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Apostila Calculo 1, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

Apostila completa Calculo 1

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 03/03/2010

bruno-souza-71
bruno-souza-71 🇧🇷

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bg1
Profa. Roseli Camargo da Silva de Paula
2010
Responsabilidade é saber que cada um de meus atos vai me construindo, vai me definindo, vai me
inventando. Ao escolher o que quero fazer vou me transformando pouco a pouco.
(Savater, 1998, p. 111).
Programa
Funções de uma Variável Real, Limite, Continuidade, Derivada de uma Função.
Objetivos
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Profa. Roseli Camargo da Silva de Paula

Responsabilidade é saber que cada um de meus atos vai me construindo, vai me definindo, vai me inventando. Ao escolher o que quero fazer vou me transformando pouco a pouco. (Savater, 1998, p. 111). Programa Funções de uma Variável Real, Limite, Continuidade, Derivada de uma Função. Objetivos

Criar habilidades matemáticas para utilização na vida profissional. Obter conceitos matemáticos e raciocínio lógico para situações do dia a dia. Aprender a usar noções de Cálculo Diferencial como forte ferramenta de trabalho.

Ao final do componente curricular o aluno deve ser capaz de:

• Identificar funções através de tabelas, gráficos e leis de associação;

• Construir gráficos de funções;

• Calcular limites utilizando as técnicas desenvolvidas;

• Calcular derivadas utilizando as técnicas desenvolvidas;

• Aplicar os conceitos na resolução de problemas.

Sistema de avaliação O processo de avaliação obedecerá aos critérios estabelecidos pelo Regimento da Universidade. A – se o aluno atingiu todos os objetivos do componente curricular; B – se o aluno atingiu a maioria dos objetivos do componente curricular; R – o aluno não atingiu o mínimo dos objetivos do componente curricular. A avaliação da participação do aluno será feita através de listas de exercícios (em classe ou extraclasse). A entrega de todas as listas de exercícios no prazo determinado é obrigatória para atribuição de um conceito. Esse conceito poderá substituir uma prova. Serão realizadas três provas individuais e escritas, nas quais o aluno, para ser aprovado, deverá obter conceito A ou B. Para o aluno que obtiver conceito R será aplicada uma prova substitutiva ao final do semestre envolvendo o conteúdo da(s) prova(s) em que obteve R; neste caso será aprovado se obter conceito A ou B.

Bibliografia

  • GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2002. v. 1.
  • ANTON, H. Cálculo : um novo horizonte. 6ª ed., vol. 1. Porto Alegre: Bookman, 2000.
  • HUGHES, Hallett et al. Cálculo e Aplicações. SãoPaulo: Edgard Blucher, 1999. v. 1.
  • SWOKOWSKI, E. W.. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994.
  • LEITHOLD, L.. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1982. v. 1.
  • ÁVILA, G.. Cálculo 1 : Funções de Uma Variável. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983.
  • SIMMONS, G. F.. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1987.
  • LARSON, R. E. et al. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998.

e-mail e/ou msn: [email protected]

Material de apoioF 0 E 8www.uniso.br/ead

Apoio ao presencial – Graduação Inscrições Entrar Roseli – Cálculo Diferencial e Integral I

ConfigurarF 0 E 8Alterar senhaF 0 E 8Ctrl C e Ctrl V

“Dicas” para aprender a matéria e ser aprovado na disciplina ... Sofia lembrou-se muito bem de situações nas quais sua mãe ou o professor da escola tinha tentado lhe ensinar alguma coisa para a qual ela não estava receptiva. Todas as vezes que ela havia realmente aprendido alguma coisa, isto só tinha acontecido graças a uma ajuda que partira dela mesma. (Gaarder, 1995, p. 74). Bom semestre e Bom curso.

0. REVISÃO BÁSICA

Exemplos:

1) raiz quadrada de 2:=1,414213...

2) pi:F 0 7 0= 3,141592...

3) base do logaritmo natural: e = 2,718281...

4) raiz quadrada de qualquer nº inteiro, cujo resultado não é um nº inteiro.

