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APOSTILA CONSULTORIA DE MODA CONFECÇÃO E MODELAGEM
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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O bom aluno de cursos à distância:
Introdução à Moda
A primeira impressão é a que fica. Uma imagem vale mais que mil palavras. Essas e milhares de outras frases carregam a veracidade da importância da imagem de uma pessoa. Por mais bem intencionado que você seja, por mais inteligente e capacitado, sempre haverá a questão da aparência na hora de arranjar um bom emprego.
Quem nunca olhou alguém de cima para baixo ou de baixo para cima “só uma vez”? A importância de aprender a vestir-se não se relaciona somente a estar na moda, mas sim aprender a disfarçar as imperfeições e valorizar o que você tem de melhor. Se a sua cliente tem pernas finas, porque não mostrar a ela que pode usar roupas que não evidenciam tanto isso e que possa parecer que ela tem pernas mais grossas? Se uma pessoa tem aquela barriguinha indesejada, porque não ensinar que uma calça de cintura alta pode disfarçar?
E não é só isso. Mistura de cores, tecidos, padronagens, modelagens e muito mais fazem toda a diferença na hora de compor um guarda-roupa. Qual é o seu estilo? Você já parou para pensar nisso? Imagine quem não tem muito contato ou contato nenhum com a moda!
É por isso que este curso de consultoria de moda vai ajudar você a conhecer mais o mundo da moda, aprender a reconhecer o seu estilo e ainda conquistar clientes para deixar todo mundo fashion e feliz!
Foto: Miroslava Duma
Breve histórico do desenvolvimento do sistema da moda
A Moda e seu reflexo social
A moda é o reflexo de uma sociedade onde todos os acontecimentos refletem no comportamento das pessoas, seja na maneira de vestir, na maneira de falar, nos objetos desejados, ou mesmo na identificação de um grupo. Ela nasceu há muitos anos, visto a modificação de comportamento surgida por uma necessidade.
Segundo Lipovetsky (1989, p.10):
A moda tornou-se um problema esvaziado de paixões e de desafios teóricos, um pseudoproblema cujas respostas e razões são conhecidas previamente; o reino caprichoso da fantasia só conseguiu provocar a pobreza e a monotonia do conceito. A moda está muito mais democrática nos dias de hoje, principalmente em relação à roupa usada para trabalhar, porém ainda existem alguns empregos formais que são regidos por regras de etiqueta e protocolos, seguidos por empresas. A roupa de trabalho é sempre mais sisuda, ternos claros ou escuros fazem parte do dia-a-dia de muitas secretárias, jornalistas, executivas e demais profissionais formais. Vive-se num país de clima tropical, iniciando a produção da própria moda brasileira, buscando mais estilos, mais cores e liberdade de expressão diante do que o profissional quer representar.
Alguns fatores sociais, políticos e econômicos podem explicar a existência da moda e sua evolução diante da sociedade, mas não são o suficiente para falar dela como fenômeno. A Moda segue suas leis formais, interpretando o mundo vivido pelos homens de uma maneira própria.
Fonte: http://chicwomanchic.blogspot.com.br/2013/03/10-frases-sobre-moda-e-estilo.html
Tópicos da história da Moda
Os trajes do Século XIX
1800 – 1810 – Nos períodos regencial e diretório, destaque para a cintura alta, tecidos mais finos e modelos com decotes. Época do culto às formas das estátuas gregas.
1810 – 1820 – A roupa masculina vai perdendo o rebuscamento. Homens utilizam cartola, bengala, plastron roupa justa do tradicional ao Dândi, após o período napoleônico. As mulheres utilizavam chapéus enormes que cobriam a face. O espartilho mantem a cintura reta, mas aos poucos vai estreitando a silhueta.
1820 – 1830 – Época do romantismo – a cintura feminina volta a afinar, surgem as mangas pernil e carneiro. Chapéu com abas largas eram usados até a meia noite. O vestuário masculino volta a evidenciar sua vaidade.
1830 – 1840 – As mangas formam um balão, mas ao final da década já iniciam um ajuste. O início da era vitoriana traz a gola pelerine e o arredondamento das saias.
1840 – 1850 – Tempo de revoluções e progressos. As saias vão até o chão. Mas as mulheres não gostavam muito das saias longas. À noite elas utilizavam o decote no colo. Sinônimo de burguesia.
