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Calculo de Distancias e Azimutes em Geodesia, Manuais, Projetos, Pesquisas de Geodésia e Cartografia

Documento contendo cálculos de distâncias e azimutes entre diferentes pontos usando métodos geodésicos, incluindo aplicação da lei dos senos e cálculos de erros.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 13/09/2022

eucarolbarros
eucarolbarros 🇧🇷

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Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Curso: Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
Disciplina: Levantamentos Topográficos Planimétricos
Apostila de Exercícios de Topografia
Seropédica
2020
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Baixe Calculo de Distancias e Azimutes em Geodesia e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Geodésia e Cartografia, somente na Docsity!

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Curso: Engenharia de Agrimensura e Cartográfica

Disciplina: Levantamentos Topográficos Planimétricos

Apostila de Exercícios de Topografia

Seropédica

Sumário

  • 1 - Apresentação da Apostila
  • 2 - Cálculo analítico da Poligonal Fechada
    • 2.1- Cálculo das Irradiações
  • 3 - Cálculo analítico da Poligonal Enquadrada (Apoiada)
  • 4 - Interserção à Ré (Problema de Pothenot)

2 - Cálculo analítico da Poligonal Fechada

Passo 1: Analisar os ângulos e as distâncias da caderneta de campo.

Ângulos horizontais: Caso possua apenas uma leitura para o ponto visado (PD),

basta prosseguir com os cálculos. Se possuir um par de leituras (PD e PI) para

cada ponto visado, basta determinar o ângulo horizontal através da fórmula:

Ângulo Horizontal Ré

Vértice

Vante =

(PDvante − PDré) + (PIvante − PIré)

2

Distâncias Horizontais: Para efeito de cálculo, precisamos das distâncias

horizontais, se houver mais de uma medição para tal alinhamento, basta

determinar a média das distâncias.

Passo 2: Cálculo da tolerância angular (TH).

O cálculo da tolerância angular é dado pela fórmula:

TH = 0 °00ʹ10" ∗ √𝑛

Onde:

0º00’10” = A constante adotada pela disciplina IT 104, podendo variar de acordo

com o estabelecido pelo professor.

n = Números de estações da poligonal.

Passo 3: Cálculo do Erro de Fechamento Angular (EFA).

O cálculo do erro de fechamento angular é determinado pela fórmula:

EFA = ∑ â𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜𝑠 − 180° ∗ (𝑛 ± 2 )

Se os ângulos forem externos = (n + 2)

Se os ângulos forem internos = (n - 2)

n = Números de estações da poligonal.

Passo 4: Análise do erro de fechamento angular.

Se TH>EFA: “O erro máximo aceitável é de (valor da TH) e o erro cometido foi

de (valor do EFA), portanto, se aceita o EFA distribuindo adequadamente o erro

para que se possa prosseguir com os cálculos”.

Se TH<EFA: “O erro máximo aceitável é de (valor da TH) e o erro cometido foi

de (valor do EFA), portanto, não se aceita o EFA calculado, deve-se voltar a

campo para a realização de um novo levantamento”.

Passo 5: Correção por vértice (Cp/V).

O cálculo da correção por vértice (Cp/v) é dado pela fórmula:

Cp/V =

n = Números de estações da poligonal.

Passo 6: Correção dos ângulos horizontais.

A correção dos ângulos horizontais é dada pela seguinte fórmula:

Ângulo horizontal corrigido = Ângulo horizontal medido em campo - Cp/v

Depois de ter realizado a correção, conferir o somatório dos ângulos.

Passo 7: Transporte de Azimute.

Essa etapa possui uma fórmula “geral” que já será apresentada, porém quero

deixar ressaltado que mesmo com a fórmula você deverá analisar cada azimute

a ser calculado, pois alguns, não necessitaram do uso da fórmula de maneira

direta. E é recomendável nesses casos, que você possua um croqui da

poligonal, para que seja fácil a realização dos cálculos do transporte de azimute.

Passo 7.1: Determinando o azimute de partida.

Para o processo de transporte de azimute é necessário primeiro determinar o

azimute de partida, que geralmente é o azimute em relação a 1ª Estação e sua

orientação e com isso, você pode se deparar com duas situações:

Uma das características da poligonal fechada se dá pelo fato de iniciarmos em

um ponto (geralmente, a 1ª estação com coordenadas (E, N)) e através dos

cálculos, chegarmos às mesmas coordenadas dessa 1ª estação, por isso deve

se observar que:

∑∆E = 0

∑∆N = 0

Caso o somatório dos ∆E ou/e ∆N não seja = 0 (o que provavelmente ocorrerá)

usa-se esses valores para determinar o erro de fechamento linear.

Passo 9: Cálculo da tolerância linear (TL).

