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Apostila Eberick, Notas de estudo de Engenharia Civil

Apostila Eberick

Tipologia: Notas de estudo

2018

Compartilhado em 24/04/2018

josiany-pereira-4
josiany-pereira-4 🇧🇷

4.8

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Material Didático CURSO SOFTWARE cberick. Projeto Estrutural em Concreto Armado Redação Técnica: Engº. Rodrigo Broering Koerich (92017 MN Tecnologia e Treinamento Ltda. Todos os direitos estão reservados ie! gitec. CURSOS E PALESTRAS PRESENCIAIS Todo o esforço foi feito na elaboração destes programas. Neste esforço incluem-se o desenvolvimento, pesquisa e testes das teorias e resultados para garantir as suas efetividades. No entanto, os autores, a AltoQi e os distribuidores não assumem garantias de nenhuma espécie, expressas ou implícitas, pela utilização dos resultados destes programas ou do material escrito contido nesta apostila, A responsabilidade e o risco quanto aos resultados e desempenho dos programas são assumidos pelo usuário, o qual deverá testar toda a informação antes da sua efetiva utilização. A QiSat reserva o direito de mudar os produtos sem prévio aviso. Todos os direitos autorais e de reprodução total ou parcial desta apostila estão reservados para MN Tecnologia e Treinamento Ltda. Florianópolis, Outubro de 2017. CCCCCCCCCCCCCCC CCC CCC APRESENTAÇÃO ÍNDICE CAPÍTULO 5 Índice INTRODUÇÃO 10 ARQUIVOS DE APOIO... ABRINDO O PROGRAMA. CRIANDO UM PROJETO Novo. 4.1 Estrutura de arquivos de projeto. 41.1 Ajanela Projeto .... 41.2 Configurações do Sistema. 41.3 Gerenciamento dos arquivos do projeto 42 Os ambientes Croqui e Arquitetura. 4.3. Iniciando o trabalho.............. 4.3.1 Alinha de comando 4.3.2 Comandos de visualização. 44 Sistema de coordenadas utilizado no Eberick 4.5 Precisão de desenhos. 4.5.1 Captura de Pontos... 45.2 Ferramentas de Captura 4.6 Formas de Lançamento da Estrutura 4.7. Inserindo as arquiteturas no formato DWG. 4.71 Importando o arquivo DWG... 4.7.2 Apagando os elementos que não interessam ao projeto . 47.3 Convertendo para a Escala Correta... 4.7.4 Confirmando as medidas do desenho 4.7.5 Posicionando a Origem do Desenho . 47.6 Alterar as propriedades dos elementos para um único nível 4.7.7. Inserindo a arquitetura do Térreo... 4,7.8 Inserindo a arquitetura da Cobertura... 4.7.9 Analisando as interferências de todas as arquiteturas LANÇANDO A ESTRUTURA DO PAVIMENTO TIPO 5.1 Lançamento dos pilares............. 5.2 Configuração da entrada gráfica 5.21 Lançamento do pilar Pt, 5.2.2 Lançamento do pilar P2 5.2.3 Lançamento do Pilar P3. 5.24 Lançamento do pilares Pá e P5.. 5.2.5 Lançamento dos Pilares P6 e P7. 5.2.6 Lançamento dos Pilares P8 e PS. 5.2.7 Renumerando os pilares 5.3 Lançamento das vigas..... 5.3.1 Lançamento da Viga V1 5.32 Lançamento das Vigas V2, V3, V4 e VS. 5.3.3 Lançamento da Viga V6.... 5.3.4 Lançamento das Vigas V7, V8 e V9. 5.3.5 Lançamento da Viga ViO. 5.3.6 Lançamento da Viga VI 5.3.7 Lançamento da Viga V12 (sacada). 5.4 Verificação do alinhamento das vigas 5.5 Renumerando as vigas 5.6 Lançamento das lajes 5.6.1 Inserção das Lajes maciças 5.62 Laje da sacada com rebaixo 5.6.3 Lançando uma laje nervurada 5.6.4 Posicionando as nervuras da laje. 5.65 Definindo o engastamento entre as lajes 5.6.6 Laje da sacada. 5.6.7 Renumerando as lajes 5.7 Lançamento das cargas das paredes. 5.7.1. Inserindo as cargas de parede... 5.7.2 Lançando as paredes sobre as vigas . 5.7.3 Lançando as paredes sobre a viga da sacada. 