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Apostila DOS, Notas de estudo de Cultura

Comandos MS-Dos

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 12/05/2011

carlos-lopes-lopes-4
carlos-lopes-lopes-4 🇧🇷

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Sistema Operacional
MS-DOS
Para automatizar as operações de um problema específico, como a atualização do saldo,
usamos um programa que reproduz as operações que faríamos convencionalmente. Por
isso, um programa como este é chamado aplicativo específico e integra o chamado software
aplicativo.
Mas para executar este programa, o PC precisa fazer outras operações como ativar o
programa, abrir um arquivo, fechar um arquivo, enviar dados à impressora, deletar erros,
avisar o operador, ativar um periférico que estava dormente, etc.
Para evitar que cada programa tenha que fazer isso à sua maneira, alguns produtores de
software oferecem conjuntos de programas que executam essas operações básicas e que
podem ser usados por programadores, na elaboração de um programa aplicativo. Tais
conjuntos são chamados de sistema operacional é um conjunto de ferramentas básicas que
precisam ser combinadas para produzir uma solução. É como decorar uma sala com
módulos personalizados: à nossa maneira, juntamos os módulos para produzir uma solução
personalizada. A solução corresponderia ao aplicativo, e os módulos ao sistema
operacional.
Além disso, o sistema operacional oferece uma série de serviços que o usuário precisa para
manter os arquivos de dados e programas em ordem, tais como organização dos diretórios e
arquivos dos discos, a verificação do estado dos discos e a memória, a cópia, renomeação
eliminação de arquivos, a geração de cópias de segurança, etc.
Como a operação do PC é baseada em discos, os seus sistemas operacionais também são
chamados em disco (DOS, do inglês Disk Operating System). Poucos foram os DOS
produzidos até hoje: MS-DOS, da Microsoft, o PC-DOS, da IBM, ambos de origem
comum, o DR-DOS, da Digita Research, o XENIX, da SCO, O NOVELL, para redes, etc.
O MS-DOS, até por ter sido o primeiro DOS do PC, domina amplamente o mercado, sendo
considerado padrão. Por isso, esta apostila usará o MS-DOS.
* Iniciar a operação, fixando seus parâmetros como Data e Hora ( o inicio da operação é
chamado boot, do inglês pontapé );
* Ativar um programa na memória e executá-lo;
* Configurar o PC, indicando os periféricos usados, o tamanho e tipo de memória, etc.;
* Relacionar aos diretórios os arquivos de um disco;
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Sistema Operacional

MS-DOS

Para automatizar as operações de um problema específico, como a atualização do saldo, usamos um programa que reproduz as operações que faríamos convencionalmente. Por isso, um programa como este é chamado aplicativo específico e integra o chamado software aplicativo.

Mas para executar este programa, o PC precisa fazer outras operações como ativar o programa, abrir um arquivo, fechar um arquivo, enviar dados à impressora, deletar erros, avisar o operador, ativar um periférico que estava dormente, etc.

Para evitar que cada programa tenha que fazer isso à sua maneira, alguns produtores de software oferecem conjuntos de programas que executam essas operações básicas e que podem ser usados por programadores, na elaboração de um programa aplicativo. Tais conjuntos são chamados de sistema operacional é um conjunto de ferramentas básicas que precisam ser combinadas para produzir uma solução. É como decorar uma sala com módulos personalizados: à nossa maneira, juntamos os módulos para produzir uma solução personalizada. A solução corresponderia ao aplicativo, e os módulos ao sistema operacional.

Além disso, o sistema operacional oferece uma série de serviços que o usuário precisa para manter os arquivos de dados e programas em ordem, tais como organização dos diretórios e arquivos dos discos, a verificação do estado dos discos e a memória, a cópia, renomeação eliminação de arquivos, a geração de cópias de segurança, etc.

Como a operação do PC é baseada em discos, os seus sistemas operacionais também são chamados em disco (DOS, do inglês Disk Operating System). Poucos foram os DOS produzidos até hoje: MS-DOS, da Microsoft, o PC-DOS, da IBM, ambos de origem comum, o DR-DOS, da Digita Research, o XENIX, da SCO, O NOVELL, para redes, etc. O MS-DOS, até por ter sido o primeiro DOS do PC, domina amplamente o mercado, sendo considerado padrão. Por isso, esta apostila usará o MS-DOS.

