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Aparelho do Leme, Notas de aula de Engenharia Biológica

aparelho do leme, aulas

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 14/05/2010

tatiane-silva-6
tatiane-silva-6 🇧🇷

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Aparelhos do leme
São máquinas destinadas a mover o leme, entre estes temos:
1. Aparelho com Cana e Gualdropes - utilizado nas embarcações mais
velhas e em algumas pequenas embarcações.
Gualdropes são cabos
de arame, correntes ou
vergalhões, os quais
transmitem o
movimento do timão ao
leme. gualdropes
Cana do leme
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Roda do leme
ou timão
1. Aparelho com Cana e Gualdropes -
Deste modo, girando-se o timão, e com ele o
tambor, o gualdrope de um bordo vai-se
enrolando no tambor e o do outro bordo vai-
se desenrolando, movendo-se assim a cana
do leme
Os gualdropes dão algumas voltas em um
tambor fixado firmemente ao timão e no
mesmo eixo deste
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Aparelhos do leme

São máquinas destinadas a mover o leme, entre estes temos:

1. Aparelho com Cana e Gualdropes - utilizado nas embarcações mais

velhas e em algumas pequenas embarcações.

Gualdropes são cabos de arame, correntes ou vergalhões, os quais transmitem o movimento do timão ao leme. gualdropes Cana do leme

leme

Roda do leme ou timão

1. Aparelho com Cana e Gualdropes -

Deste modo, girando-se o timão, e com ele o tambor, o gualdrope de um bordo vai-se enrolando no tambor e o do outro bordo vai- se desenrolando, movendo-se assim a cana do leme

Os gualdropes dão algumas voltas em um tambor fixado firmemente ao timão e no mesmo eixo deste

gualdropes

1. Aparelho com

Cana e

Gualdropes -

Aparelhos do leme

1. Aparelho com Setor, Coroa e Sem-Fim - O setor dentado engrena em uma coroa também dentada que, por sua vez se conecta a um parafuso sem-fim, o qual recebe movimento da roda do leme através de engrenagens e veio transmissor.

Setor dentado

Coroa dentada

Parafuso sem-fim

3. Aparelho com Cursor e Duplo Sem-Fim - Dois tirantes fixos à

cana do leme se conectam a dois cursores , os quais deslizam ao

longo de um parafuso sem-fim , que é de rosca direita em metade de

seu comprimento e de rosca esquerda na outra metade.

Quando o parafuso se move num ou noutro sentido, os cursores

aproximam-se ou afastam-se e fazem girar a cana do leme.

Aparelho com Coroa e Corrente: Sistema de coroa e corrente que se conectam desde o timão à popa da embarcação onde a corrente engrena em um setor dentado, o qual faz girar o leme.

Cana do leme

leme

Roda do leme ou timão

CORRENTE

Aparelho de leme

Aparelho do Leme Improvisado - utiliza o diferencial de automóvel conectado diretamente à madre do leme e movido por meio de engrenagens e veio transmissor.

Aparelho de leme

Aparelho com Setor e Sem-Fim - um setor dentado é fixado à cachola da madre do leme, o qual engrena em um parafuso sem-fim, que recebe movimento da roda do leme por intermédio de transmissão e engrenagens.

  • Vela é qualquer tipo de superfície que gere trabalho quando

exposta ao vento.

  • velas quadrada só permite utilizar o vento a favor (spinnaker),

fixas em vergas na parte superior e inferior.

  • Velas latinas (triangulares), fixas na parte inferior por vergas

e na parte lateral em mastros

LATINAS

SPINNAKER

P ropulsão a remo (botes a remo, canoas).

A propulsão a remo é realizada em barcos que não possuem motores.

Os remos são hastes de madeira leve, servindo para movimentar a embarcação, quando impulsionados pelos remadores.

Constam de três partes:

•Punho - parte cilíndrica mais fina, onde os remadores apóiam as mãos;

•Pá - é a outra extremidade, larga e achatada, que trabalha n’água durante a remada;

•haste - é a parte compreendida entre estes dois extremos.

punho

haste

Propulsor a roda

  • utilizada em barcos fluviais de pequeno calado, para a navegação em

baixos fundos.

  • Podem existir duas rodas, uma em cada bordo da embarcação, ou apenas

uma roda situada na popa.

  • Cada roda é formada por pás montadas radialmente em um eixo (veio)

perpendicular ao plano longitudinal e situado acima da linha de flutuação da embarcação.

EIXO

Características do Hélice –

  • O diâmetro do hélice é o diâmetro da circunferência que circunscreve os extremos das pás.
  • Chama-se passo do hélice o comprimento medido na direção do veio, correspondente a uma espiral completa, ou a uma rotação da pá.
  • Se a água fosse um meio rígido, tal como uma porca, o passo representaria exatamente o avanço (a) do hélice por cada rotação.
  • Nestas condições hipotéticas a velocidade ″ V ″ da embarcação poderia ser determinada por: V = p x n , sendo ″ p ″ o passo do hélice e ″ n ″ o número de rotações por unidade de tempo.
  • Porém, como a água não reage como uma porca, decorre que o avanço (″ a ″) por rotação é inferior ao passo ″ p ″.

