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Projeto Elétrico e Mecânico de Linhas de 69kV - Relatório de Estágio
Tipologia: Provas
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO
RECIFE
2000
O Engenheiro
"...A lua, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
Superfícies, tênis, um copo de
água.
O lápis, o esquadro, o papel;
O desenho, o projeto, o número;
O engenheiro pensa o mundo justo,
Mundo que nenhum véu
encobre..."
João Cabral de Melo Neto
AGRADECIMENTOS
RESUMO DO ESTÁGIO
O desenvolvimento de fontes de energia para realizar um trabalho proveitoso é a
chave para o progresso industrial que é básico para a melhoria contínua no padrão de vida
do povo em geral. Descobrir novas fontes e energia disponível onde for necessário, converter
a energia de uma forma para outra e usá-la sem criar poluição que destruirá nossa biosfera
são, entre outros, os maiores desafios enfrentados pelo mundo de hoje. O sistema elétrico de
potência é uma das ferramentas para converter e transportar energia e que está
desempenhado um importante papel para vencer esse desafio. Engenheiros altamente
treinados são necessários para desenvolver e implementar os avanços da ciência, para
resolver os problemas de energia elétrica e para assegurar um grau muito elevado de
confiabilidade do sistema juntamente com o máximo cuidado na proteção de nossa ecologia.
Um sistema de potência consiste em três divisões principais: as centrais geradoras, as
linhas de transmissão e os sistemas de distribuição. As linhas de transmissão constituem o
elo de ligação entre as centrais geradoras e os sistemas de distribuição e conduzem a outros
sistemas de potência através de interconexões. Um sistema de distribuição liga todas as
cargas individuais às linhas de transmissão nas subestações que realizam transformações de
tensão e funções de chaveamento.
O desenvolvimento dos sistemas de corrente alternada (CA) começou nos Estados
Unidos em 1885, quando George Westinghouse comprou patentes americanas referentes
aos sistemas de transmissão em CA, desenvolvidos por L. Gaulard e J.D. Gibbs, de Paris.
William Stanley, sócio antigo de Westinghouse, testava transformadores em seu laboratório
em Great Barrington, Massachusetts. Aí, no inverno de 1885 - 1886, Stanley instalou o
primeiro sistema de distribuição experimental em CA, alimentando 150 lâmpadas na cidade.
A primeira linha de transmissão em CA nos Estados Unidos foi posta em operação em 1890
para transportar energia elétrica gerada em uma usina hidroelétrica desde Willamette Falls
até Portland, Oregon, numa distância de 20km.
As primeiras linhas de transmissão eram monofásicas e a energia, geralmente,
utilizada apenas para iluminação. Os primeiros motores também monofásicos, porém, em 16
de maio de 1888, Nicola Tesla apresentou um trabalho descrevendo motores de indução e
motores síncronos bifásicos. As vantagens dos motores polifásicos tornaram-se evidentes
imediatamente, e na "Columbian Exibition" de Chicago, em 1893, foi mostrado ao público um
sistema de distribuição bifásico em CA. Depois disso, a transmissão de energia elétrica por
corrente alternada, especialmente corrente alternada trifásica, substituiu gradualmente os
sistemas em corrente contínua (CC). Em janeiro de 1894, existiam cincos usinas geradoras
polifásicas nos Estados Unidos, das quais uma era bifásica e as outras trifásicas.
Atualmente, a transmissão de energia elétrica no Estados Unidos é feita quase que
inteiramente em CA. Um razão para a aceitação atual de sistemas em CA foi o transformador
que torna possível a transmissão de energia elétrica em uma tensão mais elevada que a
tensão de geração ou de consumo, com vantagem da capacidade maior de transmissão.