  • Iniciar a operação, fixando seus parâmetros como Data e Hora ( o inicio da operação é chamado boot, do inglês pontapé );

  • Ativar um programa na memória e executá-lo;

  • Configurar o PC, indicando os periféricos usados, o tamanho e tipo de memória, etc.;

  • Relacionar aos diretórios os arquivos de um disco;

  • Criar, mudar ou estruturar diretórios e eliminar diretórios vazios;

  • Copiar, eliminar, renomear arquivos, exibir seu conteúdo, mudá-lo de diretório;

  • Preparar discos virgens para usá-los no DOS (formatar);

  • Copiar discos inteiros ou partes deles;

  • Administrar a capacidade dos discos indicando quando ficarem cheios;

  • Administrar a fila de arquivos a serem impressos;

  • Emitir mensagens de aviso ao usuário, na ocorrência de erros detectáveis;

  • etc.

As funções do DOS são padronizadas e independentes de hardware de cada PC. Por outro lado, cada PC tem funções básicas elementares peculiares ao seu projeto eletrônico. Por isso, precisa ter um programa que decompõem as funções padrões do DOS nas suas funções elementares. Chamado de BIOS (em inglês Binary Input Output System), esse programa é gravado em memória permanente da placa principal do PC, e tem a função de dar partida na operação BOOT, ativando o DOS e atua durante toda a operação, fazendo a ligação entre o DOS e o hardware. Lingando-se o PC, o BIOS testa alguns segundos e inicia a operação, na seguinte seqüência:

  1. Ligar o PC
  2. O BIOS teste a memória e os periféricos ligados no PC (POST)
  3. O BIOS lê o (S.O) DOS do disco e o grava (Carrega) na memória
  4. O BIOS dispara a execução do DOS, que passa a comandar o PC

O Sistema Operacional DOS reconhece os drives de unidades de armazenamento de discos flexíveis ( disquetes ) pelas letras A e B e os drives de unidade de armazenamento de disco rígido ( winchesters ) pela letra C e D, todas seguidas de dois pontos ( : ). O mais comum é o PC com uma unidade de armazenamento de disco flexível ( A: ) e uma unidade de

Como se faz com as pastas de escritório, o DOS identifica os arquivos por nomes arbitrários escolhidos pelo usuário, como SMART, CLIPPER, DELPHI, etc. Estes nomes arbitrários podem ser complementados por uma extensão procedida por um ponto como SMART.DOC, CLIPPER.PRG, DELPHI.DPR, etc. Quanto às restrições estes nomes podem ter de 1 a 8 caracteres, um ponto e uma extensão de 3 caracteres no máximo ( Não é obrigatória ), ambos não podendo ter caracteres especiais como espaço, vírgula, barras invertidas, pontos, e caracteres como: *, ?. Os programas aplicativos costumam criar extensões padrão dos arquivos para que, com isso o usuário reconheça qual o aplicativo deu origem a este arquivo.

  • .TXT Arquivo contendo texto

  • .DOC Arquivos do processador de texto Word for Windows

  • .SYS Arquivo do sistema operacional

  • .COM Arquivo executável

  • .EXE Arquivo executável

  • .BAK Arquivo de segurança ( Backup )

  • .BAT Arquivo de lote

  • .DBF Arquivo de banco de dados Dbase

  • .WKI Arquivo de planilha eletrônica Lotus 1-2-

  • .XLS Arquivo de planilha eletrônica Excel, etc.

No entanto, estes nomes podem ser alterados ( inclusive as extensões ) utilizando um comando de renomeamento do DOS.

Os arquivos podem ser organizados com ou sem hierarquia: os discos podem ter os arquivos numa única seqüência, ligados ao diretório raiz ou subdiretório raiz.

Quando os usuário começa a instalar seus programas e arquivos, poderá optar por outras estruturas. A estrutura pode ser dispersada na gravação de poucos arquivos num disquete, mas é imprescindível no disco rígido.

Num disco estruturado, cada arquivo se vincula a um diretório. O caminho que se percorre na árvore, até chegar o arquivo se chama rota. A rota de um arquivo é única.

Um subdiretório, que é um local de armazenagem dentro de outro local de armazenagem, atua como se fosse um disco. Por isso, pode-se usar o mesmo nome para arquivos de diretórios diferentes. Também por isso, o PC considera um dos diferentes diretórios como principal ou corrente , que é onde fará as próximas leituras ou gravações, salvo especificações em contrário.

Quando se menciona um arquivo sem rota, o DOS considera que está vinculado ao principal. Na partida, o diretório raiz ( C:> )é assumido como principal, mas o usuário pode alterar o diretório principal quando desejar. Portanto, um arquivo de um subdiretório secundário precisa ser mencionado com a rota.

