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CTBC - EDIFICAÇÕES MAIS DE 5 PONTOS
Tipologia: Notas de estudo
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Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
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1.4.1 - Bloco Terminal
Bloco de material isolante, destinado a permitir a conexão de cabos e fios telefônicos.
1.4.2 - Bloco de Proteção
Bloco de material isolante, destinado a permitir a conexão de módulos de proteção.
1.4.3 - Módulo de Proteção
Cápsula de material isolante cujo interior possui dispositivos de proteção contra sobretensão e curto circuito.
1.4.4 - Caixa
Designação genérica para as partes da tubulação destinadas a possibilitar a fixação dos blocos e a passagem, emenda ou terminação de cabos e fios telefônicos.
1.4.5 - Caixa de Distribuição
Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos e fios telefônicos e abrigar os blocos terminais.
1.4.6 - Quadro de Distribuição Geral (QDG)
Caixa na qual são terminados e interligados o cabo de entrada e os cabos internos do edifício.
1.4.7 - Caixa de Entrada de Edifício
Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo ou fios telefônicos da rede externa da concessionária.
1.4.8 - Caixa de Passagem
Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar
curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios telefônicos.
1.4.9 - Caixa Subterrânea
Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo com dimensões suficientes para permitir a instalação e emenda de cabos e fios telefônicos.
1.4.10 - Caixa de Saída
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, conectados aos aparelhos telefônicos.
1.4.11 - Caixa de Saída Principal
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída.
1.4.12 - Pontalete
Poste particular pertencente ao proprietário do imóvel e fixado dentro dos limites da propriedade.
1.4.13 - Roldana
Suporte composto de material isolante elétrico (porcelana), usado para fixar o cabo telefônico no poste ou parede.
1.4.14 - Malha de Piso
Sistema de distribuição em que as caixas de saída são instaladas no piso. Estas caixas de saída são interligadas entre si e a uma caixa de distribuição.
1.4.15 - Poço de Elevação
Consiste numa série de cubículos de alvenaria alinhados e dispostos verticalmente, interligados através de abertura na laje, utilizado em edificações acima de 5 pontos.
1.4.16 - Ponto Telefônico
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Previsão de demanda de um telefone principal ou qualquer serviço que utilize pares físicos dentro de um imóvel. Utilizado para dimensionar a tubulação, caixas e cabos de rede primária.
1.4.17 - Prumada
Tubulação vertical que se constitui na espinha dorsal da tubulação de telecomunicações do edifício e que corresponde, usualmente, à sua tubulação primária.
1.4.18 - Sala do distribuidor geral
Compartimento apropriado, reservado para uso exclusivo da CTBC, que substitui a caixa de distribuição geral em alguns casos. Suas dimensões deverão ser estabelecidas em conjunto com a CTBC de acordo com a tecnologia a ser utilizada.
1.4.19 - Tubulação de entrada
Parte da tubulação que permite a entrada de cabo da rede externa desde a posteação da concessionária de energia elétrica ou caixa subterrânea da CTBC até a caixa de distribuição geral da edificação.
1.4.20 -Tubulação Primária
Parte da tubulação que abrange a caixa de distribuição geral, as caixas de passagem, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam.
1.4.21 - Cabo de Entrada
Cabo que interliga a rede externa da CTBC ao Quadro de Distribuição Geral (QDG) do imóvel.
1.4.22 - Tubulação Secundária
Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam às caixas de distribuição.
1.4.23 - Tubulação de Telecomunicações
Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de telecomunicações de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.
1.4.24 - Cabo Interno (CI)
Cabo que interliga a caixa de distribuição geral às caixas de distribuição.
1.4.25 - Rede Secundária
Rede de fios telefônicos internos (FI) que se estendem desde os blocos terminais internos até as caixas de saída.
1.4.26 - Rede Primária
Rede principal do edifício, constituída de cabos telefônicos internos que se estendem desde o distribuidor geral até as caixas de distribuição.
1.4.27 - Rede De Telecomunicações Interna
Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a ligação de qualquer equipamento terminal de telecomunicações dentro de um edifício à rede de telecomunicações externa.