5.7.4 Lançando as paredes sobre as lajes 5.7.5 Descontando as aberturas 5.7.5.1 VigavVil.. 5.752 i 5.753 Viga VH Laje L6. 5.8 Viínculos entre os elementos 5.8.1 Vínculos entre as lajes. 5.8.2 Vínculos entre as vigas. 582.1 Rotulando as vigas... 5.8.2.2. Invertendo a rólula do balanço da viga V2 para a viga V8. 5.9 Comandos de verificação 5.9.1 Detectar proximidades 5.9.2 Verificar alinhamento... 6 LANÇANDO A ESTRUTURA DO PAVIMENTO TÉRREO . 8.1 Copiar o croqui do pavimento Tipo 1 para o Térreo 6.2 Remoção das cargas de paredes desnecessárias. 8.3 Remover os elementos desnecessários ao lançamento 6.4 Eliminar os nós desnecessários 6.5 Renumerar as vigas..... . 6.6 Redefinido o ambiente das vigas ............ 8.7 Definir as cargas sobre os novos elementos . 6.8 Definir as fundações... 6.8.1 Utilizando Sapatas ... 6.8.2 Utilizando Tubulões... 8.8.3 Utilizando Bloco sobre estacas 7 LANÇAMENTO DA ESCADA... 7.1 Filosofia de lançament 7.2 Criação do croqui intermediário... 7.3 Lançamento do patamar da escad: 7.3.1 Lançamento do patamar no croqui intermedi 7.3.1.1 Lançamento da viga do patamar .. 73.12 Lançamento das barras de contorno do patamar 73.13 Lançamento da laje do patamar . 7.3.2 Lançamento da laje do patamar no crogui Tipo 1. 7A Inserindo os lances da escada — Eberick V6 e VT... 7.44. Inserindo os nós de referência do pavimento Térreo. 74.2 Inserindo os nós de referência do pavimento Intermediário. 7.4.3. Inserindo os nós de referência do pavimento Tipo 1... 7.4.4 Lançando as barras inclinadas. 744.1 Barras entre o pavimento Tipo Le 744.2 Barras entre o pavimento intermediário e o pavimento Téi 74.5 Inserindo os lances da escada. 7.4.5.1 Lance entre os pavimentos Tipo 1 e Intermediário 7.4.5.2 Lance entre os pavimentos Intermediário e Térreo 7.5 Inserindo os lances da escada - Versões atuais... 7.5.2.1 Lance entre os pavimentos Tipo 1 e Intermedi o. Curso Software AltoQi Eberick 12.3 Dimensionamento ao Estado Limite Último (ELU) ....... 12,3.1 Dimensionamento das vigas, 12.31 Redimensionando as vigas em situação de erro . 12.4 Reprocessando a estrutura e refazendo a análise global 12.4,1 Analisando os diagramas das vigas.. 12.4.2 Analisar das flechas verificando a melhoria de desempenho à deformaçã: 133 13 DIMENSIONAMENTO DAS LAJES ... 137 13.1 Interpretação dos resultados da Grelha 3D 138 13.2 Análise dos diagramas........ 139 13.2,1 Diagrama de momentos fletores . 13.2.2 Diagrama de momentos torsores 13.2.3 Diagrama de esforços cortantes 13.2,4 Diagrama de deslocamentos 13.3 Reações... 13.4 Momentos fletores 13.5 Verificação das flechas elásticas nas laje: 13.6 Verificação de dimensionamento final... 14 DIMENSIONAMENTO DA ESCADA, “ 14.1 Interpretação dos resultados do modelo elástico da Grelha 3D 143 14.1,1 Diagrama de esforços axiais......... 14.1.2 Diagrama de momentos fletores . 14.1.3 Diagrama de esforços cortantes . 14.1,4 Diagrama de deslocamentos 14.2 Diagrama de reações das escadas... 14.3 Diagrama de momentos das escadas 14.4 Verificação das flechas elásticas na escada 14.5 Dimensionamento ao estado limite último... 15 DIMENSIONAMENTO DAS VIGAS, LAJES E ESCADAS DOS DEMAIS PAVIMENTOS 15.1 Pavimentos Tipo 2 e Tipo 3 15,1,1 Copia dos croquis 15.1.2 Reprocessando a estrutura 15.1.3 Analisando novamente os resultados. 15.2 Pavimento Cobertur: 15.21 Vigas.... 15.22Lajes.... 15.3 Pavimento Térreo 15.3.1 Vigas. 16 DIMENSIONAMENTO DOS PILARES ..... 16.1.1 Organização da janela 16.1.2 Dimensionamento dos pilares 16.2 Alterando a seção dos pilares . 16.3 Reprocessando a estrutura... 16.4 Considerações sobre a estabilidade global. 