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Controle de estoques, Notas de estudo de Administração Empresarial

CONTROLE DE ESTOQUES Um estudo de caso na Cooperativa da Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda.

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 29/07/2011

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AMARILDO ROMANZZINI
CATIANE WEBBER
MAICON FABRIS
CONTROLE DE ESTOQUES:
Um estudo de caso na Cooperativa da
Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda.
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado ao
Curso de Administração, do Instituto de
Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai,
como parte dos requisitos para obtenção de
aprovação do grau em Bacharel em Administração.
Orientador: Profª Msc. Denise Michael dos Santos
GETÚLIO VARGAS
2008
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AMARILDO ROMANZZINI

CATIANE WEBBER

MAICON FABRIS

CONTROLE DE ESTOQUES:

Um estudo de caso na Cooperativa da

Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda.

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado ao Curso de Administração, do Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, como parte dos requisitos para obtenção de aprovação do grau em Bacharel em Administração. Orientador: Profª Msc. Denise Michael dos Santos

GETÚLIO VARGAS

FOLHA DE APROVAÇÃO APRESENTADA A BANCA EXAMINADORA

AMARILDO ROMANZZINI

CATIANE WEBBER

MAICON FABRIS

CONTROLE DE ESTOQUES: Um estudo de caso na Cooperativa da Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda

Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para obtenção do grau de bacharelado em Administração - Marketing, pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, no curso de Administração com ênfase em Marketing pela seguinte Banca Avaliadora:

Aprovada por:

Prof. MS. Denise Michael dos Santos – Orientadora Faculdade Ideau

Prof. Valdeci Nardi Faculdade Ideau

Prof. Cezar Roberto Menegat Faculdade Ideau

Data da Aprovação: / /

AGRADECIMENTOS

A Deus, que nos deu paz, proteção, orientação e coragem para buscar e encarar novos desafios.

As nossas famílias, que durante essa jornada de quatro anos sempre estiveram a nossa disposição, incentivando e apoiando para alcançarmos mais uma importante meta de nossas vidas.

A Cooperativa da Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda - COPERFLOR, que nos proporcionou essa oportunidade, pela colaboração e disponibilidade em repassar as informações necessárias para o bom andamento do estágio.

Aos funcionários da COPERFLOR, pela atenção, dedicação, compreensão, amizade e por compartilharem conosco conhecimento.

A Faculdade Ideau, pela oportunidade de estarmos cursando o nosso tão esperado curso de graduação.

A nossa professora orientadora, Denise Michael dos Santos, pela sua paciência, disponibilidade, amizade, e que no passar dos dias, não mediu esforços para repassar os conhecimentos fundamentais para a efetivação de nosso trabalho.

Ao corpo docente da Faculdade Ideau, que nas suas funções são verdadeiros mestres na arte de ensinar, e toda a equipe da Faculdade Ideau.

Aos colegas, que com o passar dos dias criamos um vínculo de amizade, que para sempre serão lembrados.

“O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.” José de Alencar

ABSTRACT

Activity today carried with great importance within companies is the stock, and for this it is remarkable the need of a well-established control of this sector. It is with the aim of verifying what really happens within the stocks sector of Cooperative of Family Agriculture Floriano Peixoto Ltda that was realized a case, through literature and document researches, observations and interviews. This study has examined situations that happen within the sector, in addition to, having been checked problems of layout and provision of products in its interior, failures points in the organization and even with the system used by the company to carry out registration of products and customers service. Since all these factors, it is extremely important after the study the need of deployment of some methods of stock controlling, modification of the layout, and establish some strategies to promote the customers service of the cooperative.

Keywords: Stock, stock control, stock control systems.