Os números reais são aqueles que possuem uma representação decimal (que pode ser finita, infinita periódica ou infinita não periódica). Denotamos por |R, o conjunto dos números reais. O conjunto dos números racionais “mais” (união) conjunto dos irracionais formam o conjunto dos números reais. Assim, | R = QF 0 C 8I.

O diagrama abaixo mostra a relação entre os conjuntos numéricos: |NF 0 C CZF 0 C CQF 0 C C|R

Representação geométrica do conjunto |R

Subconjuntos de |R (intervalos)

Dados dois números reais a e b, tais que a < b, chama-se intervalo a todo conjunto de todos números reais compreendidos entre a e b, podendo inclusive incluir a e b. Os números a e b são os limites do intervalo, sendo a diferença b - a , chamada amplitude do intervalo. Se o intervalo incluir a e b, o intervalo é fechado e caso contrário, o intervalo é dito aberto.

A tabela, abaixo, define os diversos tipos de intervalos.

TIPOS REPRESENTAÇÃO OBSERVAÇÃO INTERVALO FECHADO [a;b] = {xF 0 C ER; aF 0 A 3xF 0 A 3b} inclui os limites a e b INTERVALO ABERTO (a;b) = { xF 0 C ER; a < x < b} exclui os limites a e b INTERVALO FECHADO A ESQUERDA

[a;b) = { xF 0 C ER; aF 0 A 3x < b} inclui a e exclui b

INTERVALO FECHADO À

DIREITA

(a;b] = {xF 0 C ER; a < xF 0 A 3b} exclui a e inclui b

INTERVALO SEMI-FECHADO [a;+F 0 A 5) = {xF 0 C ER; xF 0 B 3a} Valores maiores ou iguais a a. INTERVALO SEMI-FECHADO (-F 0 A 5; b] = { xF 0 C ER; xF 0 A 3b} Valores menores ou iguais a b.

INTERVALO SEMI-ABERTO (-F 0 A 5; b) = { xF 0 C ER; x < b} Valores menores do que b. INTERVALO SEMI-ABERTO (a; +F 0 A 5) = { xF 0 C ER: x > a } Valores maiores do que a.

Observe que o conjunto dos números reais pode ser representado na forma de intervalo como |R = ( -F 0 A 5; +F 0 A 5).

Geometricamente representamos os intervalos por retas:

[a, b] = {xF 0 C E R F 0 B DaF 0 A 3xF 0 A 3b}

(a, b] = {xF 0 C E R F 0 B Da < xF 0 A 3b}

[a, b) = {xF 0 C E R F 0 B DaF 0 A 3x < b}

(a, b) = {xF 0 C E R F 0 B Da < x < b} [a, +F 0 A 5) = {xF 0 C E R F 0 B DxF 0 B 3a}

(a, +F 0 A 5) = {xF 0 C E R F 0 B Dx > a}

(-F 0 A 5, b] = {xF 0 C E R F 0 B DxF 0 A 3b}

(-F 0 A 5, b)= {xF 0 C E R F 0 B Dx < b}

Exemplos:

1) [ 1,5 ] = {x |R | 1 x 5}.

2) (-, 3 ) ={x |R | x < 3}.

3) (-1, 4 ] = {x |R | - 1 < x 4}.

Exemplos:

1) x^2 + 2x -15 =0 (a = 1, b = 2, c = -15,)

x = x1 = = 3 x 2 = = - Solução: S = {-5,3}

2) 2x^2 – 5x + 2 = 0 ( a = 2, b = -5 , c = 2 )

x = = x1 = = 2 x 2 = = 0, Solução: S = {0,5; 2}

Podemos prever a existência ou não de raízes de uma equação examinando oF 0 4 4(delta): SeF 0 4 4> 0 => existem duas raízes reais distintas (x 1 x 2 )

SeF 0 4 4= 0 => existem duas raízes reais iguais. (x 1 = x 2 ) SeF 0 4 4< 0 => não existem raízes reais.