O cálculo da tolerância linear é dado pela fórmula:

TL =

𝑃𝑒𝑟í𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 𝑑𝑎 𝑃𝑜𝑙𝑖𝑔𝑜𝑛𝑎𝑙

2000 = A constante adotada pela disciplina IT 104, podendo variar de acordo

com o estabelecido pelo professor.

Passo 10: Cálculo do erro de fechamento linear (EFL).

O cálculo do erro de fechamento linear é dado pela fórmula:

EFL = √(∑∆E)

2

+ (∑∆N)

2

Passo 11: Análise do erro de fechamento linear.

Se TL>EFL: “O erro máximo aceitável é de (valor da TL) e o erro cometido foi de

(valor do EFL), portanto, se aceita o EFL distribuindo adequadamente o erro nas

coordenadas relativas para que se possa prosseguir com os cálculos”.

Se TL<EFL: “O erro máximo aceitável é de (valor da TL) e o erro cometido foi de

(valor do EFL), portanto, não se aceita o EFL calculado, deve-se voltar a campo

para a realização de um novo levantamento”.

Passo 12: Calculando os fatores de correção para as coordenadas relativas

O cálculo dos fatores de correção é dado pela fórmula:

FcΔE =

∑∆E

| ∆E

|

FcΔN =

∑∆N

∑|∆N|

Passo 13: Corrigindo as coordenadas relativas.

O cálculo das correções é dado pela fórmula:

∆E (Estação-Ponto visado) Corrigido = ∆E (Calculado) - |∆E (Calculado)| X Fc∆E

∆N (Estação-Ponto visado) Corrigido = ∆N (Calculado) - |∆N (Calculado)| X Fc∆N

Depois da correção, conferir se o ∑∆𝐸 e o ∑∆𝑁 estão resultando = 0, se isso

acontecer, basta prosseguir com os cálculos, caso reste um valor muito pequeno

(resíduo) compense o mesmo em alguma das coordenadas relativas calculadas,

de preferência na(s) maior(es) em valor absoluto. Caso o valor seja muito grande

(continua dando erro), provavelmente houve erro em cálculos anteriores.

Passo 14: Calculando as coordenadas absolutas (E, N).

Os cálculos das coordenadas absolutas são realizados da seguinte forma:

E (Ponto visado) = E (Estação) + ∆E (Estação-Ponto visado) Corrigido

N (Ponto visado) = N (Estação) + ∆N (Estação-Ponto visado) Corrigido

Para conferir se as contas foram validas, o cálculo das coordenadas da 1ª

estação através do passo 14 deve ser igual as coordenadas dadas no início da

questão.

(BCA) =

( 327 °17ʹ18" − 0°) + (147°17ʹ25" − 180 °00ʹ05" + 360 °)

2

Distâncias horizontais:

DHAB =

( 16 , 645 + 16 , 645 + 16 , 644 + 16 , 644 )

4

= 16,645m

DH

BC

( 18 , 472 + 18 , 471 + 18 , 480 + 18 , 484 )

4

= 18,477m

DHCA =

( 28 , 857 + 28 , 859 + 28 , 847 + 28 , 847 )

4

= 28,852m

Passo 2: Cálculo da tolerância angular (TH).

TH = 0 °00ʹ10" ∗ √ 3

TH = 0º00’17,32”

Passo 3: Cálculo do Erro de Fechamento Angular (EFA).

Como de início não dá para saber se os ângulos são internos ou externos, temos

que calcular os dois casos.

Somatório dos ângulos:

(CAB) + (ABC) + (BCA) = 323°04’55” + 249°37’43” + 327°17’19” = 899°59’57”

Supondo que os ângulos medidos foram os externos.

EFA = 899°59’57” - 180° X (3 + 2) = - 0°00’ 0 3”

Supondo que os ângulos medidos foram os internos.

EFA = 899°59’57” - 180°

X

Observa-se que o cálculo do EFA utilizando os ângulos externos deu mais

próximo de 0°, seria praticamente impossível alguém em um trabalho de campo

errar 719°59’57”, portanto, pode se concluir que os ângulos são externos.

Portanto, EFA = 899°59’57” - 180° X

Passo 4: Análise do erro de fechamento angular.

Como TH>EFA: “O erro máximo aceitável é de (0°00’ 17 ,32”) e o erro cometido

foi de (-0°00’ 0 3”), portanto, se aceita o EFA distribuindo adequadamente o erro

para que se possa prosseguir com os cálculos”.

Passo 5: Correção por vértice (Cp/V).

Cp/V =

− 0 °00ʹ03"

3

Passo 6: Correção dos ângulos horizontais.

(CAB)

Corrigido

(ABC) Corrigido = 249°37’43” - (-0°00’1”) = 249°37’44”

(BCA)

Corrigido

Conferindo o somatório:

(CAB) Corrigido + (ABC) Corrigido + (BCA) Corrigido =

323°04’56” + 249°37’44” + 327°17’20” = 900°00’00” ok

Passo 7: Transporte de Azimute.

