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conceitos básicos de contabilidade social
Tipologia: Exercícios
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NOME: Anne Evelin de O. Silva
A formação fixa de capital, ou seja, a compra de bens de capital que auxiliem na
produção, como máquinas e equipamentos; e o investimento que se relaciona à
variação dos estoques: custos adicionais para a reposição, aumento do estoque por
fatores inflacionários, depreciação do estoque por causas econômicas etc.
É um custo de capital adicional exigido de uma firma devido a uma variação não
planejada de seus estoques. É possível, por exemplo, que o desincentivo em massa do
consumo de derivados do leite obrigue uma marca de iogurte a produzir iogurtes à base
de leite vegetal, variando seu estoque de bens a fim de não perder a lucratividade da
temporada.
O produto líquido corresponde ao valor final (isto é, ao total da produção
descontando-se gastos intermediários com matérias-primas e salários) menos o valor
da depreciação do capital, uma vez que “há bens, como os bens de capital, que são
utilizados no processo de produção, mas foram produzidos em períodos anteriores e
continuarão a ser usados em períodos posteriores. Nesses casos, apenas uma parcela
desses bens é passada ao produto final, que representa o desgaste do capital” (FEIJÓ et
al., 2013, p. 36). Já no cálculo do valor bruto da produção, leva-se em conta o valor
total somado à depreciação do capital. Ou seja, o produto bruto corresponde ao
cálculo do produto líquido mais a depreciação.
a) O produto líquido é necessariamente maior que o bruto.
Falso. Na verdade, o produto líquido costuma ser menor que o bruto, já que considera em
seu cálculo as taxas incidentes sobre o total da produção, como a depreciação do capital.
Se considerarmos o salário de um trabalhador, por exemplo, teremos como valor bruto do
salário o total da remuneração que é depositada mensalmente em sua conta bancária; e o
valor líquido, por outro lado, levaria em conta os impostos e demais taxas, como a da
previdência social, que são descontadas do valor total do salário. Assim, o produto
líquido será menor.
b) O produto a custo de fatores é necessariamente menor que o produto a
preços de mercado.
Falso. Quando se considera o produto a custo de fatores, não se levam em conta o valor
dos impostos e as demais taxas que incidem sobre os produtos, apenas os subsídios à
produção; o produto a preços de mercado, por sua vez, inclui os impostos e exclui
subsídios. Caso o valor dos subsídios exceda o valor dos impostos, portanto, é possível
que o produto a custo de fatores seja maior do que o produto a preços de mercado, mas o
contrário ocorre caso os impostos excedam os subsídios.
c) O produto nacional é necessariamente maior que o produto interno.
É verdade que o produto nacional tende a ser maior do que o produto interno: enquanto o
produto interno considera apenas o total da produção das empresas e famílias operando
no país, sem levar em conta contribuições do exterior, o produto nacional, por sua vez, é
o valor total produzido nacionalmente mais aquele recebido por vias internacionais, ou
seja, inclui em seu cálculo a RLEE (renda líquida enviada para o exterior) e a RLEE
(renda líquida recebida do exterior): PNB = PIB – RLEE + RLRE. No entanto, não é
necessariamente maior; é possível que o produto interno exceda o produto nacional no
caso de alguns países, como o do Brasil, cujo PNB é cerca de 3% menor que o PIB.
Con
ta
Valor da produção final bilhões 200
Consumo das Famílias 80
Formação Bruta de Capital Fixo 2
Exportações de bens e serviços de não fatores 2
Importações de bens e serviços de não fatores 1
Consumo das Administrações Públicas 3
Variação de estoques 5
Consumo Intermediário 8
Impostos líquidos sobre produtos 3
Impostos sobre a produção e importação 3
Subsídios sobre a produção e importação 1
Remuneração dos assalariados 6
Excedente Operacional Bruto 07
Renda Líquida Enviada ao Exterior 1
Transferências unilaterais de renda 5
Depreciação 1
a) o PIB desta economia por suas três óticas.
Pela ótica da produção:
Valor agregado da produção = valor bruto da produção – consumo
intermediário + impostos (líquidos de subsídios) sobre produtos
Pela ótica da demanda:
Valor agregado da produção = consumo das famílias + consumo do governo
+ formação bruta de capital fixo + variação de estoques + exportações de
bens e serviços - importações de bens e serviços
Pela ótica da renda:
Valor agregado da produção = remuneração dos assalariados + total dos
impostos, líquidos de subsídios, sobre a produção e a importação +
rendimento misto bruto + excedente operacional bruto
b) PNB, o PIL e a RND;
PIL = PIB – depreciação
b) a renda agregada, o investimento agregado, o consumo agregado e o déficit
orçamentário são variáveis "estoque" ao passo que a dívida do governo e a
quantidade de capital na economia são variáveis "fluxo".
c) a renda agregada, o investimento agregado, o consumo agregado e a dívida
pública são variáveis "fluxo" ao passo que o déficit orçamentário e a
quantidade de capital na economia são variáveis "estoque".
d) o investimento agregado, o consumo agregado e a dívida pública são variáveis
"fluxo" ao passo que a renda agregada, o déficit orçamentário e a quantidade de
capital na economia são variáveis "estoque".
e) a renda agregada e o déficit orçamentário são variáveis "fluxo" ao passo que o
consumo agregado, o investimento agregado, a dívida pública e a quantidade de
capital na economia são variáveis "estoque".
