé, na posição fundamental, com o corpo o mais alongado possível e a cabeça posicionada com o plano de FRANKFURT.

3.4.1.2 Material

O instrumento que se utiliza para medir a altura é o estadiômetro, este equipamento consiste de uma prancha de madeira, ferro ou plástico vertical, presa a uma base horizontal, formando um ângulo de 90 graus, a esta prancha, fixa-se uma trena, cuja sua leitura é de ordem de 1mm, possuindo uma escala de medida vertical, instalada a partir de uma base lisa e rígida, com um plano horizontal

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medida é feita com o indivíduo em apnéia inspiratória, de modo a minimizar possíveis variações sobre esta variável antropométrica.

A cabeça deve estar orientada no plano de Frankfurt, paralela ao solo. A Medida será feita com o cursor em ângulo de 90 graus em relação à escala. Permite-se ao avaliado usar calção e camiseta, exigindo-se que esteja descalço. São feitas três medidas considerando-se a média como valor real da altura.

3.4.1.4 Cuidados durante as medidas das alturas

Ao efetuar as medidas de altura, determinados cuidados devem ser levados em consideração, para diminuir a margem de erros. Os principais cuidados são:

  1. O avaliador deve preferivelmente se posicionar à direita do avaliado.
  2. Devemos registrar a hora em que foi feita a medida, sendo que em trabalhos longitudinais devemos procurar efetuar as medidas em um mesmo horário ou período do dia.
  3. Evitar que o indivíduo se encolha quando o cursor tocar sua cabeça.
  4. Observar que entre as medidas o avaliado troque de posição no instrumento de medida.

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17 3.4.2 Altura total 3.4.2.1 Definição

É à distância do ponto dactylion até a região plantar, estando o avaliado com o membro superior direito na vertical elevado a 180°, por sobre a cabeça e com o cotovelo estendido.

Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo.^ Figura 3^ Altura total.

3.4.2.2 Material

Uma tábua, 30 centímetros de largura por 2 metros de comprimento, graduada em centímetros e milímetros e fixada a partir de 2 metros de altura. Para crianças a tabua deve ser fixada, a partir de 1 metro de altura, pó de giz ou magnésio, 1 cadeira (45 cm) e material para anotação.

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19 3.4.3.4 Precauções

  • O avaliado deverá estar em pé;
  • Braços supinados e mãos espalmadas com os dedos unidos;
  • A Medida será feita com o avaliado em apnéia insiratória.

3.5 Medidas transversais ou diâmetros

3.5.1 Definição

São medidas biométricas, realizadas em projeção entre dois pontos considerados, que podem ser simétricos ou não, situados em planos geralmente perpendiculares ao eixo longitudinal do corpo. As medidas podem ser realizadas em ambos os lados do corpo, mas quando o fator tempo para aplicação for considerado, o lado direito deverá ser o escolhido por convenção internacional.

3.5.2 Material

Antropômetro com tamanhos variáveis dependentes do seguimento a ser medido. A leitura deve ser feita em décimos de milímetros, e para isto é necessário consultar a escala Vernir.

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20 Entre os principais tipos de antropômetros podemos citar: o Paquímetro Ósseo, o Compasso de Pontas Rombas e o Antropômetro de Delizamento.

3.5.2.1 Paquímetro ósseo

Fonte : CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa.^ Figura 4^ Paquímetro ou antropômetro. É o aparelho usado para medir pequenos perímetros ósseos como: Biestilóide do Punho, Biepicondiliano do Úmero e Biepicondiliano do Fêmur. É importante que as hastes dos aparelhos sejam longos o suficiente para permitir a medida sem limitação de acesso aos pontos anatômicos.

3.5.2.2 Compasso de pontas rombas

É um aparelho utilizado para a medida dos diâmetros do tronco.