Em um sistema de transmissão em CC, os geradores CA alimentam a linha CC
através de um transformador e de um retificador eletrônico. Um inversor eletrônico
transforma a corrente contínua em corrente alternada no fim da linha de transmissão para
que a tensão possa ser reduzida pelo transformador. Através da retificação e inversão em
cada extremidade da linha, a energia elétrica pode ser transferida em ambos os sentidos.
Estudos econômicos mostram que a transmissão aérea em CC não é econômica, nos
Estados Unidos, para distância menores que 560km. Na Europa, onde as linhas de
transmissão em geral são mais longas que nos Estados Unidos, existem linhas de
transmissão CC em operação em diversos locais, tanto instalações aéreas como
subterrâneas. Na Califórnia, grandes quantidades de potência hidroelétrica são transferidas
da Pacific Northweast para a parte sul da Califórnia em linhas CA de 500kV ao longo da
costa e mais adiante através do Estado de Nevada em linha CC de 800kV. ( tensão linha a
linha).
No início da transmissão em CA nos Estados Unidos, a tensão de operação cresceu
rapidamente. Em 1890, a linha Willamette-Portland operava em 3.300V. Em 1907, uma linha
já estava operando em 100kV. As tensões atingiam 150kV em 1913, 220kV em 1923, 244kV
em 1926 e 287kV na linha de Hoover Dam a Los Angeles que começou a operar em 1936.
Em 1953, surgiu a primeira linha em 345kV. Em 1965, estava em serviço a primeira linha de
500kV. Quatros anos mais tarde, entrava em operação a primeira linha de 765kV.
Até 1917, os sistemas elétricos eram geralmente operados como unidades individuais
porque começaram como sistemas isolados e se expandiram gradualmente de modo a cobrir
todo o país. A demanda de grandes quantidades de potência e a necessidade de maior
confiabilidade conduziram à interligação de sistemas vizinhos. A interligação é vantajosa
economicamente porque são necessárias menos máquinas como reserva para operação em
picos de carga ( capacidade de reserva) e também são necessárias menos máquinas
funcionando em vazio para atender cargas repentinas e inesperadas ( reserva girante).
O planejamento da operação, o aperfeiçoamento e a expansão de um sistema de
potência exigem estudos de carga, cálculo de faltas, projeto do sistema contra descargas
atmosféricas e surtos de chaveamento e contra curto-circuitos, e estudos de estabilidade do
sistema. Para operação eficiente de um sistema, um problema importante é determinar como
a potência total de geração solicitada a cada instante deve ser distribuída entre as várias
unidades de cada usina.
A tensão de grande geradores geralmente está na faixa de 13,8kV a 24kV. Entretanto,
os grande e modernos geradores são construídos para tensões de 18 a 24kV. Não foram
adotadas tensões padronizadas para geradores.
As tensões dos geradores são elevadas para níveis de transmissão de 115 a 765kV.
As tensões padronizadas de alta tensão (AT) são 115, 138 e 230kV. As extra-altas tensões
(EAT) são 345, 500 e 765kV. Estão sendo feitas pesquisas em linhas para níveis de ultra-
altas tensões (UAT) de 1.000 a 1.500kV. A vantagem dos níveis elevados de tensão das
linhas de transmissão torna-se evidente quando se leva em conta a capacidade de
transmissão da linha em megavolt-ampère (MVA). A capacidade das linhas de mesmo
comprimento varia aproximadamente segundo uma relação um pouco maior do que o
quadrado da tensão. Entretanto, não é possível especificar a capacidade de uma linha para
uma dada tensão porque a capacidade depende de limites térmicos do condutor, queda de
tensão permitida, confiabilidade e exigências para ser mantido o sincronismo entre as
máquinas do sistema, o que é conhecido por estabilidade. Muitos desses fatores são
dependentes do comprimento da linha.
Os cabos de transmissão subterrâneas para uma determinada tensão parecem
desenvolver-se durante cerca de 10 anos após terem entrado em funcionamento. A
transmissão subterrânea é desprezível em termos de quilometragem, mas está aumentando
significamente. Ela é mais recomendada para áreas urbanas densamente povoadas, ou é
usada sob largos leitos de água.