1.4.28 - Fio Telefônico Interno (FI)
Par de condutores que interligam as tomadas de telecomunicações aos blocos terminais internos.
1.4.29 - Carga de uma Caixa de Distribuição
Somatório dos pontos telefônicos atendidos a partir de uma caixa de distribuição.
1.4.30 - Número Ideal de Pares Terminados (PT)
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Quadro no qual são terminados e interligados o cabo coaxial de entrada de TV e os cabos coaxiais internos do edifício.
1.6.3 - Caixa de Entrada de TV a Cabo
Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo coaxial da operadora de TV a cabo.
1.6.4 - Caixa de Passagem de TV a Cabo
Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos coaxiais de TV.
1.6.5 - Caixa Subterrânea de TV a Cabo
Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo com dimensões suficientes para permitir a instalação e emenda de cabos coaxiais de TV.
1.6.6 - Caixa de Saída de TV a Cabo
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais, conectados aos aparelhos de TV.
1.6.7 - Caixa de Saída Principal de TV a Cabo
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais de TV, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída de TV a cabo.
1.6.8 - Tubulação de entrada de TV a Cabo
Parte da tubulação que permite a entrada de cabo coaxial da operadora
de TV a Cabo desde a posteação da concessionária de energia elétrica até a caixa de distribuição geral de TV a cabo da edificação.
1.6.9 -Tubulação Primária de TV a cabo
Parte da tubulação que abrange a caixa de distribuição geral de TV a cabo, as caixas de passagem de TV a cabo, as caixas de distribuição deTV a cabo e as tubulações que as interligam.
1.6.10 - Cabo de Entrada de TV a cabo
Cabo que interliga a rede externa de TV a cabo ao Quadro de Distribuição Geral de TV a Cabo(QDGTV) do imóvel.
1.6.11 - Tubulação Secundária de TV a cabo
Parte da tubulação que abrange as caixas de saída de TV a cabo e as tubulações que as interligam às caixas de distribuição de TV a cabo.
1.6.12 - Tubulação de TV a cabo
Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de TV a cabo de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.
1.6.13 - Cabo coaxial
Cabo utilizado para transmitir sinal de TV composto por um fio condutor interno envolto por uma blindagem metálica também condutora e interna isolados eletricamente entre si cobertos com capa de polietileno.
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1.7.1 - Projetos que possuem até cinco pontos telefônicos não precisam ser submetidos à aprovação da CTBC, com exceção de edificações que possuem acima de 2 pavimentos (térreo e primeiro andar).
1.7.2 - No caso de reformas, que venham a aumentar o número de pontos telefônicos, e esse número exceder a cinco, a consultoria de rede da CTBC deverá ser procurada.
1.7.3 - No caso de edificações com quantidade de pontos telefônicos projetados, superior a 80 (oitenta), a Consultoria de Rede da CTBC deverá ser procurada para que a solução tecnológica viável seja adotada.
1.7.4 - O cabo de entrada (cabo que interliga a rede externa CTBC ao Quadro de Distribuição Geral - QDG) será projetado e instalado pela CTBC.
1.7.5 - As tubulações e redes referidas neste Manual devem ser destinadas exclusivamente ao serviço de telecomunicações ou correlatos.
1.7.6 - Em caso de existência de outras redes, tais como, TV a cabo, interfones, antenas coletivas, som interno, rede estruturada estas deverão possuir tubulação própria.
1.7.7 - Os projetos de tubulações e de rede de telecomunicações interna poderão ser elaborados em um mesmo documento (projeto), ou separadamente caso necessário.
1.7.8 - Todas as modificações que o construtor precisar introduzir num projeto já aprovado, necessitam ser analisadas e aprovadas previamente pela CTBC.
1.7.9 - A elaboração e execução do projeto das tubulações e rede de telecomunicações (tubulação interna e de entrada), devem ser feitas sob a responsabilidade do construtor ou proprietário, de acordo com as especificações estabelecidas pela ABNT , práticas Telebrás e projetos aprovados pela CTBC.
1.7.10 - A responsabilidade da elaboração dos projetos de tubulação e rede de telecomunicações em edificações é somente de engenheiros/técnicos devidamente capacitados, conforme discriminado em seu Registro Profissional, expedido pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA.
