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controladores, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

São os blocos que tomam as decisões nos SC, de acordo com a entrada e a realimentação (SC de malha fechada), enviando um comando ao atuador. Ações de Controle: A forma de controlar dos Atuadores se divide em: ? Controle liga-desliga : O controlador compara o sinal de entrada com a realimentação, e se a saída supera a entrada, desliga o atuador, se a realimentação for menor, liga o atuador.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 22/04/2009

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rafael-ponte-lima-1 🇧🇷

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Controladores
São os blocos que tomam as decisões nos SC, de acordo com a entrada e a
realimentação (SC de malha fechada), enviando um comando ao atuador.
Ações de Controle:
A forma de controlar dos Atuadores se divide em:
Controle liga-desliga :
O controlador compara o sinal de entrada com a realimentação, e se a saída
supera a entrada, desliga o atuador, se a realimentação for menor, liga o atuador.
Ex.: Nos fornos elétricos e geladeiras, o calefator ou compressor é controlado por
um termostato, que é um controlador liga-desliga com par bimetálico (um dos metais se
dilata mais que o outro, vergando-se e abrindo o contato). Ao se desligar, o ambiente faz
a temperatura mudar algum tempo depois e o bimetálico retorna à posição, fechando o
contato e ligando o atuador.
As vantagens deste controlador são a simplicidade e o baixo custo, as
desvantagens são a contínua oscilação da saída entre os limites de atuação do
controlador, histerese, não garantindo precisão e podendo desgastar controlador e atuador
pelo excesso de partidas.
Controle proporcional:
A saída é proporcional ao sinal de erro (diferença entre entrada e realimentação),
de modo que o atuador opera continuamente, com potência variável. O controlador é
simplesmente um amplificador.
Este sistema é ainda simples e de baixo custo, tendo uma precisão boa, mas nem
sempre é rápido, e pode se tornar instável, se o ganho for muito alto. Instabilidade é a
situação em que o controlador reage muito rápido, e a saída passa do valor na entrada
sem que haja a reversão da tendência, o que pode levar à saturação do amplificador ou à
oscilação contínua em torno do valor na entrada (geração de onda senoidal na saída, sem
entrada).
Ex.: Muitos dos sistemas de controle de velocidade de motores são proporcionais,
inclusive o controle de automóveis por um motorista.
Note que, sendo um amplificador do sinal de erro, sempre tem que haver um erro
após o transitório, período inicial durante o qual o controlador reage intensamente, para
manter acionado o atuador. É o erro de regime permanente, que é inversamente
proporcional ao ganho do controlador. O regime permanente é a fase após o transitório,
durante o qual a saída permanece quase estável (controlada).
Este erro limita a precisão do controle proporcional.
O Site da Eletrônica
Controladores
http://www.li.facens.br/eletronica
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Controladores

São os blocos que tomam as decisões nos SC, de acordo com a entrada e a realimentação (SC de malha fechada), enviando um comando ao atuador.

Ações de Controle:

A forma de controlar dos Atuadores se divide em:

Controle liga-desliga :

O controlador compara o sinal de entrada com a realimentação, e se a saída supera a entrada, desliga o atuador, se a realimentação for menor, liga o atuador.

Ex.: Nos fornos elétricos e geladeiras, o calefator ou compressor é controlado por um termostato, que é um controlador liga-desliga com par bimetálico (um dos metais se dilata mais que o outro, vergando-se e abrindo o contato). Ao se desligar, o ambiente faz a temperatura mudar algum tempo depois e o bimetálico retorna à posição, fechando o contato e ligando o atuador.

As vantagens deste controlador são a simplicidade e o baixo custo, as desvantagens são a contínua oscilação da saída entre os limites de atuação do controlador, histerese, não garantindo precisão e podendo desgastar controlador e atuador pelo excesso de partidas.

Controle proporcional:

A saída é proporcional ao sinal de erro (diferença entre entrada e realimentação), de modo que o atuador opera continuamente, com potência variável. O controlador é simplesmente um amplificador.

Este sistema é ainda simples e de baixo custo, tendo uma precisão boa, mas nem sempre é rápido, e pode se tornar instável, se o ganho for muito alto. Instabilidade é a situação em que o controlador reage muito rápido, e a saída passa do valor na entrada sem que haja a reversão da tendência, o que pode levar à saturação do amplificador ou à oscilação contínua em torno do valor na entrada (geração de onda senoidal na saída, sem entrada).

Ex.: Muitos dos sistemas de controle de velocidade de motores são proporcionais, inclusive o controle de automóveis por um motorista.

Note que, sendo um amplificador do sinal de erro, sempre tem que haver um erro após o transitório, período inicial durante o qual o controlador reage intensamente, para manter acionado o atuador. É o erro de regime permanente, que é inversamente proporcional ao ganho do controlador. O regime permanente é a fase após o transitório, durante o qual a saída permanece quase estável (controlada).

Este erro limita a precisão do controle proporcional.

O Site da Eletrônica Controladores

http://www.li.facens.br/eletronica

Controle Integral:

Este controle utiliza um integrador como controlador. O integrador é um circuito que executa a operação matemática da integração, que pode ser descrita como o somatório dos produtos dos valores instantâneos da grandeza de entrada por pequenos intervalos de tempo, desde o instante inicial até o final (período de integração). Isto corresponde à área entre a curva da grandeza e o eixo do tempo, num gráfico.

Ex.: Se a grandeza for constante, G, a integral desta entre um tempo t 1 = 0 e um

tempo t 2 será igual a G t 2, que corresponde à área, no gráfico da grandeza, de um

retângulo naquele intervalo de tempo. Se fizermos um gráfico da integral desde o tempo

t1 até t2, teremos uma reta desde 0 até G t2, pois a área (ou o somatório) irá aumentando

à medida que o tempo passa.

O uso do integrador como controlador faz com que o sistema fique mais lento, pois a resposta dependerá da acumulação do sinal de erro na entrada, mas leva a um erro de regime nulo, pois não é necessário um sinal de entrada para haver saída do controlador, e acionamento do atuador após o período transitório. Assim o controle é muito preciso, embora mais lento.

Controle proporcional e integral:

É a combinação dos dois controles anteriores, realizada pela soma dos sinais vindos de um amplificador e um integrador.

Este controlador alia a vantagem do controle proporcional, resposta mais rápida, com a do integral, erro de regime nulo. É mais usado que os anteriores.

Controle proporcional e derivativo:

Combinação entre o controle proporcional e o derivativo, que se baseia no diferenciador, um circuito que executa a operação matemática derivada. Esta pode ser entendida como o cálculo da taxa (ou velocidade) de variação da grandeza de entrada, em relação ao tempo (ou outra grandeza). Isto se assemelha à média entre os valores da grandeza entre dois instantes, se estes instantes forem sucessivos (intervalo muito pequeno), esta média será a derivada da grandeza no instante inicial. Assim, a derivada indica a tendência de variação da grandeza.

O controle apenas derivativo não seria viável, pois não responderia ao sinal de erro, mas somente à sua tendência de variação.

Quando somada a saída proporcional do amplificador com a do diferenciador, ambos tendo o sinal de erro na entrada, temos o controlador proporcional e derivativo.

A vantagem deste controle é a velocidade de resposta, que se deve à imediata reação do diferenciador: inicialmente, o erro é grande, e o diferenciador fornece um sinal forte ao atuador, que provoca rápida variação na grandeza controlada, à medida que o erro vai diminuindo, o diferenciador apresenta uma saída menor (de acordo com a

Site da Eletrônica Controladores

http://www.li.facens.br/eletronica