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Aula Pratica Ensilado Quimico, Notas de aula de Engenharia Biológica

Roteiro simplificado aula pratica para elaboração de ensilado quimico de pescado

Tipologia: Notas de aula

2011

Compartilhado em 01/05/2011

pedro-oliveira-o2k
pedro-oliveira-o2k 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA PESQUEIRA
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Disciplina:TecnologiadoPescadoB
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Aulaprática
Tema: Elaboração de silagem química de pescado
Objetivo: mostrar o processo de preparação de silagem ácida a partir de resíduos de pescado.
Materialemétodos
O resíduo deve ser inicialmente separado em pequenos pedaços ou moído de modo
a ocorrer perfeita homogeneização como ácido, facilitando assim o processo de hidrólise das
proteínas pela ação enzimática presente no mesmo.
A temperatura deve ser a mesma do ambiente. Temperaturas elevadas, porém menor do
que 40C para não inativar as enzimas, favorecem o processo autolítico das proteínas diminuindo
o tempo de elaboração do produto.
A massa constituída de resíduos e o ácido devem ser acondicionados em tambores ou
tanques para promoção da autólise, deve ser observado o valor do pH para que o mesmo esteja
em torno de 4. Se esse valor estiver muito baixo (2 a 3) adiciona-se uma substancia basificante.
As substancias ácidas usualmente empregadas são o ácido muriático na proporção de
175 ml / kg de resíduo moído.
Menos tóxica ao manuseio é o uso do ácido fórmico e propionico. A quantidade desses
ácidos é misturada (1:1) e relação entre esses ácidos e a massa de pescado é para 3% do volume,
ou seja, 30 ml para 1 kg. Deve-se atentar para o valor de pH, recomenda-se controle a valor em
torno de 4.
Caso o resíduo possua muito óleo misturar com substancia antioxidante pode ser BHT.
Fluxogramadoprocesso
Para a produção do ensilado, deve-se seguir os seguintes passos:
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA PESQUEIRA

Disciplina: Tecnologia do Pescado B

Aula prática

Tema: Elaboração de silagem química de pescado

Objetivo : mostrar o processo de preparação de silagem ácida a partir de resíduos de pescado.

Material e métodos

O resíduo deve ser inicialmente separado em pequenos pedaços ou moído de modo a ocorrer perfeita homogeneização como ácido, facilitando assim o processo de hidrólise das proteínas pela ação enzimática presente no mesmo. A temperatura deve ser a mesma do ambiente. Temperaturas elevadas, porém menor do que 40C para não inativar as enzimas, favorecem o processo autolítico das proteínas diminuindo o tempo de elaboração do produto. A massa constituída de resíduos e o ácido devem ser acondicionados em tambores ou tanques para promoção da autólise, deve ser observado o valor do pH para que o mesmo esteja em torno de 4. Se esse valor estiver muito baixo (2 a 3) adiciona-se uma substancia basificante. As substancias ácidas usualmente empregadas são o ácido muriático na proporção de 175 ml / kg de resíduo moído. Menos tóxica ao manuseio é o uso do ácido fórmico e propionico. A quantidade desses ácidos é misturada (1:1) e relação entre esses ácidos e a massa de pescado é para 3% do volume, ou seja, 30 ml para 1 kg. Deve-se atentar para o valor de pH, recomenda-se controle a valor em torno de 4. Caso o resíduo possua muito óleo misturar com substancia antioxidante pode ser BHT.

Fluxograma do processo

Para a produção do ensilado, deve-se seguir os seguintes passos:

Matéria-prima (residuos de pescado)

Cozimento (20 a 40 minutos)

Trituração

Acidificação (misturar com ácido fórmico, 3,5% p/p: 3,5g de ácido para 100g de pescado)

Liquefação (Revolver a mistura e acompanhar o processo de hidrólise, medir o pH que deve ficar em torno de 4. Etapa realizada a temperatura ambiente durante 2 dias)

Produto final