O DOS é uma coleção de programas cada qual executando operações específicas. O código de um comando é o nome do programa que faz certas operações. A digitação do código sucedido da tecla [ENTER] dispara a execução do respectivo programa. Se agregamos um programa ao DOS, isto é, gravarmos no diretório que o do DOS, basta digitar o nome para executá-lo. Esses programas adicionais não podem se nomeados com nenhum código de comando do DOS e devem ter extensões .EXE ( de executável ) ou .COM (de comando), como as dos comandos do DOS. Por outro lado, os arquivos de dados não podem ter extensões .COM ou .EXE, reservadas para arquivos de programas.

Os comandos do DOS podem ativar os módulos do PC como a console do teclado e vídeo, conhecida pelo nome CON, os discos, conhecidos pelo nome A, B, C ou D, a impressora, conhecida pelo nome PRN e outras portas de comunicação, conhecidas como COM1 e COM2. Por sua vez, os módulos atuam nos arquivos neles disponíveis naquele momento.

Cada comando é uma frase que se compõe de um nome, que define a operação desejada, seguido de parâmetros que definem os objetos daquela operação: no comando copy command.com teste , o nome copy define a operação de cópias de arquivo e os parâmetros command.com e teste definem o arquivo de onde os dados serão lidos ( origem ) e onde

Separadores: Dois Pontos ( : ) ou Ponto (. ).

Exemplo:

C:>Time

O Sistema apresentará a seguinte tela:

Em seguida, digita-se a hora atual e tecla-se

VER

Comando que mostra a versão do Sistema Operacional.

Exemplo:

C:> VER

PROMPT

Comando que altera o aviso ou prontidão para o { Nome }especificado

Sintaxe: PROMPT { Nome }

Exemplo:

C:>PROMPT SMART , altera o aviso ou prontidão de C:> para SMART

Para visualizar o caminho deve-se utilizar o comando PROMPT com o parâmetro $P$G.

DIR

Comando que mostra a lista de arquivos de um diretório. Este comando pode conter alguns argumentos para obter-se uma resposta diferente:

  • /P Lista o diretório com pausa, usado quando o diretório encontra-se com vários arquivos.

  • /W Lista o diretório na horizontal.

  • /? Lista todas as opções do comando DIR

O comando dir apresenta, ainda, três informações bastante importantes ao seu final: o número de arquivos contidos no diretório corrente, o espaço em disco ocupado por estes arquivo(s) e o espaço disponível no disco ( espaço livre para gravação de arquivos ).

Exemplo:

C:>DIR / W

C:>DIR /P

C:>DIR / W

CLS

Comando que limpa a tela

Exemplo:

C:>CLS

TREE

Comando que exibe graficamente a árvore de diretórios e subdiretórios a partir do diretório- raiz para que o usuário tenha da organização hierarquia do seu disco. Este comando pode conter alguns argumentos para obter-se uma resposta diferente.

  • /F Exibe a árvore de subdiretórios, mostrando também os arquivos existentes dentro dele.

  • /A Instrui o comando TREE a usar os caracteres gráficos disponíveis em todas as Páginas de Código e permite um processo de impressão mais rápido.

Exemplo:

C:>TREE

C:>TREE /F

C:>TREE /A

CHKDSK

Comando que checa o disco mostrando informações sobre este na tela

Sintaxe: CHKDSK [unidade:]

Exemplo:

C:>CHKDSK , checa o disco rígido C:

C:>CHKDSK , checa o disco flexível A:

MEM

Comando que fornece informações sobre a memória.

Sintaxe: MEM

Exemplo:

C:>MEM

RENAME ou REN

Comando que faz a renomeação ( TROCA ) do nome ou extensão de um arquivo a partir do drive corrente.

Sintaxe: RENAME ou REN [unidade:] [caminho] { Nome Antigo } { Nome Novo }

Exemplo:

C:> REN RAMOS.DOC LEANDRO.DOC , alterna o nome do arquivo RAMOS .DOC para LEANDRO.DOC

C:> REN PROJETO.DPR PROJETO1.PRG

COPY

Comando que copia um arquivo ou grupo de arquivos de uma ORIGEM para um DESTINO.

Sintaxe: COPY [unidade:] [caminho] { Nome Origem } [unidade:] [caminho] { Nome

Destino }

Exemplo:

Exemplo:

C:>DISKCOPY A: B: , faz a duplicação de um disco na unidade A: para unidade B:, sendo que os dois discos devem possuir o mesmo tamanho e capacidade

XCOPY

Comando que copia arquivos seletivamente, lendo em sub-diretórios diferentes na origem e podendo criar os sub-diretórios na unidade de destino, se assim for desejado. Este comando pode conter alguns argumentos para obter-se uma resposta diferente.

