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Atividade reflexiva 3 - Prática de ensino de ciências
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Alun@ : Laila Ferreira de Almeida RGM : 019084668 Polo : Taquara Tutora : Andrea Charquesi A Reforma do Ensino Médio proposta em 2016 e 2017 contribui para a formação de um cidadão crítico e atuante na sociedade? Introdução O espaço escolar deve trabalhar formação intelectual do aluno e também com sua formação pessoal, para que ocorra a formação de um ser humano ético, crítico e participativo na sociedade em que vive, Refletindo sobre a nova Reforma do Ensino Médio proposta em 2016 e 2017, na qual o intuito é de proporcionar a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade em que vivem, e analisando a imagem acima proposta, podemos dizer então que essa nova Reforma contribui para a construção desse cidadão crítico, A Reforma do Ensino Médio expressa na Lei 13.415 de 16/02/2017 promoveu alterações na proposta da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) nesta etapa da Educação Básica. Esta reforma teve como propósito a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade através da reestruturação do funcionamento do ensino médio, como sua carga horária, currículo e conteúdos oferecidos aos alunos. Desenvolvimento A Reforma do Ensino Médio em 2016 e 2017 tem contribuído para a formação de um cidadão mais crítico e atuante na sociedade, a partir do momento em que se alinha com a tendência construtivista. Diante disso, busca-se, por parte dos educadores, o estímulo a autonomia e protagonismo dos alunos, para que se tornem indivíduos questionadores e críticos, enquanto os educadores buscam o papel de mediação. A proposta trabalhada na Reforma do Ensino Médio teve a intenção de refletir o papel que escola exerce na formação de cidadãos críticos na sociedade, fazendo assim com que a estrutura de ensino como um todo se organizasse e reestruturasse para que a
cidadania seja exercida a todo momento. O motivo dessa mudança é a existência de evidências de que uma expansão da carga horária melhora os resultados obtidos pelos alunos. A perspectiva que se coloca para o trabalho da escola é, a princípio, atraente. De alguma forma na BNCC há uma valorização muito grande do “protagonismo” dos alunos, que tem a ver com a ideia de crítica àquilo que tem se chamado de visão enciclopédica. Uma visão do ensino que trabalha muito os conteúdos disciplinares e essa questão do protagonismo dos alunos desloca o conteúdo do ensino para a aprendizagem. É preciso prestar atenção na BNCC porque direito de aprendizagem está equacionado com competências. Direito de aprendizagem é a mesma coisa na BNCC que competência e habilidades. E para tal, a escola, professores e sociedade devem praticar as 10 competências gerais da Base Curricular Nacional Comum Curricular que prezam que deve-se valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva; o exercício da curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas; valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural; utilizar diferentes linguagens verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos, além de produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo; compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva; valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade; argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência
autônomo e participativo. 2009. Disponível em: LIMA, LICÍNIO C. Organização escolar e democracia radical: Paulo Freire e a governação democrática da escola pública. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2002. (Guia da escola cidadã; v. 4) BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018.