























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
MS-DOS - MS-DOS
Tipologia: Notas de estudo
1 / 31
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!
























Julimar Ribeiro
Julimar Ribeiro da Silva
COMANDOS BÁSICOS
DO
MS-DOS
Comandos básicos do MS-DOS
Um sistema operacional é um conjunto de programas que permite aos usuários controlar os recursos do computador, tais como discos, impressora, teclado e unidade central. O Sistema operacional pode ser encarado como a alma do computador. Sem ele, o computador seria um monte de circuitos sem vida. O DOS é um sistema operacional residente em disco, portanto, necessita ser lido no disco e carregado na memória do computador. Esse carregamento é feito automaticamente quando o micro é ligado. A partir daí, é o leitor que passa a dirigir o DOS pôr meio de seus comandos.
O DOS surgiu no final de 1981 com o lançamento do primeiro micro IBM PC. Desenvolvido pela Microsoft, (na época) uma pequena empresa de software, possui duas fachadas: o PC-DOS e o MS-DOS. A diferença entre um e outro é que o PC-DOS é comercializado pela IBM junto com seus equipamentos, enquanto o MS-DOS tem sua comercialização feita por meio da Microsoft. Desde seu lançamento em 1981, o DOS teve seis versões e seis atualizações de menor porte.
DOS 1.0: Esta primeira versão suportava apenas discos flexíveis de face simples (160KB). Ele ocupava apenas 10KB de RAM, pois o PC possuía apenas 64KB de memória. A primeira atualização ocorreu para suportar discos de densidade dupla e foi designada DOS1.1. Vale salientar que a primeira versão do MS-DOS surgiu quase um ano depois da versão 1.1 do PC-DOS e chamou-se MS-DOS 1.25. DOS 2.0: O lançamento do IBM XT, em 1983, e o surgimento dos discos rígidos de alta capacidade (10MB) fizeram com que fosse lançada em março do mesmo ano a versão 2.0, que suportava disco rígido e diretórios. No final de 1983, uma atualização, a 2.1, surgia para corrigir pequenas incorreções da versão 2.0 e suportar drives de meia altura. Esta versão ocupa apenas 25KB de RAM. A versão compatível do MS-DOS foi a 2.11. DOS 3.0: Com a chegada do AT em meados de 1984, uma nova versão do DOS foi lançada para suportar o novo drive de 1,2MB, e um utilitário chamado VDISK ou RAMDISK foi criado para poder usar a memória que ultrapassa os 640KB, que é o limite suportado pelo DOS. Em março de 1985, a atualização 3.1 era lançada para suportar hardware e software para redes locais e corrigir incorreções da versão 3.0. Ela ocupava cerca de 30KB de RAM .No final de 1985, com o lançamento de um micro portátil, a IBM lançou a versão 3.2, que suportava os novos discos de três polegadas e 720KB de capacidade, além de introduzir os comandos XCOPY e APPEND. DOS 3.3: Esta versão teve como principais atualizações o suporte a drives de três polegadas de 1,44MB de capacidade. Além disso, foi introduzida a possibilidade de dividir um disco rígido em várias partições de até 32MB. Outra característica dessa
Del simultaneamente, esse comando irá reinicializar o computador, como se você estivesse desligado e ligado novamente. A outra forma é pressionar a tecla RESET da máquina, que resultará também em um BOOT morno. Uma combinação de teclas muito útil também é a dada por CTRL+PAUSE, esta combinação , isto é, estas duas teclas pressionadas juntas podem parar o processamento da maioria do programas que estão sendo executados no DOS.