1850 – 1860 – O momento do volume das saias. Muitas anáguas foram usadas até a criação da crinolina. A diversidade dos tecidos, estampas e o glamour vitoriano faz surgir exagero no volume das saias e babados. No vestuário masculino apenas surge uma variação no corte dos casacos, afunilamento nas calças, cores sóbrias e escuras combinando com o papel do homem burguês.
1860 – 1870 – Começam aparecer algumas peças do vestuário masculino adaptadas ao vestuário feminino como o bolero. Os perfumes voltam a ser utilizados e o estilo floral se manifesta.
1870 – 1880 – Nesta época, a mulher se cobre cada vez mais de peças, joias e adornos para mostrar a riqueza do marido. Enquanto ele, se desprende dos enfeites e detalhes.
1880 – 1890 - Momento de consolidação plena da burguesia, desfrutando de todo capital acumulado.
1890 – 1900 – Começa a Belle Époque, conhecida como Anos Dourados nos Estados Unidos. A moda imitava a arte e ela se caracterizou pelo alongamento da silhueta feminina. Os vestidos foram ajustados acompanhando as curvas sinuosas do corpo. A sociedade viveu a transição dos rígidos valores vitorianos para o afrouxamento da moralidade.
Trajes do século XIX Fonte: http://naturalismoerealismo.blogspot.com.br/2009/12/roupa-e-moda-da-epoca-do-realismo.html
Fonte:http://modahistorica.blogspot.com.br/2013/08/historicismo-na-moda-seculo-xviii-e.html
definitivamente para uma grande revolução estética e social, que é a das formas dos objetos que usamos no dia – a – dia. Elas passam a ser diferentes de um dado instante para o outro.
O design é uma ferramenta utilizada para a melhoria do padrão de qualidade dos objetos, podendo atribuir novas qualidades, novas formas e valores. Ele existe para possibilitar a inovação, e a criação de uma harmonia entre produto e objetivos atribuídos, com relação à beleza, funcionalidade ou ambas.
De acordo com Azevedo (2005,p.8): O termo design tem aparecido constantemente no nosso dia-a-dia, representando parte de um novo vocabulário. Muitas vezes pode significar algo novo que esteja aparecendo no mercado ou mesmo um novo estilo lançado por um novo mito, ou ainda aparece quando queremos nos referir a algo que esteja na moda.
A aplicação do design na moda consiste no aprimoramento das características de um objeto. A problemática traduz uma questão a ser solucionada, e o designer consiste em aplicar as soluções com maior coerência. Muito depende da funcionalidade e a estética, as demais características do produto, ou seja, para que o produto vai ser desenvolvido. A adequação ao ambiente e a necessidade do desenvolvimento, fazem parte da pesquisa do designer.
O termo designer de moda começa a ser reconhecido por empresas do mundo inteiro, diante de sua necessidade e funcionalidade no mercado de trabalho. Com uma visão muito além do que a pesquisa de tendência e o desenvolvimento, o designer de moda é voltado para a indústria, englobando uma sequência de valores e responsabilidades que segue até o produto no seu estágio final da moda, a sua extinção.
Atualmente o termo “designer de moda” já é reconhecido por empresas do mundo inteiro. Fonte:http://www.comuitoestilo.com.br/2011/06/designer-de-moda-x-estilista.html
A moda Clássica
O clássico sempre teve seu espaço garantido na moda. São peças que atravessam as coleções, enfeitando as mulheres que primam pelo bom gosto. Ser clássica não é sinônimo de ser desatualizada; ao contrário, quem ama o estilo sabe a importância de acompanhar as tendências, adquirindo peças de qualidade. Atualizar o visual com as novidades das coleções também é outra característica das “clássicas”.
A segurança com a utilização da moda clássica é sem dúvida a garantia de sucesso para qualquer evento, mas isto não coloca em risco o fato de se buscar algo novo e casual.
A utilização das calças na mulher surge de tempos antigos e foi usada por muitos ícones da época.
