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Check list pescoço semio, Esquemas de Semiologia

Check list exame de semiologia do pescoco

Tipologia: Esquemas

2020

Compartilhado em 09/09/2020

joseeee23
joseeee23 🇧🇷

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CHECKLIST DO EXAME DO PESCOÇO
INSPEÇÃO
1. POSIÇÃO
Normal: mediano seguindo o eixo da coluna
Desviado: torcicolor e nas alterações da coluna
2. MOBILIDADE (ATIVA E PASSIVA)
Movimentos de flexão, extensão, rotação e lateralização
Avaliar o nervo acessório
3. FORMA
Brevelíneos é curto e grosso
Longilíneos é alongado e fino
Alado em cromossomopatias
4. PELE E PRESENÇA DE LESÕES ELEMENTARES
Sinais flogísticos
Fistulização de linfonodos e ducto tireoglosso (linha média)
Cicatrizes
5. VOLUME (os abaulamentos causam deformidade, isto é assimetria, a forma e ao volume)
Aumento anterior: aumento da glândula tireóide
Aumento lateral : aumento dos linfonodos
Lateral alto: aumento da parótidas
Linha média: cisto do ducto tireoglosso e cisto dermóide
Laterais triangulo anterior: cistos branquiais
Laterais triangulo posterior: hidromas císticos, linfangiomas e costelas cervicais.
6. RETRAÇÕES
Cicatrizes
7. SINAIS VENOSOS
Turgência de jugular
Sinal de Kussmaul (aumento da amplitude das pulsações das jugulares durante a
inspiração)
8. PULSAÇÕES VISÍVEIS (nas faces laterais do pescoço)
Pulsações das carótidas (pulso carotídeo)
Pulsações venosas visíveis (pulso venoso)
9. TRAQUÉIA
Centrada na linha mediana do pescoço
Desviada lateralmente por afecções pleuro-pulmonares (fibrose, atelectasia,
derrames pleurais ou pneumotórax) ou do mediastino (tumores e doenças cardio-
vasculares) que exerçam pressão lateral ou posterior
PALPAÇÃO
1. GLÂNDULA TIREOIDE
Semiotécnica abordagem posterior:
Paciente sentado deve fletir a cabeça para o lado a ser examinado para
descontrair o músculo.
Examinador de pé atrás. As mãos e os dedos rodeiam o pescoço com os polegares
fixos na nuca, e as pontas dos indicadores e médios quase a se tocarem na linha
mediana, primeiro deve localizar a tireoide deveremos verificar a posição das
cartilagens tireóidea e cricóide, uma vez que o istmo da glândula tireóide se
situa imediatamente abaixo da cartilagem cricóide., abaixo da cartilagem cricoide,
identifica cartilagem tireoide e cricoide, anéis cartilaginosos e istmo. O istmo da
glândula poderá ser examinado colocando-se o polegar direito, horizontalmente,
abaixo da cartilagem cricóide. A palpação deverá permitir a percepção do istmo
quando o paciente deglutir, ele apresenta consistência de borracha e mede
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CHECKLIST DO EXAME DO PESCOÇO

INSPEÇÃO

1. POSIÇÃO

  • Normal: mediano seguindo o eixo da coluna
  • Desviado: torcicolor e nas alterações da coluna
  1. MOBILIDADE (ATIVA E PASSIVA)
  • Movimentos de flexão, extensão, rotação e lateralização
  • Avaliar o nervo acessório
  1. FORMA
  • Brevelíneos é curto e grosso
  • Longilíneos é alongado e fino
  • Alado em cromossomopatias
  1. PELE E PRESENÇA DE LESÕES ELEMENTARES
  • Sinais flogísticos
  • Fistulização de linfonodos e ducto tireoglosso (linha média)
  • Cicatrizes
  1. VOLUME (os abaulamentos causam deformidade, isto é assimetria, a forma e ao volume)
  • Aumento anterior: aumento da glândula tireóide
  • Aumento lateral : aumento dos linfonodos
  • Lateral alto: aumento da parótidas
  • Linha média: cisto do ducto tireoglosso e cisto dermóide
  • Laterais triangulo anterior: cistos branquiais
  • Laterais triangulo posterior: hidromas císticos, linfangiomas e costelas cervicais.
  1. RETRAÇÕES
  • Cicatrizes
  1. SINAIS VENOSOS
  • Turgência de jugular
  • Sinal de Kussmaul (aumento da amplitude das pulsações das jugulares durante a inspiração)
  1. PULSAÇÕES VISÍVEIS (nas faces laterais do pescoço)
  • Pulsações das carótidas (pulso carotídeo)
  • Pulsações venosas visíveis (pulso venoso)
  1. TRAQUÉIA
  • Centrada na linha mediana do pescoço
  • Desviada lateralmente por afecções pleuro-pulmonares (fibrose, atelectasia, derrames pleurais ou pneumotórax) ou do mediastino (tumores e doenças cardio- vasculares) que exerçam pressão lateral ou posterior PALPAÇÃO
  1. GLÂNDULA TIREOIDE Semiotécnica abordagem posterior:
  • Paciente sentado deverá fletir a cabeça para o lado a ser examinado para descontrair o músculo.
  • Examinador de pé atrás. As mãos e os dedos rodeiam o pescoço com os polegares fixos na nuca, e as pontas dos indicadores e médios quase a se tocarem na linha mediana, primeiro deve localizar a tireoide deveremos verificar a posição das cartilagens tireóidea e cricóide, uma vez que o istmo da glândula tireóide se situa imediatamente abaixo da cartilagem cricóide., abaixo da cartilagem cricoide, identifica cartilagem tireoide e cricoide, anéis cartilaginosos e istmo. O istmo da glândula poderá ser examinado colocando-se o polegar direito, horizontalmente, abaixo da cartilagem cricóide. A palpação deverá permitir a percepção do istmo quando o paciente deglutir, ele apresenta consistência de borracha e mede

