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lista exercícios calculo 2, Exercícios de Cálculo

Plano tangente, aproximação linear e diferenciais

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 17/03/2021

pietra-zanni
pietra-zanni 🇧🇷

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CÁLCULO II -16aLISTA DE EXERCÍCIOS - SOLUÇÕES
Questão 1 Verifique que o ponto especificado realmente faz parte da superfície cuja equação está
sendo dada e determine uma equação para o plano tangente naquele ponto.
(a) z= 4x2y2+ 2y, ponto (1,2,4)
RESP.
Verificando que o ponto está na superfície: z=f(1,2) = 4(1)222+ 2.2 = 4
∂z
∂x = 8xz
∂x (1,2) = 8
∂z
∂y =2y+ 2 ∂z
∂y (1,2) = 2
Equação do plano tangente: z4 = 8(x+ 1) 2(y2) 8x+ 2y+z= 0
(b) z=yln x, ponto (e3,2,6)
RESP.
Verificando que o ponto está na superfície: z=f(e3,2) = 2 ln(e3) = 6
∂z
∂x =y
x∂z
∂x (e3,2) = 2
e3
∂z
∂y = ln x∂z
∂y (e3,2) = 3
Equação do plano tangente: z6 = 2
e3(xe3) + 3(y2) 2
e3x3y+z=2
(c) z=ycos(xy), ponto (2,2,2)
RESP.
Verificando que o ponto está na superfície: z=f(2,2) = 2 cos(2 2) = 2
∂z
∂x =x sen(xy)z
∂x (2,2) = 0
∂z
∂y =x sen(xy) + cos(xy)z
∂y (2,2) = 1
Equação do plano tangente: z2 = 0(x2) + 1(y2) y+z= 0
Obs. Para testar os resultados podemos verificar se os pontos fornecidos realmente são soluções para
as equações dos planos tangentes. É uma conta simples que pode ser feita de cabeça.
Questão 2 Obtenha equações para os planos tangentes à superfície z= 2x2+xy2nos pontos
A= (1,1,3) eB= (1,2,2).
RESP. É sempre recomendável verificar se os pontos fornecidos realmente estão na superfície. Esse
é o caso porque z(1,1) = 2.12+ 1.12= 3 ez(1,2) = 2.(1)2+ (1).22=2. As derivadas parciais
pf3
pf4
pf5

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CÁLCULO II - 16

a LISTA DE EXERCÍCIOS - SOLUÇÕES

Questão 1 Verifique que o ponto especificado realmente faz parte da superfície cuja equação está

sendo dada e determine uma equação para o plano tangente naquele ponto.

(a) z = 4x

2 − y

2

  • 2y, ponto (− 1 , 2 , 4)

RESP.

Verificando que o ponto está na superfície: z = f (− 1 , 2) = 4(−1)

2 − 2

2

  • 2.2 = 4

∂z

∂x

= 8x ⇒

∂z

∂x

∂z

∂y

= − 2 y + 2 ⇒

∂z

∂y

Equação do plano tangente: z − 4 = −8(x + 1) − 2(y − 2) ⇒ 8 x + 2y + z = 0

(b) z = y ln x, ponto (e

3 , 2 , 6)

RESP.

Verificando que o ponto está na superfície: z = f (e

3 , 2) = 2 ln(e

3 ) = 6

∂z

∂x

y

x

∂z

∂x

(e

3 , 2) =

e

3

∂z

∂y

= ln x ⇒

∂z

∂y

(e

3 , 2) = 3

Equação do plano tangente: z − 6 =

e

3

(x − e

3 ) + 3(y − 2) ⇒ −

e

3

x − 3 y + z = − 2

(c) z = y cos(x − y), ponto (2, 2 , 2)

RESP.

Verificando que o ponto está na superfície: z = f (2, 2) = 2 cos(2 − 2) = 2

∂z

∂x

= −x sen(x − y) ⇒

∂z

∂x

∂z

∂y

= x sen(x − y) + cos(x − y) ⇒

∂z

∂y

Equação do plano tangente: z − 2 = 0(x − 2) + 1(y − 2) ⇒ −y + z = 0

Obs. Para testar os resultados podemos verificar se os pontos fornecidos realmente são soluções para

as equações dos planos tangentes. É uma conta simples que pode ser feita de cabeça.

Questão 2 Obtenha equações para os planos tangentes à superfície z = 2x

2

  • xy

2 nos pontos

A = (1, 1 , 3) e B = (− 1 , 2 , −2).