De acordo com Lehnert ( 2002, p.35): As calças de pregas para senhoras, diretas e inspiradas nos fatos clássicos de homem, estão indissoluvelmente ligadas ao nome de Marlene Dietrich. Esta atriz de estilo andrógeno afirmava de si própria que sempre foi metade homem. Foi ela quem no início dos anos 30 tornou moderno a utilização de calças e casacos como indumentária feminina elegante. Marlene Dietrich era uma figura carismática, tanto no grande ecrã como na vida real, quando se apresentava vestida com o conjunto clássico de calças e blazer da mesma cor, ou de fraque e chapéu alto. Mais tarde substituída por calças mais justas, voltou a ser grande moda nos anos 80.
Nos anos 30, as mulheres que trabalham em escritórios começaram a usar saia e blusa. Usava-se saias juntas, ou então saias de pregas ou ligeiramente rodadas. Os tailleurs eram usados em qualquer ocasião durante o dia, principalmente de manhã.
De acordo com Lehnert (2002, p.23): Nos anos cinqüenta e sessenta, a petite robe noire alcança o seu auge. Só nessa altura Coco Chanel criou o seu tailleur, hoje considerado como a essência do estilo Chanel. Trata-se de um tailleur simples de tweed colorido ou tecido bouclé, com um casaco de linhas diretas, sem golas, guarnecido a toda volta com um galão, e fechado com correntes ou com botões dourados. Faz também parte do conjunto uma leve saia de quatro panos, um pouco abaixo do joelho. A ideia de Chanel era que este conjunto fosse adequado a todas as ocasiões. Coco Chanel abriu assim caminho a criadoras Jil Sander ou Donna Karan, que fiéis a esta idéia, nela basearam as suas coleções destinadas a mulheres modernas e trabalhadoras, Karl Lagerfeld, diretor artístico da casa Chanel, modernizou de forma decisiva esse tailleur clássico e já ligeiramente antiquado.
Mulheres clássicas e não antigas
Para a mulher que ocupa posição de destaque, a roupa clássica é sempre a grande solução. Mas não confunda clássico com antigo: o estilo vale sempre, mas deve ser renovado e atualizado.
Mesmo a moda clássica das executivas acompanha as mudanças no comportamento. Com a valorização do corpo, as formas ajustadas trazem saias sensatas, na altura do joelho, e paletós mais acinturados.
As mulheres não querem mais parecer só um instrumento de trabalho, também querem ser desejadas e observadas.
O local de trabalho deve ser:
Se o seu trabalho permite, use e abuse das calças. Elas escondem e insinuam as pernas e, usadas com paletó e camisa aberta, são modernas e discretas.
Mulheres com roupas de Homem
O estereótipo criado há muitos anos em torno de homens e mulheres ainda está presente em certos momentos da vida e esteve em seu auge durante muitas décadas. As mulheres conquistam o mercado, cuidam da casa, educam seus filhos e buscam o melhor para a família, enquanto muitos homens trabalham fora ou cuidam da casa, atribuindo apenas alguns afazeres. Mas os anos nem sempre foram assim. Nos tempos mais antigos as mulheres ainda eram muito submissas aos homens. Não estudavam, não trabalhavam e ainda jovens preparavam-se para o tão esperado casamento. Aprendiam a cozinhar, arrumar a casa, bordar, costurar e demais afazeres que as transformariam na perfeita dona de casa.
Com a sociedade em eterna transição, muitos acontecimentos obrigaram as mulheres a sair de casa para trabalhar, deixar seus lares e suas vidas confortáveis, para buscar o sustento da casa.
A segunda guerra chegou, levando vários maridos e pais de família para os campos de concentração. As mulheres esqueceram seus vestidos glamourosos e enfeitados, para pensar unicamente na praticidade. O racionamento de tecidos no país, obrigou os
lançadores de tendências a buscarem praticidade e conforto, para essas mulheres que agora eram muito mais que donas de casa.
De acordo com Mendes e De la Haye (2003,p.112): Durante toda a guerra, as mulheres viram-se sobre a pressão de ter boa aparência em todas as ocasiões, especialmente para os homens que retornavam da frente de batalha, e ao mesmo tempo, de cuidar da família e realizar trabalho de guerra, muitas vezes árduo e potencialmente perigoso.
Com o passar dos tempos, a sociedade sofreu transformações. A guerra chega ao fim, e a diversidade de materiais e modelos, encantaram as mulheres de várias décadas.
