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ATM: Componentes e Dinamicidade, Esquemas de Anatomia

Aqui estão descritos desde cada componente da articulação temporomandibular, como suas faces articulares, até cada ligamento e músculo que a sustenta e é responsável pelos movimentos mandibulares.

Tipologia: Esquemas

2024

À venda por 26/03/2025

luiza-rocha-58
luiza-rocha-58 🇧🇷

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bg1
A cabeça da mandíbula é uma superfície
elíptica convexa que se relaciona com o
tubérculo articular que também é uma
superfície elíptica convexa, formando uma
relação de côndilo com côndilo.
Ainda, uma única mandíbula forma duas
articulações.
Luiza Rocha
fossa mandibular
O deslizamento da cabeça da
mandíbula para além do
tubérculo, à superfície
infratemporal, não
necessariamente causa uma
luxação. A luxação está mais
associada às condições
ligamentares e musculares.
Luiza Rocha
Em pacientes com perda da
dimensão vertical, o movimento
repetitivo de retrusão
exagerada para posicionar a
cabeça da mandíbula causa
frouxidão do ligamento lateral,
o que comprime a zona
bilaminar.
Luiza Rocha
É capaz de fazer movimentos de rotação e translação em um mesmo movimento.
Dinâmica da ATM
Realiza também o
movimento de
lateralidade junto ao PL =
rotação no eixo sagital
que ocorre somente no
compartimento inferior.
Possui receptores proprioceptivos capazes
de captar informações do próprio corpo,
como a textura dos alimentos e a posição
da mandíbula (se está aberta ou fechada),
permitindo um ajuste da força muscular.
Luiza Rocha
ORIGEM: fáscia temporal (linha temporal superior) e linha
temporal inferior.
INSERÇÃO: processo coronóide, descendendo até a crista
temporal, e margem superior do arco zigomático (fáscia).
O tendão pode preencher
a fossa retromolar,
causando uma
resistência durante a
anestesia.
Visto a origem do músculo
masséter, a fáscia temporal
serve de reforço biomecânico
ao arco zigomático,
funcionando como um
antagonista.
Luiza Rocha
Fibras curtas e trançadas
devido a sobreposição de
feixes, tornando-o volumoso.
Luiza Rocha
Nervo
Auriculotemporal (V3)
Artéria Temporal
Superficial (carótida)
Nervo Temporal
Profundo Posterior (V3)
Artéria Auricular
Profunda (maxilar)
Nervo Massetérico (V3)
Artéria Timpânica
Anterior (maxilar)
Realiza a elevação da mandíbula (fibras anteriores/verticais e
médias/oblíquas) , a translação para dentro da fossa e a rotação da
cabeça da mandíbula = retrusão (fibras posteriores/horizontais).
Peculiaridade: não tem espessura uniforme.
Mais delgada na fossa mandibular.
Mais espessa no tubérculo.
Menos espessa nas extremidades da cabeça da mandíbula.
Mais espessa na vertente anterior da cabeça - onde tem
mais contato com o tubérculo.
Nutrida pelo líquido sinovial.
ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR
Superfícies Articulares
É a conexão entre a parte
escamosa do osso temporal e a
cabeça da madndíbula
ARTICULAÇÃO GINGLIMOARTROIDAL: sinovial bicondilar e bilateral que proporciona movimentos de dobradiça e deslizamento
Cabeça da mandíbula: tem um
polo lateral e um medial.
Fossa mandibular: limitada
posteriormente pela fissura
petrotimpânica.
Tubérculo articular: limita o
movimento anteriormente.
tubérculo articular
cabeça da mandíbula
Cartilagem Articular Ao contrário da maioria das articulações sinoviais que são revestidas
por cartilagem hialina, a ATM é composta por fibrocartilagem mais
resistente e com potencial regenerativo (pouco).
Cápsula Articular Tecido conjuntivo fibroso que
envolve toda a articulação.
