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Apostila CNC, Notas de estudo de Cultura

Apostila CNC

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 04/08/2011

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andre-mauricio-7 🇧🇷

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Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
Fundação Centro Tecnológico Automotivo
TECNOLOGIA MECÂNICA II
FUNDAMENTOS DE USINAGEM
APOSTILA DE AULA
Mario Eduardo Santos Martins
Fevereiro, 2001
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Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Fundação Centro Tecnológico Automotivo

TECNOLOGIA MECÂNICA II

FUNDAMENTOS DE USINAGEM

APOSTILA DE AULA

Mario Eduardo Santos Martins

Fevereiro, 2001

CAPÍTULO

PÁGINA

1 INTRODUÇÃO

2 processos mecânicos de usinagem ........................................................................................................................... 6 2.1 TORNEAMENTO ........................................................................................................................... 6 2.1.1 Torneamento retilíneo ........................................................................................................................... 7 2.1.2 Torneamento cilíndrico ........................................................................................................................... 7 2.1.3 (^) Torneamento cônico ........................................................................................................................... 7 2.1.4 Torneamento radial ........................................................................................................................... 7 2.1.5 Perfilamento ........................................................................................................................... 8 2.1.6 Torneamento curvilíneo ........................................................................................................................... 8 2.2 APLAINAMENTO ........................................................................................................................... 8 2.3 (^) FURAçÃO ........................................................................................................................... 9 2.3.1 Furação em cheio ........................................................................................................................... 9 2.3.2 Escareamento ........................................................................................................................... 9 2.3.3 Furação escalonada ........................................................................................................................... 9

2.7.3 BROCHAMENTO

2.7.4 Brochamento interno ........................................................................................................................... 13 2.7.5 Brochamento externo ........................................................................................................................... 13 2.7.6 (^) ROSCAMENTO ........................................................................................................................... 13 2.7.7 Roscamento interno ........................................................................................................................... 13 2.7.8 Roscamento externo ........................................................................................................................... 13 2.8 LIMAGEM ........................................................................................................................... 14 2.9 RASQUETEAMENTO ........................................................................................................................... 14 2.10 (^) TAMBORAMENTO ........................................................................................................................... 14 2.11 RETIFICAÇÃO ........................................................................................................................... 14 2.11.1 Retificação tangencial ........................................................................................................................... 14 2.11.2 Retificação cilídrica ........................................................................................................................... 14 2.11.3 Retificação cônica ........................................................................................................................... 15 2.11.4 (^) Retificação de perfis ........................................................................................................................... 15 2.11.5 Retificação tangencial plana ........................................................................................................................... 15 2.11.6 Retificação cilíndrica sem centros ........................................................................................................................... 15 2.11.7 Retificação frontal ........................................................................................................................... 16

2.12 BRUNIMENTO

2.13 SUPERACABAMENTO

2.14 LAPIDAÇÃO

2.15 ESPELHAMENTO

2.16 POLIMENTO

2.17 LIXAMENTO

2.18 JATEAMENTO

2.19 AFIAÇÃO

2.20 DENTEAMENTO

RECARTILHADO............................................................................................... 18

3 BIBLIOGRAFIA

torneamento, o movimento principal é realizado pela peça. Quanto à forma da trajetória, o torneamento pode ser retilíneo ou curvilíneo.

1.1.1.. Torneamento retilíneo

Processo de torneamento no qual a ferra^ 0 01 F menta se desloca segundo uma trajetória retilínea. O torneamento retilíneo pode ser:

1.1.2.. Torneamento cilíndrico

Processo de torneamento no qual a ferramenta se desloca, segundo uma trajetória paralela ao eixo principal de rotação da máquina. Pode ser externo (figura

  1. ou interno (figura 2). Quando o torneamento cilíndrico visa obter na peça um entalhe circular, na face perpendicular ao eixo principal de rotação da máquina, o torneamento é denominado sangramento axial (figura 3).

1.1.3.. Torneamento cônico

Processo de torneamento no qual a ferra^ 0 01 F menta se desloca segundo uma trajetória retilínea, inclinada em relação ao eixo principal de rotação da máquina. Pode ser externo (figura 4) ou interno (figura 5).

1.1.4.. Torneamento radial

Processo de torneamento no qual a fer^ 0 01 F ramenta se desloca segundo uma trajetória retilínea, perpendicular ao eixo principal de rotação da máquina.

Quando o torneamento radial visa a obtenção de uma superfície plana, o torneamento é denominado torneamento de faceamento (figura 6). Quando o torneamento radial visa a obtenção de um entalhe circular, o torneamento é denominado sangramento radial (figura 7).

1.1.5.. Perfilamento

Processo de torneamento no qual a ferramenta se desloca segundo uma trajetória retilínea radial (figura 8) ou axial (figura 9), visando a obtenção de uma forma definida, determinada pelo perfil da ferramenta.

