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Apostila de informática básica - windows, Notas de estudo de Pedagogia

Apostila de informática básica - windows

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 08/06/2012

vera-lucia-oliveira-4
vera-lucia-oliveira-4 🇧🇷

4.9

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Apostila de Introdução à Informática
e Windows
Instituto CSU
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Apostila de Introdução à Informática

e Windows

I n s t i t u t o C S U

Índice:

  • Noções Básicas de Informática
  • Informática
  • Microcomputador
  • Funcionamento do microcomputador
  • História e evolução dos computadores
  • O surgimento dos computadores pessoais...............................................................................
  • Elementos que compõem o microcomputador
  • Hardware
  • CPU
  • Memórias
  • Dispositivos periféricos.........................................................................................................
  • Entrada
  • Saída
  • Entrada e saída...................................................................................................................
  • Unidades de armazenamento
  • Software
  • Peopleware
  • Conhecimento e manipulação do teclado e mouse
  • Teclado – Divisão
  • Teclas para digitação
  • Teclas especiais
  • Mouse
  • Ambiente Windows
  • Área de trabalho
  • Ícones
  • Arquivos
  • Pasta.................................................................................................................................
  • Unidades de armazenamento
  • Barra de tarefas..................................................................................................................
  • Lixeira
  • Paint
  • Caixa de ferramentas...........................................................................................................
  • Utilizando a ferramenta Preencher com cor
  • Utilizando as opções de Zoom
  • Inverter/Girar um desenho
  • Alongando/Inclinando um desenho
  • Criar e manipular pastas e arquivos
  • Wordpad............................................................................................................................
  • Dicas para uma digitação melhor
  • Regra básica para digitação de textos
  • Elementos do texto para formatação
  • Formatação
  • Estilos
  • Alinhamentos
  • Parágrafos
  • Calculadora
  • Bloco de notas
  • Localizar ou Pesquisar arquivos e pastas.................................................................................
  • Área de transferência...........................................................................................................
  • Atividade 1 – Paint
  • Atividade 2 – Windows Explorer
  • Atividade 3 – WordPad – Texto 1 e Texto
  • Texto 3 e
  • Texto 5 e
  • Atividade 4 – Calculadora e bloco de notas..............................................................................
  • Atividades complementares (Digitação modelos documentos)
  • Circulares
  • Declaração
  • Procurações
  • Recibo

Noções Básicas de Informática

Conceitos:

Informática – Ciência que estuda o tratamento racional e automático de informação armazenamento, análise, organização e transmissão de dados.

Microcomputador – Máquina que processa uma grande quantidade de dados com rapi- dez e precisão.

Monitor

Teclado

Caixas acústicas

Gabinete

Mouse

Funcionamento do microcomputador:

Memória

Entrada Saída

CPU

Processamento

História e evolução dos computadores

Século XIX - surgiram as primeiras válvulas, que foram usadas para criar os primei- ros computadores eletrônicos, na década de 40.

As válvulas já atingiam freqüências de alguns Megahertz, o problema era que es- quentavam demais, consumiam muita eletricidade e queimavam com facilidade.

Essas válvulas eram utilizadas em rádios, mas para construir um computador, que usava milhares delas era extremamente complicado e caro.

Os primeiros computadores começaram a surgir naturalmente com propósitos mili- tares.

O computador mais famoso daquela época foi o ENIAC (Electronic Numerical Inte- grator Analyzer and Computer), construído em 1945 (composto por 17.468 válvulas, o- cupando um galpão imenso).

A idéia era construir um computador para realizar vários tipos de cálculos de arti- lharia para ajudar as tropas aliadas durante a segunda Guerra mundial, mas acabou sen- do usado durante a guerra fria, contribuindo, por exemplo, no projeto da bomba de Hi- drogênio.

Parte do galpão que abrigava o ENIAC

A programação do ENIAC era feita através de 6.000 chaves manuais. A cada novo cálculo, era preciso reprogramar várias destas chaves. Isso sem falar no resultado, que era dado de forma binária através de um conjunto de luzes.

Foto de uma válvula muito usada na década de 40

Na época a maior parte da indústria continuou trabalhando no aperfeiçoamento das válvulas, mesmo sendo problemáticas e caras, obtendo modelos menores e mais confiá- veis.

Vários pesquisadores começaram a procurar alternativas menos problemáticas, en- contrando a chave para desenvolver o transistor.