Se prende na base do arco zigomático e no colo
mandibular.
EXTERNAMENTE: membrana fibrosa.
INTERNAMENTE: membrana sinovial --> possui
células que produzem o líquido sinovial a partir do
sangue.
Disco Articular
1. Melhora a adaptação
entre as superfícies
articulares durante a
translação quando a
cabeça da mandíbula
entre em contato com
o tubérculo.
2. Amortece o impacto
na articulação.
LATERALMENTE: prende nos polos da cabeça da mandíbula.
ANTERO/POSTERIORMENTE: na cápsula articular e em fibras
do músculo pterigoideo lateral.
Assim, divide a cavidade articular em dois compartimentos
que não se comunicam.
Estrutura fibrocartilaginosa.
Ligamentos da ATM
Ligamento Lateral
Reforçam a cápsula articular, tornando a união entre os ossos mais estável e evitando movimentos indesejados.
Único verdadeiro, pois é o único que se insere diretamente na cápsula.
INSERÇÕES: da base do arco zigomático até o colo da
mandíbula.
Ligamento Esfenomandibular
ORIGEM: espinha do esfenoide.
FUNÇÕES: segura o colo da mandíbula, limitando o
movimento retrusivo e o de abertura.
Coxim Retrodiscal
Tecido conjuntivo frouxo rico em
fibras elásticas, bem vascularizado
e inervado.
ACESSÓRIOS Mantêm a mandíbula em suspensão
INSERÇÃO: língula da mandíbula.
Ligamento Estilomandibular
ORIGEM: processo estiloide.
INSERÇÃO: ângulo da mandíbula.
Dentro do compartimento inferior,
ou seja, dentro do eixo da fossa.
Envolve o compartimento superior e o
movimento do disco articular em direção ao
tubérculo.
Abaixamento Mandibular Nos 2 primeiros centímetros de movimento, há somente rotação. Na abertura máxima, já ocorre um deslocamento do disco.
Responsável pelo movimento inicial de abertura.
Músculo Digástrico
Ventre Anterior
ORIGEM: fossa digástrica.
INERVAÇÃO: nervo milo-hioideo (V).
VASCULARIZAÇÃO: artéria lingual - ramos suprahióideos.
Ventre Posterior
ORIGEM: fossa digástrica.
INERVAÇÃO: ramo digástrico do nervo facial.
VASCULARIZAÇÃO: artéria occipital.
INSERÇÃO: corpo do osso hioide.
Músculo Pterigoideo Lateral
Traciona a cabeça da mandíbula para baixo após a rotação =
protrusão. Também estabiliza o disco articular e associado
aos supra-hiódeos, principalmente o VA do digástrico, faz o
abaixamento mandibular (sinergismo).
Feixe Superior
ORIGEM: crista infratemporal da asa maior do esfenoide.
INSERÇÃO: cápsula articular e disco articular.
Feixe Inferior
ORIGEM: superfície lateral da lâmina lateral do processo pterigoideo.
INSERÇÃO: fóvea pterigoidea.
INERVAÇÃO: nervo pterigoideo lateral (V).
VASCULARIZAÇÃO: artéria pterigoidea lateral - ramo da maxilar.
Músculo Masséter
Principal elevador da mandíbula e leve protrusão.
Porção Profunda
ORIGEM: margem inferior do arco zigomático - oblíquas.
Porção Superficial
ORIGEM: margem inferior do osso zigomático - verticalizadas.
INSERÇÃO: tuberosidade massetérica.
INERVAÇÃO: nervo massetérico (V).
VASCULARIZAÇÃO: artéria massetérica.
Músculo Temporal
Levantamento Mandibular Nos 2 primeiros centímetros de movimento, há somente rotação. Na abertura máxima, já ocorre um deslocamento do disco.
Músculo Pterigoideo Medial
INERVAÇÃO: nervos temporais profundos anterior e posterior (V).
VASCULARIZAÇÃO: artérias temporais profundas.
INSERÇÃO: tuberosidade pterigoidea.
INERVAÇÃO: nervo pterigoideo medial (V).
VASCULARIZAÇÃO: artéria pterigoidea medial.
Porção Profunda
ORIGEM: superfície medial da lâmina medial do processo pterigoide.
Porção Superficial
ORIGEM: túber da maxila e processo piramidal do osso palatino.
Elevador da mandíbula e leve protrusor.
Inervação e Irrigação