  • Denomina-se ferramenta de usinagem mecânica a ferramenta destinada à remoção de cavaco. No caso de possuir uma única superfície de saída, a ferramenta é chamada ferramenta monocortante; quando possuir mais de uma superfície de saída, é chamada ferramenta multicortante.

1.1.6.. Torneamento curvilíneo

Processo de torneamento, no qual a ferramenta se desloca segundo uma trajetória curvilínea (figura 10). Quanto à finalidade, as operações de torneamento podem ser classificadas ainda em torneamento de desbaste e torneamento de acabamento. Entende-se por acabamento a operação de usinagem destinada a obter na peça as dimensões finais, ou um acabamento superficial especificado, ou ambos. O desbaste é a operação de usinagem, anterior à de acabamento, visando a obter na peça a forma e dimensões próximas das finais.

1.2. APLAINAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado a obten^ 0 01 F ção de superfícies regradas, geradas por um movimento retilíneo alternativo da peça ou da ferramenta. O aplainamento pode ser horizontal ou vertical (figuras 11 a 18). Quanto à finalidade, as operações de aplainamento podem ser classificadas ainda em aplainamento de desbaste e aplainamento de acabamento.

núcleo maciço (figura 24).

1.4. (^) ALARGAMENTO Processo mecânico de usinagem destinado ao desbaste ou ao acabamento de furos cilíndricos ou cônicos, com auxílio de ferramenta geralmente multicortante. Para tanto, a ferramenta ou a peça giram e a ferramenta ou a peça se deslocam segundo uma trajetória retilínea, coincidente ou paralela ao eixo de rotação da ferramenta. O alarg^ 0 01 F amento subdivide-se nas operações seguintes.

1.4.1.. Alargamento de desbaste Processo de alargamento destinado ao desbaste da parede de um furo cilíndrico (figura 25) ou cônico (figura 27).

1.4.2.. Alargamento de acabamento Processo de alargamento destinado ao acabamento da parede de um furo cilíndrico (figura 26) ou cônico (figura 28).

1.4.3.. REBAIXAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado à obten^ 0 01 F ção de uma forma qualquer na extremidade de um furo. Para tanto, a ferramenta ou a peça giram e a ferramenta ou a peça se deslocam segundo uma trajetória retilínea, coincidente ou paralela ao eixo de rotação da ferramenta (figuras 29 a 34) *.

1.5. MANDRILAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies de revolução com auxílio de uma ou várias ferra^ 0 01 F mentas de barra. Para tanto, a ferramenta gira e a peça ou a ferramenta se deslocam simultaneamente segundo uma trajetória determinada.

1.5.1.. (^) Madrilamento cilíndrico Processo de mandrilamento no qual a superfície usinada é cilíndrica de revolução, cujo eixo coincide com o eixo em torno do qual gira a ferramenta (figura 35).

1.5.2.. Mandrilamento radial Processo de mandrilamento no qual a superfície usinada é plana e perpendicular ao eixo em tôrno do qual gira a ferramenta (figura 36).

1.5.3.. Mandrilamento cônico Processo de mandrilamento no qual a superfície usinada é cônica de revolução, cujo eixo coincide com o eixo em torno do qual gira a ferramenta (figura 37).

1.5.4.. Mandrilamento de superfícies especiais Processo de mandrila^ 0 01 F mento no qual a superfície usinada é uma superfície de revolução, diferente das anteriores, cujo eixo coincide com o eixo em torno do qual gira a ferramenta. Exemplos: mandrilamento esférico (figura 38), mandrilamento de sangramento, etc. Quanto à finalidade, as operações de mandrilamento podem ser classificadas ainda em mandrilamento de desbaste e mandrilamento de acabamento.

1.6. FRESAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado à obtenção de superfícies quaisquer com o auxílio de ferramentas geralmente multicor^ 0 01 F tantes. Para tanto, a ferramenta gira e a peça ou a ferramenta se deslocam segundo uma trajetória qualquer. Distinguem-se dois tipos básicos de fre^ 0 01 F samento.

Processo de serramento no qual a ferramenta gira ao redor de seu eixo e a peça ou ferramenta se desloca1 (figuras 52 a 54).

1.7.3.. BROCHAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado à obten^ 0 01 F ção de superfícies quaisquer com auxílio de ferramentas multicortantes. Para tanto, a ferramenta ou a peça se deslocam segundo uma trajetória retilínea, coincidente ou paralela ao eixo da ferramenta.

1.7.4.. Brochamento interno

Processo de brochamento executado num furo passante da peça (figura 55).

1.7.5.. Brochamento externo

Processo de brochamento executado numa superfície externa da peça (figura 56).