O primeiro projeto surgiu em 16 de Dezembro de 1947 - um dispositivo que substi- tuía a válvula, onde era usado um pequeno bloco de germânio (que na época era junto com o silício o semicondutor mais pesquisado) e três filamentos de ouro. Relativamente grande, sem possuir partes móveis, gastando uma fração da eletricidade utilizada por uma válvula e ao mesmo tempo, muito mais rápido.

A Apple foi fundada em 1976, depois que o projeto do Apple I foi recusado pela A- tari e pela HP. Uma frase de Steve Jobs descreve bem a história: “Então fomos à Atari e dissemos “Ei, nós desenvolvemos essa coisa incrível, pode ser construído com alguns dos seus componentes, o que acham de nos financiar?” Podemos até mesmo dar à vocês, nós só queremos ter a oportunidade de desenvolvê-lo, paguem-nos um salário e podemos trabalhar para vocês. Eles disseram não, fomos então à Hewlett-Packard e eles disseram “Nós não precisamos de vocês, vocês ainda nem terminaram a faculdade ainda”. O Apple I não foi lá um grande sucesso de vendas, vendeu pouco mais de 200 uni- dades, mas abriu caminho para o lançamento de versões mais poderosas. Ele usava um processador da Motorola, o 6502, que operava a apenas 1 MHz. Em termos de poder de processamento ele perdia para o i8080, mas tinha algumas vanta- gens. O Apple I vinha com 4 KB de memória, saídas para teclado, terminal de vídeo e para uma unidade de fita. Existia também um conector reservado para expansões futu- ras. Naquela época, as fitas K7 eram o meio mais usado para guardar dados e progra- mas. Os disquetes já existiam, mas eram muito caros. O grande problema das fitas K era a lentidão, tanto para ler quanto para gravar, além da baixíssima confiabilidade. Isso fora o fato das fitas se desgastarem com o tempo. Este primeiro modelo foi logo aperfeiçoado, surgindo então o Apple II. Este sim fez um certo sucesso, apesar do preço alto para a época, US$ 1298, que equivalem a quase 9.000 dólares em valores corrigidos. O Apple II vinha com 4 KB de memória, como o primeiro modelo, a novidade foi uma ROM de 12 KB, que armazenava uma versão da Basic. A memória RAM podia ser expandida até 52 KB, pois o processador Motorola 6502 era capaz de endereçar apenas 64 KB de memória, e 12 KB já correspondiam à ROM embutida. Um dos “macetes” na- quela época era uma placa de expansão, fabricada pela Microsoft (eles de novo? :-), que permitia desabilitar a ROM e usar 64 KB completos de memória. O Apple II já era bem mais parecido com um computador atual, já vinha com tecla- do e usava uma televisão como monitor. O aparelho já vinha com uma unidade de fita K7, mas era possível adquirir separadamente uma unidade de disquetes. Uma variação do Apple II, o Apple IIc, lançado em 79, é considerado por muitos o primeiro computador portátil da história, pois tinha até um monitor de LCD como opcio- nal. Em 1979 surgiu um outro modelo interessante, desta vez da Sinclair, o ZX-80. Este não era tão poderoso quanto o Apple II, mas tinha a vantagem de custar apenas 99 dó- lares (pouco mais de 400 em valores corrigidos) Foi provavelmente o primeiro computa- dor popular da história. O processador era um Z80, da Zilog, que operava a apenas 1 MHz. A memória RAM também era algo minúsculo, apenas 1 KB, combinados com 4 KB de memória ROM que armazenavam o Basic, usado pelo aparelho. Como em qualquer sistema popular da época, os programas eram armazenados em fitas K7. Considerando preço, o Z80 foi uma máquina surpreendente, mas claro, tinha pesa- das limitações, mesmo se comparado com outras máquinas da época. Apesar dele já vir com uma saída de vídeo, a resolução gráfica era de apenas 64x48, mesmo em modo monocromático, já que o adaptador de vídeo tinha apenas 386 bytes de memória. Existia também um modo texto, com 32 x 24 caracteres. Outro que não poderia deixar de ser citado é o Atari 800. Sim, apesar de ser mais vendido como um video-game, o Atari 800 também podia ser usado com um computador relativamente poderoso, chegou a ser usado em algumas universidades. Ele foi o ante- cessor do Atari 2600, conhecido por aqui. Ele vinha de fábrica com 16 KB de memória RAM, que podiam ser expandidos para até 48 KB, com mais 10 KB de memória ROM. O sistema operacional era o Atari-OS, uma versão do Basic. Originalmente, o sistema vinha apenas com a entrada para os cartuchos, com o sis- tema operacional ou jogos, mas era possível adquirir separadamente uma unidade de disquetes e um teclado, que o transformavam num computador completo. Não existiram muitos programas para o Atari, o foco foram sempre os jogos, o principal uso do Atari como computador era de poder programar em Basic, por isso seu uso em escolas.