17 VERIFICAÇÃO FINAL DA ESTRUTURA 17.1 Verificação de flecha final. 17.2 Conclusões.............. 18 DIMENSIONAMENTO DAS FUNDAÇÕES 18.1 Dimensionamento das Sapata: 18.2 Dimensionamento dos blocos sobre estacas e tubulões. 18.2.1 Capacidade de carga das estaca: 19 DETALHAMENTO DAS ARMADURAS ..... 19.1 Relação do Eberick com os programas CAD 19.2 Escolha preliminar e teste de detalhamento das armaduras. 19.2.1 Escolha das armaduras das lafes..... 19,2.2Escolha das armaduras das escadas . 19.2,3 Escolha das armaduras das vigas ... 19.2.4 Escolha das armaduras dos pilares . [9.2.4.1 Armaduras por pavimento ... . [9.2.4.2 Armaduras por prumada (ou lance) — aba Resultado 19.2.4.3 Armaduras por prumada (ou lance) — aba Otimiza Curso Software AltoQi Eberick 1667 166 167 20 GERAÇÃO DOS DESENHOS 20.1 Detalhamentos no formato “DT: 20.1.1 Edição dos detalhamentos . 20.1.2 Salvando as modificações em arquivo. 20.1.3 Exportando os detalhamentos para edição em outro CAD 20.2 Detalhamentos no formato "PRC”.. certas 20.2.1 Configuração do tamanho da prancha 20.2.2 Gerando as pranchas ........... 20.2.3 Gerenciamento dos elementos n na a prancha. 20.2.4 Salvando as modificações em arquivo 20.2.5 Geração das pranchas de armadura do projet 20.3 Detalhamentos no formato “CAD”. ne =» 20.3.1 Salvando o arquivo. CAPÍTULO II.... 1 EDIÇÃO DE FERROS NO EBERICK ... 1.1 Comandos de Manipulação. 4.1.1 Eliminar ferros superpostos 1.1.2 Edição Direta. 1.2 Salvando o arquivo. 2 GERAÇÃO DAS PLANTAS. 2,1 Filosofia de Funcionamento. 2.2 Geração das Formas . 2.3 Cotas na forma 2.4 Cotas no croqui 2.5 Geração de corte: 2.5.1 Cortes sobre a estrutura 2.5.2 Incluindo uma seção no pavimento. 26 Corte esquemático 2.7 Geração dos arquivos de “pranchas 28 Biblioteca de símbolos................. 2.841 Criando um símbolo. 2.82 Inserindo um símbo! 2.9 Planta de locação... 2.10 Gerando a planta de cargas .. CAPÍTULO ll - MÓDULO RESERVATÓRIOS ELEVADOS . 1 FILOSOFIA DE TRABALHO... 1.1 Aplicações do grupo de módulos "Paredes e Reservátorios 1.2 Limitações 2 LANÇAMENTO DO RESERVATÓRIO ELEVADO 2.1 Lançamento dos pavimentos destinados aos reservatórios . 2.2 Criando os pilares... 2.21 Fixandoa seção dos pilares . 2.2.2 Copia dos pilares.......... 22.3 Convertendo os pias F Pide e en em fundação 2.2.4 Engastando a viga V8.. eeinecteeeceesreereeeier 2.3. Inserindo as paredes. 2.3.1 Renumerando as paredes do reservatório 2,4 Lançando a laje do Fundo. ne 2.5 Lançamento dia tampa do reservatório. cem 2.5.1 Copiando as paredes para o pavimento “Tampa RS 2.5.2 Lançando a laje da tampa do reservatório 3 COMANDOS DE VERIFICAÇÃO... 3.1 Verificar todas as prumadas 3.2 Verificar Lançamento... 4 ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO DO RESERVATÓRIO 4.1 Interpretação dos resultados da grelha em 3 4.1.1 Melhorando a visualização da Grelha Capítulo | 1 Introdução Objetivos: Recepcionar os participantes do curso Apresentar a Empresa e o material didático Esclarecer os objetivos e escopo do curso básico O Eberick é um sistema computacional em ambiente Windows para auxílio ao projeto de estruturas de edifícios de múltiplos pisos em concreto armado. A utilização de um programa de computador em situações reais de projeto de estruturas implica em muita responsabilidade e experiência por parte do usuário. Este sistema deverá ser utilizado somente por profissionais habilitados e competentes, apenas como ferramenta de auxílio ao projeto e não como uma solução fechada, Nenhum programa de computador, por mais sofisticado que seja, é