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diabetes, enfermagem
Tipologia: Notas de estudo
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É uma síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. É caracterizada por hiperglicemia, associada a complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos.
CLASSIFICAÇÃO DIABETES TIPO 1 (DIABETES JUVENIL ou DM INSULINO DEPENDENTE - IDDM OU DM TIPO I) DIABETES TIPO 2 (DIABETES DO ADULTO ou DM INSULINO NÃO DEPENDENTE – NIDDM OU DM TIPO II) (^) DIABETES GESTACIONAL
DIABETES TIPO 2 Resulta da resistência à ação da insulina e da deficiência relativa de secreção de insulina Início insidioso Forte componente hereditário Obesidade (andróide ou do tipo maçã) OBS: CINTURA: Até 1m (homem)/Até 0,80m (mulher) Rara propensão à cetoacidose Associado a fatores ambientais: obesidade, inatividade física e o tabagismo Atendimento no PSF
Glicemia capilar Avaliação do estado clínico do paciente Avaliação da aderência à medicação atual Atividade Física Educação em saúde Encaminhamentos (S/N) Identificação de fatores de risco Avaliação do padrão de alimentação Verificação de exames laboratoriais anteriores
FATORES DE RISCO Obesidade Sedentarismo Tabagismo Consumo de álcool Estresse Aumento da idade da população Ocupação
DIAGNÓSTICO Sintomas clássicos: os 4 “P”s (^) Poliúria (nictúria), Polidipsia, Polifagia, Perda inexplicável de peso Tipo I cetose, desidratação e cetoacidose Tipo II fraqueza, visão borrada, irritabilidade, infecção e prurido
TRATAMENTO Tipo 1: (^) Uso de insulina por toda a vida (^) Controle da dieta (^) Prática de atividade física Tipo 2: (^) Dieta e atividade física regular (^) Quando necessário, usar hipoglicemiantes orais
TRATAMENTO
TRATAMENTO
(^) Sulfoniluréias: clorpropamida (^) Biguanidas: metformina (glifage, dimefor, glucoformin)
CUIDADOS GERAIS NO MANUSEIO DA INSULINA Utilizar seringa descartável e apropriada para a administração de insulina; Manipular o frasco de insulina delicadamente, sem agitá-lo, pois isso pode provocar alteração na ação do medicamento; Manter a insulina sob refrigeração não muito intensa – entre 2° e 8° C.
APLICAÇÃO DA INSULINA ORIENTAÇÕES: Observar os locais apropriados para aplicação; Fazer o rodízio das áreas de aplicação, evitando o uso do mesmo local, antes de 2 semanas, mantendo um espaço mínimo de 3cm entre eles; Inserir a agulha de insulina na posição de um ângulo de 90° após a realização de um leve pinçamento da pele, garantindo que a insulina seja injetada no tecido subcutâneo; Evitar o massageamento do local da aplicação.