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Aula 8 - Parâmetros de Dimensionamento
Tipologia: Notas de aula
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Não perca as partes importantes!







Departamento de Engenharia de Estruturas
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
Segurança: capacidade de suportar ações previstas garantida a funcionalidade
Tensões admissíveis:
S ≤ R / γi S : máxima tensão atuante γi : coeficiente de segurança interno R : tensão de ruptura ou de escoamento do material
Críticas mais freqüentes :
Departamento de Engenharia de Estruturas
Estados limites:
Rd – Sd ≥ 0
Rd = Rk / γm : resistência de cálculo Sd = S( γf ⋅ Fk) : solicitação de cálculo γm e γf : coeficientes de ponderação Rk e Fk : valores característicos de resistência e ação
E.L.U. : esgotamento da capacidade portante E.L.S. : exigências funcionais ou de durabilidade
Observações importantes:
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
É o parâmetro mais importante!
Influência dos Componentes na Resistência à Compressão
η = f (^) par /f (^) b η : eficiência f (^) par : resistência da parede f (^) b : resistência do bloco
Unidade (bloco ou tijolo)
Valores de eficiência parede/bloco
Bloco Valor mínimo Valor máximo Concreto 0,40 0, Cerâmico 0,20 0,
É o componente que mais influencia a resistência!
Departamento de Engenharia de Estruturas
Estimativa através de prismas
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
“As tensões admissíveis para a alvenaria não-armada e para a alvenaria armada devem ser baseadas na resistência dos prismas (fp) aos 28 dias ou na idade na qual a estrutura está submetida ao carregamento total. Nas plantas submetidas à aprovação ou usadas na obra, deve constar claramente a resistência (fp) na idade em que todas as partes das estruturas foram projetadas”.
Observações importantes:
Departamento de Engenharia de Estruturas
Concreto : η de 0,5 a 0, Cerâmico: η de 0,3 a 0,
Eficiência prisma / bloco
η = f (^) p /f (^) b
f (^) p : resist. do prisma f (^) b : resist. do bloco
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
Estimativa através dos componentes
BS 5628 – Resistência da alvenaria para blocos vazados com relação altura/largura entre 2,0 e 4,0 (*1N/mm^2 = 1 MPa)
Tipo da Resistência à compressão dos blocos (N/mm 2 )* Argamassa 2,8 3,5 5 7 10 15 20 ≥ 35 (i) 2,8 3,5 5 5,7 6,1 6,8 7,5 11, (ii) 2,8 3,5 5 5,5 5,7 6,1 6,5 9, (iii) 2,8 3,5 5 5,4 5,5 5,7 5,9 8, (iv) 2,8 3,5 4,4 4,8 4,9 5,1 5,3 7,
Departamento de Engenharia de Estruturas
Espessura Efetiva
Espessura efetiva mínima
Utilizar limites com bom senso!
É igual à espessura real da parede, sem a consideração dos revestimentos ( tef = t (^) pa).
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
t (^) ef = δ t (^) pa δ : coeficiente de multiplicação t (^) pa : espessura real da parede t (^) ef : espessura efetiva
Aumento da espessura efetiva pela presença de enrijecedores
Le / te te / tpa = 1 te / tpa = 2 te / tpa = 3 6 1,0 1,4 2, 8 1,0 1,3 1, 10 1,0 1,2 1, 15 1,0 1,1 1, ≥ 20 1,0 1,0 1, Coeficiente δ - permite-se interpolação de valores
Departamento de Engenharia de Estruturas
Altura Efetiva
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
λ = hef / t (^) ef λ : esbeltez hef : altura efetiva t (^) ef : espessura efetiva
BS 5628 λmax = 27 ( exceto t < 90 mm e mais de 2 andares )
Esbeltez
NBR 10837 : valores máximos para esbeltez
Tipo de Alvenaria Elemento Esbeltez Paredes 20 Não armada Pilares 20 Pilares isolados 15 Armada Paredes e pilares 30 Não estrutural Paredes 36
Departamento de Engenharia de Estruturas
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
Parâmetros da NBR 10837
f (^) a , fp e f (^) par : resistências da argamassa, prisma e parede R = 1-[h/(40t)]^3 : fator de redução da resistência
Tensões admissíveis para alvenaria não armada ( NBR 10837 )
Tipo de solicitação Tensão admissível (MPa) 12,0 ≤ fa ≤ 17,0 5,0 ≤ fa ≤ 12, Parede 0,20 fp^ fR ou 0, par R
0,20 fp R ou 0,286 fpar R
Compres- são Simples (^) Pilar 0,18 fp R 0,18 fp R Compressão na flexão 0,30 fp^ 0,30 fp
Normal à fiada
0,15 (bloco vazado) 0,25 (bloco maciço)
0,10 (bloco vazado) 0,15 (bloco maciço)
Tensões normais
Tração na flexão Paralela à fiada
0,30 (bloco vazado) 0,55 (bloco maciço)
0,20 (bloco vazado) 0,40 (bloco maciço)
Cisalhamento 0,25 0,
Departamento de Engenharia de Estruturas
Tipo de solicitação Tensão admissível (MPa)
Valor máximo (MPa) Compressão Parede^ 0,225 fp^ R simples (^) Pilar (0,20 fp + 0,30 ρ fs,c) R 0,33 fp ≤ 6,
TensõesnormaisCompressão na flexão^ 0,33 fp^ 6, Tração na flexão - - Vigas 0,09^ f^ p 0, Se M V ⋅ d ≥^1
Peças fletidas 0,07 f (^) p 0, sem armadura PilaresparedeSe^ M V ⋅ d <^1 0,17 f^ p 0,
Vigas 0,25^ f^ p 1, Se M V ⋅ d Cisalhamento ≥^1 0,12^ f^ p 0,
Peças fletidas com armadura para todas as tensões de cisalhamento PilaresparedeSe M V ⋅ d <^1 0,17 f^ p 0,
Tensões admissíveis para alvenaria armada (NBR 10837)
Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas
Em toda a espessura da parede 0,250 fp Em 1/3 da espessura (mínimo) 0,375 fp Tensão deContatoEntre os limites acima^ Interpolar os valores anteriores
u x'
x' ≥^ 1/3 t ou x' ≥^ 50 mm
x'
1/3 t ≤ x' ≤ t
Tensões admissíveis para cargas em pequenas áreas (NBR 10837)