1.7.11 - Todas as tubulações e redes executadas nas edificações devem ser vistoriadas pela CTBC, observando o exposto em 4.12. Nenhum cabo ou fio telefônico, blocos terminais e tomadas devem ser instalados, se as tubulações não tiverem sido vistoriadas e aprovadas.
1.7.12 - A CTBC não fará vistorias sistemáticas em edificações de unidades habitacionais unifamiliares mas reserva-se o direito de efetuar vistorias sempre que julgar necessário.
1.7.13 - Devem ser solicitadas duas vistorias: uma da tubulação de entrada e outra da tubulação e rede interna. O pedido de vistoria da tubulação e rede interna deve ser feito tão logo a mesma esteja em condição de utilização e não apenas quando a edificação estiver totalmente construída. O pedido de vistoria da tubulação de entrada deve ser feito com antecedência de 90 dias em
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso Emissão: 05/06/
1.8.1 - As simbologias padronizadas para os desenhos de projetos de tubulação e rede de telecomunicações estão indicadas nas tabelas 1 e 2.
Caixa para tomada de telecomunicações baixa Caixa para tomada de telecomunicações alta Caixa para tomada de telecomunicações em piso
Quadro de distribuição geral de telecomunicações
Caixa de distribuição de telecomunicações
Caixa de passagem de telecomunicações
Tubulação no piso (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação no teto (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação sobe (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação desce (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação passa (Telecom, CATV, Óptico)
Quadro de distribuição geral de TV a cabo
Caixa de distribuição de TV a cabo
Caixa de passagem de TV a cabo
Caixa de saída de TV a cabo
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Desenho da sala em escala
Tubulação em parede (Telecom, CATV, Óptico)
Duto retangular (Telecom, CATV, Óptico)
Poço de elevação - shaft
Sala de Distribuidor Geral de Telecomunicações
Caixa subterrânea (Telecom, CATV, Óptico)
Contagem de pontos de telecomunicações: X = pontos de telecom atendidos pela caixa de distribuição/andar Y = pontos de telecom acumulados na caixa de distribuição/ andar
Caixa/eletrodo de aterramento
Poste - existente
Poste - projetado
Distribuidor Geral Óptico DGO
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Tomada principal
Caixas de distribuição
Tubulação primária
Tubulação secundária
Tubulação de entrada
2.1.1 - Os projetos de tubulação e rede de telecomunicações tem por finalidade dimensionar e localizar o trajeto dentro do edifício das tubulações e redes de entrada, primária e secundária. O critério básico utilizado para o dimensionamento dessas tubulações e redes é o número de pontos telefônicos previstos para o edifício ou para qualquer uma de suas partes.
OBS: NO CASO DE EDIFICAÇÕES COM QUANTIDADE DE PONTOS TELEFÔNICOS PROJETADOS SUPERIOR A 80 (OITENTA), A CONSULTORIA DE REDE DA CTBC DEVERÁ SER PROCURADA PARA QUE A SOLUÇÃO TECNOLÓGICA VIÁVEL SEJA ADOTADA.
OBS: TODOS OS DIÂMETROS DAS TUBULAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES CITADOS NESTE MANUAL, REFEREM-SE AO DIAMETRO INTERNO.
OBS: A CTBC NÃO ACEITA A INSTALAÇÃO DE CABO TELEFÔNICO (NÚMERO DE PONTOS TELEFÔNICOS MAIOR QUE 5) UTILIZANDO POSTE DE ACESSO DA CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA.
2.2.1 – As tubulações em edifícios são classificadas em Tubulação de entrada, tubulação primária e tubulação secundária, sendo que suas definições podem ser encontradas no item 1.4 deste Manual. A figura 1 apresenta visualmente as tubulações de entrada, primária e secundária de um edifício.
2.3 - POÇO DE ELEVAÇÃO
2.3.1 - Em edifícios com um número de pontos telefônicos superior a 420, a tubulação primária deve ser substituída por poço de elevação, conforme exemplificado no corte esquemático da figura 2.