SUMÁRIO

  • 2 1 INTRODUÇÃO.................................................................................................
  • 2.1 1.1 Identificação do problema...............................................................................
  • 2.2 1.2 Objetivos.........................................................................................................
  • 2.2.1 1.2.1 Objetivo Geral..............................................................................................
  • 2.2.2 1.2.2 Objetivos Específicos...................................................................................
  • 2.4 1.3 Justificativa.....................................................................................................
  • 3 2 REFERENCIAL TEÓRICO..............................................................................
  • 3.1 2.1 Definição de Logística....................................................................................
  • 3.1.1 2.1.1 Importância da logística nas organizações...................................................
  • 3.1.2 2.1.2 Distribuição física........................................................................................
  • 3.1.3 2.1.3 Serviço ao cliente.........................................................................................
  • 3.1.
  • 3.1.
  • 3.1.6 2.1.4 A cadeia de suprimentos e sua gestão..........................................................
  • 3.2 2.2 Estoques..........................................................................................................
  • 3.2.1 2.2.1 Conceituações de Estoques..........................................................................
  • 3.2.2 2.2.2 Conceituações de Controle de Estoque........................................................
  • 3.2.3 2.2.3 Estoque de Segurança..................................................................................
  • 3.2.4 2.2.4 Classificação dos Estoques..........................................................................
  • 3.2.5 2.2.5 Planejamento e Dimensionamento de Estoques..........................................
  • 3.2.6 2.2.6 Previsão de Consumo...................................................................................
  • 3.2.
  • 3.2.8 2.2.7 Sistemas de Controle de Estoque.................................................................
  • 3.2.9 2.2.8 Custo do Pedido e Estocagem......................................................................
  • 3.2.10 2.2.9 Tempo de Reposição: Ponto de Pedido........................................................
  • 3.2.11 2.2.10 Planejamento e Controle de Estoque.........................................................
  • 3.2.
  • 3.2.13 2.2.11 Localização de Materiais............................................................................
  • 3.2.
  • 3.2.15 2.2.12 Classificação e Codificação de Materiais..................................................
  • 3.2.
  • 3.2.17 2.2.13 Atualização, Registro e Contagem

1 INTRODUÇÃO

Uma empresa tem por objetivo maximizar seu lucro sobre o seu capital investido, tendo por sua vez facilitar no andamento da empresa investindo em equipamentos, matéria- prima e estoques, isto para que a empresa mantenha a sua capacidade de produção, e o atendimento das vendas. As empresas fabricantes têm a função de converter matérias-primas em algo de valor, que proporcione ao consumidor interesse e satisfação ao adquirir este bem. Para que haja o total aproveitamento dos recursos agregados faz se necessária a projeção dos processos produtivos, para produzir de maneira mais econômica enfatiza-se a maneira de como a administração efetua o planejamento e o controle levando em consideração o fluxo dos materiais. Se o material a ser usado na produção não estiver correto, em quantidades suficientes ou não estiver disponível em tempo hábil na fábrica para dar início a produção de determinado produto, comprometerá todo o processo produtivo sendo que não seriam confeccionados o número de unidades necessárias, mão-de-obra, maquinários seriam mal utilizados sendo que o tempo de aproveitamento seria relativamente menor comparado com a sua real capacidade de produção. O comércio é outro ramo afetado pela falta de produtos em estoque, a competição é extremamente acirrada, oriunda de todo o mundo devido à globalização o que resulta em clientes muito mais exigentes, que primam por qualidade, bom atendimento, preços justos, flexibilidade e prazos de entrega adequados a cada cliente. Administrar de forma eficiente e exata a movimentação das entradas e saídas dos materiais fundamentais para a empresa, saber o quê, quanto, quando e como comprar é uma tarefa bem complexa que exige um controle bem rígido dos materiais. Sendo de extrema importância a implantação de um método para controlar a movimentação dos produtos estocados. Para mostrar a real necessidade do controle de estoques e a influência que tem na

empresa Dias (2005) afirma em relação ao controle de estoques, em que o mesmo é necessário para que o processo de produção/vendas da empresa opere com um mínimo de preocupações e desníveis. Da mesma maneira o setor de controle de estoques acompanha e controla o nível de estoque e o investimento envolvido.

1.1 Identificação do problema

Baseando-se nas afirmações e nos conceitos acima descritos podemos enfatizar a seguinte proposta de pesquisa: É possível incrementar um controle organizacional do estoque físico, na área de insumos, da Cooperativa da Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda?

