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Apostila parte 1, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Termodinâmica

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 12/02/2011

HUGO.SOARES_SILVA
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1º Bimestre Versão: 1.0 Data: 03/03/ 99 página: 1
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
1) Considerações gerais sobre os conjuntos numéricos.
Ao iniciar o estudo de qualquer tipo de matemática não podemos provar tudo. Cada vez que
introduzimos um novo conceito precisamos defini-lo em termos de conceitos cujos significados já são por
nós conhecidos sendo quase impossível estar retornando sempre a definição de todos os conceitos
anteriores. Então, precisamos escolher o nosso ponto de partida, isto é, o que vamos admitir já sabido e o
que vamos explicar e provar em termos do que já foi suposto conhecido. Em nosso estudo admitiremos o
conhecimento dos números da adição, da subtração, multiplicação e a divisão por número diferente de
zero.
1.1) Sistematização dos Conjuntos Numéricos
Existem diversos processos para introduzir o conceito de número real, entre os quais destacam-se o
processo construtivo e o processo axiomático. No processo construtivo parte-se de um número reduzido
de conceitos primitivos mediante os quais surge o conjunto dos números naturais N={1,2,3,...}. Define-se
depois sobre N duas operações adição e multiplicação, bem como uma relação de ordem. Completa-se o
estudo dos números naturais demonstrando as propriedades.
- Conjunto dos Números Naturais (N)
Propriedades:
1) 1 N.
2) n N, ∃! n+1 N e n+1 é o sucessor de n.
3) m, n N se m+1 = n+1 m = n.
4) Seja S N com as propriedades:
a) 1 S.
b) s S s+1 S.
Logo, S = N (Princípio da Indução)
Assim tem-se:
N = {1,2,3,...}
A soma e o produto de dois números naturais ainda são naturais, isto significa que o conjunto N é fechado
em relação a adição e a multiplicação.
Exemplo: Sejam a, b N
x = a + b e x = a.b
São equações que têm solução em N.
Porém x + a = b ou a.x = b nem sempre tem solução em N.
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

1) Considerações gerais sobre os conjuntos numéricos. Ao iniciar o estudo de qualquer tipo de matemática não podemos provar tudo. Cada vez que introduzimos um novo conceito precisamos defini-lo em termos de conceitos cujos significados já são por nós conhecidos sendo quase impossível estar retornando sempre a definição de todos os conceitos anteriores. Então, precisamos escolher o nosso ponto de partida, isto é, o que vamos admitir já sabido e o que vamos explicar e provar em termos do que já foi suposto conhecido. Em nosso estudo admitiremos o conhecimento dos números da adição, da subtração, multiplicação e a divisão por número diferente de zero.

1.1) Sistematização dos Conjuntos Numéricos Existem diversos processos para introduzir o conceito de número real, entre os quais destacam-se o processo construtivo e o processo axiomático. No processo construtivo parte-se de um número reduzido de conceitos primitivos mediante os quais surge o conjunto dos números naturais N ={1,2,3,...}. Define-se depois sobre N duas operações adição e multiplicação, bem como uma relação de ordem. Completa-se o estudo dos números naturais demonstrando as propriedades.

- Conjunto dos Números Naturais (N) Propriedades:

  1. 1 ∈ N.

  2. ∀ n ∈ N , ∃! n+1 ∈ N e n+1 é o sucessor de n.

  3. ∀ m, n ∈ N se m+1 = n+1 → m = n.

  4. Seja S ⊂ N com as propriedades: a) 1 ∈ S. b) ∀ s ∈ S → s+1 ∈ S. Logo, S = N (Princípio da Indução) Assim tem-se: N = {1,2,3,...} A soma e o produto de dois números naturais ainda são naturais, isto significa que o conjunto N é fechado em relação a adição e a multiplicação. Exemplo: Sejam a, b ∈ N x = a + b e x = a.b São equações que têm solução em N. Porém x + a = b ou a.x = b nem sempre tem solução em N.