Arquivo é um conjunto de informações, que estão agrupadas em um dispositivo comum, e que servem para um determinado fim. Portanto arquivo pode ser definido como uma coleção de dados armazenados em um dispositivo físico. Regras para nomes de arquivo: Para que você crie nomes de arquivos no DOS, existem algumas regras que devem ser seguidas. 1- Nome de arquivos são divididos em duas partes, a primeira chamada parte principal, com até oito caracteres, e uma segunda separada por um "." (ponto) com até três caracteres chamada extensão. Exemplos: ARQUIVO.DOC, DADOS.CAR, CARTA.A 2- Podemos usar os seguintes caracteres para confecção de nomes de arquivos. A -Z (maiúsculos e minúsculos) 0 - 9 e os símbolos ! @ # $ % & ( ) { } \ / OBS: Não podemos utilizar * nem? 3- Não pode ser um nome reservado de dispositivo de computador. AUX, CON, PRN, COM1, e outros. Em geral a extensão caracteriza os tipos de arquivos, temos a seguir alguns exemplos:
.BAT Arquivos batch (lote) .C ou .CPP Arquivos em linguagem C .COM Arquivos de comando .DOC Arquivos de documentos (Word) .EXE Arquivos executável .HPL Arquivos de help, de socorro .PRN Arquivos de impressão .SYS Arquivos de sistema .TXT Arquivos de texto ou de leitura .XLS Arquivos do Excel
Existem dois tipos de comandos no DOS, são eles os comandos INTERNOS e EXTERNOS. Os comandos INTERNOS estão sempre disponíveis para que se utilize, eles fazem parte do programa COMMAND.COM que está permanente na memória. Os comandos EXTERNOS são de programas a parte do COMMAND.COM. Eles estão distribuídos pelos discos, guardados em diversos lugares. Cada comando externo está disposto em um arquivo no disco. Para usar um comando externo, o mesmo deve estar disponível no disco que se está utilizando. Os comandos externos são também chamados de utilitários de sistemas.
Este comando executa o help do DOS, mostrando todos os comandos do DOS, a sua utilização, exemplos e também observações sobre o comando, traz também as novidades do MS-DOS 6.22. Para se utilizar do help digita help e pressione ENTER, surgirá uma tela com destaques verdes; com as teclas de cursor, se posiciona o cursor da tela em baixo de uma palavra destacadas por sinais de menor e maior em verde, ao se pressionar ENTER o help ira a uma tela com explicações da palavra selecionada. Esta tela tem algumas palavras destacadas também, que com o mesmo procedimento se vai a outras telas. Para voltar a uma tela anterior basta pressionar ALT+V. Existe uma opção de imprimir a tela corrente no menu Arquivo, se obtém um documento com explicações dos comandos desejados. No help no DOS existe uma forma de se obter um help rápido de um comando, digitando-se "/?" após o nome do comando. Há também o comando FASTHELP, que mostra todos os comandos do DOS com uma breve explicação de cada um.
É utilizado para mostrar/acertar a data do relógio do microcomputador. O formato padrão de data é o norte-americano, mês, dia e ano (MM/DD/AA); mas este formato pode ser alterado para o formato nacional.
Exemplo: C:>date
Comando Interno TIME É utilizado para mostrar/acertar a hora do relógio interno do microcomputador. Você pode utilizar a hora no formato norte americano (até 12 horas am ou pm), ou no formato nacional (até 23:59 horas).
O comando irá trocar o nome de volume da unidade de drive C: para MICROSOFT.
O PROMPT é um comando que serve para configurar o sinal de pronto do DOS. TABELA DE PARÂMETROS: O comando PROMPT contém uma tabela de parâmetros que utilizados juntamente com o caractere $ (dólar) produzem um efeito diferente:
$Q = (sinal de igual) $G > (sinal de maior que) $$ $ (sinal de dólar) $L < (sinal de menor que) $T Hora atual $B | barra vertical $D Data atual $H Backspace apaga o caractere anterior $P Unidade de drive e diretório atuais $E Código de escape (ASCII código 27) $V Número da versão do MS-DOS $_ Retorno de carro e salto de linha $N Unidade de drive atual
Comando Externo MSD O MSD fornece informações técnicas detalhadas sobre o computador. O MSD executa o programa de diagnóstico que mostra informações sobre hardware. Essas informações dizem respeito ao processador, memória, vídeo, sistema operacional, mouse, adaptadores, portas seriais e paralelas, IRQ (Endereço de interrupção), programas residentes e controladores de dispositivo. O MSD é utilizado para verificar os dispositivos conectados. Para executar o MSD basta ter o comando no disco em que se esta utilizando e digitar MSD. Explicando a tela: Para obter mais detalhes sobre um item basta pressionar a tecla ALT em conjunto com a letra iluminada da opção desejada. Existem também três menus nesta tela são eles File, Utilites e Help, para acessar qualquer um deles utilize a mesma combinação ALT + letra do MENU. Para sair do MSD abra o MENU file que você vai encontrar a opção EXIT. Pressione a tecla ALT + F para abrir o menu de FILE, então surgirão as opções do menu de FILE que são: Find File, Print Report, Arquivos de Configurações, e EXIT.