capaz de substituir totalmente o trabalho, as considerações e o julgamento do engenheiro. Este programa e o computador não têm inteligência, sendo o projeto da estrutura uma responsabilidade do usuário, o qual deverá verificar todos os dlados de entrada e os resultados apresentados pelo programa. Além disso, é fundamental que o engenheiro verifique se o modeto matemático utilizado pelo sistema é adequado para reproduzir, com a maior fidelidade possível, o comportamento real da estrutura do seu edifício. O engenheiro deverá executar todos os cálculos e verificações da norma NBR 6118 e outras normas especiais aplicáveis, além das exigências peculiares a cada caso que não são feitas pelo programa. 2 Arquivos de Apoio Objetivos: Orientar como os participantes podem obter os arquivos de apoio utilizados no curso. Devido ao fato do curso ser baseado na versão demonstrativa do programa, onde as funções de gravação e impressão são desabilitadas, foram criados arquivos de apoio que contemplam todas as etapas do curso. Esses arquivos encontram-se salvos na pasta: “CMArquivos de programas AltoQRAItoQi Eberick 2018 DemonstrativolCursoV para sistema operacionais 32bits e na pasta “CArquivos de programasMAltoQUAItoQi Eberick 2018. Nessa pasta também estão os arquivos de arquitetura utilizados no projeto, em formato “DWG”. Todos os arquivos de apoio utilizados no curso estão disponíveis através do download de um aplicativo, que pode ser obtido na intemet, acessando-se a página da QiSat pelo endereço www dlisat. com.br seção Curso Presencia!- Curso Software Eberick Estes arquivos serão úteis para o usuário que, depois de ter participado do Curso, queira refazer os exemplos com base nas orientações da apostila do curso. 3 Abrindo o programa O AltoQi Eberick é estruturado em máódulos, o que permite que cada usuário customize o software com recursos adicionais de acordo as suas necessidades. Uma vez habilitado um módulo, seus recursos serão adicionados diretamente na interface do programa. Os diversos módulos e suas funcionalidades são grandes ferramentas ao projetista na solução de seus desafios! O Eberick atualmente dispõe de 41 módulos opcionais que o cliente pode agregar ao programa principal. A subdivisão em módulos permite ao usuário maximizar sua relação custo x benefício. Uma vez que o hardiock esteja formatado para receber um determinado médulo, o programa abre automaticamente seus recursos, que passam a fazer parte do programa naturalmente, sem que seja necessária nova instalação ou instalação adicional. * Efetue um duplo clique sobre o ícone do Eberick Demonstrativo na área de trabalho; À primeira janeta aberta é denominada "Sobre”, a qual indica informações sobre o programa, como: versão, módulos disponíveis, etc. Nesta janela, basta clicar em "Fechar". Esta janela pode ser acessada sempre que necessário no menu “Ajuda> Sobre”, 1596-2017 a é Engenharia LTDA Lajes Fundações Muros Sa = Roses ADTÓCIAS) eira pes Dutos Ena a , nto Ee Ea Eberick 2015 oro ERC Elementos gerais a Pisstificação dss lajes. m Biscos com mais de 5 estacas, m Présmoldados m Lajes treiçadas 1D 6 ZD » Panta de bcação das estacas x Pemolgagos 29 Atualização: a Lajes com vigotas protendídas u Lançamento de estacas isolados alia crio 2Or-t0 49.2737 Eis E e Vínculos elásticos para fundações 2 HepaçõecomanapT Aplicação: aredes é reservatórios patos corijas era poi elistco a Concvela de alo desempenho Dersastatvo Eanes ce Corsação É + Bbioleca de cctahes tpicos m Reservatórios elevados Pilares m Edic Serpkficado de Armaduras