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Calculo com variáveis complexas, Notas de aula de Cálculo Avançado

Notas de aulas sobre calculo com variaveis complexas

Tipologia: Notas de aula

2021

Compartilhado em 22/03/2021

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Livro: Vari´aveis Complexas e Aplica¸oes - LTC
(Geraldo ´
Avila)
nibblediego@gmail.com.br
Resolvido por Diego Oliveira e compilado dia 25/04/2017
Solucion´ario (em constru¸ao) da 3aedi¸ao do
livro de Vari´aveis Complexas e aplica¸oes do autor:
Geraldo ´
Avila.
Para quem desejar; uma opia do livro pode ser
baixada em:
http://www.bibliotecadaengenharia.com/2014
/08/variaveis-complexas-geraldo-avila.html
A postagem de novas solu¸oes desse livro de-
pende muito da quantidade de visualiza¸oes e down-
loads que esse pdf obter. Sendo assim, pode haver
atrasos na postagem. De todo modo, ao deixe de
acompanhar o documento no link abaixo, para obter
futuras atualiza¸oes. www.number.890m.com
Sum´ario
1 umeros Complexos 2
1.1 EXERC´
ICIOS DA P´
AGINA7 ................... 2
1.2 EXERC´
ICIOS DA P´
AGINA11................... 16
1.3 EXERC´
ICIOS DA P´
AGINA15................... 25
1.4 EXERC´
ICIOS DA P´
AGINA19................... 32
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
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Livro: Vari´aveis Complexas e Aplica¸c˜oes - LTC

(Geraldo ´Avila)

[email protected] Resolvido por Diego Oliveira e compilado dia 25/04/

Solucion´ario (em constru¸c˜ao) da 3a^ edi¸c˜ao do livro de Vari´aveis Complexas e aplica¸c˜oes do autor: Geraldo Avila.´ Para quem desejar; uma c´opia do livro pode ser baixada em:

http://www.bibliotecadaengenharia.com/ /08/variaveis-complexas-geraldo-avila.html

A postagem de novas solu¸c˜oes desse livro de- pende muito da quantidade de visualiza¸c˜oes e down- loads que esse pdf obter. Sendo assim, pode haver atrasos na postagem. De todo modo, n˜ao deixe de acompanhar o documento no link abaixo, para obter futuras atualiza¸c˜oes. www.number.890m.com

Sum´ario

1 N´umeros Complexos 2 1.1 EXERC´ICIOS DA P AGINA 7´................... 2 1.2 EXERC´ICIOS DA P AGINA 11.................. .´ 16 1.3 EXERC´ICIOS DA P AGINA 15.................. .´ 25 1.4 EXERC´ICIOS DA P AGINA 19.................. .´ 32

1 N´umeros Complexos

1.1 EXERC´ICIOS DA P ´AGINA 7

Reduza a forma a + bi cada uma das express˜oes dadas nos Exerc´ıcios: 1 a

  1. (3 + 5i) + (−2 + i)

  2. (−3 + 4i) − (1 − 2 i)

  3. (

3 + 2i) − i[2 − i(

3 − 4)]

  1. (3 − 5 i)(− 2 − 4 i)

i 3

  • 3i
  1. 3i −

i 2

  1. 7 − 2 i

2 i 5

  1. (2 + 3i)^2
  2. (4 − 2 i)^2
  3. (1 + i)^3
  4. 1 + 2i + 3i^2 + 4i^3 + 5i^4 − 6 i^5

Solu¸c˜ao de 1:

(3 + 5i) + (−2 + i) = (3 + (−2)) + (5i + i) = 1 + 6i

Solu¸c˜ao de 2:

(−3 + 4i) − (1 − 2 i) = (−3 + 4i) + (−1 + 2i) = (−3 + (−1)) + (4i + 2i) = −4 + 6i

Solu¸c˜ao de 3:

(

3 + 2i) − i[2 − i(

3 − 4)]

3 + 2i) −

2 i − i^2 (

3 + 2i) −

2 i − (−1)(

3 + 2i) −

2 i + (

3 + 2i) +

− 2 i − (

3 − 4) + (2i − 2 i) = − 4

Solu¸c˜ao de 4:

(3 − 5 i)(− 2 − 4 i) = 3(−2) + 3(− 4 i) − 5(−2) + 5(4i) = − 6 − 12 i + 10 + 20i = (−6 + 10) + (20i − 12 i) = 4 + 8i

= −5 + 12i

Solu¸c˜ao de 9:

An´aloga a anterior

Solu¸c˜ao de 10:

(1 + i)^3 = (1 + i)(1 + i)(1 + i) = (1 + 1(i) + i(1) + i(i))(1 + i) = 1 + i + i + i^2 )(1 + i) = (1 + 2i + (−1))(1 + i) = (1 + 2i − 1)(1 + i) = 2i(1 + i) = 2i(1) + 2i(i) = 2i + 2i^2 = 2i + 2(−1) = −2 + 2i

Solu¸c˜ao de 11:

1 + 2i + 3i^2 + 4i^3 + 5i^4 − 6 i^5 = 1 + 2i + 3(−1) + 4(−i) + 5(i^2 )^2 − 6(i^2 )^2 · i = 1 + 2i − 3 − 4 i + 5(−1)^2 − 6(−1)^2 · i = 1 + 2i − 3 − 4 i + 5 − 6 i = (1 − 3 + 5) + (2i − 4 i − 6 i) = 3 + (− 8 i) = 3 − 8 i

  1. Mostre que

∑^ N

n=

in^ = 1; = −i, i ou zero, conforme o resto da divis˜ao de

N por 4 seja 0, 1, 2 ou 3, respectivamente.

Solu¸c˜ao:

Para entender a resolu¸c˜ao desse problema vamos partir de uma solu¸c˜ao par- ticular. Supondo N = 8 ent˜ao, por hip´otese, o resultado do somat´orio deve ser 0, pois 4|8.

∑^8

n=

in^ = i^0 + i^1 + i^2 + i^3 + i^4 + i^5 + i^6 + i^7 + i^8

∑^8

n=

in^ = (i^0 + 1^4 + i^8 ) + (i^1 + i^5 ) + (i^2 + i^6 ) + (i^3 + i^7 )

como i^4 p+r^ = ir^ ent˜ao

∑^8

n=

in^ = i^0 + (i^0 + i^0 ) + (i^1 + i^1 ) + (i^2 + i^2 ) + (i^3 + i^3 )

∑^8

n=

in^ = 1 + (1 + 1) + (i + i) + (− 1 − 1) + (−i + −i)

∑^8

n=

in^ = 1 + (^) 2 + (^)  2 i − (^)  2 − (^)  2 i

∑^8

n=

in^ = 1

Com base nesse exemplo em particular podemos pensar que se N > 8 e 4|N ent˜ao

∑^ N

n=

in^ = i^0 + i^1 + i^2 · · · + iN^ −^1 + iN

Como teremos um somat´orio com n + 1 termos isolando o primeiro termo poderemos criar 4 grupos.

∑^ N

n=

in^ = i^0 + (i^1 + i^2 + · · · + iN^ −^1 + iN^ )

∑^ N

n=

in^ = i^0 +(i^1 +· · ·+iN^ −^3 )+(i^2 +· · ·+iN^ −^2 )+(i^3 +· · ·+iN^ −^3 )+(i^4 +· · ·+iN^ −^4 )

O primeiro grupo tˆem a divis˜ao de seus expoentes igual a 1 quando divididos por 4. O segundo grupo resto igual a 2 e assim por diante de modo que:

∑^ N

n=

in^ = i^0 +

n − 1 4

i^1 +

n − 1 4

i^2 +

n − 1 4

i^3 +

n − 1 4

i^4

∑^ N

n=

in^ = i^0 +

n − 1 4 i −

n − 1 4

n − 1 4 i +

n − 1 4

∑^ N

n=

in^ = i^0 + 0

∑^ N

n=

in^ = 1

Para N = 0 tamb´em temos 1 como resultado. E juntamente com o exemplo particular completamos a demonstra¸c˜ao para N m´ultiplo de 4.

De forma similar se demonstra as demais afirma¸c˜oes.

Base: Para n = 1 temos:

(x + iy)^1 · (x − iy)^1 = (x^2 + y^2 )^1 x(x) − x(iy) + iy(x) − iy(iy) = x^2 + y^2 x^2 − i^2 y^2 = x^2 + y^2 x^2 + y^2 = x^2 + y^2

Passo indutivo:

Fazendo n = k + 1 ent˜ao:

(x + iy)k+1^ · (x − iy)k+ = (x + iy)k(x − iy)k^ · (x + iy)(x − iy)

Por hip´otese (x + iy)k(x − iy)k^ = (x^2 + y^2 )k^ ent˜ao:

(x + iy)k(x − iy)k^ · (x + iy)(x − iy) = (x^2 + y^2 )k^ · (x + iy)(x − iy) = (x^2 + y^2 )k^ · (x^2 + y^2 ) = (x^2 + y^2 )k+

C.Q.D.

Reduza `a forma a + bi cada uma das express˜oes dadas nos exerc´ıcios 17 a

2 + 3i

4 − 3 i

1 − i 3 − 2 i

3 − i 2 i − 1

1 − i 1 + i

1 − i 1 − i

4 − 3 i i − 1

1 − i √ 2 − i

(1 + i)^2

1 + i 1 − i

(1 − i)

3 + 2i

Solu¸c˜ao de 17: 1 2 + 3i

2 − 3 i 2 − 3 i

2 − 3 i 13

i

Solu¸c˜ao de 18: 1 4 − 3 i

4 + 3i 4 + 3i

4 + 3i 25

i

Solu¸c˜ao de 19:

1 − i 3 − 2 i

3 + 2i 3 + 2i

5 − i 13

Solu¸c˜ao de 20:

3 − i 2 i − 1

i − 3 1 − 2 i i − 3 1 − 2 i

1 + 2i 1 + 2i

− 9 i 5

Solu¸c˜ao de 21:

Similar a d´ecima s´etima.

Solu¸c˜ao de 22:

Similar a d´ecima nona.

Solu¸c˜ao de 23:

An´aloga as anteriores.

Solu¸c˜ao de 24:

An´aloga as anteriores.

Solu¸c˜ao de 25:

1 (1 + i)^2

2 i

2 i

0 − 2 i 0 − 2 i

− 2 i − 4 i^2

= −

2 i 4

i

Solu¸c˜ao de 26:

( 1 + i 1 − i

1 + i 1 − i

1 + i 1 + i

2 i 2

= (i)^30 = i^4 ·7+

= i^2

= − 1

Solu¸c˜ao:

1 + i · tg(θ) 1 − i · tg(θ)

1 + i · tg(θ) 1 − i · tg(θ)

1 + i · tg(θ) 1 + i · tg(θ)

1 + 2i · tg(θ) − tg^2 (θ) 1 + tg^2 (θ)

1 + 2i sen(θ) cos(θ)

sen^2 (θ) cos^2 (θ)

1 + sen^2 (θ) cos^2 (θ)

Multiplicando denominador e numerador da fun¸c˜ao por cos^2 (θ) teremos:

cos^2 (θ) + 2i · sen(θ)cos(θ) − sen^2 (θ) cos^2 (θ) + sen^2 (θ)

= (cos^2 (θ)−sen^2 (θ))+2i·sen(θ)cos(θ)

= cos(2θ) + i(2 · sen(θ)cos(θ))

= cos(2θ) + i · sen(2θ)

C.Q.D.

37 Dados dois n´umeros complexos α e β, prove que

|α + β|^2 + |α − β|^2 = 2|α|^2 + 2|β|^2 Fa¸ca um gr´afico e obtenha a seguinte interpreta¸c˜ao geom´etrica: a soma dos quadrados dos lados de um paralelogramo ´e igual a soma dos quadrados das diagonais.

Solu¸c˜ao:

Para entender o problema veja a imagem a seguir.

x

y β

α

−β

θ

θ 2

Sabe se que (α + β)^2 = α^2 + β^2 + 2αβ · cos(θ)

e tamb´em que (α − β)^2 = α^2 + β^2 + 2αβ · cos(θ 2 )

entretanto θ 2 = 180◦^ − θ ent˜ao:

(α − β)^2 = α^2 + β^2 + 2αβ · cos(180◦^ − θ) sendo assim

|α+β|^2 +|α−β|^2 =

α^2 + β^2 + 2αβ · cos(θ)

α^2 + β^2 + 2αβ · cos(180◦^ − θ)

⇒ |α + β|^2 + |α − β|^2 = 2α^2 + 2β^2 + 2αβ (cos(θ) + cos(180◦^ − θ))

como cos(180◦^ − θ) = −cos(θ) ent˜ao:

|α + β|^2 + |α − β|^2 = 2α^2 + 2β^2 + 2αβ (cos(θ) − cos(θ))

⇒ |α + β|^2 + |α − β|^2 = 2α^2 + 2β^2

C.Q.D.

Obs: Esse exerc´ıcio foi resolvido considerando o desenho logo no in´ıcio, entretanto a mesma l´ogica se aplicaria a qualquer valor de θ ou θ 2. O esquema foi usado apenas para facilitar o entendimento do leitor, mas se faz desnecess´ario numa prova escrita.

  1. Dados trˆes v´ertices de um paralelogramo pelos n´umeros complexos z 1 , z 2 e z 3 determine o v´ertice z 4 oposto a z 2. Fa¸ca um gr´afico.

Solu¸c˜ao^1 :

Re

Im

z 1

z 4

z 3

z 2

~b

~c

d^ ~

~a

(^1) Solu¸c˜ao retirada da lista do professor Ricardo Leite da Unisal. Dispon´ıvel em: https://geanb.files.wordpress.com/2013/09/lista1.pdf

b = 0 ou

d c

c d ⇒ d^2 = −c^2

Note no entanto que d^2 n˜ao pode ser negativo (pois est´a ao quadrado) de modo que a ´unica possibilidade e que b seja igual a 0.

Se de (i) e (ii) evidenciarmos b e fizermos uma compara¸c˜ao

ac d

ad c Facilmente chegamos a conclus˜ao de que a = 0.

Logo provamos que se z 1 · z 2 = 0 ent˜ao z 1 (ou um dos termos) ´e igual a zero.

(⇐) A rec´ıproca ´e simples de ser demostrada, bastando fazer z 1 = 0 e depois z 2 = 0, e demonstrar que nos dois casos o produto ´e nulo. Veja:

z 1 · z 2 = 0 se z 1 = 0.

z 1 · z 2 = 0 se z 2 = 0.

  1. O teorema fundamental da Algebra afirma que todo polinˆ´ omio com coe- ficientes complexos possui uma raiz (real ou complexa). Prove, como corol´ario, que todo polinˆomio P (x) de grau n possui n ra´ızes, contadas as multiplicidades, e sendo α 1 , ..., αn essas ra´ızes, ent˜ao P (x) se escreve P (x) = a(x−α 1 )...(x−αn). Prove tamb´em que se o polinˆomio tˆem coeficientes reais, e se α ´e uma raiz com- plexa, ent˜ao α tamb´em ´e raiz.

Solu¸c˜ao:

O que o problema praticamente nos pede ´e a demonstra¸c˜ao de trˆes coisas:

i) todo polinˆomio P (x) de grau n possui n ra´ızes, contadas as multipli- cidades;

ii) se α 1 , · · · , αn s˜ao ra´ızes de P (x) ent˜ao escreve-se P (x) = a(x − α 1 ) · · · (x − αn).

iii) todo polinˆomio com coeficientes reais tendo α como uma raiz com- plexa, ent˜ao α tamb´em ´e raiz.

As duas primeiras demonstra¸c˜oes podem ser provadas juntas. A terceira ser´a provada separadamente.

Seja P (x) um polinˆomio de grau n dado por: P (x) = anxn^ + · · · + a 1 x + a 0. Valendo-nos do Teorema Fundamental da Algebra, este polinˆ´ omio tem pelo menos uma raiz que denominaremos α 1. Valendo-nos tamb´em do teorema de B´ezout^2 , podemos escrever:

(^2) Teorema de B´ezout ou Teorema do Resto diz o seguinte: O resto da divis˜ao de um polinˆomio P (x) pelo binˆomio (x − a) ´e igual a P (a). E uma das consequˆencias desse teorema ´e que se a ´e uma raiz do polinˆomio P(x), isto ´e, se P (a) = 0, ent˜ao P (x) = (x − a)Q(x)

P (x) = (x − α 1 ) · P 1 (x)

Onde P 1 (x) tem grau n − 1 e tamb´em tem uma raiz que denominaremos α 2. Sendo assim,

P 1 (x) = (x − α 2 ) · P 2 (x)

Que implica em:

P (x) = (x − α 1 ) · (x − α 2 ) · P 2 (x)

Procedendo-se assim n vezes, teremos; Pn− 1 (x) = (x − αn) · Pn(x), onde Pn(x) ´e um polinˆomio de grau zero, ou seja, uma constante. Essa constante ser´a igual a an, pois foi o ´unico termo que restou de P (x). Desta forma podemos expressar P (x) da seguinte forma:

P (x) = an(x − α 1 )(x − α 2 ) · · · (x − αn)

Sendo α 1 , · · · , αn as ra´ızes de P (x).

Observa-se que nenhum outro valor diferente de α 1 , · · · , αn pode ser raiz do polinˆomio, visto que nenhum fator do segundo membro se anula para valores diferentes destes. Logo, todo polinˆomio de grau n n˜ao pode ter mais do que n ra´ızes diferentes. E desconsiderando as multiplicidades pode se afirmar que o polinˆomio P (x) de grau n possui de fato n ra´ızes.

1.2 EXERC´ICIOS DA P ´AGINA 11

Nos exerc´ıcios 1 a 12 determine o argumento dos n´umeros complexos dados, escreva esses n´umeros na forma polar e represente geometricamente.

  1. z = −2 + 2i
  2. z = 1 − i
  1. z = −

3 + i

  1. z =

i 1 + i

  1. z =

− 1 − i

  1. z = − 1 − i
  2. z =

−3 + 3i 1 + i

  1. z =

3 − i

  1. z = 1 + 2i
  2. z = −1 + 3i
  3. z = − 3 − 2 i
  4. z = 4 − i

Solu¸c˜ao de 1:

Note que a representa¸c˜ao geom´etrica de z forma um triˆangulo retˆangulo com a parte negativa do eixo OX.

θ

Representa¸c~ao geom´etrica.

Cuja hipotenusa ´e igual a 2

|z| =

(−2)^2 + (2)^2 = 2

Pelo triˆangulo formado sabe-se que:

cos(θ) = −

e tamb´em

sen(θ) =

o que de (1) e (2) implica em θ = 135◦^ ou

π.

Logo a forma polar ser´a:

z = |z|(cosθ + i · senθ)

z = 2

cos

π

  • i · sen

π

Solu¸c˜ao de 2:

  1. z = 2

cos

π 3

  • i · sen

π 3

Solu¸c˜ao de 3:

  1. z = 2

cos

5 π 6

  • i · sen

5 π 6

Solu¸c˜ao de 4:

  1. z =

cos

5 π 4

  • i ·

5 π 4

Solu¸c˜ao de 9 :

  1. z =

5(cosθ + i · senθ), onde θ = arcos(1/

5), 0 < θ < π/ 2

Solu¸c˜ao de 12:

  1. z =

17(cosθ + isenθ), onde θ = arcos(4/

17), −π/ 2 < θ < 0

Obs:

Devido a simplicidade do exerc´ıcio as demais solu¸c˜oes ficar˜ao a cargo do leitor. Entretanto, o leitor que desejar ter alguns exemplos resolvidos pode consultar o link:

https://pt.scribd.com/doc/278722022/Exercicios-Resolvidos-Forma-Polar-ou- Trigonometrica

Nos exerc´ıcios 13 a 18, reduza os n´umeros z 1 e z 2 `a forma polar e determine as formas polares de z 1 z 2 e z 1 /z 2. Represente esses quatro n´umeros num gr´afico.