A DÉCADA DE 80

Como profetizado por Gordon Moore, os processadores vem dobrando de desempe- nho a cada 18 meses desde o início da década de 70. Uma década é uma verdadeira e- ternidade dentro do mercado de informática, o suficiente para revoluções acontecerem e serem esquecidas. Depois dos dinossauros da década de 70, os computadores pessoais finalmente começaram a atingir um nível de desenvolvimento suficiente para permitir o uso de apli- cativos sérios. Surgiram então os primeiros aplicativos de processamento de texto, plani- lhas, e até mesmo programas de editoração e desenho. O primeiro PC foi lançado pela IBM em 1981 e tinha uma configuração bastante modesta, com apenas 64 KB de memória, dois drives de disquetes de 5¼, um monitor MDA somente texto (existia a opção de comprar um monitor CGA) e sem disco rígido. O preço também era salgado, 4000 dólares da época. Esta configuração era suficiente para rodar o DOS 1.0 e a maioria dos programas da época, que por serem muito pequenos, cabiam em apenas um disquete e ocupavam pouca memória RAM. Mas, uma vantagem que existe desde este primeiro PC é a arquite- tura aberta, que permite que vários fabricantes lancem acessórios e placas de expansão para ele. Foi questão de meses para que começassem a ser vendidos discos rígidos, pla- cas de expansão de memória, placas de vídeo, etc. de vários fabricantes. A Apple havia lançado o Apple III poucos meses antes do PC. Os dois equipamentos bateram de frente, pois disputavam o mesmo mercado e Apple III acabou levando a pior, apesar da sua configuração não ficar devendo à do PC e o preço dos dois ser quase o mesmo. O Apple III vinha com 128 ou 256 KB de memória, dependendo da versão, um processador Synertek 6502A de 2 MHz e drive de disquetes de 5¼. O grande pecado foi o uso de um barramento de expansão proprietário, o que limitou as possibilidades de upgrade aos acessórios oferecidos pela própria Apple, uma característica que acabou sendo a grande responsável pela supremacia do PC. Em 1983 a Apple apareceu com uma grande novidade, o Lisa. Em sua configuração original, o Lisa vinha equipado com um processador Motorola 68000 de 5 MHz, 1 MB de memória RAM, dois drives de disquete de 5.25” de 871 KB, HD de 5 MB e um monitor de 12 polegadas, com resolução de 720 x 360. Era uma configuração muito melhor do que os PCs da época, sem falar que o Lisa já usava uma interface gráfica bastante elaborada e já contava com uma suíte de aplicativos de escritório. O problema era o preço, 10. dólares. Isso em valores da época, seria quase o dobro.

Apple Lisa

O Lisa era muito caro, por isso novamente não fez muito sucesso, mas o projeto serviu de base para o Macintosh lançado em 1984. Este sim fez um grande sucesso, che- gando a ameaçar o império dos PCs. A configuração era compatível com os PCs da época, com um processador de 8 MHz, 128 KB de memória e um monitor de 9 polegadas. A grande arma do Macintosh era o MacOS 1.0, um sistema inovador de vários pontos de vista.