A primeira redução de tensão da linha de transmissão se dá na subestação de
transmissão onde a redução ocorre na faixa de 34,5 a 138kV, dependendo, naturalmente,
da tensão da linha. Alguns usuários industriais podem ser abastecidos nesse níveis de
tensão. A redução de tensão seguinte ocorre na subestação de distribuição, onde a tensão
das linhas que saem dessa subestação ficam em torno de 4 a 34,5kV e mais comumente
entre 11 e 15kV. Este é os sistema primário de distribuição. Um valor de tensão muito usado
nesse estágio é de 12.470 V entre linhas, o que significa 7.200V entre linha e a terra, ou
neutro. Essa tensão é geralmente descrita como 12.470 Y/7.200V. Uma outra tensão de
valor menor no sistema primário e que é menos usada é de 4.160 Y/2.400V. Muitas cargas
As linhas de transmissão constituem as artérias do sistema de energia elétrica. A
existência de um sistema de transmissão de alta capacidade, bem desenvolvido, torna
técnica e economicamente viável o transporte de grandes blocos de energia elétrica por
grandes distâncias.
Historicamente, as linhas de transmissão de alta tensão, longas, foram usadas para o
transporte de energia elétrica a partir de usinas hidroelétricas distantes. Os esforços
pioneiros para desenvolver linhas de extra-alta-tensão (EAT) foram feitos,
conseqüentemente, em países que dependem grandemente da energia hidroelétrica para
seu desenvolvimento industrial.
A experiência mostrou que uma rede de sistemas interligados apresentavam
resultados melhores do que sistemas isolados, sendo alguns deles mencionados abaixo:
Permitirá a construção de usinas maiores e mais econômicas e a transmissão de
grandes blocos de energia, desde as fontes de geração até os maiores centros de
carga;
Permitirá reduzir os equipamentos de reserva, pela repartição de capacidade entre
áreas e setores;
Proporcionará a economia de capacidade pelo intercâmbio sazonal de energia, entre
áreas cujas necessidades de inverno e verão são opostas;
Proporcionará economia de capacidade, pelo intercâmbio de energia entre zonas que
apresentam diversidade na ocorrência de picos, por diferença de fuso horário;
Facilitará a transmissão de energia, em quantidades inferiores aos valores de pico;
Possibilitará a necessária flexibilidade para fazer frente a inesperadas emergências de
demanda.
Sob o ponto de vista de sistema, estamos interessados principalmente nas
características de desempenho de uma linha de transmissão. Mostraremos que tais
características podem ser expressas em função dos quatros seguintes parâmetros de linha,
dados em ordem de importância:
Indutância da linha, em henrys por metro;
Capacitância em paralelo da linha, em farads por metro;
Resistência da linha, em ohms por metro;
Condutância em paralelo da linha, em mhos por metro.
Iremos simbolizá-los, respectivamente, por L, C, R e G, e, maioria dos casos práticos,
eles serão dados por unidade de comprimento (metro) e por fase da linha de transmissão. Se
a linha for assimétrica (não transposta), não é teoricamente possível
apresentar alguns dos parâmetros em valores por fase. No entanto, se tolerarmos pequenas
aproximações, isso poderá ser feito como conveniência prática.
A razão pela qual classificamos R e G como "de menos importância", é que eles
afetam as impedâncias equivalentes da linha e, portanto, a capacidade de transmissão muito
pouco, relativamente. Logicamente, eles determinam completamente as perdas ativas de
transmissão.
Para a condutância em paralelo, G, não existe nenhuma fórmula confiável. Esse
parâmetro diz respeito à corrente de dispersão entre fases e terra, sendo que essa
dispersão, que ocorre principalmente ao longo das pencas de isoladores, varia muito com as
condições do tempo.