Mostrar o diretório de arquivos quer dizer, mostrar a lista de arquivos e diretórios que estão no disco. O comando DIR, faz com que o DOS apresente o nome dos arquivos disponíveis no DRIVE atual.
C:>DIR[unidade do drive: ][caminho][nome-do-arquivo]
Exemplos: C:>dir Mostra a lista de um diretório do disco corrente. C:>dir a: Mostra a lista do diretório do DRIVE A: C:>dir texto.doc Mostra o arquivo TEXTO.DOC, caso ele esteja no disco utilizado USANDO CARACTERES CURINGAS : Podemos mostrar apenas parte de um diretório utilizando caracteres globais. Caracteres globais são caracteres que substituam um conjunto, ou apenas outro caracter qualquer, são dois os caracteres globais: a) * (asterisco)-substitui um conjunto qualquer de caracteres. C:>dir .txt Mostra todos os arquivos com qualquer nome principal e com extensão igual a TXT. C:>dir arq. Mostra todos os arquivos do diretório que tenham o nome principal igual a ARQ com qualquer extensão. b)? (interrogação)-substitui um único caracter qualquer. C:>dir ???.txt Mostra todos os arquivos que tenham nome principal com três letras e extensão igual .TXT. C:>dir arq.?? Mostra todos os arquivos que tenham nome principal igual a ARQ e extensão com quaisquer duas letras. USANDO PARÂMETROS: Podemos utilizar alguns parâmetros para o comando DIR, para auxiliar na pesquisa de arquivos. Parâmetros são especificações que um comando pode receber, normalmente os parâmetros estão após uma barra (/). a) /P-causa uma pausa quando a relação de nomes de arquivos atingir uma tela cheia, fica aguardando que se tecle algo para continuar. C:>dir a:/p b) /W- Mostra apenas os nomes do arquivo, de forma horizontal, 5 nomes de arquivos em cada linha mostrada. C:>dir b:/w
c) /A- Exibe arquivos com atributos especificados.
Copia todos os arquivos que tenham qualquer nome principal, e que possuam a extensão .TXT para o drive B: ? - Copia todos os arquivos que atendam a quantidade de caracteres globais "?" colocados no nome para a cópia. Exemplo: A:>copy ?????.TXT B: Copia todos os arquivos que tenham qualquer nome principal com até 5 caracteres e que tenham extensão igual a .TXT para o drive B:
Alguns parâmetros que podemos usar são: /A: Indica um arquivo de texto ASCII. /B: Indica um arquivo binário. /V: Verifica se os arquivos foram gravados corretamente. OUTROS EXEMPLOS: 1)Copiando o arquivo para outro disco com o mesmo nome. digite COPY TRAB1.TXT C: 2)Copiando o arquivo para outro disco, alterando o nome. digite COPY TRAB1 C:\COPIA 3)Copiando o arquivo para o mesmo disco com o nome diferente. digite COPY TRAB1.TXT COPIA1.DOC 4)Copiando arquivos para outro disco com o mesmo nome. digite COPY TRAB?.* C: 5)Copiando arquivos para outro disco com o mesmo nome, mas com extensão diferente. digite COPY TRAB?.* C:*.BAK 6)Copiando todos os arquivos para outro disco com o mesmo nome. digite COPY . C: Na versão 6.22, o comando COPY pede confirmação para regravar um arquivo que já existe no diretório ou drive de destino. Para cada arquivo existente, o comando pergunta se você quer confirmar a regravação do arquivo individual com "S", não autoriza com "N", ou autoriza a regravação de todos os arquivos com "T".
Copia arquivos seletivamente. O XCOPY tem algumas vantagens em relação ao DISKCOPY: arquivos de origem que estão fragmentados serão reunidos no disco de destino e o XCOPY pode copiar arquivos entre discos de diferentes capacidades de dados. Entretanto, o XCOPY não pode formatar discos e o DISKCOPY pode. Em relação ao COPY o XCOPY pode ser mais rápido, pois ele carrega todos os arquivos possíveis na memória e transfere para o destino de uma vez, enquanto o COPY copia um arquivo de cada vez.