1.2 Objetivos

1.2.1 Objetivo Geral

  • Avaliar o controle de estoque da Cooperativa da Agricultura Familiar de Floriano Peixoto Ltda.

1.2.2 Objetivos Específicos

  • Efetuar o levantamento das quantidades físicas, do estoque de insumos;
  • Ajustar o cadastro dos produtos caso haja necessidade, de forma padronizada;
  • Realizar o mapeamento dos produtos, por números, conforme o código reduzido designado no momento em que é cadastrado o produto;
  • Sugerir métodos de controle de entradas e saídas dos produtos, através do lançamento das notas de entradas e posteriormente as saídas.

1.3 Justificativa

O controle de estoque para a empresa Coperflor na área de insumos é de fundamental importância no que diz respeito a planejamento das compras para evitar a falta de um

2 REFERENCIAL TEÓRICO

O referencial teórico tem por objetivo esclarecer e expor com maiores detalhes o tema abordado, além de oferecer informações sobre os processos indicados para a coleta de dados e informações. A composição desse referencial teórico constitui-se de uma especificação simplificada dos conceitos de logística e sua utilidade perante as organizações, além de especificar diretamente o objetivo principal do estudo que envolve o sistema de estoques, especificando passos e modelos que venham a facilitar administração das organizações na tomada de decisões.

2.1 Definição de Logística

A logística é um campo novo de estudo relacionado à administração das empresas, em que busca explicar a necessidade de um meio de suprir as necessidades de produção, atendimento ao cliente, e o próprio sistema de finanças da empresa. Vejamos o que Ballou (2006, p. 27) conceitua:

Logística é o processo de planejamento, implantação e controle do fluxo eficiente e eficaz de mercadorias, serviços e das informações relativas desde o ponto de origem até o ponto de consumo com o propósito de atender as exigências dos clientes.

A própria logística especifica-se como sendo um conjunto de atividades, que por sua vez se encarregam de direcionar a matéria-prima aos processos de elaboração até o seu ponto final, sendo que esse produto se agrega valor, e se propõe então ao consumidor como uma

alternativa de consumo. Assim, esses passos compõem as seqüências de produção e as atividades logísticas fazendo com que esse produto chegue ao mercado competitivo. Bowersox e Cloos (2001), diz que o objetivo da logística é tornar disponíveis produtos e serviços no local onde são necessários, isto no momento em que são desejados pelos seus adquirentes. Nesse caso é difícil imaginar, hoje a realização de qualquer atividade de produção ou de marketing sem o apoio do sistema logístico. Também é possível ver logística como sendo um processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e a armazenagem de materiais, peças e produtos acabados, isso através da organização e seus canais de marketing , de maneira a facilitar a maximização da lucratividade presente e futura, através do atendimento dos pedidos a um custo baixo (CHRISTOPHER, 2002). Um processo de planejamento e controle que torne o processo de fluxo e armazenagem de produtos eficiente, até qualquer tipo de informação que se associe à um meio de prestar algum serviço, atendendo desde o ponto de partida até o real ponto de consumo, com o objetivo de atender os requisitos propostos pelo cliente, torna-se um meio logístico (NOVAES, 2001). Como se percebe que a logística é um processo que visa atender as necessidades das empresas atuais, buscando torná-las mais competitivas, isto pois, é possível se ter uma estratégia de compra, movimentação, e processos de marketing que induzem a venda, e assim propondo uma maneira coerente de atendimento ao cliente, proporcionando assim maior capacidade de produção, vendas e atendimento ao cliente. No que diz Viana (2006) em sua afirmação é possível perceber com transparência a real necessidade da logística no meio empresarial atualmente, onde torna a logística como sendo uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada, o que significa planejar, coordenar e executar todo o processo, visando a redução de custos e o aumento da competitividade da empresa. Também enfatiza que a logística surge como ferramenta fundamental a ser utilizada para produzir vantagens competitivas.

2.1.1 Importância da logística nas organizações

relação de valor e tempo, tudo isso torná-se um meio facilitador para conquistar o cliente e demonstrar a importância da logística nas organizações.