A indutância de uma linha de potência é, sem sombra de dúvida, o mais importante
dos parâmetros de linha, para o engenheiro de sistemas. Para os projetos normais de linha,
a reatância é o elemento predominante na impedância, e sendo assim ela afeta diretamente
a capacidade de transmissão da linha. O cálculo desse parâmetro não será apresentado
aqui, pois foge dos objetivos desse texto. Porém, para uma maior curiosidade, procure livros
que incluam linhas de transmissão, pois geralmente os autores dispõe os cálculos até o
resultado final. Os valores usados pela empresa são tabelados.
A resistência e a indutância da linha de transmissão constituem os elementos que
formam sua impedância em série. A capacitância forma a admitância em paralelo da linha.
Os elementos em série, dos quais a indutância é o principal, limitam a corrente que pode
circular na linha e, portanto, determinam fisicamente a transmissibilidade de potência. Os
elementos em paralelo, dos quais a capacitância é o principal, representam o caminho "de
dispersão" para as correntes da linha. Essas correntes de dispersão são proporcionais à
tensão da linha e, portanto, a importância dos elementos em paralelo cresce com o valor da
tensão utilizada. Como a tensão utilizada na empresa é baixa em relação as tensões de
ordem de 500kV ou 750kV, então esse parâmetro é desprezado.
Os parâmetros de linha são obtidos em por fase e obtidos por metro ou milha da linha.
Seria, portanto, razoável que, se estivéssemos interessados no comportamento de uma linha
com comprimento específico, L, simplesmente multiplicássemos esses parâmetros pelo
comprimento da linha, a fim de obtermos os respectivos parâmetros totais. Na realidade, isso
pode ser feito até um certo valor limite de L. Além desse valor, a precisão de tal
procedimento fica prejudicada pela não consideração do efeito da distribuição dos
parâmetros. Desenvolveremos modelos exatos para linhas de comprimento arbitrário e
também modelos exatos, válidos em condições específicas. Começaremos por relacionar as
hipóteses usadas na análise subseqüente:
A linha de transmissão é considerada transposta. As fórmulas e modelos deduzidos
poderão, no entanto, ser usados mesmo para linhas não-transpostas, desde que uma
certa aproximação seja tolerada;
Separando as variáveis obtemos as seguintes equações diferenciais para V(x) e I(x)
2
2
2
2
R jwL G jwC I x dx
d I x
R jwL G jwCV x dx
dV x
Zw, definida como se segue
( )( ) dimensão
dimensão ohms
1
R jwL G jwC m
G jwC
R jwL Zw
Podemos agora escrever as equações diferenciais de uma maneira mais curta
dx
d I
dx
dV
2 2
2
2 2
2
Antes de tentarmos resolver essas equações, devemos especificar duas condições iniciais
independentes, para V(x) e/ou I(x). Isso pode ser feito de um número infinito de maneiras. É
particularmente útil escolher combinações dos valores V(0), V(L),I(0) e I(L).
A solução geral das equações diferenciais de segunda ordem são da forma:
I x C x D x
V x A x B x
( ) cosh senh
( ) cosh senh
Em termos de V(0) e I(0) nossas soluções serão, portanto,
x Z
I x I x
V x V x Z x
w
w
senh
( ) ( 0 )cosh
( ) ( 0 )cosh senh
É possível representar geradores e transformadores por circuitos "equivalentes". Isso
consiste em ramo em série Z e dois ramos em paralelo Y1 e Y2, podemos representar uma
linha longa através desse circuito de forma que os componentes em série e paralelo
provoquem o mesmo efeito.