Exemplo: A:>xcopy . C: Este comando copiará todos os arquivos do disco do drive A: para o disco do drive C:
/A - Copia os arquivos que possuem o atributo de arquivo definido, não altera o atributo. /M - Copia os arquivos que possuem o atributo de arquivo definido, desativa o atributo de arquivo. /D:data - Copia os arquivos modificados na data específica ou posterior. /P - Solicita uma configuração antes de criar cada arquivo de destino. /S - Copia diretórios e subdiretórios, a menos que estejam vazios. /E - Copia qualquer subdiretório, mesmo vazios. Usar com a opção /S /V - Verifica cada arquivo novo. /W - Solicita que seja pressionada uma tecla antes da cópia. Na versão 6.22, o comando XCOPY pede confirmação para regravar um arquivo que já existe no diretório ou drive de destino. Para cada arquivo existente, o comando pergunta se você quer confirmar a regravação do arquivo individual com "S", não autorizar com "N", ou autorizar a regravação de todos os arquivos.
O DISCOPY é um programa utilizado para fazer duplicatas de disquetes. Esse comando permite a cópia de um disco entre duas unidades de disquete desde que os formatos dos discos sejam idênticos, ou seja, tanto o drive A: como o drive B: devem ser do mesmo tipo. Como a cópia é feita trilha a trilha, não se pode copiar um disco de 3,5 para um disco 5,25 polegadas, tampouco um disco de 360KB para um de 1,2MB, pois, apesar do tamanho físico ser idêntico, o número de trilhas é diferente. O programa diskcopy formata o disco de destino antes de transferir o conteúdo do disquete, se detectar que ele não está formatado. As máquinas podem ser produzidas com unidades de disquete de 1,2 MB e 1,44 MB, impossibilitando a cópia de discos entre os drives. Contudo, isto não é problema, pois o comando DISKCOPY permite que um disquete seja duplicado utilizando-se um único drive.
C:>DISCOPY [unidade1] [unidade2 :] [/parâmetros]
/1 - O parâmetro efetua apenas a cópia de um lado. /V - O parâmetro efetua checagem da cópia efetuada.
/1 - Formata um único lado de um disco de dupla-face. /4 - Formata um disco flexível de 5 ¼ polegadas (360K) em unidade de alta densidade (1,2MB). /8 - Formata 8 setores por trilha. /B - Aloca espaço no disco formatado para os arquivos de sistema. /F:tamanho - Específica o tamanho do disco flexível a ser formatado (como 160 KB; 180 KB; 320 KB; 360 KB; 720 KB; 1,2 MB; 1,44MB). /N: setores - Específica o número de setores por trilha. /Q - Realiza uma formatação rápida. /S - Copia arquivos de sistemas para o disco formatado. /T:trilhas - Específica o número de trilhas por lado de disco. /U - Específica formatação incondicional. Todos os dados de um disco previamente formatado são destruídos e você não poderá desformatar o disco posteriormente. /V - Pede-se que você acrescente o nome do volume para o disco após a formatação. Exemplos: C:\ FORMAT B: Insira o novo disco na unidade B: e pressione ENTER quando estiver pronto...
Verificando o formato existente do disco. Formatando 1,44M Formatação concluída.
Nome de volume (11 caracteres, pressione ENTER para nenhum):
1.457.664 bytes de espaço total em disco 1.457.664 bytes disponíveis no disco. 512 bytes em cada unidade de alocação 2.847 bytes de alocação disponíveis no disco
O número de série do volume é 285D-18D
Formatar outro (S/N)?
Quando um disco já formatado é novamente formatado, aparece a mensagem "SALVANDO INFORMAÇÕES DO UNFORMAT". Isso significa que o disquete poderá ser recuperado pelo programa UNFORMAT se nenhum dado for gravado nele.
OBS: O comando unformat recupera arquivos de uma formatação de disco acidental Se um disco foi formatado acidentalmente, você pode recuperar os arquivos executando o comando UNFORMAT, seguido pela letra da unidade do disco formatado. Assim será checado e listado os arquivos que ainda podem ser recuperados. Isto é possível porque em uma formatação somente a área de FAT do disco, isto é, somente com os endereços dos arquivos e não com sua estrutura em si.