2.1.2 Distribuição física

Devido à necessidade de buscar atender o cliente de forma simplificada, que proponha a organização a busca da real satisfação do cliente, então se percebe a necessidade de se ter uma distribuição física que atenda as necessidades do cliente e do mercado. Para Bowersox e Closs (2001, p.44), a distribuição física trata da movimentação de produtos acabados para entrega aos clientes. Na distribuição física, o cliente é o destino final dos canais de marketing. Chiavenato (2005), expondo a mesma linha de idéia propõe que a distribuição é a manipulação de produtos/serviços, isso desde a fonte de produção até o ponto de consumo. Também se denomina distribuição física todo o fluxo de produtos/serviços do produtor até o produto final. A distribuição física geralmente utilizada como sinônimo de movimentação, isso se ocorrer todo o processo dos produtos até o consumidor final. “O canal físico de distribuição se refere a lacuna de tempo e espaço entre os pontos de processamento da empresa e seus clientes” (BALLOU, 2006, p.29). Da mesma forma Arnold (1999) complementa que a distribuição física inclui todas as atividades envolvidas em movimentar bens, desde o fornecedor, isto para o inicio do processo produtivo e do fim do processo produtivo até o final, que é o consumidor. Vimos que a distribuição física é o processo que envolve todo o meio de transporte, movimentação de qualquer produto/serviço e tornar disponível no ponto final que se torna o cliente. Contradizendo com as idéias anteriores Philippe (2000) diz que a distribuição física é o processo que inicia somente no final do processo de produção, isto é, de produtos acabados, que por algum meio de distribuição venha a chegar até o cliente final.

2.1.3 Serviço ao cliente

Se analisando em que a preocupação final da empresa é realmente a satisfação do consumidor, a logística tem grande influência em facilitar essa relação, que é responsável pelo

sucesso das organizações e da satisfação dos clientes em ser atendidos de maneira coerente e satisfatória. A logística por meio de seus atributos tem a capacidade de contribuir para o sucesso das organizações fornecendo aos clientes entregas de produtos precisas e dentro dos prazos determinados pela negociação. Independente dos motivos e da finalidade da entrega, o cliente que está sendo atendido é o foco principal e a real força motriz do mercado e para o estabelecimento de requisitos de análise e implementação do desempenho logístico (BOWERSOX, CLOSS, 2001). LaLonde e seus associados apud Bowersox e Closs, (2001) conceitua o serviço ao cliente como sendo um processo cujo objetivo é buscar fornecer benefícios significativos, que possuam valor agregado à cadeia de suprimentos de maneira que torne eficiente e rentável em termos de custos. O serviço ao cliente é um termo de grande alcance, tendo uma grande abrangência, incluindo elementos que vão desde a disponibilidade do produto/serviço/mercadoria, até a efetivação e manutenção do pós-venda. Na ótica da logística, serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou dos processos que envolvem toda a cadeia de suprimentos. Portanto, decidir as estratégias a serem adotadas e o nível dos serviços a serem oferecidos aos clientes, e por isso se torna fundamental na concretização da rentabilidade que é projetada pela empresa (BALLOU, 2006) Christopher (2002) afirma de uma forma simplificada que o serviço ao cliente é fornecer utilidade de tempo e lugar, na transferência de mercadorias, isto entre o vendedor e o comprador. Philippe (2000), diz que o serviço ao cliente inclui desde a disponibilidade de estoque na empresa, além de velocidade de entrega, e a velocidade do preenchimento do pedido, esse que não havia sido citado anteriormente, e que esse ponto e de essencial importância para o sucesso da organização, e também incluindo o atendimento deste pedido no tempo previsto.

Figura 1: Fluxo do atendimento ao cliente

Fonte: Ballou, 2006.

