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apostila de plc, Notas de estudo de Eletromecânica

apostila sobre plc

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 26/06/2009

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CURSO DE FORMAÇÃO EM OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO
PETROBRAS/UNBC/ST/AUT 20 DE FEVEREIRO DE 2002
CURSO DE PLC E
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
PARA OPERADORES
Autores:
Fábio Gil Martins Duarte;
Alcio Rodrigues Chiesse;
Álvaro de Miranda Borges Filho
Cláudio Antonio dos Santos.
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CURSO DE PLC E

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

PARA OPERADORES

Autores:

Fábio Gil Martins Duarte;

Alcio Rodrigues Chiesse;

Álvaro de Miranda Borges Filho

Cláudio Antonio dos Santos.

CURSO DE FORMAÇÃO EM OPERAÇÕES DE PRODUÇÃO

 - Página 2 de 
  • 1 PREFÁCIO...................................................................................................................................................
  • 2 O QUE É AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL?................................................................................................
  • 3 SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO
    • S ISTEMA DE C ONTROLE
    • S ISTEMA DE M EDIÇÃO
    • S ISTEMA DE I NTERTRAVAMENTO DE S EGURANÇA
    • S ISTEMA DE F OGO &G ÁS
    • S ISTEMA DE G ERAÇÃO E D ISTRIBUIÇÃO DE E NERGIA ELÉTRICA
    • S ISTEMA DE L ASTRO
    • S ISTEMA DE T URRET
    • O UTROS S ISTEMAS - U NIDADES P ACOTES
  • 4 HISTÓRICO.................................................................................................................................................
    • U NIDADES DE PRODUÇÃO DE PRIMEIRA GERAÇÃO
    • U NIDADES DE PRODUÇÃO DE SEGUNDA GERAÇÃO
    • U NIDADES DE PRODUÇÃO DE ÚLTIMA GERAÇÃO
  • 5 CONTROLE DE PROCESSOS................................................................................................................
    • CONTROLE CONTÍNUO – PID
    • CONTROLE DISCRETO – I NTERTRAVAMENTO
  • 6 CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ( CLP )
    • O QUE É UM CLP?
    • A S PRINCIPAIS TAREFAS EXECUTADAS POR UM CLP SÃO :
    • P RINCIPAIS VANTAGENS DO CLP SOBRE O PAINEL DE RELES :............................................................................
    • P RINCIPAIS FABRICANTES DE CLP S E MODELOS UTILIZADOS NAS PLATAFORMAS DA B ACIA DE C AMPOS
    • COMPONENTES BÁSICOS DE UM CLP.................................................................................................................
    • REMOTAS DE CLP
    • P RINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO CLP
    • P ROGRAMAÇÃO DE CLP....................................................................................................................................
  • 7 SUPERVISÓRIOS
    • CARACTERÍSTICAS E IMPLEMENTAÇÕES
    • ESTRUTURA
    • TAREFAS REALIZADAS ATRAVÉS DOS SUPERVISÓRIOS :......................................................................................
    • ECOS E ESC
    • D RIVER DE COMUNICAÇÃO
  • 8 REDES
    • MEIO F ÍSICO DE TRANSMISSÃO
    • REDES DE CAMPO
    • REDES P ROPRIETÁRIAS /C ONTROLE
    • REDES A BERTAS /I NFORMAÇÃO
    • A RQUITETURA DE R EDES DE A UTOMAÇÃO NAS U NIDADES DE P RODUÇÃO ( A RQUITETURA G ERAL)................

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2 O QUE É AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL?

A automação industrial na Bacia de Campos se refere a todos os meios de supervisionar, controlar e atuar equipamentos em uma plataforma de produção.

Os objetivos principais da Automação industrial são:

  • Operar as Unidades de Produção com mais segurança e eficiência;
  • Diminuir os riscos de acidentes na operação de equipamentos;
  • Concentrar as informações necessárias a operação da plataforma.
  • Diminuir o custo operacional;

Sala de controle de uma plataforma de produção

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3 SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO DAS UNIDADES DE PRODUÇÃO

A Automação das Unidades de Produção pode ser dividida nos seguintes sistemas : Controle, Medição, Intertravamento de Segurança, Fogo & Gás, Geração e Distribuição de energia elétrica, Lastro ( para plataformas semi-submersíveis ), Turret ( para plataformas tipo FPSO e FSOs ) e Unidades Pacotes.

Sistema de Controle

Este Sistema tem como objetivo a execução das malhas de controle PID e a indicação das variáveis de processos (pressão, nível, temperatura, etc. ). O Sistema de controle é o responsável pelo dia a dia normal das plataformas.