Sintaxe: C:> unformat [unidade]
Exibe o conteúdo de um arquivo. Se o arquivo exibido pelo TYPE for muito grande, ele pode rolar a tela. Por esse motivo, a saída do TYPE é freqüentemente redirecionada para uma impressora ou conectada ao comando MORE.
f:>TYPE [unidade:\caminho] arquivo Exemplo: A:>type RELATORI.TXT Exibe na tela o conteúdo de um arquivo chamado RELATORI.TXT. A:>type RELATORI.TXT | MORE Exibe o conteúdo do arquivo e pausa a exibição cada vez que a tela estiver cheia de informação. A:>type RELATORI.TXT > PRN Envia o conteúdo do RELATORI.TXT para o dispositivo de impressão padrão.
OBS: O comando MORE força o DOS a exibir uma tela por vez ao invés de rolamento contínuo. Exemplo: A:>more < LEIAME.TXT Exibe o conteúdo do LEIAME.TXT na tela, pausando cada vez que a tela estiver cheia.
É utilizado para trocar nome de arquivos, é permitido tanto a palavra REN como RENAME.
A:>REN [unidade:\caminho] [nome antigo] [nome novo] Exemplo: A:>ren RELATORI.TXT VENDAS.TXT Altera o nome de RELATORI.TXT para VENDAS.TXT A:>ren \WORD*.BAK *.OLD Altera os nomes de todos os arquivos com a extensão .BAK no subdiretório C:\WORD de tal forma que eles passem a ter a extensão .OLD.
/UNLOAD - Descarrega o Undelete da memória. Exemplo: A:>UNDELETE C:\WORD*.BAK Tenta recuperar todos os arquivos no subdiretório C:\WORD que tenham a extensão .BAK. A:>UNDELETE /LIST O comando irá mostrar a lista de arquivos disponíveis para a recuperação.
Move arquivos do diretório de origem para o diretório de destino, apagando os arquivos do diretório de origem no final da movimentação. É equivalente ao comando COPY e DEL aplicados ao mesmo arquivo. A partir da versão 6.2, o comando pede a confirmação da sobreposição de arquivos no caso de existirem arquivos com o mesmo nome do diretório de origem e de destino. Este comando também pode ser usado para renomear subdiretórios. Nesses casos, indique apenas os nomes antigo e novo que quer para o subdiretório existente.
Exemplo: A:>move . C: Este comando irá mover todos os arquivos do disco do drive A: para C: Você pode especificar mais de um arquivo de origem no mesmo comando se especificar os seus nomes completos separados por vírgulas. Se for fornecido além do diretório de destino, um nome de arquivo de origem é renomeado no destino. Exemplo: A:>move T1.TXT, T2.TXT, T3.TXT C:\TEXTOS
Cria um novo subdiretório abaixo do diretório atual ou no caminho especificado.
MD [unidade:\caminho] nome do diretório novo Exemplo: C:>md TESTE Cria um subdiretório chamado TESTE um nível abaixo do subdiretório atual. C:>md \TESTE Cria um subdiretório chamado TESTE um nível abaixo da raiz. C:>md B: \TELAS\PCX Cria um subdiretório chamado PCX um nível abaixo do subdiretório TELAS na unidade B:
Podemos remover um determinado diretório usando o comando RD. Para remover um diretório o mesmo deve estar vazio, ou seja, não pode conter nem arquivos nem subdiretórios.
RD [unidade:\caminho] \nome do subdiretório Exemplo: C:>rd DBASE O comando irá remover o diretório chamado DBASE
Altera o diretório atual. FORMATO DO COMANDO CD: A:>CD:[drive:\caminho][..] Exemplos A:>CD C:\WORD\DOC Transforma o subdiretório \WORD\DOC como padrão da unidade C. A:>CD.. Passa para um subdiretório de um nível acima. A:>CD DOC Vai ao subdiretório DOC do atual diretório. A:>CD
Passa para a raiz de diretórios. CRIAÇÃO DE ÁRVORE DE DIRETÓRIO Exemplo: A:>MD DOS A:
A:>CD DOS A:\DOS>MD SUBDOS DOS A:\DOS>CD\ SUBDOS A:>MD UTIL UTIL
O comando TREE é um comando que mostra graficamente a árvore de diretórios e subdiretórios de um determinado disco. FORMATO DO COMANDO TREE: TREE [unidade:][caminho][/opções] USANDO PARÂMETROS: /F - Exibe os nomes dos arquivos em cada diretório. /A - Utiliza o código ASCII ao invés de caracteres estendidos