Exemplos:

a) x 2 –6x +7 = 0 = (-6)^2 – 4 .1. 7 =36 –28 = 8 > 0 2 raízes distintas

b) 9x^2 +12x +4 = 0 = (12) 2 – 4 .9 .4 = 144 – 144 = 0 2 raízes iguais

c) 2x^2 +5x+9 = 0 = (5) 2 – 4 .2. 9 = 25 –72 = -47 < 0 nenhuma raiz.

OBS.: As equações que têm b = 0 ou c = 0 são chamadas incompletas. Para resolvermos equações incompletas do 2º grau não é necessário o uso da fórmula conhecida por Báskara.

(I) Se b = 0F 0 E 0ax^2 + c =0F 0 E 0 ax^2 = - cF 0 E 0 x^2 =F 0 E 0 x =.

( Obs.: Se < 0, a equação em questão não terá solução real.) Exemplos:

1) 3x^2 + 3 = 0F 0 E 03x 2 = -3F 0 E 0x 2 = -3 / 3 = -1F 0 E 0x^2 = -1 < 0 e a equação não tem solução.

2) 3x^2 – 12 = 0F 0 E 03x 2 = 12F 0 E 0x^2 = 12 / 3F 0 E 0x 2 = 4F 0 E 0x =F 0 E 0x = 2.

(II) Se c = 0F 0 E 0ax^2 + b x = 0F 0 E 0x (ax+b) = 0F 0 E 0x = 0 ou a x + b = 0F 0 E 0x = 0 ou x =. Exemplos:

1) x 2 +2x = 0F 0 E 0x .( x + 2) = 0F 0 E 0x =0 ou x+2 = 0F 0 E 0x =0 ou x = -2.

2) 3x^2 – 6x = 0F 0 E 0x (3x – 6 ) = 0F 0 E 0x = 0 ou 3x – 6 = 0F 0 E 0x = 0 ou 3x = 6F 0 E 0

x =0 ou x = 6/3 =2F 0 E 0x = 0 ou x = 2. EXERCÍCIO Resolva as seguintes equações:

a) x^2 –2x-15 = 0 i) –x^2 +10x-21=

b) x 2 –16 =0 j) x^2 + x+2 = 0

c) x 2 – 5x+6 = 0 k) x^2 +7x+10 = 0

d) 4x^2 –16 = 0 l) x^2 –7x+12 = 0

e) –3x^2 +27 = 0 m) x^2 –5x +6 = 0

f) n)

g) 4x^2 - 10 x = 0 o) x^2 + 5 = 0

h) x^2 +2x = 0 p) –x^2 +1 = 0

DESIGUALDADES

Sejam a e b números reais quaisquer. Então:

i) a e b têm o mesmo sinal se e somente se a.b> 0.

ii) a e b têm sinais opostos se e somente se a.b<0.

iii) a>b se e somente se -a < -b.

Sejam a e b números reais conhecidos, a 0 e x a variável. Chamamos de inequação do primeiro grau as sentenças a x + b < 0, a x + b > 0, a x + b 0, a x + b 0,

A resolução de inequações do 1º grau segue as mesmas regras das equações do 1º grau; com exceção da mudança de sinal. Exemplos:

1) 5x – 20 > 0

5x > 20 x > 20 / 5F 0 E 0 x > 4 F 0 E 0 S = { x |R | x > 4 } = ] 4, +F 0 A 5[

2) 4 – 2x > 0

-2x > -4. (-1) 2x < 4 (Observe a troca de sinal) x < 4 / 2 x < 2F 0 E 0S = {x |R | x < 2}=]-F 0 A 5, 2[ Note que 3 > 2 (3 é maior que 2) ; mas - 3 < - 2 (-3 é menor que –2).

EXERCÍCIO

  1. Resolva as seguintes inequações: a) –0,5x >4,5 g) –5x< - b) 10 +x 2x- 4 h) 8 x + 4 5 x + 4

Como a = 1 > 0 ·

-1 - 7

A solução será a parte hachurada, pois queremos os valores (estritamente) maiores que zero, ou seja positivos. Portanto S = { x |R | x<-1 ou x > 7}.

b) x^2 –6x-7 < 0 Já vimos que as soluções da equação: x^2 –6x-7 = 0, são x 1 =7 e x 2 = - 1.