Nos anos 70 a tendência unissex traz os caftãs longos, macacões e calças boca de sino, que podiam ser usadas para ambos os sexos.
O movimento de libertação feminina tendia a ser antimoda, porém a mulher sentia-se mais feminina e mais persistente para buscar seu lugar a sociedade. Segundo Mendes e de La haye (2003, p.195): “Yves Saint Laurent adaptou as técnicas da alfaiataria masculina para criar conjuntos femininos com calças, altamente desejáveis...”.
As mulheres lutavam cada vez mais para entrar e adquirir cargos em ambientes de trabalho que antes eram apenas destinados aos homens. Não se tinha muito tempo para cuidar das roupas e muito menos cuidar dos detalhes, a mulher da década de 70 precisava de algo prático e confortável. Com uma vida competitiva, as roupas femininas de trabalho apresentaram cortes masculinos em toda a década de 70 e 80. As roupas femininas ficaram no mesmo nível que a dos homens, juntamente com as roupas unissex. Desde os tempos da 1º Guerra Mundial, as roupas masculinas cada vez mais refletem as tendências evidentes na Moda masculina, que muda com muita frequência.
Com o passar do tempo em que as mulheres ficaram mais independentes, utilizar terninhos tornou-se uma identidade também feminina. As mulheres tornaram-se mais independentes entrando em contato com seu lado masculino, tornando essa idéia uma difusão mundial. Nos anos de 1930, A romancista Francesa George Sand (pseudônimo de Lucile Aurore Marie Dupin) usava roupas de homem para protestar contra a desigualdade da mulher. Nos anos 10 e 20, as mulheres européias e norte americanas audaciosas, a maioria das quais estava associada ao movimento feminista ou a movimentos filosóficos e artísticos de vanguarda, deliciava-se em chocar a sociedade tradicional usando ternos, gravatas, chapéus e sapatos de homens. Sua intenção era óbvia: sacudir o status e declarar sua independência nos papéis de gênero rígido.
Só décadas mais tarde, nos anos 40, a sociedade como um todo começou a aceitar mulheres de calças compridas. Porém ainda havia restrições de onde usá-la. As
Mulheres clássicas buscam roupas clássicas para o trabalho http://imagempessoal.band.uol.com.br/dress-code-formal-mulheres/
Código de Vestir
Encontrar um equilíbrio entre adaptar-se e revelar suas qualidades únicas é o conceito seguido por mulheres vencedoras. O vestir-se bem é extremamente importante para uma carreira de sucesso, porém isso não significa que ela precise esquecer seus gostos para usar o que está nos livros de etiqueta e nos protocolos empresariais. Tudo é uma questão de bom senso e criatividade.
Quando as mulheres conquistam seu espaço no mercado, adquirindo um cargo mais elevado, elas sentem-se mais livres para se vestirem como gostam e como se sentem bem. Elas possuem um estilo mais pessoal e acabam criando seu próprio uniforme. Sem muito tempo para as rápidas novidades da moda, elas definem seus gostos com peças que lhes caem bem, e ao mesmo tempo sigam alguma tendência. Apesar da aparência masculina ter grande espaço na conquista das mulheres no mercado de trabalho, as mulheres buscaram outros conceitos com o passar dos anos.
Antes usava-se calças para conquistar grandes cargos e o respeito e admiração do mercado, porém hoje, a mulher prova que não precisa mais se parecer com os homens para alcançar seu espaço. Ela provou que pode comandar qualquer empresa usando vestidos e cabelos soltos. A volta da feminilidade da mulher é uma grande tendência da atualidade retratada na volta dos vestidos e das românticas.
Hoje as mulheres possuem mais liberdade para determinar como querem ser vistas no trabalho. Apesar da segurança de muitas mulheres em relação à escolha do seu
uniforme de trabalho, ainda existe uma parcela de mulheres que se sentem mais seguras aderindo às regras rigorosas do tradicional vestir-se para trabalhar.