O Windows emplacou mesmo a partir da versão 3.1, que era relativamente leve, mesmo para os PCs da época e já suportava o uso de memória virtual, que permitia abrir vários programas, mesmo que a memória RAM se esgotasse. Já existiam também vários aplicativos for Windows e os usuários tinham a opção de voltar para o MS-DOS quando desejassem. Foi nesta época que os PCs começaram a recuperar o terreno perdido para os Ma- cintoshs da Apple. Convenhamos, o Windows 3.1 travava com muita frequência, mas tinha muitos aplicativos e os PCs eram mais baratos que os Macs. Na época começaram a surgir os primeiros concorrentes para o Windows, como o OS/2 da IBM. Desde o início da era PC, a Microsoft e a IBM vinham trabalhando juntas no desen- volvimento do MS-DOS e outros programas para a plataforma PC. Mas, em 1990 a IBM e a Microsoft se desentenderam e cada uma ficou com uma parte do trabalho feito, com o qual tentaram tomar a liderança do mercado de sistemas operacionais. Alguns brincam que a IBM ficou com a parte que funciona e a Microsoft com o res- to, mas a verdade é que apesar do OS/2 da IBM ser tecnicamente muito superior ao Windows 95 da Microsoft, foi o sistema das janelas quem levou a melhor, pois era mais fácil de usar e contava com a familiaridade dos usuários com o Windows 3.1. O OS/2 ainda é utilizado por alguns entusiastas e existem até mesmo movimentos para continuar o desenvolvimento do sistema, mas faltam programas e drivers. Um sistema muito mais bem sucedido, que começou a ser desenvolvido no início da década de 90 é o Linux, que todos já conhecemos. O Linux tem a vantagem de ser um sistema aberto, que atualmente conta com a colaboração de centenas de milhares de desenvolvedores voluntários espalhados pelo globo, além do apoio de empresas de peso, como a IBM. Mas, no começo o sistema era muito mais complicado que as distribuições atuais e não contava com as interfaces gráficas exuberantes que temos hoje em dia. O desenvolvimento do Linux foi gradual, até que houve a explosão do acesso à In- ternet em 95, quando o sistema começou a ser usado por um número cada vez maior de servidores Web, pois era estável e gratuito. Hoje o IIS da Microsoft consegue brigar de igual para igual (pelo menos em número de usuários), mas no início Linux era sinônimo de servidor Web. A Microsoft continuou melhorando seu sistema. Foram lançados o Windows 95, de- pois o 98 e finalmente ME, com todos os problemas que conhecemos, mas com a boa e velha interface fácil de usar e uma grande safra de aplicativos que garantiram a populari- zação destes sistemas. Paralelamente, a Microsoft desenvolvia uma família de sistemas Windows destina- das a servidores, o Windows NT, que chegou até a versão 4, antes de ser transformado no Windows 2000. Atualmente, as duas famílias Windows fundiram-se no Windows XP, um sistema destinado tanto ao uso doméstico quanto em estações de trabalho e servidores, e que pode ser considerado um sistema estável (ao contrário do Windows 98 e ME) pois é ba- seado no Windows 2000. Enquanto isso, o Linux continua avançando. Por enquanto o sistema é usado ape- nas em 2% dos micros de mesa (fora usuários casuais e os que mantém Windows e Li- nux em dual-boot), mas tem a chance de crescer bastante no futuro, com a ajuda de aplicativos com o Gimp e o StarOffice, que substituem o Photoshop e o Office.

Elementos que compõem um sistema computacional:

  • Hardware
  • Software
  • Peopleware

Hardware

Todo o equipamento físico da informática, que pode ser tocado. Exemplo: Monitor, mouse, teclado, gabinete, impressora, disquete, etc.

Classificamos o hardware em:

  • CPU
  • Memórias
  • Dispositivos periféricos
  • Unidades de armazenamento

CPU (Unidade Central de processamento)

É o microprocessador, ou seja, o cérebro do microcomputador, res- ponsável pelo processamento das informações e pela execução das ins- truções dadas ao microcomputador pelo usuário.

Memórias

É a parte do microcomputador que armazena informações. Podemos dividir basica- mente em dois tipos de memória: RAM – Memória para leitura e gravação de dados. Memória volátil, ou seja, seu conteú- do é perdido quando o microcomputador é desligado.

ROM – Memória apenas para leitura. Os dados gravados não serão perdidos quando o microcomputador for desligado.

Dispositivos periféricos:

São dispositivos utilizados para entrar ou visualizar dados do microcomputador.

Entrada – São dispositivos que o usuário entra com dados no microcomputador. Exemplos: Teclado, mouse, microfone, scanner, WebCAM, etc

Microfone

Teclado

WebCAM

Mouse Scanner

Software

Toda parte lógica da informática, constituído pelos programas: Sistemas Operacionais, Aplicativos e Utilitários.

Sistema Operacional – É o software que estabelece a relação entre o usuário e o mi- crocomputador. Exemplos: Windows (sendo o Windows Vista o mais recente), Linux, Mac-Os, etc.

Aplicativos – São ferramentas específicas: Editor de texto, planilha eletrônica, banco de dados, gravação de CD, animação, etc. Exemplos: Pacote Office (Word, Excel, PowerPoint, Access e Outlook), Macromedia e Adobe, Corel DRAW, jogos, etc.

