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Trabalho de embarcacoes especiais CHALUPA EMBARCAÇÕES UZO naval
Tipologia: Notas de estudo
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Ketch ou chalupa: Tem 2 mastros: O grande com mastaréus de gave-tope, envergando pano latino; O da mezena com menor duinda e envergando a vela com o mesmo nome. Alguns autores fazem a separação entre os dois tipos de armação, classificando como "chalupas" todos os barcos cujo mastro da mezena se erga por ante- a-ré do leme. Neste caso e quando a escota trabalha com o pau do botaló, classificam-no de mastro de catita.
Barco pirata: a chalupa Veleiro de um mastro, com velame de proa e popa, incluindo a vela mestra, bujarrona e, às vezes, uma ou mais velas de cabeça. Uma chalupa-de-guerra era uma pequena embarcação encordoada como chalupa, montada com cerca de 20 canhões. No uso moderno é, praticamente, um sinônimo de "cutter". Apesar de ser um pequeno barco, a chalupa era, certamente, a embarcação mais popular entre os piratas. Isso porque elas eram rápidas (11 nós), altamente manobráveis e possuíam um casco baixo (raso). As chalupas navegavam, facilmente, sobre os baixios. Eram ligeiras, mesmo sem vento, devido aos seus pares de remos. Por isso a chalupa cabia, perfeitamente, em qualquer ação pirata. Ela, em geral, tinha apenas o mastro principal com velame de proa e ré. Era, raramente, de dois mastros. Havia, ainda, pelo menos, uma bujarrona antes do mastro. A tripulação era de, normalmente, 75 homens e 14 canhões; o comprimento era de 60 pés (18 m) e pesava cerca de 100 toneladas. A chalupa naval era uma versão maior, que foi equipada com mais canhões para propósitos militares.
Com o passar dos tempos e a capacidade das escunas de pesca e mais tarde dos barcos a motor, as chalupas perderam o poder económico, no entanto inúmeras réplicas aproximadas das chalupas de Noank podem ser vistas hoje a navegar com a mesma graça. Chalupa (de guerra) Pequeno navio de guerra (séc. XVIII, XIX) de 2 a 3 mastros e um único convés de artilharia com 10 a 18 canhões. A chalupa de 3 mastros, de tamanho menor que uma fragata, era também chamada corveta.
Registos indicam que barcos como o “Emma C. Berry” tinham tripulações de dois a seis homens. O grande crescimento económico no Connecticut por alturas de 1866 assegurou mercados ao longo da costa para peixe fresco e lagosta e em parte ajudou à evolução das chalupas que passaram a armar em escuna. A competição encorajou à aquisição de embarcações maiores que pescassem mais longe em tipos de pesca sasonais. Uma rara descrição da pesca com chalupa de 1844 descreve o que provavelmente seria o dia-a-dia: “ Pela Primavera, uma tripulação de dois homens mais um rapaz, apanharam 200 ou 250 quilos de alabote no primeiro dia e fizeram $100 por parte. De seguida puseram-se à pesca da cavala com redes e depois bacalhau até Setembro. Compraram mais tarde uma chalupa maior, de Noank com 33 toneladas, que levava 5 homens. No princípio de Janeiro saíam para a pesca ao bacalhau; na Primavera para os baixios de Nantucket à pesca do alabote e de volta a casa à cavala, sendo depois o barco levado para Boston por um camarada que recebia ¼ pelo transporte. Durante o Inverno, carregaram até Boston 3.999 bacalhaus com um peso de 23.500 quilos e valor de $734,18. Na Primavera apanharam 2.205 bacalhaus no valor de $240,43. Depois dois dos homens levaram duas cargas de lagosta para Nova Iorque. Em parte da estação de Verão, muitas das chalupas iam à pesca do espadarte nas águas em redor de Block Island ”.
Chalupa de Noank Pequeno mastro que se fixa e prolonga noutro mastro ou mastaréu. Na extremidade superior do mastro real (parte inferior do mastro), local de transição para o mastaréu (parte superior do mastro), encontra-se localizado o cesto da gávea.
Referências: www.nautibrasil.blogspot.com www.rodadoleme.com www.cualupa1920.blogspot.com www.tallshipslisbon2012.com