  • ORIGEM Drive, caminho e nome dos arquivos de origem

  • DESTINO Drive, caminho e nome dos arquivos de destino

  • /M Copia os arquivos de origem e os "marca".

  • /D: data Copia os arquivos de origem que foram modificados na data definida em

" data "ou depois dela, ( mm,dd,yy é o formato default ")

  • /S Copia os arquivos em diretórios e sub-diretórios, a não ser que estejam vazios

  • /E Copia os subdiretórios mesmo que estejam vazios

Sintaxe: XCOPY [ ORIGEM] [DESTINO] /M /D: data /S /E /V

Exemplo:

C:>XCOPY C:\DOS A: , copia o diretório DOS para o drive A:

MOVE

Comando que tem duas funções: Renomear diretórios ou mover arquivos de um diretório para outro.

Sintaxe: MOVE [unidade:] [caminho] [nome antigo] [nome novo] ou [Origem] [Destino]

Exemplo:

C:>MOVE C:\AULA C:\SENAC , renomeia o diretório C:\AULA para C:\TESTE

C:>MOVE C:\LEANDRO*.* A: , faz a movimentação de todos os arquivos do drive de origem C:\LEANDRO para o drive de destino A: deixando assim o diretório C:\LEANDRO vazio.

TYPE

Comando que exibe o conteúdo de um determinado arquivo

Sintaxe: TYPE [unidade:] [CAMINHO] { Nome do Arquivo }

Exemplo:

C:\TYPE CONFIG.SYS Exibe o conteúdo do arquivo CONFIG.SYS na tela

Utilizando este comando você pode também imprimir o conteúdo de um arquivo bastando para tanto adicionar a terminação > PRN ou > LPT1 ao comando

Exemplo:

C:>TYPE CONFIG.SYS > PRN Imprime o conteúdo do arquivo CONFIG.SYS

MORE

Comando que exibe o conteúdo de um determinado arquivo, fazendo uma pausa cada vez que a tela é preenchida.

Sintaxe: MORE < [unidade:] [caminho] { Nome do Arquivo }

Exemplo:

MORE < TESTE.TXT

FORMAT

Antes de utilizar um disquete novo, você precisa prepará-lo para receber as informações e, essa preparação do disco é chamada de formatação, que tem a função de definir trilhas e setores na superfície magnética do disco. Em outras palavras, formatação prepara um disquete para trabalhar com o MS-DOS. Num disco formatado podemos copiar um arquivo, um diretório de vários arquivos ou até um disco inteiro. A formatação deve ser aplicada com cuidado pois destrói o conteúdo anterior do disquete. Este comando pode conter alguns argumentos para obter-se uma resposta diferente:

Sintaxe: DEL [unidade] [caminho] { Nome do Arquivo }

Exemplo:

DEL C:\WINWORD\LEANDRO.DOC , deleta o arquivo LEANDRO.DOC do diretó-

rio WINWORD

DEL *.DOC , deleta todos os arquivos com extensão .DOC

do diretório corrente

DEL C:\ADMIN*.* , deleta todos os arquivos do diretório ADMIN

UNDELETE

No desenvolvimento diário de suas tarefas do dia a dia é muito comum você apagar um ou mais arquivos, e depois descobrir que aquele(s) arquivo(s) era(m) importante(s). A partir da versão 5.0 do MS-DOS houve a implantação de um comando muito útil chamado Undelete, que nos permite ( às vezes... ) recuperar estes arquivos. Existem versões deste utilitário para o MS-DOS ou MS-Windows.

Sintaxe: UNDELETE [unidade:] [caminho] { Nome do Arquivo }

Exemplo:

UNDELETE C:\WINWORD\LEANDRO.DOC , recupera o arquivo LEANDRO.DOC do diretório WINWORD

DELTREE

Comando que apaga um ou mais subdiretórios do disco a partir do diretório corrente.

O comando deltree apaga todos os arquivos e subdiretórios dentro de um diretório de uma só vez. Como precaução ele sempre exibirá uma mensagem na tela perguntando se você realmente deseja apagar.

Exemplo:

C:>DELTREE PROFESSOR

Utilizando-se deste comando o usuário poderá apagar subdiretórios com mais rapidez e eficiência.

Utilitários do Ms-

Dos

Backup

A melhor forma de proteger suas informações é fazendo uma cópia de segurança de seus arquivos. Esta operação é conhecida em informática por BACKUP. A cópia de segurança nos permite restituir rapidamente as informações perdidas pro qualquer razão. Em outras palavras um backup pode ser descrito como uma cópia dos dados que existem no seu disco rígido em disquetes. Quando for efetuar backups esteja sempre com os disquetes formatados a mão para evitar maiores transtornos.