cerca de 0,5 cm de largura. O lobo direito é palpado pelos dedos médio e indicador da mão direita: para o lobo esquerdo usamos os dedos médio e o indicador da mão esquerda.

  • Deve-se sempre solicitar ao paciente que faça algumas deglutições enquanto se palpa firmemente a glândula. A tireoide eleva-se durante o ato de deglutir e a flexão ou rotação discreta do pescoço para um lado ou para outro provoca relaxamento do músculo esternocleidomastóideo, facilitando a palpação da tireoide. Deve-se avaliar durante a palpação:
  • Volume (normal, aumentado – difuso ou localizado)
  • Consistência (normal, firme, endurecida ou pétrea)
  • Mobilidade (móvel – normal ou imóvel – aderida a planos superficiais ou profundos)
  • Superfície (lisa, nodular ou irregular)
  • Temperatura da pele (normal ou quente)
  • Frêmito e sopro (ausente – normal ou presente – patológico, indica fluxo sanguíneo aumentado)
  • Sensibilidade (indolor – normal ou dolorosa – patológico) Em pessoas normais a tireoide pode ser palpável, é lisa, elástica (consistência de tecido muscular), móvel, indolor, temperatura normal da pele e sem frêmitos e sopros. Em pessoas obesas é possível confundir um acúmulo de gordura com o bócio, como a glândula é fixa na parte pré traqueal, ela se desloca em movimentos para cima e para baixo com a deglutição, então peça para o paciente hiper-estender a cabeça e fazer repetidas deglutições, se for bócio haverá deslocamento se for acúmulo adiposo, não.
  1. LINFONODOS O exame físico geral inclui a investigação sistemática dos linfonodos superficiais que se faz por inspeção e palpação, os profundos somente são avaliados por exames de imagem. Semiotécnica:
  • Paciente deve estar despido em ambiente com boa iluminação e inspeciona-se a região examinada e o lado contralateral deve ser sempre comparado.
  • Examinador atrás do paciente com a mão esquerda segura a cabeça do paciente e com a mão direita palpa com as polpas digitais e a face ventral dos dedos médio, indicador e polegar executando movimentos giratórios na região das cadeiras ganglionares a direita, e inverter as mãos e posição da cabeça para ao exame das cadeias ganglionares a esquerda. o Linfonodos da cabeça deve inclinar levemente a cabeça do paciente para o lado que se deseja examinar. o Linfonodos mentonianos: cabeça levemente flexionada o Linfonodos jugulares deve apreender o músculo esternocleidomastoideo entre o polegar e os dedos indicador e médio de uma das mãos. o Linfonodos submandibulares e mentonianos deve utilizar as polpas digitais. o Linfonodos cervicais laterais deve realizar ligeira rotação da cabeça. o Linfonodos da cadeia bucal, parotidea, pré-auricular, retroauricular e occipital deve realizar compressão bidigital utilizando a polpa dos dedos indicador e médio Deve-se avaliar as seguintes características semiológicas durante o exame dos linfonodos:
  • Localização (grupamentos ganglionares)
  • Tamanho ou volume (diâmetro em centímetros. Normalmente variam de 0,5 a 2, cm)
  • Coalescência (junção de dois ou mais linfonodos, formando uma massa de limites imprecisos)
  • Consistência (fibroelástico, endurecido, amolecido com ou sem flutuação)