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A cabeça da mandíbula é uma superfície elíptica convexa que se relaciona com o tubérculo articular que também é uma superfície elíptica convexa, formando uma relação de côndilo com côndilo. Ainda, uma única mandíbula forma duas articulações. Luiza Rocha fossa mandibular O deslizamento da cabeça da mandíbula para além do tubérculo, à superfície infratemporal, não necessariamente causa uma luxação. A luxação está mais ligamentares e musculares.^ associada às condições Luiza Rocha dimensão vertical, o movimento^ Em pacientes com perda da exagerada para posicionar a^ repetitivo de retrusão frouxidão do ligamento lateral,^ cabeça da mandíbula causa o que comprime a zona bilaminar. Luiza Rocha É capaz de fazer movimentos de rotação e translação em um mesmo movimento.

Dinâmica da ATM

Realiza também o movimento de lateralidade rotação no eixo sagital junto ao PL = que ocorre somente no compartimento inferior. Luiza Rocha Possui de captar informações do próprio corpo, receptores proprioceptivos capazes como a textura dos alimentos e a posição da mandíbula (se está aberta ou fechada), permitindo um ajuste da força muscular. Luiza Rocha temporal inferior.^ ORIGEM:^ fáscia temporal (linha temporal superior) e linha temporal, e margem superior do arco zigomático (fáscia).^ INSERÇÃO:^ processo coronóide, descendendo até a crista O tendão pode preencher a fossa retromolar, causando uma resistência durante a anestesia. Luiza Rocha Visto a origem do músculo masséter, a fáscia temporal serve de reforço biomecânico ao arco zigomático, funcionando como um antagonista. Luiza Rocha Fibras curtas e trançadas devido a sobreposição de feixes, tornando-o volumoso. Luiza Rocha Auriculotemporal (V3)^ Nervo Superficial (carótida)^ Artéria Temporal Profundo Posterior (V3)^ Nervo Temporal Profunda (maxilar)^ Artéria Auricular Nervo Massetérico (V3) Artéria Timpânica Anterior (maxilar) Realiza médias/oblíquas) , a translação para dentro da fossa e a rotação da a elevação da mandíbula (fibras anteriores/verticais e cabeça da mandíbula = retrusão (fibras posteriores/horizontais). Peculiaridade: não tem espessura uniforme. Mais delgada na fossa mandibular. Mais espessa no tubérculo. Menos espessa nas extremidades da cabeça da mandíbula. Mais espessa na mais contato com o tubérculo. vertente anterior da cabeça - onde tem Nutrida pelo líquido sinovial.

ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

Superfícies Articulares escamosa do osso temporal e a^ É a conexão entre a parte cabeça da madndíbula ARTICULAÇÃO GINGLIMOARTROIDAL: sinovial bicondilar e bilateral que proporciona movimentos de dobradiça e deslizamento Cabeça da mandíbula: polo lateral e um medial. tem um Fossa posteriormente pela fissura mandibular: limitada petrotimpânica. Tubérculo articular: movimento anteriormente. limita o tubérculo articular cabeça da mandíbula Cartilagem Articular Ao contrário da maioria das articulações sinoviais que são revestidas por cartilagem hialina, a ATM é composta por resistente e com potencial regenerativo (pouco). fibrocartilagem mais Cápsula Articular Tecido conjuntivo fibroso que envolve toda a articulação. Se prende na base do mandibular. arco zigomático e no colo EXTERNAMENTE: membrana fibrosa. INTERNAMENTE: células que produzem o líquido sinovial a partir do membrana sinovial --> possui sangue. Disco Articular

  1. Melhora a entre as adaptaçãosuperfícies articulares translação durantequando aa cabeça entre em contato com da mandíbula o tubérculo.
  2. na articulação. Amortece o impacto LATERALMENTE: prende nos polos da cabeça da mandíbula. ANTERO/POSTERIORMENTE: do músculo pterigoideo lateral. na cápsula articular e em fibras Assim, divide a cavidade articular em dois que não se comunicam. compartimentos Estrutura fibrocartilaginosa.