Mentzer e seus associados apud Ballou (2006, p.28) propõem uma definição ampla e abrangente em relação a gestão da cadeia de suprimentos:

O gerenciamento da cadeia de suprimentos é definido como a coordenação estratégica sistemática das tradicionais funções de negócios e táticas ao longo dessas funções de negócios no âmbito de uma determinada empresa e ao dos negócios no âmbito da cadeia de suprimentos, com o objetivo de aperfeiçoar o desempenho em longo prazo das empresas isoladamente e da cadeia de suprimentos como um todo.

Assim, a cadeia de suprimentos deve ter uma gestão eficiente que possa atender as necessidades empresariais, mantendo a produção, a distribuição, mantendo o mercado, atendendo as necessidades dos clientes e como é visto que mantenha a empresa em relação à concorrência com vantagens competitivas, possibilitando manter a real atividade da empresa, visando assim atender metas em longo prazo. Simplificando toda a gestão da cadeia de suprimentos Philippe (2000) cita que é a gestão das atividades que transformam as matérias-primas em produtos intermediários, ou em produtos finais, e que entregam esses produtos ao mercado ou ao cliente. 2.2 Estoques

Na maioria das empresas o que se vê de maior importância é o setor comercial e o de produção, se deixando de lado, ou simplesmente se achando que tem menor importância o setor de reposição. Se analisando isto o empresário não leva em consideração o que pode acontecer se a empresa vir a ficar sem estoques e por um acaso não tem a capacidade de continuar a sua produção, não ter produto para repor na gôndola, ou não conseguir entregar o pedido a um cliente (DIAS, 2005).

2.2.1 Conceituações de Estoques

Estoques são todos os materiais que uma empresa ou qualquer que seja a instituição mantém isto seja para vender ou para fornecer insumos ou suprimentos para o processo de produção ou ao mercado. Os estoques em sua relação com as empresas constituem entre 20% e 60% dos ativos totais das empresas. Isso diz que no momento em que

os estoques vão sendo utilizados, como insumos para produção ou para o mercado, os mesmos vão se convertendo em dinheiro, isso faz com que ocorra todo um giro de ativos da empresa (DIAS, 2005). Os estoques têm em sua proposta separar o suprimento da demanda, além de servir de intermediário entre a oferta e a demanda de produtos, demanda causada por clientes em relação aos produtos acabados, e a disponibilidade de componentes para a sua produção, exigência de uma operação em relação aos resultados da operação realizada anteriormente, e além de poder suprir a necessidade de peças e materiais responsáveis pelo inicio da produção e os fornecedores desses materiais (ARNOLD, 1999) Seja então, em qualquer meio de processamento de materiais, como na indústria, no comércio ou em qualquer forma de prestar um serviço, nota-se que manter o estoque é uma forma de garantir o ritmo de produção, tornando assim o processo produtivo mais ágil, possibilitando o aumento da produção sem necessidade de esperar pelo processamento de novos pedidos ou pelas entregas a serem atendidas. Já no comércio os estoques de produtos prontos permitem o aumento de nível vendas, atendendo aos pedidos como previsto em negociação, com isso podendo tornar a empresa mais competitiva no mercado atuante (SENAC,1998).

2.2.2 Conceituações de Controle de Estoque

A empresa por sua vez mantém um estoque que é responsável por suprir as necessidades tanto de produção, como atendimento de pedidos portanto é necessário se ter um rígido controle de estoques, e para isso devemos saber o que realmente vem a se referir. Segundo Dias (2005), no que se refere ao controle de estoques o mesmo é necessário para que o processo de produção/vendas da empresa opere com um mínimo de preocupações e desníveis. O setor de controle de estoques acompanha e controla o nível de estoque e o investimento envolvido. Então, o setor de compra quase que é dependente do setor de estoque no que se refere aos dados repassados ao setor de compras na qual é responsável em assegurar que não venha faltar matéria-prima para a produção e produtos para a venda estejam disponíveis em quantidades e períodos desejados. Enfatizando e complementando esta idéia BAILY (2000), nos diz que o planejamento e o controle de estoques são políticas diversas e procedimentos que tornam possível determinar e regular sistematicamente os itens e que devem ser mantidos em estoque e as suas referidas quantidades, além de regular os programas de fabricação e com isso estabelecer um