RATE Po conse comp , STD RS) Aaltogi Vias Ep = Vigas curvas Elementos inclinados - É ea Ps Fr eo ACRE E sa atoa | 2 Ses cametação do sgiorovão Vis ecos ; Endereço Oninei Emote Fones: ; Comb ripowin ico comarca cos amerecutesicant LEtbrisoo vzessço — MET MEO Figura 1 - Módulos e Clique sobre a opção “Novo Projeto" Curso Software AltoQi Eberick 13 Uma referência importante é o Nível Inferior, que corresponde ao nível absoluto do projeto em relação à arquitetura. Refere-se sempre à face superior das vigas ou lajes do pavimento inferior do projeto. No caso do exemplo deste curso, o nível inferior é igual a “zero”. Outra configuração importante é o Nível Solo, uma opção para informarmos em qual nível estará situado o solo no contorno da edificação, esse valor é utilizado para determinar a partir de qua! nível será considerado os esforços de vento no modelo estrutura. Para esse projeto, aplique o valor zero. Vamos criar os pavimentos desta estrutura preenchendo o diálogo Projeto novo com os seguintes dados: * Digita-se para O primeiro pavimento o nome “Térreo” e a altura de “150 cm”. A altura representa a distância entre o nível do pavimento e a cota de assentamento das fundações; e Pressiona-se o botão Insere acima; e Digita-se para o segundo pavimento o nome "Tipo" e a altura de "280 em”. Neste caso, a altura representa a distância de piso a piso entre o Tipo e o Térreo. Na coluna Repetições, é informado o valor “3º. O programa definirá três pavimentos, “Tipo 1º, “Tipo 2" e “Tipo 3", com a mesma altura de 280 em: e Pressiona-se novamente o botão Insere acima e é digitado o nome “Cobertura” para o último pavimento, clicando-se, a seguir, no botão . Prsjeto novo. Moo [Neri Pesirento [Repeições [EO O ES 3 Téreo 1 Tido Figura 4 - Criação de um novo projeto Dica: Caso você tenha inserido um ou mais pavimentos erroneamente, utilize o botão Excluir sobre Os pavimentos que estiverem errados. Caso você tenha inserido algum dos pavimentos fora da ordem, utilize os botões Para cima ou Para baixo sobre os pavimentos que estiverem errados. 4.1 Estrutura de arquivos de projeto Objetivos: * Conhecer as funções da janela Projeto e seus usos = Apresentar as configurações do sistema = Compreender qual a relação entre os arquivos criados no projeto e no disco rígido A, Etapa01 - Criação do projeto.pri Curso Software AltoQi Eberick 4.1.1 A janela Projeto A janela Projeto é a janela principal do programa, através da qual é possível navegar entre os diversos pavimentos e ambientes do EBERICK. A janela tem uma apresentação de forma hierárquica, podendo ser contraída ou expandida selecionando as opções [ - | ou [+]. ERP Forma BB Arquitetura às FEP Térreo E Cortes EE) Pranchos ED. Arquivos - BB Modelos 3D =3-4E Configurações de desenho | = E ca | E EB) Cone - E Corte esquemático = Eb Cota — E) Entrada gráfica — EB Fontes (é 3 Forma | i |-33 Níveis dedesenho Níveis padrão Perfis de níveis ' | | EEB Croqui | | Figura 5 - Janela de projeto Caso haja alguma necessidade de edição dos pavimentos criados anteriormente, clica-se no botão Pavimentos » . 