Sistema de Medição

Devido a exigências da agencia reguladora ( ANP ) foi necessário a criação deste sistema. Este Sistema realiza a totalização das vazões de óleo e gás, emissão de relatórios e a configuração dos medidores. Este sistema está em fase de implantação, portanto, não é difícil encontra-lo ainda integrado ao sistema de controle.

Sistema de Intertravamento de Segurança

O Sistema de Intertravamento de Segurança da Planta de Processos (ESD - Emergency ShutDown) é composto por chaves de processo ( pressão, temperatura, nível, vazão, etc. ), transmissores , válvulas de bloqueio ( SDV ) e válvulas de despressurização ( BDV ), interligadas aos painéis de intertravamento de segurança. No caso de uma situação anormal, como por exemplo a falha de um equipamento ou de uma de suas malhas de controle, as chaves de processo ou os transmissores detectam a anormalidade e o intertravamento de segurança provoca a parada do equipamento, o fechamento das válvulas de bloqueio, e a abertura das válvulas de despressurização, conforme uma matriz de Causa versus Efeito preestabelecida pelos projetistas. Este sistema visa garantir na Unidade de Produção a integridade das pessoas, dos equipamentos, e a preservação do meio ambiente quando o Sistema de controle não é mais capaz de realizar esta tarefa.

Este sistema recebe e envia sinais para vários outros sistemas da plataforma através de rede proprietária ou ligações “hardwire” no caso de outros CLPs que não sejam do mesmo fabricante.

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Sistema de Lastro

Presente apenas nos sistemas flutuantes de produção (plataformas semi-submersíveis e navios), este sistema é o responsável pela supervisão e controle do nível dos tanques de lastro e da estabilidade da embarcação. É um sistema independente que tem que estar disponível sempre, isto é , ele não é desligado pelo Sistema de ESD ou outro qualquer por ser considerado essencial.

Sistema de Turret

Presente apenas nos FPSOs e FSOs ( navios adaptados a produção e armazenamento de petróleo) devido as características de construção do Turret, os equipamentos que o compõem são isolados do resto da plataforma, por isto, foi criado um sistema especial instalado no próprio Turret que recebe e trata todos os sinais do próprio Turret. Este sistema tem um pouco de todos os outros e gera sinais que são compartilhados com os outros sistemas através de rede proprietária.

Outros Sistemas - Unidades Pacotes

Alguns equipamentos possuem painel próprio para realização de intertravamento e controle, e são denominados Unidades Pacotes.

Como exemplo destas Unidades Pacotes temos :

Bombas de incêndio, Compressores de gás, Bombas de injeção de água, Bombas de transferência de óleo, Turbogeradores

Estas unidades pacotes são interligadas ao sistema de automação da plataforma por meio de sinais básicos de intertravamento. Estes sinais tem como objetivo colocar as unidades pacotes em sintonia com o estado do sistema de ESD da plataforma.

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4 HISTÓRICO

A Bacia Petrolífera de Campos está situada no Norte do estado do Rio de Janeiro à leste do cabo de São Tomé, a aproximadamente 50 Km da costa. Os campos de óleo e gás estão divididos gerencialmente em 6 ativos : Norte, Centro, Sul, Nordeste, Marlim e Albacora.

Plataformas e Campos de petróleo da Bacia de Campos

Nos ativos Norte, Centro e Sul estão localizadas as Unidades de Produção Offshore da primeira geração de plataformas da Bacia de Campos, implantadas no período de 1980 a

  1. No ativo Nordeste estão localizadas as Unidades de Produção da segunda geração, plataformas implantadas no período entre 87 e 90. Nos campos gigantes de Marlim e Albacora, estão as mais recentes Unidades de Produção instaladas na Bacia, onde os Sistemas de Automação contemplam as mais modernas tecnologias. Atualmente são 30 Unidades de Produção em operação. Estas unidades desempenham as seguintes tarefas : elevação do óleo e gás do poço até a plataforma, tratamento primário do petróleo ( separação do óleo, água e gás ), compressão e envio do gás para o continente, bombeamento do petróleo para o continente ou para navio tanque, e injeção de água no reservatório. Nas Unidades semi-submersíveis, nas fixas da primeira geração e nas fixas de segunda geração, com tempo de operação entre 10 e 20 anos, estão sendo implantados diversos projetos de modernização, adotando-se como diretriz aumentar o nível de Automação

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Unidades de produção de última geração

Nas plataformas mais modernas, os sistemas de automação industrial ganharam novas tecnologias. As principais melhorias foram:

  • Adoção de CLP’s para todos os sistemas da plataforma.
  • Adoção de estações de supervisão e controle para interface com o operador.
  • Transmissores eletrônicos inteligentes.
  • Utilização de unidades remotas de entradas e saídas de CLP’s instaladas no campo para aquisição de dados;
  • Substituição dos detetores de gás combustível do tipo Catalítico pelo Infravermelho.
  • Centralização de toda a operação da Unidade de Produção em uma única Sala de Controle;
  • Posicionadores eletrônicos inteligentes;

Com os ganhos apresentados pelas plataformas de ultima geração, foram implantados vários projetos de modernização nas plataformas de gerações anteriores.