Passo 7.1: Determinando o azimute de partida.

Nesse caso, estamos na 1ª situação onde o azimute de partida já é conhecido:

Azimute (AB) = 123°55’06”

Passo 10: Cálculo do erro de fechamento linear (EFL).

EFL = √( 0 , 014 )

2

2

= 0,014m

Passo 11: Análise do erro de fechamento linear.

Como TL>EFL: “O erro máximo aceitável é de (0,031m) e o erro cometido foi de

(0,014m), portanto, se aceita o EFL distribuindo adequadamente o erro nas

coordenadas relativas para que se possa prosseguir com os cálculos”.

Passo 12: Calculando o fato de correção para as coordenadas relativas

FcΔE =

∑∆E

∑|∆E|

FcΔE =

0 , 014

13 , 813 + 4 , 328 + 9 , 471

= 0,0005070259308m/m

FcΔN =

∑∆N

| ∆N

|

FcΔN =

0 , 002

9 , 288 + 17 , 963 + 27 , 253

= 0,00003669 455453 m/m

Passo 13: Corrigindo as coordenadas relativas.

∆E

(Estação-Ponto visado) Corrigido

= ∆E

(Calculado)

- |∆E

(Calculado)

X

Fc∆E

∆N

(Estação-Ponto visado) Corrigido

= ∆N

(Calculado)

- |∆N

(Calculado)

X

Fc∆N

∆E (AB) Corrigido = 13,813 - |13,813| X 0 , 0005070259308 = 13,806m

∆N (AB) Corrigido = - 9,288 - |-9,288| X 0,00003669455453 = - 9,288m

∆E (BC) Corrigido = - 4,328 - |-4,328| X 0 , 0005070259308 = - 4,330m

∆N (BC) Corrigido = - 17,963 - |-17,963| X 0,00003669455453 = - 17,964m

∆E

(CA) Corrigido

X

0 , 0005070259308 = - 9,476m

∆N

(CA) Corrigido

X

0,00003669455453 = 27,252m

Depois da correção, conferir o ∑∆𝐸 e ∑∆𝑁

∑∆E = 13,806 + (-4,330) + (-9,476) = 0 ok

∑∆N = (-9,288) + (-17,964) + 27,252 = 0 ok

Passo 14: Calculando as coordenadas absolutas (E, N).

E (Ponto visado) = E (Estação) + ∆E (Estação-Ponto visado) Corrigido

N (Ponto visado) = N (Estação) + ∆N (Estação-Ponto visado) Corrigido

E

(B)

= 500 + 13,806 = 513,806m

N

(B)

= 1000 + (-9,288) = 990,712m

E

(C)

= 513,806 + (-4,330) = 509,476m

N

(C)

= 990,712 + (-17,964) = 972,748m

Para conferir se as contas foram validas, o cálculo das coordenadas da 1ª

estação através do passo 14 deve ser igual às coordenadas dadas no início da

questão.

E

(A)

= 509,476 + (-9,476) = 500,000m ok

N

(A)

= 972,748 + (27.252) = 1000,000m ok

Observações:

1 - A poligonal em questão teve sua orientação fora do percurso do

caminhamento, ou seja, da estação A foi viasado o ponto P e o mesmo não

se situa dentro da poligonal. Porém os calculos se darão de forma bem similar

ao exercício 1.

2 - Atente-se que devemos começar os cálculos do vértice A, pois é a partir dele

que temos a informação das coordenadas absolutas e também foi a partir

dessa estação que foi visado o ponto de orientação.

3 - As distâncias grifadas de vermelho e marcadas por um * são distâncias

inclinadas e deverão ser convertidas em distâncias horizontais.

4 - No enunciado da prova é solicitado apenas o cálculo das coordenadas

absolutas do ponto 2, porém, para efeito da prática desse tipo de exercício,

irémos calcular as coordenadas absolutas do ponto 1 também.

Aplicando os passos listados anteriormente:

Passo 1: Analisar os ângulos e as distâncias da caderneta de campo.