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DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

- Conjunto dos Números Inteiros (Z) O conjunto dos números inteiros foi estruturado a partir dos números naturais para resolver as equações acima. Este conjunto foi sistematizado com a introdução do elemento oposto. Dado um número natural a, existe (-a) tal que a + (-a) = 0. Com isso nós incorporamos o zero. Z = {...,-3,-2,-1,0,1,2,3,...} O conjunto dos números inteiros é fechado em relação as operações de adição, subtração e multiplicação, mas não é em relação a divisão, por esta razão equações da forma a.x = b nem sempre tem solução em Z.

Exemplo: = → = ∉ Z 2

2x 5 x^5

- Conjunto dos Números Racionais (Q)

Q é um conjunto numérico formado por números da forma p q, onde p e q ∈ Z e q ≠ 0. Esses

números racionais podem ser escritos na base 10, como decimais finitos ou decimais infinitos e periódicos. Exemplo: 2,3 ; 0,3333... ; 2,2323... O conjunto dos números racionais é fechado em relação as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão, exceto a divisão por 0; porém no conjunto dos números racionais nem sempre é possível resolver a equação x^2 = a

Exemplo: x 2 = 2 →x= 2 ∉ Q. Demonstração que 2 ∉ Q:

  • O quadrado de um número par é par: 2.n onde n é inteiro.

N

(2.n)^2 = 4.n^2 =2.(2.n^2 )é PAR.

  • O quadrado de um número ímpar é ímpar: 2n + 1 1 N

(2n + 1)^2 =4n^2 +4n+ 1 =2.(2n 1 4 2^2 + 43 2n)+ é ÍMPAR.

Demonstração por contradição: Suponha que 2 ∈Q∴∃a∈Q a^2 = 2

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DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

  1. Lei da existência do elemento neutro da adição ∃ o 0 ∈ R / x + 0 = x : ∀ x ∈ R

  2. Lei da existência do elemento neutro da multiplicação ∃ 1 ∈ R / 1. x = x : ∀ x ∈ R

  3. Lei da existência do elemento simétrico (oposto) da adição ∀ x ∈ R , ∃ (-x) ∈ R / x + (-x) = 0

  4. Lei da existência do elemento simétrico (inverso) da multiplicação ∀ x ∈ R , x ≠ 0, ∃ x-1^ ∈ R / x. x-1^ = 1

  5. Lei distributiva da multiplicação em relação a adição ∀ x, y, z ∈ R → x (y + z) = x.y + x.z

  6. Lei do fechamento da adição ∀ x, y ∈ R → x + y ∈ R

  7. Lei do fechamento da multiplicação ∀ x, y ∈ R → x. y ∈ R

  8. Lei do cancelamento em relação a adição ∀ x, y, z ∈ R se x + z = y + z  x = y

  9. Lei do cancelamento em relação a multiplicação

∀ x, y, z ∈ R e z ≠ 0 se x. z = y. z  x = y

  1. Lei da tricotomia ∀ x, y ∈ R , vale uma e somente uma das afirmações: x > y ou x < y ou x = y Obs.: fazendo y = 0, temos: x > 0 ou x < 0 ou x = 0

  2. Lei da compatibilidade da relação de ordem com a adição ∀ x, y, z ∈ R se x + z > y + z  x > y

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DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

  1. Lei da compatibilidade da relação de ordem com a multiplicação ∀ x, y, z ∈ R e z > 0 se x > y  x. z > y. z Obs.: se z < 0 : x > y  x. z < y. z

  2. Lei da transitividade ∀ x, y, z ∈ R se x > y e y > z  x > z

Exercícios: 1) Responda (V) ou (F) e justifique. a) Se x é um número positivo  5x é um número positivo b) Se x < 3 e y > 3  x < y c) Se x ≤ y  -5x ≤ -5y d) Se x^2 ≤ 9  x ≤ 3 e) Se x ≥ 2 e y > x  y > 0