Utilitários – São programas para manutenção e correção do sistema. Exemplos: Anti-vírus, anti-spyware, reparador de registros, etc.

Peopleware

Termo que representa o operador de microcomputador, ou seja, o usuário.

Exemplo: Digitador, internauta, operador de computador, WEB designer, etc.

Conhecimento e manipulação do teclado e mouse.

Teclado - Divisão

Teclado alfanumérico

Teclado numérico reduzido

Teclado de funções (F1 ao F12) Teclado de edição

Teclas para digitação

Teclas especiais

Esc – É usada para abandonar um programa, ou cancelar um comando. A primeira tecla do lado esquerdo do teclado.

Tab – É usada principalmente em programas editores de texto. Define tabu- lação. Caps Lock – Quando esta tecla estiver acionada, qualquer letra digitada no microcomputador será interpretada como maiúscula. Quando pressionar a tecla novamente o comando será desativado. Shift – Possui a mesma função que o fixador (CapsLock) de letras maiúscu- las usado na máquina de escrever. Além disso, possui também a função de acionar alguns caracteres posicionados na parte superior das teclas. Ctrl – Esta tecla gera comandos especiais quando utilizada em conjunto com outra tecla. Esses comandos dependem do programa em uso. Alt – Esta tecla funciona como uma segunda tecla de controle do microcom- putador. A tecla Alt também possui a função de gerar caracteres com signifi- cados especiais em certos programas.

Enter – Tecla que confirma a entrada de dados no microcomputador.

Ambiente Windows

Área de trabalho

A chamada Área de Trabalho é virtualmente a própria tela do Windows. Ela é do que denominamos Plano de fundo , os Ícones que ficam dis- ostos sobre este fundo e a Barra de Tarefas.

composta por um fun p

Ícones

Pequenas imagens gráficas que representam arquivos, pastas, unidades de armazena-

Meu computador – Clicando duas vezes sobre este ícone abriremos a janela Meu computador. Nela são apresentados todos os recursos que o icrocomputador dispõe.

principal pasta onde são salvos os arquivos tados pelo usuário.

  • Clicando sobre esse ícone serão apresentados os recursos de que a rede dispõe. Nesta ja- ela, temos a representação dos microcomputadores que estão conecta-

mento.

m

Meus documentos – É a edi

Meus locais de rede outros microcomputadores e os n dos em uma rede local.

Arquivos

rmazena dados (imagem, texto, som, vídeo, etc) odemos identificar a que programa eles pertencem

A

Através do seu ícone p

Arquivos comuns no Windows

Arquivos do Office

Pasta

Utilizada para organizar e armazenar arquivos. Identificada através de um ícone amarelo com o aspecto de uma pasta.

Unid

epresentam os dispositivos que armazenam dados no microcomputador.

ades de Armazenamento

R

Barra de tarefas

No rodapé da área de trabalho existe uma barra que possui um botão (Iniciar) no rra de Tarefas. O Windows possibilita a utilização de mais de um aplicativo por vez, facilitando bas- tante ea de trabalho.

canto esquerdo. É a Ba

à vida do usuário. Na Barra de Tarefas temos a visualização dos aplicativos, janelas ou arquivos que temos em aberto na ár Para alternar de um aplicativo para outro, podemos utilizar os botões que aparecem na Barra de Tarefas: basta clicar no botão correspondente ao aplicativo desejado. Ou utilizar o atalho ALT + TAB

Lixeira

Quando excluímos um arquivo, o Windows faz sua remoção para Lixeira. Assim, ndições de recuperar os arquivos que apagamos sempre que necessário.

omo exc uivo ou pa º modo: elecione o arquivo ou pasta. Ö Aperte a tecla

to do mouse e selecione a opção xcluir.

o arquivo ou pasta. Ö Aponte o menu Arquivo e selecione a opção Excluir.

ra Lixeira.

xeira. Selecione o arquivo ou pasta. Clique no menu Arquivo Ö Restaurar. portante: O item restaurado retorna ao local que foi excluído.

teremos co

Com itens Vazia excluídos

C luir um arq sta? 1 S

2º modo: Selecione o arquivo ou pasta. Ö Clique com o botão direi E

3º modo: Selecione

4º modo: Selecione o arquivo ou pasta. Ö Mantenha pressionado o botão do mouse e arraste pa a

Como restaurar um arquivo ou pasta? Acesse a Li Im