412 Configurações do Sistema As configurações no Eberick são organizadas conforme seu contexto e aplicação. Assim, a distribuição dessas configurações é feita em três grupos principais: * Configurações de desenho; e Configurações de projeto; e Configurações do sistema. Este último grupo contém uma configuração homônima, chamada confiquração-sistema, que tem a função de definir o sistema de unidades e as pastas padrão utilizadas no Eberick No caso das pastas padrão, pode-se definir em que pasta do disco rígido o programa irá utilizar como default no momento de abrir ou gravar um arquivo. Para facilitar o trabalho durante o curso, será definida para a pasta de Projetos "CMArquivos de programastAltoQMAItoQi Eberick 2018 DemonstrativolCursotÁrquivos de apoio” Selecionar, para as unidades de medidas, o Sistema internacional, clicando no botão e alterar a unidade de comprimento para centímetro. Depois disso, clique no botão OK. 4.2 Os ambientes Croqui e Arquitetura Objetivos: * Mostrar o funcionamento dos ambientes Croqui e Arquitetura e as formas de instruções de comandos. O Croqui e a Arguiteiura são os ambientes gráficos no qual se aplicam os comandos básicos de CAD. O que difere entre as duas janelas são os comandos de lançamento dos elementos estruturais, restritos apenas ao ambiente Croqui. Para acessé-los, deve-se clicar no botão [+] ao lado do pavimento, para que a “árvore” deste pavimento seja expandida. e | Inicialmente, acesse o ambiente " Arquitetura” do pavimento Tipo 1 Estes ambientes de CAD possuem basicamente três áreas distintas: Menus, que agrupam os comandos do EBERICK, Barras de Ferramentas, que contém botões de atalho para alguns dos comandos dos Menus, Podem ser posicionadas em qualquer posição da área de trabalho para ajustar-se às preferências do usuário, ficando gravadas ao fechar e abrir o programa novamente. É possível configurar quais são as barras de ferramentas ativas através do menu Visualizar-Barras de ferramentas. Área de trabalho, que é um espaço de desenho em ambiente CAD, onde é feita a entrada gráfica dos dados para o programa; —-DO-Atimix+| SE ARaa jasma: RE =) = ju 7 a Origem R o —R CNEAMEA Dn DR COR Sa) . T E Figura 7 - A janela Arquitetura A área de CAD é configurável pelo usuário, acessando o menu Configurações — CAD... que pode definir a aparência e algumas opções de usos de recursos, conforme mostra a figura a seguir: CCCCCCCCCCCECCECCCCEOL CCCCCCCCCC Ç Ç CCCCCCC t Cursor Tamanho da fora [9 [IDT Temanho da mia [8 = | pixeis Captura iDestacar Tamanho Eor Desenho Cor do fundo Gravação EB Exportar apenas níveis de desenho emuso Figura 8- Configurações de CAD Cursor: podem ser definidos os tamanhos da mira e das linhas guia do cursor. Recomenda-se que o tamanho da mira fique entre 8 e 16 pixels. Captura: pode-se definir para cada tipo de captura se vai haver destaque e qual será a cor e tamanho do marcador. É Cor do fundo: a cor do fundo do croqui é personalizada pelo usuário. Os comandos disponíveis no EBERICK podem ser executados de cinco maneiras: Menus principais - Localizados na parte superior da janela do aplicativo, variando de acordo com a janela corrente. Botões de atalho - Dispostos segundo a organização das barras de ferramentas. Pressionando-se o botão, o comando correspondente é ativado. Teclas de atalho - Podemos definir para cada comando do EBERICK uma combinação de teclas de atalho conforme nos parecer mais conveniente. Para defin-las devemos acessar o menu Contfigurações-Teclas de atalho, escolhendo a combinação de teclas ou uma abreviatura de teclado. Teclas de Atalho ZE Categoia Comandos Alinhamentos [área Barras [7] |Síeuto captura [| Indicador | | |Patiganat o Retêngulo Edição de ferros Texto Escadas - | [Texto continuo Ferramentas [Fundações |Hachura T Propriedades do comendo Teca [Nentuma — Linha de comando linha. Abrevistura L E E Elo fechar [Teciascefnidas..] | Ajuda Figura 8- Configurando teclas de atalho Curso Software AltoQi Eberick 19 a ! l Figura 11 - Linha de comando Uma