Essa equivalência ocorre quando os parâmetros são:
tanh
senh
1 cosh 1
senh
1 2
x
x Z
x
Z Z x
w w
w
Lembrando que no caso de máquinas síncronas e de transformadores, é comum em
alguns casos desprezar o valor da resistência e obter modelos contendo apenas elementos
reativos. Nesse caso, temos:
ohm
Como a tensão e a corrente variam harmonicamente ao longo da linha, em relação a
coordenada x, então um ciclo complexo de tensão e corrente ao longo da linha corresponde
é, evidentemente, obtido da equação:
Os postes de concreto, como as demais estruturas de linhas de transmissão podem
ser assimilados a vigas verticais engastadas no solo e submetidas a esforço de flexão. São
dimensionados para resistirem aos momentos fletores na secção de engastamento, ou seja,
na linha de afloramento do solo, considerando esse engastamento, rígido. Os postes são
especificados pelas suas cargas nominais, consideradas aplicadas a 0,30m do topo do
poste, produzindo na secção de engastamento um momento fletor, no mínimo 2,4 vezes
menor do que aquele que levaria à ruptura do poste. O projetista deve igualmente respeitar
essa restrição: a soma dos momentos resultantes da aplicação das forças atuantes deve, no
máximo, ser igual ao momento resultante da aplicação de uma força igual à carga nominal, a
0,30m do topo do poste.
No caso de estaiamento do poste de concreto, que é uma técnica utilizada geralmente
em linhas de transmissão não urbanas, deve-se considerar como vigas verticais engastadas
na altura do poste onde é realizado o encaixe do estai. Isto é, a secção de engastamento
agora é deslocada para um novo ponto e não mais no solo como verificado anteriormente.
O projeto de linhas de transmissão é realizado com o enlaçamento de diversos ramos
de serviços, porém a parte mais importante, sem dúvida, diz respeito ao dimensionamento
dos postes a serem utilizados. Esse estudo e os resultados que serão mostrados a seguir
permitirão ao projetista evitar o sobre-dimensionamento da viga de concreto, ocasionando
perdas econômicas alarmantes levando em consideração o alto preço de se construir uma
linha de transmissão. Por outro lado, o sub-dimensionamento também é evitado, pois isto
acarretará a destruição da estrutura devido aos esforços transversais atuantes provocando a
interrupção do circuito elétrico e com isso queda no faturamento além de gastos adicionais
para reposição da estrutura e, na pior das hipóteses, a perda de vidas humanas.
Segundo a ética, os fatores de segurança sempre devem predominar sobre os fatores
econômicos.
As forças transversais atuantes são as forças responsáveis diretamente pelo
dimensionamento dos postes, elas compreende:
A. Força de vento sobre os condutores no vão médio atuante sobre a estrutura;
B. Força de vento sobre os postes;
C. Força de vento sobre qualquer elemento que compõem a estrutura e não seja
desprezível como por exemplo, cruzetas e isoladores.
D. Força resultante da tração dos cabos em caso de mudança de rumos da linha.
As estruturas utilizadas para esse estudo são aquelas usadas em linhas de
transmissão que estão localizadas no sertão, agreste e zona da mata de Pernambuco. Além
dessas, foi realizado um estudo adicional em estruturas compactas que seriam utilizadas no
campo devido à condições especiais.
O método de análise será baseado em parte na Norma Brasileira NBR- 5422/85.
Serão usadas constantes para determinação de velocidade do vento, cálculo de densidade
do ar, pressão dinâmica envolvida para depois ser possível o cálculo de cada componente da
ação total do vento. O resultado final será o valor do esforço final em daN de estrutura
empregada.
As estruturas estudadas foram:
Serão realizados no final de cada texto de cálculo das estruturas alguns exemplos para
verificação dos resultados. Esses exemplos não serão valores tirados de livros ou outras
fontes didáticas e sim de projetos de linhas de transmissão de 69kV da Companhia
Energética de Pernambuco, empresa na qual fui estagiário. Um ou outro exemplo é usado
com valores fictícios para observar as conseqüências reais.
Cada texto de cálculo será composto de uma planilha onde os valores serão preenchidos
e gerando, dessa forma, o resultado final, que é o valor final em daN do esforço no poste de
concreto.