Ligamentos da ATM

Ligamento Lateral Reforçam a cápsula articular, tornando a união entre os ossos mais estável e evitando movimentos indesejados. Único verdadeiro, pois é o único que se insere diretamente na cápsula. INSERÇÕES: da base do arco zigomático até o colo da mandíbula. Ligamento Esfenomandibular ORIGEM: espinha do esfenoide. FUNÇÕES: segura o colo da mandíbula, limitando o movimento retrusivo e o de abertura. Coxim Retrodiscal Tecido conjuntivo frouxo rico em fibras elásticas, bem vascularizado e inervado. ACESSÓRIOS Mantêm a mandíbula em suspensão INSERÇÃO: língula da mandíbula. Ligamento Estilomandibular ORIGEM: processo estiloide. INSERÇÃO: ângulo da mandíbula. Dentro do compartimento inferior, ou seja, dentro do eixo da fossa. Envolve o compartimento superior e o movimento do disco articular em direção ao tubérculo. Abaixamento Mandibular Nos 2 primeiros centímetros de movimento, há somente rotação. Na abertura máxima, já ocorre um deslocamento do disco. Responsável pelo movimento inicial de abertura. Músculo Digástrico Ventre Anterior ORIGEM: fossa digástrica. INERVAÇÃO: VASCULARIZAÇÃO: nervo milo-hioideo (V). artéria lingual - ramos suprahióideos. Ventre Posterior ORIGEM: fossa digástrica. INERVAÇÃO: VASCULARIZAÇÃO: ramo digástrico do nervo facial. artéria occipital. INSERÇÃO: corpo do osso hioide. Músculo Pterigoideo Lateral Traciona a cabeça da mandíbula para baixo após a rotação = protrusão. Também estabiliza o disco articular e associado aos supra-hiódeos, principalmente o VA do digástrico, faz o abaixamento mandibular (sinergismo). Feixe Superior ORIGEM: crista infratemporal da asa maior do esfenoide. INSERÇÃO: cápsula articular e disco articular. Feixe Inferior ORIGEM: superfície lateral da lâmina lateral do processo pterigoideo. INSERÇÃO: fóvea pterigoidea. VASCULARIZAÇÃO:^ INERVAÇÃO: artéria pterigoidea lateral - ramo da maxilar.^ nervo pterigoideo lateral (V). Músculo Masséter Principal elevador da mandíbula e leve protrusão. Porção Profunda ORIGEM: margem inferior do arco zigomático - oblíquas. Porção Superficial ORIGEM: margem inferior do osso zigomático - verticalizadas. INSERÇÃO: INERVAÇÃO: tuberosidade massetérica. nervo massetérico (V). VASCULARIZAÇÃO: artéria massetérica. Músculo Temporal Levantamento Mandibular Nos 2 primeiros centímetros de movimento, há somente rotação. Na abertura máxima, já ocorre um deslocamento do disco. Músculo Pterigoideo Medial INERVAÇÃO: VASCULARIZAÇÃO: nervos temporais profundos anterior e posterior (V). artérias temporais profundas. INERVAÇÃO:^ INSERÇÃO: nervo pterigoideo medial (V).tuberosidade pterigoidea. VASCULARIZAÇÃO: artéria pterigoidea medial. Porção Profunda ORIGEM: superfície medial da lâmina medial do processo pterigoide. Porção Superficial ORIGEM: túber da maxila e processo piramidal do osso palatino. Elevador da mandíbula e leve protrusor. Inervação e Irrigação