Ipr = investimento
privado
Ipu = investimento
público
Spr = poupança privada
Sg = poupança do
governo
Se = poupança externa
Com base nas identidades macroeconômicas fundamentais, pode-se afirmar que:
a) Ipr + Ipu = Spr + Sg
b) déficit público = Spr - Ipr + Se
c) Ipr + Ipu + Se = Spr + Sg
d) déficit público = Spr + Ipr + Se
e) Ipr = Spr + Se
a) o produto bruto é necessariamente maior do que o produto líquido; o
produto nacional pode ser maior ou menor do que o produto interno e o
produto a custo de fatores pode ser maior ou menor do que o produto a
preços de mercado.
b) o produto nacional é necessariamente maior do que o produto interno; o
produto bruto é necessariamente maior do que o produto líquido; e o produto
a preços de mercado é necessariamente maior do que o produto a custo de
fatores.
c) o produto a preços de mercado é necessariamente maior do que o produto a
custo de fatores; o produto interno é necessariamente maior do que o produto
nacional; e o produto bruto é necessariamente maior do que o produto líquido.
d) o produto bruto é necessariamente maior do que o produto líquido; o produto
interno é necessariamente maior do que o produto nacional; e o produto a preços
de mercados pode ser maior ou menor do que o produto a custo de fatores.
e) o produto interno é necessariamente maior do que o produto nacional; o
produto líquido pode ser maior ou menor do que o produto bruto; e o produto a
custo de fatores pode ser maior ou menor do que o produto a preços de
mercado.
a) a depreciação dos Investimentos estrangeiros realizados no país
b) o saldo do Balanço de Pagamentos
c) o saldo da Balança Comercial
d) as Importações
e) a renda líquida enviada ou recebida do exterior
afirmar que:
a) as importações, por serem consideradas como componentes da oferta
agregada, entram no cálculo do produto agregado.
b) a chamada dupla contagem é um problema que ocorre quando um
determinado bem final é computado duas vezes no produto agregado.
c) o valor do produto agregado é considerado como "variável estoque".
d) no valor do produto agregado, não são consideradas atividades
econômicas do governo, cujos valores são computados separadamente.
e) nem todo bem cujo valor entra no cálculo do produto é um bem final por
natureza.
cálculos das contas nacionais e do Produto Interno Bruto.
a) a construção de uma estação de tratamento de água municipal
b) o salário de um deputado federal
c) a compra de um novo aparelho de televisão
d) a compra de um pedaço de terra
e) um decréscimo nos estoques do comércio
governo. Suponha os seguintes dados:
Importações de bens e serviços não fatores =
Renda líquida enviada ao exterior = 50
Renda nacional líquida =
1.000 Depreciação = 5
Exportações de bens e serviços não fatores =
200 Consumo pessoal = 500
Variação de estoques = 80
Com base nessas informações, é correto afirmar que a formação bruta de capital
fixo é igual a:
a) 375
b) 275
c) 430
d) 330
e) 150
Renda interna bruta = Renda nacional líquida + depreciação + renda líquida
enviada ao exterior
Consumo + balança comercial + variação de estoques – renda interna bruta =
formação bruta de capital fixo:
□ Depreciação = 20;
□ Renda enviada ao exterior = 150;
□ Renda recebida do exterior = 50;
□ Impostos indiretos = 30;
□ Subsídios = 10;
Pode-se afirmar que o PNBpm e RNLcf serão,
respectivamente:
a) 880 e 900
b) 1.180 e 1.
c) 920 e 900
d) 1.180 e 880
e) 920 e 880
PNBpm = PIBcf – REE + RRE – Impostos + Subsídios
RNLcf = PNB + depreciação
Com base nestes dados, a poupança externa e a formação bruta de capital fixo
desta economia são, respectivamente:
a) 400 e 450
b) 400 e 550
c) 350 e 500
d) 300 e 450
e) 300 e 650
Poupança interna bruta = Poupança interna líquida + depreciação:
Renda líquida enviada ao exterior = renda enviada ao exterior – renda recebida do
exterior:
Balança comercial = Exportações – Importações:
Poupança externa = Renda líquida enviada ao exterior – balança comercial:
Formação bruta de capital fixo (investimento) = poupança externa + poupança interna
- variação de estoques