Previsão de pontos de Telecomunicações até 2 quartos 1 ponto Apartamentos 3 quartos^ 2 pontos 4 ou mais quartos
3 pontos
Lojas 1 ponto/ 50m² Escritórios 1 ponto/ 10m² No escritório 1 ponto/ 10m² Industrias (^) Área de produção
estudo a critério do proprietário Cinemas, Teatros, Super- mercados, Depósitos, Hotéis e outros
estudo com CTBC
TABELA 3 - Prática Telebrás 235- 510 - 614
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Verticais 15 m Retilíneos Horizontais 30 m
Com uma Verticais^ 12 m curva (^) Horizontais 24 m
Com duas Verticais^ 9 m curvas (^) Horizontais 18 m
TABELA 5 - NBR 13822/
DIMENSIONAMENTO DA TUBULAÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA NÚMERO DE PONTOS ACUMULADOS NA SEÇÃO
TUBOS (mm)
De 6 a 21 25 1 De 22 a 35 38 1 De 36 a 140 50 2 De141 a 420 75 2 Acima de 420 Poço de elevação
TABELA 6 - Prática Telebrás 235-510-
2.3.2 - A quantidade de pontos telefônicos a ser colocada em cada apartamento, depende da sua área, número de quartos e de seu tipo, conforme mostrado na tabela 3.
2.4 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA
2.4.1 - O diâmetro da tubulação secundária deve ser de no mínimo 19mm.
2.4.2 - A quantidade e localização das caixas de saída para cada tipo de apartamento estão mostradas na tabela 4.
2.4.3 - Depois de posicionadas as caixas de saída do apartamento deve ser determinada a localização da caixa de distribuição que atende ao andar. Verificar figura 3.
2.4.4 - As caixas de distribuição devem ser localizadas em áreas comuns, áreas internas e cobertas, halls. Deve-se evitar salões de festas, locais úmidos em cubículo de lixeira.
2.4.5 - Os comprimentos dos lances de tubulação interna são limitados para facilitar o puxamento de cabos e fios no duto. Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser utilizadas, no máximo, duas curvas sendo que a distância mínima entre as duas curvas deve ser de 2 metros, conforme mostrado na figura 4.
2.4.6 - Para tubulações primárias e secundárias os comprimentos máximos são determinados em função da quantidade de curvas existentes, conforme mostrado na tabela 5.
2.4.7 - Deve-se calcular o número de pontos telefônicos acumulados em cada trecho e em cada caixa de passagem pertencente a tubulação secundária.
2.5 - TUBULAÇÃO PRIMÁRIA
2.5.1 - Para edifícios com um número total de pontos telefônicos menor ou igual a 430, a prumada pode ser constituída de tubulação convencional. Caso contrário, a prumada deve ser constituída de um poço
Apartamentos No mínimo 1 caixa na sala, copa, cozinha e nos quartos
Lojas 2 caixas / ponto
Onde tiver previsão de balcões, caixas registradoras, empacotadeiras. Até 10 caixas, distribuir nas Escritórios paredes 2 caixas /ponto (^) Mais de 10 caixas, distribuir também no piso.
Industrias Estudos especiais com a CTBC
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Térreo
distribuição, em cada caixa de passagem, em cada trecho da tubulação primária e na caixa de distribuição geral, conforme mostrado na figura 6.
2.5.8 - O dimensionamento da tubulação primária é feito em função do número de pontos telefônicos acumulados em cada trecho. Como mostrado na tabela 6 e ilustrado na figura 6.
2.5.9 – A escolha das caixas de distribuição, de passagem, e do QDG (N°1, N°2, N°3, etc) é feita em função do número de pontos acumulados em cada caixa de acordo com a tabela 7. As dimensões de cada caixa estão descritas na tabela 8.
2.5.10 - Caixas de saídas situadas no mesmo andar que a caixa de distribuição geral, podem ser ligadas diretamente a ela, a figura 6 exemplifica essa situação.
2.5.11 - No projeto de tubulações, o símbolo abaixo deverá ser desenhado ao lado de cada caixa de distribuição.
Sendo: A - quantidade de pontos atendidos pela caixa; C - quantidade de pontos acumulados na caixa.
2.6.1 - