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Entendendo a Cartografia: Hemisférios, Fusos Horários e Projeções, Resumos de Geografia

Este documento aborda a importância de estudar a cartografia para compreender a organização do globo terrestre. Aprenda sobre os hemisférios, fusos horários, zonas térmicas e as principais projeções cartográficas. Compreenda também as classificações conforme as propriedades geométricas.

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 27/11/2020

bruna-scali-figueiredo
bruna-scali-figueiredo 🇧🇷

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Desde o início dos tempos o homem tenta entender a causa primeira e o que nos
espera nesse universo infinito, seja pela religião ou pela ciência. Entretanto, compreender
o espaço geográfico o qual estamos inseridos também é de extrema importância. Com
isso, estudar os movimentos do nosso planeta, as diversas formas de cartografia e como
o globo se organiza estabelecerá um passo à frente para entendermos a origem desse
universo ininterrupto.
Em primeiro plano, os geógrafos dividiram o planeta em dois conjuntos de dois
hemisférios: os hemisférios Norte e Sul e os hemisférios Leste e Oeste. Além disso, por
causa dos movimentos de rotação da Terra, diferentes pontos longitudinais da superfície
do planeta têm horários diferentes, em um mesmo momento. Dessa forma, para adotar um
sistema internacional de marcação do tempo, foram criados os fusos horários. Portanto,
a cada 15° que a Terra gira, passa-se uma hora. O mapa-múndi de fusos mostra que as
horas aumentam para leste e diminuem para oeste. Então, é importante relembrar que o
Brasil possui 4 fusos diferentes, sendo o da capital Brasília, o fuso -3, a partir do Meridiano
de Greenwich. Ademais, em virtude da forma “esférica” da Terra, os raios solares incidem
de forma diferente quanto à intensidade em distintos lugares do planeta. Sendo assim, o
globo terrestre está classificado em cinco zonas térmicas: zona tropical, zonas
temperadas e zonas polares, a qual a primeira está mais próxima da Linha do Equador e
a última, mais distante.
Outrossim, com o objetivo de representar a superfície terrestre ou parte dela em um
plano, foram criadas as projeções cartográficas. Porém, ao fazerem a transferência de
informações tridimensionais para o plano bidimensional, os cartógrafos se deparam com
um problema insolúvel: qualquer que seja a projeção adotada, sempre haverá algum tipo
de deformação. Devido à impossibilidade de se criar o mapa perfeito, as projeções
cartográficas mais conhecidas são: 1) Projeção Cilíndrica, na qual o globo terrestre parece
estar envolvido por um cilindro de papel no qual são projetados os paralelos e os
meridianos, 2) Projeção Cônica, na qual o globo parece estar envolvido por um cone de
papel no qual são projetados os paralelos e os meridianos, 3) Projeção Azimutal, na qual
a Terra parece ser tangenciada em qualquer ponto por um pedaço de papel no qual são
projetados os paralelos e os meridianos. Além disso, quando o globo é tangenciado num
dos polos, dizemos que é uma projeção polar.
Dessarte, as projeções podem ser classificadas conforme as propriedades
geométricas. Desse modo, as principais são: 1) Conforme é aquela na qual os ângulos
são idênticos ao do globo. A mais conhecida é a de Mercator. 2) Equivalente é aquela na
qual as áreas mantêm-se proporcionalmente idênticas às do globo terrestre. A mais famosa
é a de Peters, que acabou dando destaque aos países de baixa latitude. 3) Equidistante é
aquela na qual a representação das distâncias entre as regiões é precisa. A mais
importante é a de Guillaume Postel. 4) Anamórfica, é aquela sem escala cartográfica, são
representações em que as áreas sofrem deformações matematicamente calculadas,
tornando-se diretamente proporcionais a um determinado critério que se está
considerando. E ainda, 5) Afilática é aquela que não preserva nem a conformidade, nem a
equidistância, nem a equivalência. É aquela que erra de tudo um pouquinho. Por isso, tem
sido uma das projeções mais utilizadas em atlas escolares e mapas de divulgação.
Por fim, a escala cartográfica é um importante elemento presente nos mapas,
sendo utilizada para representar a relação de proporção entre a área real e a sua
representação. É a escala que indica o quanto um determinado espaço geográfico foi
reduzido para “caber” no local em que ele foi confeccionado em forma de material gráfico.
. Resumo completo sobre cartografia e outros assuntos com exercícios:
https://www.pjf.mg.gov.br/secretarias/sds/cpc/modulos/pism1/2018/geografia/geografia.pdf
. Vídeo do canal Descomplica:
https://www.youtube.com/watch?v=tR_rXa4BdpE&t=133s
Ana Gavinho, Bruna Scali, Emily Mangia, Maria Eduarda do Canto e Maria Julia Corguinha. Turma 211 – Tema 3

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Desde o início dos tempos o homem tenta entender a causa primeira e o que nos espera nesse universo infinito, seja pela religião ou pela ciência. Entretanto, compreender o espaço geográfico o qual estamos inseridos também é de extrema importância. Com isso, estudar os movimentos do nosso planeta, as diversas formas de cartografia e como o globo se organiza estabelecerá um passo à frente para entendermos a origem desse universo ininterrupto. Em primeiro plano, os geógrafos dividiram o planeta em dois conjuntos de dois hemisférios: os hemisférios Norte e Sul e os hemisférios Leste e Oeste. Além disso, por causa dos movimentos de rotação da Terra, diferentes pontos longitudinais da superfície do planeta têm horários diferentes, em um mesmo momento. Dessa forma, para adotar um sistema internacional de marcação do tempo, foram criados os fusos horários. Portanto, a cada 15° que a Terra gira, passa-se uma hora. O mapa-múndi de fusos mostra que as horas aumentam para leste e diminuem para oeste. Então, é importante relembrar que o Brasil possui 4 fusos diferentes, sendo o da capital Brasília, o fuso -3, a partir do Meridiano de Greenwich. Ademais, em virtude da forma “esférica” da Terra, os raios solares incidem de forma diferente quanto à intensidade em distintos lugares do planeta. Sendo assim, o globo terrestre está classificado em cinco zonas térmicas: zona tropical, zonas temperadas e zonas polares, a qual a primeira está mais próxima da Linha do Equador e a última, mais distante. Outrossim, com o objetivo de representar a superfície terrestre ou parte dela em um plano, foram criadas as projeções cartográficas. Porém, ao fazerem a transferência de informações tridimensionais para o plano bidimensional, os cartógrafos se deparam com um problema insolúvel: qualquer que seja a projeção adotada, sempre haverá algum tipo de deformação. Devido à impossibilidade de se criar o mapa perfeito, as projeções cartográficas mais conhecidas são: 1) Projeção Cilíndrica, na qual o globo terrestre parece estar envolvido por um cilindro de papel no qual são projetados os paralelos e os meridianos, 2) Projeção Cônica, na qual o globo parece estar envolvido por um cone de papel no qual são projetados os paralelos e os meridianos, 3) Projeção Azimutal, na qual a Terra parece ser tangenciada em qualquer ponto por um pedaço de papel no qual são projetados os paralelos e os meridianos. Além disso, quando o globo é tangenciado num dos polos, dizemos que é uma projeção polar. Dessarte, as projeções podem ser classificadas conforme as propriedades geométricas. Desse modo, as principais são: 1) Conforme é aquela na qual os ângulos são idênticos ao do globo. A mais conhecida é a de Mercator. 2) Equivalente é aquela na qual as áreas mantêm-se proporcionalmente idênticas às do globo terrestre. A mais famosa é a de Peters, que acabou dando destaque aos países de baixa latitude. 3) Equidistante é aquela na qual a representação das distâncias entre as regiões é precisa. A mais importante é a de Guillaume Postel. 4) Anamórfica, é aquela sem escala cartográfica, são representações em que as áreas sofrem deformações matematicamente calculadas, tornando-se diretamente proporcionais a um determinado critério que se está considerando. E ainda, 5) Afilática é aquela que não preserva nem a conformidade, nem a equidistância, nem a equivalência. É aquela que erra de tudo um pouquinho. Por isso, tem sido uma das projeções mais utilizadas em atlas escolares e mapas de divulgação. Por fim, a escala cartográfica é um importante elemento presente nos mapas, sendo utilizada para representar a relação de proporção entre a área real e a sua representação. É a escala que indica o quanto um determinado espaço geográfico foi reduzido para “caber” no local em que ele foi confeccionado em forma de material gráfico.

. Resumo completo sobre cartografia e outros assuntos com exercícios: https://www.pjf.mg.gov.br/secretarias/sds/cpc/modulos/pism1/2018/geografia/geografia.pdf . Vídeo do canal Descomplica: https://www.youtube.com/watch?v=tR_rXa4BdpE&t=133s Ana Gavinho, Bruna Scali, Emily Mangia, Maria Eduarda do Canto e Maria Julia Corguinha. Turma 211 – Tema 3