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Nesta aula, aprenda sobre os polímeros componentes das células, seus monômeros e suas principais características. Além disso, saiba quais são os lipídios, seus principais exemplos e funções, além de suas principais características. Por fim, explore as principais características dos aminoácidos, como eles se unem para formar proteínas e o significado de pk1, pk2 e pi.
Tipologia: Exercícios
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1. Quais são os polímeros componentes das células, quais seus monômeros componentes? R: Os polímeros componentes das células são os carboidratos, as proteínas e os ácidos nucléicos. E seus monômeros são, respectivamente, os monossacarídeos, aminoácidos e nucleotídeos. 2. O que são polissacarídeos. Cite 3 exemplos explicitando sua composição e função. R: Polissacarídeos são polímeros que apresentam mais de 20 monossacarídeos em sua composição. A celulose, composta por monômeros na configuração beta, é o principal componente da parede celular das células vegetais. O glicogênio, composto por monômeros na configuração alfa e por ramificações na cadeia, é uma forma de reserva de energia em animais. Já o amido, formado pela amilose e pela amilopectina, é responsável pela reserva de energia em vegetais. 3. Quais as principais características dos lipídios? Qual o principal exemplo de um lipídio de reserva, onde ele se localiza no organismo humano? R: Os lipídios são biomoléculas orgânicas apolares que apresentam longa cadeia de hidrocarbonetos. Os lipídios são incapazes de formar polímeros, pois não realizam ligações químicas entre si, apenas participam de interações químicas. O principal lipídio de reserva em nosso organismo é o triglicerídeo que é armazenado no tecido adiposo. 4. Quais as principais características dos aminoácidos? Como eles podem se unir para formar as proteínas? R: Os aminoácidos são moléculas formadas por um grupamento amina, por um grupamento carboxila, por um hidrogênio e por um radical.Os diferentes aminoácidos são determinados de acordo com seus radicais. Eles são moléculas de caráter anfótero, ou seja, sua carga varia de acordo com o meio em que estão. Portanto, podem ser polares neutros, aromáticos, polares ácidos e polares básicos. Para formar as proteínas os aminoácidos formam polímeros através de ligações peptídicas, onde a reação ocorre entre a OH do grupamento carboxila de um aminoácido com o H do grupamento amina de outro aminoácido, e temos como formação uma ligação covalente e uma molécula de H 2 O.
5. O que significa o Pk1, o Pk2 e o pI de um aminoácido? R: O Pk1 refere-se a um valor de pH no qual 50% do grupamento carboxila está desprotonado e 50% está protonado. Já o Pk2 refere-se a uma valor de pH no qual 50 % do grupamento amina está desprotonado e 50% está protonado. Enquanto que o pI indica o valor de pH onde a carga final de um aminoácido é zero. 7. O que é a desnaturação das proteínas? Que fatores podem interferir neste processo? R: É uma alteração química, irreversível ou reversível, que resulta na perda da estrutura da proteína e de seu papel biológico. Essa alteração pode ocorrer, por meio de altas temperaturas e por alterações no pH que geram ionizações na molécula que consequentemente alteram a estrutura da molécula. 8. Quais as principais diferenças entre o DNA e o RNA? R: A primeira diferença está em seus nucleotídeos, pois no RNA a pentose que constitui os nucleotídeos é uma ribose, já no DNA temos uma desoxirribose, que torna o DNA mais estável devido à perda de um O. Outra diferença está em sua estrutura, o DNA é uma fita dupla antiparalela com pareamento de bases, enquanto que o RNA é uma fita simples. Por fim, temos uma diferença em relação as suas funções, visto que o RNA atua na síntese protéica e o DNA é responsável pela informação genética.