  1. z 1 =

3 + 3i; z 2 = 3 − i

  1. z 1 = 1 + i; z 2 =

3 + i

  1. z 1 = 1 − i; z 2 = −1 + i
  1. z 1 = − 1 − i; z 2 = − 1 − i
  1. z 1 = 1 + 2i; z 2 = 2 + i
  2. z 1 = 1 − i; z 2 = −1 + 2i

Solu¸c˜ao de 13:

Se z 1 =

3 + 3i ent˜ao:

|z 1 | =

3)^2 + 3^2 = 2

Solu¸c˜ao de 14,...,18:

A cargo do leitor.

  1. Prove que se |z 1 | = |z 2 | = |z 3 | = 1 e z 1 + z 2 + z 3 = 0, ent˜ao z 1 , z 2 e z 3 s˜ao os v´ertices de um triangulo equil´atero inscrito no circulo de centro na origem. Fa¸ca um gr´afico.

Solu¸c˜ao^3 :

Como por hip´otese |z 1 | = |z 2 | = |z 3 | = 1 ent˜ao podemos escrever na forma polar z 1 , z 2 e z 3 :

z 1 = cos φ + ı sin φ

z 2 = cos(φ + θ 1 ) + ı sin(φ + θ 1 )

z 3 = cos(φ + θ 2 ) + ı sin(φ + θ 2 )

sendo z 1 + z 2 + z 3 = 0 temos:

z 1 + z 2 + z 3 = 0

⇒ cos φ + ı sin φ + cos(φ + θ 1 ) + ı sin(φ + θ 1 ) + cos(φ + θ 2 ) + ı sin(φ + θ 2 ) = 0

⇒ [cos φ + cos(φ + θ 1 ) + cos(φ + θ 2 )]+ı [sin φ + sin(φ + θ 1 ) + sin(φ + θ 2 )] = 0 (^3) Resolvida pelo usu´ario candre do forum Tutor Brasil em 2014: http://www.tutorbrasil.com.br/forum/matematica-ensino-superior/numeros-complexos- t37485.html

de onde temos:

{ cos φ + cos(φ + θ 1 ) + cos(φ + θ 2 ) = 0 sin φ + sin(φ + θ 1 ) + sin(φ + θ 2 ) = 0

utilizando

sin(α + β) = sin α cos β + cos α sin β

cos(α + β) = cos α cos β − sin α sin β

obtemos:

cos(φ + θ 1 ) = cos φ cos θ 1 − sin φ sin θ 1

cos(φ + θ 2 ) = cos φ cos θ 2 − sin φ sin θ 2

sin(φ + θ 1 ) = sin φ cos θ 1 + cos φ sin θ 1

sin(φ + θ 2 ) = sin φ cos θ 2 + cos φ sin θ 2

substituindo no sistema:

{ cos φ + cos φ cos θ 1 − sin φ sin θ 1 + cos φ cos θ 2 − sin φ sin θ 2 = 0 sin φ + sin φ cos θ 1 + cos φ sin θ 1 + sin φ cos θ 2 + cos φ sin θ 2 = 0

colocando cos φ e sin φ em evidencia:

{ cos φ(1 + cos θ 1 + cos θ 2 ) − sin φ(sin θ 1 + sin θ 2 ) = 0 cos φ(sin θ 1 + sin θ 2 ) + sin φ(1 + cos θ 1 + cos θ 2 ) = 0

queremos que a igualdade seja satisfeita independente de φ, ent˜ao temos:

{ 1 + cos θ 1 + cos θ 2 = 0 sin θ 1 + sin θ 2 = 0

da segunda obtemos:

sin θ 1 = − sin θ 2 ⇒ sin θ 1 = sin(−θ 2 ) ⇒ θ 2 = −θ 1 ou θ 2 = − 180 − θ 1

da primeira op¸c˜ao temos:

1 + cos θ 1 + cos(−θ 1 ) = 0

1 + cos θ 1 + cos θ 1 = 0

2 cos θ 1 = − 1

cos θ 1 = − 12 ⇒ θ 1 = 120◦^ ou θ 1 = 240◦