RESP. É sempre recomendável verificar se os pontos fornecidos realmente estão na superfície. Esse

é o caso porque z(1, 1) = 2. 1

2

    1. 1

2 = 3 e z(− 1 , 2) = 2.(−1)

2

  • (−1). 2

2 = − 2. As derivadas parciais

e seus valores em cada ponto são:

z x (x, y) = 4x + y

2 ⇒

z x

z x

z y (x, y) = 2xy ⇒

z y

z y

Portanto o plano tangente á superfície no ponto A = (1, 1 , 3) tem equação

z − 3 = 5(x − 1) + 2(y − 1) ⇒ 5 x + 2y − z = 4

e o plano tangente á superfície no ponto B = (− 1 , 2 , −2) tem equação

z + 2 = 0(x + 1) − 4(y − 2) ⇒ 4 y + z = 6

Questão 3 Verifique a validade das seguintes aproximações lineares no ponto (0, 0).

(a)

2 x + 3

4 y + 1

≈ 3 + 2x − 12 y

RESP. Precisamos checar se a aproximação fornecida para f (x, y) no ponto (a, b) coincide com

L(x, y) = f (a, b) + f x (a, b)(x − a) + f y (a, b)(y − b). Para a função deste item temos

f (x, y) =

2 x + 3

4 y + 1

⇒ f (0, 0) = 3

f x (x, y) =

4 y + 1

⇒ f x

fy(x, y) = −

4(2x + 3)

(4y + 1)

2

⇒ fy(0, 0) = − 12

⇒ L(x, y) = 3 + 2x − 12 y

(b) y + cos

2 x ≈ 1 + y

RESP.

f (x, y) = y + cos

2 x ⇒ f (0, 0) = 1

f x (x, y) = −2 cos x sen x ⇒ f x

f y (x, y) = 1 ⇒ f y

⇒ L(x, y) = 1 + y

(b) f (x, y) = e

−xy cos y, ponto (π, 0)

RESP. As derivadas parciais são fx(x, y) = −y e

−xy cos y e fy(x, y) = −e

−xy (x cos y + sen y). São

combinações de polinômios, exponenciais e funções trigonométricas e portanto contínuas sobre

todo IR

2

. Por esse motivo, f também é diferenciável sobre todo IR

2

. Avaliando no ponto dado,

obtemos f (π, 0) = 1, fx(π, 0) = 0 e fy(π, 0) = −π, de modo que

L(x, y) = 1 + 0(x − π) − π(y − 0) = −πy + 1

Questão 7 Determine a diferencial total das funções abaixo.

(a) z(x, y) = x

3 ln(y

2 )

RESP. As derivadas parciais são z x (x, y) = 3x

2 ln(y

2 ) e z y (x, y) = 2yx

3

y

2

2 x

3

y

. Portanto, a

diferencial total é

dz = 3x

2 ln(y

2 ) dx +

2 x

3

y

dy

(b) w(x, y, z) =

x

1 + xyz

RESP. Aqui temos três variáveis independentes, mas o procedimento é o mesmo. As derivadas

parciais são w x (x, y) =

(1 + xyz)

2

, w y (x, y) = −

x

2 z

(1 + xyz)

2

e w z (x, y) = −

x

2 y

(1 + xyz)

2

. Portanto,

a diferencial total é

dw =

(1 + xyz)

2

dx −

x

2 z

(1 + xyz)

2

dy −

x

2 y

(1 + xyz)

2

dz

Questão 8 Se z = 5x

2

  • y

2 e (x, y) varia de (3, −1) para (2. 96 , − 0 .95), obtenha e compare os

valores de ∆z e dz.

RESP. ∆z é a variação total de z. Portanto

∆z = z(2. 96 , − 0 .95) − z(3, −1)

= [5(2.96)

2

  • (− 0 .95)

2 ] − [5(3)

2

  • (−1)

2 ]

Por outro lado (atenção para a definição de dx e dy como valor final menos valor inicial e para o

cálculo das derivadas parciais no ponto inicial),

dz = z x (x, y) dx + z y (x, y) dy

= 10x dx + 2y.dy

= 10(3)(2. 96 − 3) + 2(−1)[− 0. 95 − (−1)] = -1.

Questão 9 O comprimento e a largura de um retângulo foram medidos como 30 cm e 24 cm,

respectivamente, com um erro de medida de, no máximo, 0. 1 cm. Utilize diferenciais para estimar o

erro máximo cometido no cálculo da área desse retângulo.

RESP. Denotamos a largura L = 24 cm e o comprimento C = 30 cm. As diferenciais dL e dC serão

as incertezas em cada medida: dL = dC = 0. 1 cm Temos que a área é o produto

A = LC = (24).(30) = 720 cm

2 .

O erro máximo cometido é

dA =

∂A

∂L

dL +

∂A

∂C

dC

= C dL + L dC

= 30(0.1) + 24(0.1) = 5.4 cm

2

Assim, podemos escrever A = (720 ± 5 .4) cm

2 .