Respostas: (V) É certo pois se x é positivo, 5 multiplicado por um número positivo (x) sempre terá como resultado um número positivo.] (V) É verdadeiro porque se x < 3, x é qualquer número menor que 3 e sendo y > 3, y é qualquer número maior que 3. Assim x < y. (V) Podemos simplificar a equação: -5x ≤ -5y em x ≤ y. (F) É falso pois resolvendo a inequação teremos: x^2 ≤ 9 x^2 = 9 x = ± 3 x ≤ 3 x ≥ - (V) x ≥ 2 y > x y > 2 x

1.2) Representação Geométrica dos Números Reais Existe uma correspondência bionívoca entre os pontos de uma reta e o conjunto dos números reais de tal forma que cada ponto da reta fica determinado por um único número real e todo número real está associado a um único ponto da reta

negativos 0 positivos

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DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

Intervalo degenerado

a {x ∈ R / x = a} = [a, a]

  1. Supremo (limite superior) Um número real L é supremo de um conjunto linear A se e somente se (↔) são verificadas as seguintes condições:
  • L ≥ x, ∀ x ∈ A
  • Dado L 1 < L, então (→) ∃ x ∈ A / L 1 < x < L.
  1. Ínfimo (limite inferior) Um número real l é ínfimo de um conjunto linear a ↔ são verificadas as seguintes condições:
  • l ≤ x, ∀ x ∈ A
  • Dado l 1 > l → ∃ x ∈ A / l < x < l 1.
  1. Máximo de um conjunto Um número real L é máximo de um conjunto linear A ↔ são verificadas as seguintes condições:
  • L é supremo de A
  • L ∈ A.
  1. Mínimo de um conjunto Um número real l é mínimo de um conjunto linear A ↔ são verificadas as seguintes condições:
  • l é ínfimo de A
  • l ∈ A.

Exercício: A = (2, 5] B = { x ∈ R / x > 2} C = { x ∈ R / x ≤ 3} Determinar:

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DISCIPLINA DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

Superior (A) : 5 Superior (B) : ∃ Superior (C) : 3 Ínfimo (A) : 2 Ínfimo (B) : 2 Ínfimo (C) : ∃ Máximo (A) : 5 Máximo (B) : ∃ Máximo (C) : 3 Mínimo (A) : ∃ Mínimo (B) : ∃ Mínimo (C) : ∃

  1. Distância em R (unidimensional) Considere dois pontos quaisquer P e Q cujas coordenadas são a e b respectivamente e a < b. A distância de P até Q indicada por d (P, Q) é dada por |b – a| P Q a |b – a| b
  • |b – a| = (b −a)^2 d (P, Q) = |b – a| ou d (P, Q) = (^) (b − a)^2
  1. Vizinhança em R (unidimensional) Denomina-se vizinhança unidimensional de um ponto P 0 (X 0 ) e de raio δ (delta) δ ∈ R a todo conjunto de pontos P (x) ∈ R / d (P, P 0 ) < δ. V (P 0 , δ) = {x ∈ R / 0 ≤ d (P, P 0 ) < δ}, onde x é a abscissa do ponto P P 0 ( ) x 0 - δ X 0 x 0 +δ 0 ≤ |x – x 0 | < δ δ δ

  2. Vizinhança perfurada em R Denomina-se vizinhança perfurada unidimensional de um ponto P 0 (X 0 ) e de raio δ ∈ R a todo o conjunto de pontos P (x) ∈ R / 0 < d (P, P 0 ) < δ V (P 0 , δ) = {x ∈ R / 0 < d (P, P 0 ) < δ} V (P 0 , δ) = 0 < |x - x 0 | < δ

  3. Ponto de acumulação Um ponto P 0 (X 0 ) é A se e somente se ∀ V (P 0 ) existir pelo menos um ponto P ∈ R / P ∈ A e P ∈ V (P 0 ). a P 0 b ( ( ) ( | ) ( ] )

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y

x y

x (^) = se y ≠ 0

  1. |x + y| ≤ |x| + |y| → desigualdade triangular

  2. |x| = |y| → x = ± y

Seja a ≥ 0 |x| = a → x = ± a

  1. |x| ≤ a → -a ≤ x ≤ a

  2. |x| ≥ a → x ≤ -a ou x ≥ a

Demonstrações das propriedades acima P1) |x| ≥ 0 e |x| = 0 ↔ x = 0 x ∈ R Pela Lei da Tricotomia; ou x > 0 ou x < 0 ou x = 0.