Ganhos obtidos com a Modernização dos Sistemas de Automação:

  • Centralização das ações de supervisão e controle na Sala de Controle Central, permitindo maior agilidade e segurança nas operações, em função do aumento do nível de informação na tomada de decisão pelo operador, pelo supervisor de operações da plataforma e pelo seu gerente;
  • Aumento da confiabilidade e disponibilidade das Unidades de Produção, pela implantação de equipamentos e instrumentos microprocessados, com menor índice de falhas e maior nível de diagnóstico;
  • Diminuição dos custos de manutenção através de diagnósticos ( manutenção preditiva );
  • Melhoria na qualidade de vida e na segurança dos operadores, visto que as operações são realizadas da sala de controle central;
  • Interface de operação mais amigável, permitindo a emissão de diversos relatórios gerenciais e operacionais;
  • Disponibilização em tempo real das informações operacionais para os sistemas corporativos da companhia.
  • Registro de histórico de eventos e de variáveis de processos para futura análise da engenharia, operação e manutenção;
  • Padronização de procedimentos e operações, em função de uma interface homem máquina padronizada;
  • Atualização e domínio de novas tecnologias por parte do corpo técnico da companhia;

Como conseqüência desta demanda por automação foi criado um grupo de projetos e outro grupo para suporte de automação industrial. Estes grupos atualmente estão unidos na UNBC, na gerencia de Suporte Técnico, e Gerencia Setorial de Automação.

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5 CONTROLE DE PROCESSOS

Controle contínuo – PID

Um sistema de controle automático tem como objetivo manter as variáveis de um processo, tais como: temperatura, pressão, nível e vazão, em um valor de operação desejado. Os processos industriais são dinâmicos por natureza e mudanças estão sempre ocorrendo, se ações não são tomadas, as variáveis importantes, relacionadas com segurança, qualidade do produto e produtividade não se manterão nas condições de projeto. Na figura acima é mostrado um exemplo de controle de processo em que um aquecedor é utilizado para aquecer o produto a determinada temperatura através do controle da vazão de vapor.

O estudo do controle requer um vocabulário próprio. Na tabela abaixo estão definidos os termos mais utilizados e que podem ser identificados na figura anterior.

Processo, Sistema ou Planta

Conjunto de equipamentos (vasos, válvulas, tubulação, bombas, compressores, etc) em que se deseja controlar alguma grandeza física, tal como, temperatura, pressão, nível, vazão, etc.

Variável controlada ou de processo

Grandeza física que deve ser mantida ou controlada em um valor desejado (Tpo).

Sensor Instrumento que mede a variável controlada (TE).

Transmissor Instrumento que transmite o valor medido pelo sensor para o controlador. Nos instrumentos mais modernos o sensor e o transmissor estão no mesmo invólucro, podendo ser considerado um único instrumento ( TT). Referência ou Set-point O valor desejado da variável controlada (valor desejado de Tpo).

Variável manipulada Grandeza física que é ajustada para manter a variável controlada no valor de referência (Qai).

TT LT LC

misturador

aquecedor H

TC

vapor

produto

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Controle PID

O principal método de controle empregado é o controle PID, neste controle o objetivo é ajustar a variável manipulada de forma a manter a variável controlada igual a uma referência ( SET-POINT ), apesar de variações que possam ocorrer na variável controlada, devido a distúrbios externos ou a própria variação da referência. A principal característica desejada de um sistema de controle é a estabilidade. O sistema deverá ser estável em malha fechada, ou seja, para qualquer sinal limitado que entre no sistema, todas as variáveis do sistema deverão atingir valores limitados.

Abaixo a representação de um controlador PID em malha fechada.