1.7.6.. ROSCAMENTO

Processo mecânico de usinagem destinado à obten^ 0 01 F ção de filetes, por meio da abertura de um ou vários sulcos helicoidais de passo uniforme, em superfícies cilíndricas ou cônicas de revolução. Para tanto, a peça ou a ferramenta gira e uma delas se desloca simultaneamente segundo uma trajetória retilínea paralela ou inclinada ao eixo de rotação. O roscamento pode ser interno ou externo.

1.7.7.. Roscamento interno

Processo de roscamento executado em superfícies internas cilíndricas ou cônicas de revolução (figuras 57 a 60).

1.7.8.. Roscamento externo

Processo de roscamento executado em superfícies externas cilíndricas ou cônicas de revolução (figuras 61 a 66).

1.8. LIMAGEM

Processo mecânico de usinagem destinado a obtenção de superfícies quaisquer com auxílio de ferramentas multicortantes (elabo^ 0 01 F radas por picagem) de movimento contínuo ou alternativo (figuras 67 e 68).

1.9. RASQUETEAMENTO

Processo manual de usinagem destinado à ajus^ 0 01 F tagem de superfícies com auxílio de ferramenta monocortante ( figura 69).

1.10. TAMBORAMENTO

Processo mecânico de usinagem no qual as peças são colocadas no interior de um tambor rotativo, juntamente ou não com materiais especiais, para serem rebarbadas ou receberem um acabamento (figura 70).

1.11. RETIFICAÇÃO

Processo de usinagem por abrasão destinado à obtenção de superfícies com auxílio de ferramenta abrasiva de revolução. Para tanto, a ferramenta gira e a peça ou a ferramenta se desloca segundo uma trajetória determinada, podendo a peça girar ou não. A retificação pode ser tangencial ou frontal.

1.11.1.. Retificação tangencial

Processo de retificação executado com a superfície de revolução da ferramenta (figura 71). Pode ser:

1.11.2.. Retificação cilídrica

Processo de retificação tangencial no qual a superfície usinada é uma superfície cilíndrica (figuras 71 a 74). Esta superfície pode ser externa ou interna, de revolução ou não.

A retificação sem centros pode ser com avanço longitudinal da peça (reti^ 0 01 F ficação de passagem) ou com avanço radial do rebôlo (retificação em mergulho) (figuras 80 a 82).

1.11.7.. Retificação frontal Processo de retificação executado com a face do rebôlo. Ê geralmente executada na superfície plana da peça, per^ 0 01 F pendicularmente ao eixo do rebôlo. A retificação frontal pode ser com avanço retilíneo da peça (figura 83), ou com avanço circular da peça (figura 84).

1.12. BRUNIMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão em^ 0 01 F pregado no acabamento de furos cilíndricos de revolução, no qual todos os grãos ativos da ferramenta abrasiva estão em constante contato com a superfície da peça e descrevem trajetórias helicoidais (figura 85). Para tanto, a ferramenta ou a peça gira e se desloca axialmente com movimento alternativo.

1.13. SUPERACABAMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão empregado no acabamento de peças, no qual os grãos ativos da ferramenta abrasiva estão em constante contato com a superfície da peça. Para tanto a peça gira lentamente e a ferramenta se desloca com movimento alternativo de pequena amplitude e freqüência relativamente grande (figuras 87 e 88).

1.14. LAPIDAÇÃO

Processo mecânico de usinagem por abrasão executado com abrasivo aplicado por porta-ferramenta adequado, com objetivo de se obter dimensões especificadas da peça (figura 86) *•

1.15. ESPELHAMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão no qual é dado o acabamento final da peça por meio de abrasivos, associados a um porta-ferramenta específico para cada tipo de operação, com o fim de se obter uma superfície especular.

1.16. POLIMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão no quala ferramenta é constituída por um disco ou conglomerado de discos reves^ 0 01 F tidos de substâncias abrasivas (figura 89 e 90).

*Segundo a Padronização Brasileira PB-26 da A. B. N. 1., abrasivo é um produto natural ou sintético, granulado, usado de várias formas, com a finalidade de remover o material das superfícies das peças até o desejado.

1.17. LIXAMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão exe^ 0 01 F cutado por abrasivo aderido a uma tela e movimentado com pressão contra a peça (figuras 91 e 92).

1.18. JATEAMENTO

Processo mecânico de usinagem por abrasão no qual as peças são submetidas a um jato abrasivo, para serem rebarbadas, asperizadas ou receberem um acabamento (figura 93).

1.19. AFIAÇÃO

Processo mecânico de usinagem por abrasão, no qual é dado o acabamento das superfícies da cunha cortante da ferramenta, com o fim de habilitá- la desempenhar sua função. Desta forma, são obtidos os ângulos finais da ferramenta (figura 94) **.