Características do Hélice –

  • A diferença entre o passo e o avanço ou a diferença entre a

velocidade teórica e a velocidade real da embarcação é chamada

de recuo do hélice.

  • Designa-se coeficiente de recuo a relação: p - a / p,
  • Em embarcações com um só hélice e com um bom estado de mar

este coeficiente fica em torno de 5 a 10%.

  • No caso de dois hélices fica em torno de 10 a 20%.
  • O hélice pode ser de passo direito ou de passo esquerdo.
  • Ele será de passo direito quando na marcha a vante o hélice gira

no sentido dos ponteiros do relógio e de passo esquerdo quando

ocorre o contrário.

  • Linha de Propulsão - A linha de propulsão de uma embarcação é constituída por: - um eixo ou veio, o qual é composto de: - veio geral , - túnel , - tubo telescópio , - flanges de acoplamento, - chumaceiras de suporte, - bucim ,
  • Veio geral é o órgão através do qual o motor aciona o hélice,
  • Divide-se, no caso de grandes embarcações, em:
  • veio propulsor ,
  • veio intermediário •e veio motor.

Veio intermediário

Veio propulsor

Veio motor

•O veio propulsor atravessa o casco da embarcação dentro do tubo telescópio que é vedada com um bucim na extremidade anterior para evitar que a água entre na embarcação.

•As chumaceiras de suporte têm por finalidade apoiar o veio e amenizar as vibrações que o mesmo possa causar.

CHUMACEIRA DE SUSTENTAÇÃO

•O túnel é um compartimento estanque no qual se aloja o tubo telescópio e sua finalidade é evitar que o barco seja alagado em caso de avaria do tubo telescópio ou no bucim.

TUNEL

Condições que Influem no Rendimento do Propulsor –

O hélice propulsor atua na água, projetando-a para trás e esta reage

dando lugar a um impulso que faz mover a embarcação.

São quatro os fatores que influem no rendimento do propulsor:

a) O diâmetro do hélice;

b) A velocidade do hélice;

c) A imersão do hélice;

d) A posição do hélice.

  • Velocidade e Cavitação - Quando a velocidade do(s) hélice(s) é

muito elevada e grande o impulso dado à embarcação, a água pode

não fluir convenientemente pelo dorso das pás, dando lugar a um

vazio parcial que reduz o rendimento do propulsor e provoca fortes

vibrações conhecidas por cavitação.

Hélice em cavitação Resultado da cavitação

  • Vantagens de Dois ou mais Hélices
  • repartir por dois ou mais propulsores a potência motriz
  • evitar o emprego de hélices de grande diâmetro se a

imersão é pequena,

  • permite o emprego de máquinas relativamente

pequenas e facilita, por isso, a instalação em locais protegidos,

  • uma avaria num dos propulsores não impede que a

embarcação continue a navegar;

  • O uso de hélices laterais permite aumentar a facilidade

de evolução pela manobra conveniente das máquinas.

A instalação de três hélices (um central e dois laterais) apresenta as

seguintes vantagens em relação a dois ou quatro hélices:

  • o rendimento é excelente;
  • a ação do leme melhora;
  • Pode-se navegar normalmente utilizando-se apenas o hélice

central.

Posições comparativas entre navio de dois hélices e um ou dois lemes, respectivamente.

Um leme entres as correntes de descarga do hélice

Dois lemes no meio das correntes de descarga dos hélices

Proteção catódica da embarcação - é feita através de ânodos de sacrifício, os quais são constituídos de zinco (+ eletropositivo do que o ferro ou o aço) de alta pureza fixos no casco da embarcação.

Tipos de anodos (pedaço de metal que prontamente perde elétrons )

Exemplo da utilização de proteção catódica em navios

Fixação - Os anodos de zinco são fixos:

a) no casco: É fixado no sentido longitudinal do navio;

b) na popa: É colocado nas proximidades do leme;

c) no veio propulsor: São instalados anodos de zinco anelados colocados entre o cubo do hélice e a extremidade posterior da manga.

B e C

A

DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE ANODOS DE ZINCO PARA

UMA EMBARCAÇÃO.

Critério do Bureau of Ships - O casco de uma embarcação está

totalmente protegido quando o número de anodos de zinco padrões

(25,5lb) é dado pela seguinte fórmula:

n = 6,5 x A/1000 onde,

n é o número de anodos e

A é a área das obras vivas em pés.

Critério do American Zinc Institute - Uma embarcação está

totalmente protegida quando o número de anodos de zinco padrões é

dado pôr:

n = A/100 + B/5 onde,

n = nº de anodos,

A é a área das obras vivas e

B é a área das superfícies catódicas imersas (peças de aço, bronze,

cobre, latão etc.).

Seminário

1. Sistema de lubrificação e filtração em Motores

a diesel. moises

2. Sistema de partida dos motores Diesel

marítimos.(jesaias, gisele)

3. Operações de partida condução e parada de

motores Diesel. Natália e gelcirene

4.. Compressores de sobrealimentação e

reversibilidade de motores a diesel. Leonardo

24 de junho