Ângulos horizontais:

(EAB) =

( 273 °14ʹ50" − 154 °47ʹ05") + (93°14ʹ46" − 334 °47ʹ07" + 360 °)

2

(ABC) =

( 196 °34ʹ44" − 113 °55ʹ40") + (16°34ʹ40" − 293 °55ʹ36" + 360 °)

2

(BCD) =

( 277 °19ʹ18" − 154 °47ʹ05") + (97°19ʹ14" − 334 °47ʹ07" + 360 °)

2

(CDE) =

( 125 °54ʹ23" − 18 °10ʹ15") + (305°54ʹ19" − 198 °10ʹ15")

2

(DEA) =

( 309 °28ʹ15" − 200 °51ʹ25") + (129°28ʹ11" − 20 °51ʹ25")

2

Distâncias horizontais:

DH

AB

( 294 , 593 + 294 , 623 )

2

= 294,608m

DHBC =

( 391 , 223 + 391 , 263 )

2

= 391,243m

DH

CD

( 226 , 100 + 226 , 120 )

2

= 226 , 110 m

DHDE =

( 280 , 579 + 280 , 611 )

2

= 280 , 595 m

DHEA =

( 317 , 109 + 317 , 149 )

2

= 317 , 129 m

Passo 2: Cálculo da tolerância angular (TH).

TH = 0 °00ʹ10" ∗

TH = 0º00’ 22 , 36 ”

Passo 3: Cálculo do Erro de Fechamento Angular (EFA).

Como de início não dá para saber se os ângulos são internos ou externos, temos

que calcular os dois casos.

Somatório dos ângulos:

(EAB) + (ABC) + (BCD) + (CDE) + (DEA) =

Supondo que os ângulos medidos foram os externos.

EFA = 539°59’50” - 180° X ( 5 + 2) = - 72 0°00’ 10 ”

Passo 7: Transporte de Azimute.

Passo 7.1: Determinando o azimute de partida.

Nesse caso estamos na 2ª situação onde o azimute de partida terá que ser

calculado pela fórmula:

Az (Estação-Orientação)

= Rumo (Que vai depender da análise do quadrante)

= 𝑎𝑟𝑐𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒 [

∆𝐸

∆𝑁

]

Rumo (AP)

= 𝑎𝑟𝑐𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒 [

∆𝐸

∆𝑁

]

Rumo (AP) = 𝑎𝑟𝑐𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒 [

630158 , 226 − 630237 , 869

7486148 , 970 − 7485999 , 349

]

Rumo (AP) = 𝑎𝑟𝑐𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒 [

− 79 , 643

149 , 621

]

Rumo (AP) = 𝑎𝑟𝑐𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒

[

]

Rumo (AP) = 28º01’35” NW

Azimute (AP) = 360º - 28º01’35” = 331º58’25”

Passo 7.2: Transportando o azimute de partida.

Az (Estação-Ponto visado) = Az (Orientação-Estação) + 180º + Ângulo (Orientação-Estação-Ponto visado)

Azimute (AB) = Azimute (AP) + Ângulo horizontal (PAB) - 360º

Porém ainda não calculamos esse ângulo horizontal (PAB)

(PAB) =

( 273 °14ʹ50" − 42 °17ʹ27") + (93°14ʹ46" − 222 °17ʹ27" + 360 °)

2

Azimute (AB)

Azimute (BC) = 202º55’46” + 180° + 8 2° 39 ’ 06 ” - 360º = 105 º 34 ’ 52 ”

Azimute (CD)

Azimute (DE) = 48 º 07 ’ 04 ” + 180° + 107 ° 44 ’ 08 ” = 3 35 º5 1 ’1 2 ”

Azimute (EA)

Azimute (AB) transportado = 264 º 28 ’ 02 ” + 180° + 118 ° 27 ’ 44 ” - 360 ° = 202 º55’ 46 ”

Azimute (AB)

= Azimute (AB) transportado

ok

Passo 8: Cálculo das coordenadas relativas (∆𝐸 𝑒 ∆𝑁).

∆E

(Estação-Ponto visado)

= sen(Azimute (Estação-Ponto visado)

) X DH

(Estação

  • Ponto visado)

∆N

(Estação-Ponto visado)

= cos(Azimute (Estação-Ponto visado)

) X DH

(Estação

  • Ponto visado)

∆E (AB) = seno(202º55’46”) x 294,608 = - 114,778m

∆N

(AB)

= cosseno(202º55’46”) x 294,608 = - 271,330m

∆E

(BC)

= seno(105º34’52”) x 391,243 = 376,865m

∆N (BC) = cosseno(105º34’52”) x 391,243 = - 105,089m

∆E (CD) = seno(48º07’04”) x 226,110 = 168,343m

∆N

(CD)

= cosseno(48º07’04”) x 226,110 = 150,951m

∆E

(DE)

= seno(335º51’12”) x 280,595 = - 114,784m

∆N (DE) = cosseno(335º51’12”) x 280,595 = 256,043m

∆E

(EA)

= seno(264º28’02”) x 317,129 = - 315,651m

∆N (EA) = cosseno(264º28’02”) x 317,129 = - 30,576m

∑∆E = (-114,778) + 376,865 + 168,343 + (-114,784) + (-315,651) = - 0,005m

∑∆N = (-271,330) + (-105,089) + 150,951 + 256,043 + (-30,576) = - 0,00 1 m