Como a = 1 > 0F 0 E 0

-1 - 7

A solução será a parte hachurada, pois queremos os valores (estritamente) menores que zero, ou seja negativos. Portanto S = { x |R | -1< x < 7}.

c) -x^2 + 6x + 7 0

Devemos achar a solução da equação -x^2 + 6x + 7= 0: = 6^2 – 4 .(-1).7 = 36 +28 = 64 F 0 E 0x = F 0 E 8 Como a= -1 < 0F 0 E 0

Assim a solução será a parte hachurada, pois queremos os valores maiores ou iguais a zero, ou seja positivos. Logo S = { x |R | -1 x 7}.

d) -x^2 + 6x + 7 0

Novamente, as soluções da equação -x^2 + 6x + 7 = 0, são x 1 = -1 e x 2 = 7.

Como a = -1 < 0F 0 E 0

-1 + 7

Logo S = {x |R | x -1 ou x 7}.

EXERCÍCIOS

  1. Resolva as seguintes inequações:

a) x^2 –2x-15 < 0 i) x^2 – 5x+6 > 0

b) –x^2 +10x-21>0 j) x^2 +7x+10F 0 A 3 0

c) x^2 –16 <0 k) x^2 +2x > 0

d) x^2 + 5 > 0 l) x^2 + x+2F 0 B 3 0

e) x^2 –5x +6 0 m) x^2 –4x +4 0

f) x^2 – 12 x < -20 n) 3x^2 < 9

g) x 2 – 4x +4 < 0 o) x < , x 0

h) x^2 –16 > 0 p) x 2 > 4

2) Resolva as inequações:

a) <0 b) ≥ 0.

c) >0 d) (x-1)(x 2 – x) >

VALOR ABSOLUTO DE UM NÚMERO REAL

Definimos o valor absoluto ou módulo de um número real x por: |x|=. Observe que o módulo é sempre um número positivo, ou seja, |x| é sempre maior ou igual a zero. Mas, x pode ser negativo, (o que está dentro do módulo pode ser negativo), e o resultado será sempre positivo.

Exemplos:

Propriedades: Sejam a, x ,yF 0 C E|R

i) |x|F 0 B 30.

ii) |x|F 0 B 3aF 0 D BxF 0 A 3-a ou xF 0 B 3a.

iii) | x|F 0 A 3aF 0 D BxF 0 A 3a e –xF 0 A 3F 0 D Ba –aF 0 A 3xF 0 A 3a

iv) |x| > aF 0 D Bx < -a ou x >a.

v) | x| < aF 0 D Bx < a e –x < aF 0 D B–a < x < a

vi) |x+y|F 0 A 3|x| + |y|

vii) |x|.|y| =|x.y|

viii) | x- z|F 0 A 3|x-y| + |y – z|

Exemplos:

Para x = -1 temos S = (-1)+(-1)^2 = -1+1= 0. Para x = 5 temos S = 5+5 2 = 5+25 = 30. Vemos que o valor da soma S depende do valor de x, sendo assim, escrevemos S = S(x). Logo S(3) = 12 indica o valor da soma para x = 3.

  1. Uma locadora A aluga carro popular nas seguintes condições: uma taxa fixa de R$50,00 e mais R$ 0,30 por quilômetro (km) rodado. Expresse o custo da locação em função dos km rodados. (Considere c = custo da locação e x = n° de km rodados). Analisando o problema, temos que: Para x =2 kmF 0 E 0c = 50 + 0,30. 2 = 50, Para x =3 kmF 0 E 0c = 50 + 0,30. 3= 50, Para x =100 kmF 0 E 0c = 50 + 0,30. 100 = 80, Para x kmF 0 E 0c = c(x) = 50+0,30.x, com xF 0 B 30. Vemos que o custo da locação depende do n° de km rodados, ou seja, o custo c é dado em função de x. Escrevemos c = c(x). Assim, c(100) = 80 indica que o custo da locação para 100km é de R$ 80,00.