  • Se x > 0: |x| = x mas x > 0 ∴ |x| > 0
  • Se x < 0: |x| = -x mas x < 0 ∴ -x > 0 ∴ |x| > 0
  • Se x = 0: |x| = 0

P2) |x|^2 = x^2

  • Se x > 0: |x| = x → |x|^2 = x^2
  • Se x < 0: |x| = -x → |x|^2 = (-x)^2 = x^2
  • Se x = 0: |x| = x → |x|^2 = x^2

P3) |x| = x^2

a indica a raiz quadrada positiva de um número a ≥ 0.

x 2 = x^2 → pela propriedade 2

x = x^2

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P4) |x. y| = |x|. |y| |x. y|^2 = (x. y)^2 |x. y| = (x.y)^2

|x. y| = x^2 .y^2

|x. y| = x^2. y^2 |x. y| = |x|. |y|

P5) xy^ =xy ( y≠ 0 )

P6) |x + y| ≤ |x| + |y| (x + y)^2 = x^2 + 2xy + y^2 (x + y)^2 = |x|^2 + 2xy + |y|^2 Obs.: x ≤ |x| 2xy ≤ |2xy| 2xy ≤ 2 |x| |y| (x + y)^2 ≤ |x|^2 + 2 |x| |y| + |y|^2 |x + y|^2 ≤ ( |x| + |y| )^2 |x + y| ≤ |x| + |y|

P7) |x| = |y| → x = ± y |x|^2 = |y|^2 x^2 = y^2 x = ± y

P8) |x| ≤ a

  • x ≥ 0 → |x| = x  x ≤ a 0 [ ] a
  • x < 0 → |x| = -x  -x ≤ a → x ≥ -a - a [

-a [ ] a

-a ≤ x ≤ a

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d) |3x + 5| > 2 |x| > a → x > a ou x < -a 3x + 5 > 2 • 3x + 5 < -

x > -1 x < − 37

Resposta: x > -1 ou x < − 37.

2) Sistema de Coordenadas Cartesianas 2.1) Par Ordenado É um conjunto de 2 elementos x, y indicado por (x, y) em que a ordem dos elementos deve ser respeitada. (x, y) = (y, x) ↔ x = y (x1, y1) = (x2, y2) ↔ x1 = x2 e y1 = y No par ordenado (x, y) o elemento x é chamado primeiro elemento, primeira projeção ou abscissa; o elemento y é chamado segundo elemento, segunda projeção ou ordenada.

2.2) Produto Cartesiano Dados os conjuntos lineares A e B diferentes do vazio, denomina-se produto cartesiano de A por B e se indica por A x B. O conjunto de todos os pares ordenados (x, y)/ x ∈ A e y ∈ B. A x B = {(x, y) / x ∈ A e y ∈ B}

2.3) Plano Cartesiano Denomina-se plano cartesiano o conjunto de todos os pares ordenados de números reais representado pelo seguinte conjunto: R x R = R^2. No plano cartesiano os pares ordenados (x, y) são referidos como pontos e o elemento x é chamado abscissa e o elemento y ordenada do ponto.

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2.4) Representação do Plano Cartesiano Existe uma correspondência bionívoca entre os infinitos pontos de um plano e os infinitos pares ordenados, desta maneira podemos representar estes pontos através de duas retas perpendiculares.

y (eixo das ordenadas) P (x, y)

0 x (eixo das abscissas)

2.5) Distância Bidimensional (R^2 ) y

y2 Q (x2, y2) |y2 – y1| d y P (x1, y1)

x1 x2 x |x2 – x1| [d(P, Q)] = |x2 – x1|^2 + |y2 – y1|^2 [d(P, Q)]^2 = (x2 – x1)^2 + (y2 –y1)^2

d (P,Q) ==== (x 2 −−−− x 1 )^2 ++++ (y 2 −−−− y 1 )^2

III^ IV

II I

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3) Relações Binárias e Funções Reais 3.1) Relações Binárias Sejam A e B conjuntos lineares não vazios, chama-se relação plana de A em B a qualquer subconjunto de pares ordenados (x, y) do produto cartesiano A x B.