Para efetuar um backup a partir da versão 6.0, é necessário antes configurar o programa MS-Backup utilitário do MS-DOS, que é apresentado de forma interativa. Para tanto necessitaremos de dois disquetes formatados e limpos de mesmo tamanho para o MS- BACKUP se configure.

Para carregar o MS-BACKUP, digite no aviso de sistema ( C:> ) o texto MSBACKUP e, em seguida, tecle [ENTER]. O MS Backup fará uma leitura de uma estrutura de diretórios e abrirá um menu.

CRIANDO CÓPIAS DE SEGURANÇA

Para gerar uma cópia de segurança, clique no botão direito Copiar, ou pressiona TAB até o botão Copiar ficar em destaque e pressione ENTER.

Uma outra tela aparecerá, aonde você irá definir o que será "backupeado". O primeiro passo é definir quais arquivos, ou diretórios serão copiados, para isto, use o botão SELECIONAR ARQUIVOS. Aparecerá uma tela, aonde você irá selecionar o que vai ser copiado, para fazer isto, basta deslocar o destaque com as setas do teclado e pressionar a barra de espaços do teclado para incluir o arquivo ou diretório na lista que vai ser copiado. Para remover a marca de cópia de um arquivo ou diretório, basta pressionar a tecla DEL. Após selecionar tudo, use o botão OK.

Para iniciar a cópia, selecione aonde as cópias serão armazenadas e use o botão INICIAR CÓPIAS. O MS-BACKUP irá pedir para você inserir o primeiro disco e iniciará as cópias.

RESTAURANDO UMA CÓPIA DE SEGURANÇA

Os efeitos são diversos como, por exemplo:

  Aumento do tempo de carga do programa   Destruição de arquivos   Paradas inexplicáveis do Sistema   Mensagens estranhas na tela   Mal funcionamento dos aplicativos

Mas felizmente foram inventados os antivírus, que vieram a nos auxiliar no controle dessa praga. Mas que nem sempre podem reconhecer e limpar o vírus que está nos importunando, portanto é muito importante manter uma versão "atualizada" de antivírus a mão

O programa antivírus examina um disco ou um arquivo procurando sinais de vírus. Caso encontre um vírus, o programa, ou remove o vírus, ou apaga o programa infectado. O resultado final é que seu PC fica livre de qualquer infecção ou dano potencial.

Alguns cuidados podem ser tomados pelo usuário a fim de se EVITAR ATAQUES DE VÍRUS como por exemplo:

  Nunca inicialize em seu PC usando um disco estranho, como um jogo ou um demo grátis.   Não permita que outros mexam em seu computador ou utilize-o para "testar" coisas.   Usa software para procura de vírus em seu computador para garantir que ele seja livre de infecções   Se você ainda não possui o DOS 6.0 ou superior, você deve adquirir imediatamente um programa de procura/remoção

A maneira mais popular de pegar um vírus é experimentar um software "grátis". Por exemplo, diversas pessoas inocentes ( e inteligentes ) dão aos seus amigos jogos e outros programas que residem em disquetes de boot. Quando a pessoa desprevenida inicializa seu micro a partir de um destes discos, ele é instantaneamente infectado.

Existem vários softwares antivírus no mercado como, por exemplo, o SCAN, o CENTRAL POINT, o NORTON ANTI VÍRUS, e outros.

UTILIZANDO O ANTIVÍRUS DO MS-DOS

No MS-DOS 6.0 foi incluída a primeira versão do utilitário Microsoft Antivírus. Ele vem em duas versões, uma para o MS-DOS e outra para o MS-Windows.

Para carregar o MS-ANTIVÍRUS, digite no aviso do sistema ( C:> ) o texto MSAV e, em seguida, tecle [ENTER]. O MS-ANTIVÍRUS abrirá o seu menu principal e você poderá usar o teclado ou o mouse para operá-lo

O antivírus do MS-DOS detecta a maioria dos vírus conhecidos e assim que ele encontre um vírus o informará. Para procurar e remover algum vírus existente na sua máquina, use o botão encontrar e remover.

SCANDISK

Comando que executa o programa de correção de discos. O scandisk deve ser utilizado sempre que existir um erro lógico em um disquete ou winchester, este erro é detectado sempre que há um erro de leitura no disco, a correção destes erros deve ser feita para evitar a perda de informações armazenadas. Para carregar o SCANDISK, digite no aviso do sistema ( C:> ) o texto scandisk [unidade:] e em seguida, tecle [ENTER]. Se não for especificada nenhuma unidade o SCANDISK analisará a atual C:. Para atualizá-lo, basta