  2. A distância percorrida por um móvel é dada por s (^) t =5t 2 +70t (em km), a partir do repouso (t=0 h). Expresse a velocidade média em função do tempo t (em h). vm = ==5t+70 se tF 0 B 90. Ou seja, a velocidade média é dada pela função vm = 5t+70, tF 0 B 90.

Para t = 0 (repouso), a distância percorrida é s 0 = 5.0 2 +70.0 = 0. Para t = 1 h, a distância percorrida é s 1 = 5.1 2 +70.1 = 5+70 = 75 e a velocidade média é v (^) m = 5.1+70 = 75 km/h.Para t = 2 h, a distância percorrida é s 2 = 5.2 2 +70.2 = 20+140 =160 e a velocidade média é vm = 5.2+70 = 80km/h.

  1. Em dez de 2000 as temperaturas em Chicago foram baixas. As temperaturas mais altas nos dias entre 19 e 28 de dezembro estão na tabela: Temperatura diária mais alta em Chicago, de 19 a 28 de dez de 2000 Data 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 Temperatura (°F) 20 17 19 07 20 11 17 19 17 20 Dom(f) = {19,20,21,22,23,24,25,26,27,28} Im(f) = {7,11,17,19,20} H= temperaturas e t = datas èH =f(t). H = f(19) = 20 H = f(21) =? H = f(20) =? H = f(25) =? H = f(28) =? H = f(22) =?

Restrições quanto ao DOMÍNIO:

1) Fração (em que o x está no denominador): neste caso, fazemos o denominador diferente de zero.

2) Raiz de expoente par: neste caso, fazemos o radicando (a função que está dentro da raiz) maior

do que ou igual a zero (0).

3) Logaritmo: neste caso, fazemos o logaritmando maior do que zero (>0).

4) Função dada por um problema real : neste caso, devemos analisar a variável de acordo com o

que ela representa. Exemplos:

  1. f(x) = x-3 ≥ 0 èx ≥ 3 Df= {x∈|R | x ≥3}

  2. f(x) = 4-2x ≠ F 0 E 8 0 -2x ≠ 0-4F 0 E 8-2x ≠ -4 (-1)F 0 E 82x ≠ F 0 E 8 4 x ≠ 2 D = {x∈|R| x ≠ 2}

  3. f(x) = D= |R (pois não há restrições em raízes ímpares)

  4. f(x) = 3x- 7 D= |R (pois não há restrições)

GRÁFICO

Seja y = f(x) com x em D, uma função. O conjunto de todos os pares ordenados (x, y) com x em D e y = f(x) denomina-se gráfico de f. Graf f ={(x, y)| xF 0 C ED, y = f(x)}.

Para esboçar o gráfico de f, munimos o plano com um sistema de coordenadas cartesianas. O eixo horizontal é o eixo da variável independente x e o eixo vertical é o eixo da variável dependente y.

eixo das ordenadasF 0 E 0 (x 0 , y0 ) (x,y) par ordenado

F 0 A Deixo das abcissas Exemplos:

  1. Marque no plano os pontos de coordenadas dadas por: a) (1,3) b) (-2,-3) c)(2,1) d) (0,0) e) (1,0) f) (-1,2) g)(0,1) h) (3,3). Uma maneira natural para fazer o esboço do gráfico de uma função é construir uma tabela de pontos, onde a primeira coordenada é o valor de x e a segunda é o valor de y; marcar os pontos no

Função Constante É uma função do tipo y = k , onde k é um número constante. O domínio é o conjunto dos números reais: D =|R e a imagem é o conjunto formado pela constante k: Im f = {k}. O gráfico da função constante é uma reta paralela ao eixo x passando pelo ponto (0,k).