Variável Manipulada (MV) PID

Referencia (SET-POINT)

+

Desvio

PID=P + I + D= Proporcional + Integral + Derivativo

-

Variável Controlada (PV)

Nível

PID (^) Válvula Processo

Sensor/ Transm.

mA

mA

mA

Vazão

Ref

Controlador

+

erro Variável controlada

-

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Ação Proporcional

Esta ação de controle estabelece uma relação linear entre a entrada (erro (e) = referência ( r) - variável controlada (y)) e a saída (variável manipulada ) do controlador. O parâmetro

de ajuste do modo proporcional é K P (ganho proporcional). O sinal de saída do controlador

é proporcional ao erro. O modo proporcional apenas calcula o erro instantâneo e multiplica por um fator constante que é o ganho do controlador. O erro de regime é denominado desvio (off-set). Com o aumento do ganho proporcional o erro diminuirá porém nunca será cancelado. Para alguns sistemas o aumento do ganho proporcional do controlador pode provocar instabilidade da sua malha, fazendo que seu processo perca o controle.

Ação Integral

A ação de controle integral, também é chamada de modo RESET porque, para alguns tipo de processo, após uma alteração na carga do processo ou na referência, ele retorna a variável controlada para a referência e elimina o valor residual do erro gerado pelo modo proporcional. Este modo estabelece uma relação linear entre a saída do controlador (u ) e a integral do erro, ou seja, a velocidade de correção do sinal de saída é proporcional ao valor do erro.

O parâmetro de ajuste do modo integral é TI (tempo integral ou tempo de reset).

Na prática utiliza-se controladores integrais associados com controladores proporcionais.

Ação Derivativa

Ao contrário do modo integral que atua sobre os valores passados do erro, o modo derivativo antecipa o estado futuro e atua na predição do erro. Quando o processo possui termos armazenadores de massa ou energia em grandes proporções o modo derivativo torna-se necessário pela capacidade de agir sobre a tendência da variável controlada, antecipando ações corretivas sobre efeitos enquanto esses ainda são pequenos, caso contrário, seria mais dispendioso cancelar ou reverter esses efeitos depois deles já terem se desenvolvido. O modo derivativo estabelece uma relação linear entre a saída e a derivada da entrada do controlador(erro) ,ou seja, o sinal de saída do controlador é proporcional a velocidade de variação do erro.

O parâmetro de ajuste do modo derivativo é TD (tempo derivativo).

SINTONIA DO CONTROLADOR PID

Sintonia de um controlador é a escolha dos parâmetros do controlador (Kp, Ti e Td) de forma que a variável controlada apresente um determinado comportamento (forma de resposta) após uma variação da referência ou da carga. Existem vários métodos de sintonia para o controlador PID. Alguns métodos são analíticos e requerem o conhecimento do modelo dinâmico da planta. Outros métodos são empíricos, e estabelecem regras baseadas no resultado de estímulos aplicados na planta. Trataremos nesta apostila apenas de algumas regras práticas. Grande parte da literatura de controle de processo recomenda que em um controlador bem sintonizado, a variável controlada, após uma mudança da referência em degrau, deve obter uma taxa de amortecimento de 1 / 4 , bom compromisso entre uma rápida subida e um curto tempo de acomodação, considerando apenas os critérios de estabilidade e sem falar em otimização.

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A figura abaixo mostra o comportamento de um sensor do tipo discreto em relação a sua variável controlada.

Com o acionamento do sensor o controlador, normalmente um CLP, pode tomar as ações necessárias, no exemplo de nível ele pode acionar uma bomba para esgotar o vaso ou em caso de emergência pode acionar o sistema de intertravamento de emergência para colocar a planta em uma condição segura paralisando todo o processo. É neste tipo de controle que é baseado todo o sistema de ESD da plataforma.

VARIÁVEL DISCRETA VARIÁVEL DISCRETA

tt

nívelnível altoalto

normalnormal

24 Vcc24 Vcc

0 Vcc0 Vcc

SetSet--pointpoint

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6 CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ( CLP )

Em 1968 a General Motors solicitou aos fabricantes de instrumentos de controle o desenvolvimento um novo tipo de controlador mais fácil de configurar para substituir os painéis a relês usados na fabricação de automóveis. Naquele tempo os painéis de automação das fábricas da GM eram compostos de diversas salas com reles e cabos que executavam a lógica necessária a execução dos trabalhos. Quando acontecia a troca de modelo de carro a ser fabricado, era necessário um grande tempo de paralisação da fabrica para a alteração da lógica adequada ao novo modelo.

PLC 5 em configuração HOT STANDBY O que é um CLP?

O CLP é um microcomputador dedicado a automação de maquinas e processos, onde informações provenientes do processo ( entradas) são processadas em um programa ( processamento ) que geram respostas para atuar no processo ( saídas ).

Os CLPs também são conhecidos por sua sigla em inglês, PLC, Programable Logic Controler.

E Processamento S