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efeito do leme, Notas de aula de Engenharia Biológica

efeito do leme, aula

Tipologia: Notas de aula

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Compartilhado em 14/05/2010

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tatiane-silva-6 🇧🇷

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Os fatores que influem no
governo de uma embarcação:
Leme
Corrente do Hélice
Pressão lateral da pás do hélice
Corrente de esteira
Leme
Forças atuantes do navio seguindo a vante
com o leme a meio
1. Força propulsora
2. Resistência da água à marcha.
O movimento dos filetes líquidos ao longo
da querena é simétrico aos dois bordos.
Simetria de
filetes ao longo
dos bordos
Efeito:
Barco no
mesmo
rumo
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Os fatores que influem no

governo de uma embarcação:

• Leme

• Corrente do Hélice

• Pressão lateral da pás do hélice

• Corrente de esteira

Leme

Forças atuantes do navio seguindo a vante

com o leme a meio

1. Força propulsora

2. Resistência da água à marcha.

O movimento dos filetes líquidos ao longo

da querena é simétrico aos dois bordos.

Simetria de filetes ao longo dos bordos

Efeito: Barco no mesmo rumo

Navio a vante e leme para um bordo – três componentes de força

  1. uma paralela à porta do leme (pequena força de atrito)
  2. outra perpendicular - a pressão normal - que dá uma componente transversal de força
  3. outra longitudinal, contrária à marcha do navio que faz o mesmo perder velocidade.

Efeito: obriga a popa a guinar para o lado oposto do leme

propulsor

Bombordo

Boreste

  • Marcha à ré leme a um dos bordos - a pressão se exerce de ré

para a vante sobre a face posterior da porta

Efeito : a popa guina para o bordo onde está o leme

Bombordo

Boreste

Resistência da água

Resistência da água

4) Corrente de esteira : Esta corrente é formada pela massa d’água arrastada pelo navio durante a sua marcha, em virtude do atrito da querena na água.

Navio a vante - sentido de popa à proa e atinge a maior velocidade à popa, precisamente onde se encontram os hélices e o leme.

Efeito: •reduz a ação do leme, •aumenta a pressão sobre as pás superiores do hélice, equilibrando deste modo o maior esforço das pás inferiores, que trabalham em maior profundidade.

NAVIOS DE UM HÉLICE

O comportamento do navio sob a ação conjunta do leme e do hélice pode variar dependendo das características da embarcação, mas, no geral, obedecem aos princípios que se seguem.

Consideremos em todos os exemplos o navio com hélice de passo direito (rotação para a direita)

Comportamento do Navio e hélice a ré : O efeito do leme é reduzido a ré assumindo mais importância a ação do hélice no governo do navio.

Leme a meio - a influência da pressão lateral e da corrente de descarga que incide contra a face de BE (Boreste) da popa.

Bombordo

Boreste

Navio e hélice a ré

Leme a BB – influência da pressão lateral, efeito do leme da corrente de descarga e

sucção sob a face posterior da porta do leme.

Bombordo

Bombordo

Boreste

Navio e hélice a vante, e leme para um dos bordos Em um navio

partir do repouso a popa guinará para o bordo para o lado oposto

do leme.

À medida que o navio adquire velocidade, mas aumenta o efeito do

leme e só com este elemento se deve contar para o governo

quando é atingida a velocidade correspondente ao hélice.

Bombordo

Boreste

ou

3) Navio a vante e hélice a ré :

Leme a meio - A popa guina para BB sob a influência da pressão lateral e da

corrente de descarga sobre a face de BE da popa.

Bombordo

Boreste

Navio a vante e hélice a ré e leme a BB

O efeito do leme vencerá inicialmente os outros elementos e a popa guinará ligeiramente para BE.

A pressão lateral, a corrente de sucção na porta do leme e a corrente de descarga sobre a face lateral da popa tendem a produzir o efeito contrário e a popa começará a guinar para BB;

Bombordo

Boreste

1º momento (^) 2º momento

Navio a vante, hélice a ré e l eme a BE

  • O efeito do leme, a pressão lateral e a corrente de descarga fazem guinar a popa para BB,
  • A corrente de sucção tende a produzir efeito contrário.
  • A resultante faz que a popa guine para BB

Bombordo

Boreste

Navio a ré, hélice a vante e l eme a BE

Bombordo

Boreste

Bombordo

Boreste

Navio Rápido e hélice devagar

Navio devagar e hélice rápido

EFEITO DO VENTO E DA ÁGUA NO GOVERNO DE UMA

EMBARCAÇÃO.

•VENTO - A superfície que o navio expõe ao vento é, duma maneira

geral, maior à proa do que à popa, em virtude de ficarem a vante as

superestruturas mais altas.

•EFEITO DO MAR (ONDAS) - é análogo ao do vento.

Esforços que alteram o governo na embarcação

EFEITO DO VENTO E DA ÁGUA NO GOVERNO DE UMA EMBARCAÇÃO.

•ÁGUA - o calado é, em regra, maior à popa do que à proa e, pôr tal motivo, a parte de vante do navio oferece menor resistência a qualquer movimento lateral do que a ré.

Menor resistência a água

Maior resistência a água

Vento

Efeito - um navio deixado à deriva começa logo afastar a proa da direção do vento (arribar) até receber o vento pôr ante a ré do través.

Vento

No navio a vante basta um pequeno ângulo de leme a barlavento (lado onde sopra o vento) para agüentar o navio no rumo.

Na marcha a ré esta tendência é mais acentuada, principalmente quanto maior for a velocidade do navio, não sendo possível impedir que a popa se aproxime da linha do vento, mesmo com todo o leme a contrariar.

Vento Vento