Exemplos:

  1. y = f(x)=3 2) y = f(x) = - y y x 3 x -

Função Linear Consideremos agora a função f:R→R dada por f(x)=ax+b, onde aR* e bR. Esta função recebe o nome de função linear, onde a é chamado de coeficiente angular. O domínio e a imagem de uma função linear é o conjunto dos números reais: D = Im = |R. O gráfico dessa função é uma reta. Para esboça-lo basta determinar 2 pontos distintos (A escolha de x é arbitraria).

Exemplos:

  1. Seja f(x) =2x+1, construa seu gráfico e determine o domínio e a imagem:

Dom=R. Como o gráfico de f é uma reta, para construí-lo basta conhecermos 2 de seus pontos. Im(f)=R

x F(x)=2x+ 0 1

2 5

Observe que quando x=0 temos que f(x)=ax+b assume o valor f(x)=b, ou seja, o gráfico de f intercepta o eixo y no ponto y = b. Por outro lado quando f(x)=0 temos que f(x)=ax+bF 0 E 80=ax+bF 0 E 8 x= ou seja, o gráfico de f intercepta o eixo x no ponto x = (raiz da função).

  1. Construa o gráfico das seguintes funções lineares:

a) f(x)= -2x+ x= =

Observe que quando a<0 a função é decrescente.

b) f(x)=2x- x= = Observe que quando a>0 a função é crescente.

c) f(x)=-2x- x= =

Como a<0 a função é decrescente

Observamos o exemplo anterior percebemos que: f(-2)=-3 f(-1)=-1 f(0)=1 f(1)=3 f(2)=

De maneira geral f(x+h)–f(x) recebe o nome de variação da função entre x e x+h. Para obtermos informações mais precisas sobre uma função f, definimos a sua taxa de variação entre x e x+h por. No caso da função linear f(x)=ax+b a taxa de variação , é sempre constante e igual a “a”. Isto é, = a. Exercício: Demonstre a afirmação acima

Observando os gráficos das funções acima, vemos que:

• Se a >0 os valores de y crescem à medida que x aumenta (função crescente).

• Se a<0 os valores de y decrescem à medida que x aumenta (função decrescente).

• Se a = 0, y = c (constante) e y não depende de x.

Resumindo: a>0 a=0 a< 0

y cresce quando x cresce y é constante y decresce quando x cresce

4º) Concavidade: Quando a>0 a concavidade da parábola está voltada para cima, e quando a<0, para baixo. Obs: Vértice do gráfico é o ponto do gráfico onde a variável x recebe é o ponto médio entre x e x.

Isto é: x= Assim: yv =f(x)==== f(x)=== Logo o vértice da parábola é. Exemplos: Construir o gráfico e determinar a imagem das seguintes funções

  1. f(x)=x²-5x+ i) intersecção com o eixo x: x²-5x+6 =0F 0 E 8F 0 4 4= 25-24= x= x=2 x= 3F 0 E 8(2,0) e (3,0) são as intersecções com o eixo x ii) vértice x== e yv = f(x)== -F 0 E 8vértice: iii) intersecção com o eixo f(x)F 0 E 8y = 6 iv) concavidade para cima, pois a = 1>

X f(x)

2 0

3 0

0 6

2

5 6

Im(f)=[

  1. y = -x² i) intersecção com o eixo xF 0 E 8y =0F 0 E 8-x²=0F 0 E 8x =0 é o ponto (0,0)

ii) vérticeF 0 E 8x=0 f(x)=0 vértice (0,0)

iii) intersecção com o eixo f(x) x = 0F 0 E 8f(x) = c = 0 é o ponto (0,0)

iv) a=-1<0 → concavidade para baixo

X

f(x) 0 0 1 - 1 - 2 -

Im=(-,0]

  1. y = x² + i) intersecção com o eixo x x²+1= Δ=0²-4=-4< não admite raiz real não intercepta o eixo x ii) vértice x== vértice: f(x)==

iii) intersecção com o eixo f(x)F 0 E 0x=0F 0 E 8f(x) = c= 1 é o ponto (0,1)

iv) a=1>0 concavidade para cima

x f(x)=x²+ 0 1 1 2 -1 2 2 5