vez executado um comando, o programa descreve sua execução com a seguinte sintaxe: * Oque estiver à esquerda do hífen corresponde ao comando propriamente dito; * Oque estiver à direita do hífen se refere os dados necessários para a conclusão do comando, ou seja, são dados que o programa requer que sejam informados pelo usuário. Caso haja algum valor entre parênteses, corresponde às ferramentas de captura, que serão estudadas a seguir. O entendimento da linha de comando pode ser exercitado construindo alguns retângulos, como os indicados na figura a seguir: Figura 12- Utilização da linha de comando para construção de retângulos 45.2 Comandos de visualização Como o ambiente de lançamento da estrutura é gráfico, precisamos fazer uso de ferramentas de visualização que nos auxiliam a trabalhar com maior precisão e segurança, sobre os elementos de desenho. Os comandos de visualização são “transparentes”, isto é, podem ser acessados durante à execução de outros comandos, sem interrompê-los. [EE RECTES Figura 13- Barra de ferramentas de visualização Dentre as ferramentas de visualização, as mais utilizadas são: * Zoom ; * Zoom anterior ; e Atualizar ; e Enquadrar ; e Afastar ; Deslocamentos unidirecionais (Pan) < CTRL + Setas>; Outra maneira de executar comandos de visualização, não tão precisos, porém muito utilizados por sua rápida manipulação, é através do scroll do mouse, que permite um zoom direcionado sobre o ponto onde a mira se situa, Você pode aproximar ou afastar a visualização do desenho girando o scroll. Também pode-se utilizar o comando “Pan” através do scroll. Ao pressioná-lo a função se tornará ativa, bastando mover o mouse e posteriormente soltá-lo, para deslocar a visualização do desenho. Curso Software AltoQi Eberick Para exemplificar o uso dessas ferramentas, pode-se aplicar essas ferramentas sobre os retângulos construídos. Dica: Não fique com o botão do mouse apertado. Sempre clique e solte imediatamente. Quando acontecer algum problema durante a execução de um comando, use a tecla e depois, Somente use o botão desfazer quando não desejar mais um determinado comando. já executado com sucesso. Um comando pode ser desfeito usando o botão Ea] e refeito com o botão 9 4.4 Sistema de coordenadas utilizado no Eberick Objetivos: Definir os sistemas de coordenadas do Eberick. No Eberick os desenhos são realizados em uma escala, que é indicada após a linha de comando, Por defauit essa escala é “1:50”, mas pode ser alterada a qualquer momento através do menu Manipular — Alterar escala... A escala definida não interfere na construção do desenho, apenas na impressão e na hora de importar e exportar desenhos. É importante destacar que a unidade de desenho no Eberick é centímetro Uma das características dos desenhos produzidos no ambiente CAD é a existência de um sistema de reterência baseado em coordenadas. A coordenada absoluta da janela de CAD está associada diretamente ao plano cartesiano padrão, Representa a distância de um determinado ponto em relação à origem do sistema e define a posição de cada elemento. Pode-se informá-la digitando na linha de comando as coordenadas, com o seguinte formato: + (xy) 0,0 origem Figura 14- Sistema de coordenadas absolutas As coordenadas relativas consistem no recurso no qual cria-se um sistema temporário de eixos cartesianos, somente durante a execução de um comando. São definidas a partir da definição de um ponto de referência ou da introdução da função & antes das coordenadas, que podem ser polares ou cartesianas CCC CCCCCCCCCCCCCCTCCCACC Cc