3.2) Domínio, Imagem, Contradomínio e Gráfico de Relações a) Domínio de relações: Seja S uma relação de A em B, chama-se domínio de S e se indica por DS o conjunto linear:

DS = {x ∈A/∃ y∈Re(x,y)∈S} ⊂A

b) Contradomínio: Se S é uma relação de A em B, o contradomínio de S que se indica por CdS é o conjunto B. CdS = B c) Imagem: Se S é uma relação de A em B, a imagem de S indicada por ImS é o conjunto linear:

ImS = {y ∈B/∃ x∈Re(x,y)∈S} ⊂B

d) Gráfico: Sendo S uma relação, denomina-se gráfico de S o conjunto:

GS = {( x,y)∈R^2 /(x,y)∈S}

e) Gráficos das principais relações:

1) {( x ,y)∈R^2 /y=x}

y = x → é função y ≥ x → não é função

45 o

y

x

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  1. {( x ,y)∈R^2 /y=ax+b} aeb∈R

a → coeficiente angular b → coeficiente linear a = tan α Se:

  • a > 0 → tan α > 0 → → α < 90o^ : agudo
  • a < 0 → tan α < 0 → → α > 90o^ : obtuso
  1. ( ) 

parábola

x,y R^2 /y ax^2 bx c

Se:

  • a > 0 →
  • a < 0 → “1” y = 0 ax^2 + bx + c = 0

b^24 .a. c

2 .a x b ∆= −

  • ∆ > 0 → 2 raízes “1”
  • ∆ < 0 → não existe → (^)  

2 a, 4 a V b

  • ∆ = 0 → 1 única raiz “3” →→→→ x = 4y^2 – 9 → também é uma parábola
    • a > 0 →
    • a < 0 →

b

a<

a>

α

y

x

α

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x 3

x^294.^49

x^29 y

y'^25

y 4 8 y^941

y^9814 .(^4 ).(^100 )

4 y^29 y 100 0

9 y 4 y^21000

D = {x ∈ R / -3 ≤ x ≤ 3}

  1. {y ∈ R} = Im Im = {y ∈ R / 0 ≤ x ≤ 5}

3.3) Função Real de Variável Real Seja F uma relação de um conjunto A em um conjunto B tal que para todo x pertencente a A corresponder um único y ∈ B, então esta relação denomina-se função. Notação: F: A → B y = F (x) Domínio: Se F: A → B, então o domínio de F é o conjunto A já que todo x ∈ A deve figurar em um único par ordenado (x, y) de F. DF = A Contradomínio: Se F: A → B, o contradomínio de F é o conjunto B. CF = B Imagem: A imagem de F é o conjunto dos y ∈ B que estão relacionados por F, isto é, o conjunto dos y ∈ B que são obtidos a partir de x pela lei F, já que y = F (x). ImF ⊂ B

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Determinação do domínio ou Campo de Existência de Funções Reais de Variáveis Reais Quando definimos uma relação como função apenas pela lei de correspondência y = f (x), estamos admitindo que o domínio ou campo de existência da função é o conjunto de todo x ∈ R que seja possível determinar y ∈ R e y = F (x).

Exemplos:

  1. Determinar o domínio ou campo de existência das seguintes funções:

a) x 1

f (x)^3 x −

{ } Df {x R/x 1 }

Df x R/x 1 0 = ∈ ≠

Ponto de acumulação

b) g( x) =x^2 +2x+ 1

x 1

x^2 2x 1 0

D R

y

x assíntota

y

x