De acordo com Toby Fischer – Mirkin, (2001,p.80), ficou provado que as mulheres que se vestem de maneira criativa estão mais abertas a novas ideias que as que se vestem de maneira conservadora. Num estudo de John Summers, mais de mil mulheres foram interrogadas sobre suas vidas, detalhes de suas personalidades e atitudes, com que frequência elas falavam de moda e se as outras pessoas pediam suas opiniões em relação à roupa. Ficou claro que aquelas com um sentido individualizado da moda eram também muito educadas, extrovertidas e possuíam autoestima. Além disso, concluiu-se que as inovadoras na moda eram bem amadas, emocionalmente estáveis e confiantes. Vestir-se bem de maneira independente significa que a mulher está bastante segura de si para formar as próprias opiniões e estar aberto às ideias dos outros.
O Eterno Terninho
Desde a sua criação, os terninhos nunca mais saíram da moda. Tanto como uniforme de trabalho como roupa para passeio, o terninho assume várias padronagens e estilos, novos tecidos e cores. O site www.terra.com.br/moda, mostra um pouco da história dessa peça elegante, clássica que está sofrendo mudanças, e adaptando-se a novas ideias e novas necessidades do público-alvo.
Ele foi inspirado em uniformes militares. Passadas mais de cinco décadas desde sua criação, o terninho já não tem mais a cara de peça-adaptada-do-vestuário-masculino. Hoje ele expira feminilidade em padronagens delicadas e em cortes que valorizam as formas da mulher. "Sem dúvida é uma peça versátil e prática. Torná-la cada vez mais um artigo de moda, porém, é uma busca recorrente", comenta a consultora de moda do Senac São Paulo Denise Morais.
Se nos anos 30, quando a diva do cinema Marlene Dietrich inaugurou a nova moda os terninhos femininos não eram propriamente femininos, as décadas seguintes trataram de corrigir esse equívoco.
Foi a partir dos anos 60 que eles surgiram como coringa no guarda-roupa da mulher. Tal "milagre" ficou a cargo da estilista Coco Chanel, que tirou o excesso de tecido da peça, tornando-a mais sequinha, curtinha e acinturada. A mudança agradou as mulheres, que passaram a usá-lo de forma despretensiosa e divertida nos anos 70 (abusando de pantalonas e cintos largos), como uniforme de trabalho nos anos 80 (a ditadura dos "neutros", com cortes mais retos), e democrática nos anos 90 (a década em que o terninho saiu do ambiente de trabalho e chegou ao happy hour ).
Os anos 80 foram a década dos grandes contrastes: um mundo do faz de conta e do supérfluo, mas simultaneamente um palco para numerosos produtos novos e para
Dicas de vídeos sobre moda:
Entrevista com a Jornalista de Moda Érika Palomino – Jornalismo de Moda https://www.youtube.com/watch?v=ynXXT794L6c&feature=player_embedded
Entrevista com Erika Palomino – ELETRIKA - Gianne Albertoni https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=c-Zdq2fW7v
Décadas de moda
1900 a 1910 – A moda sai da era vitoriana caracterizada pelo uso do espartilho para um novo conceito na busca pela praticidade e conforto. Os trajes masculinos não dispensam o chapéu, sobre-casaca, fraque e uma variedade de sapatos. A Belle Époque com toda a sua efervescência foi considerada uma era de ouro da beleza e inovação. Em meados da primeira década de 1900, Paul Poiret, revoluciona a moda deslocando a cintura para baixo dos seios, desapertando a silhueta formal e eliminando o espartilho, trazendo assim um novo conceito de moda pautado no conforto e no luxo dos tecidos leves.
Fonte: http://modanamoda12.blogspot.com.br/2012/04/teste.html
1920 - A estilista Gabrielle Chanel surge com seus ideais de mulher moderna, com ternos e elegância em suas criações. Uma marca eternizada no mundo da moda. Os
vestidos femininos de uso diário dos anos 20 variavam entre altura do tornozelo e a batata da perna. Com o conceito de praticidade e conforto em alta, as pessoas menos favorecidas já podiam confeccionar suas roupas. Muitas mulheres aprenderam a costurar e produziam seus próprios looks. Os vestidos de corte reto foram o sucesso do momento. Com as pernas a mostra, as meias ganharam destaque e foram se popularizando. Os cabelos eram curtinhos, lisos, evidenciando as formas da cabeça. Os homens também abandonaram o excesso e as roupas estritamente formais.
Traje das mulheres dos anos 20 Fonte: http://portalleaodonorte.blogspot.com.br/2013/12/a-mulher-pernambucana-na-decada-de-20.html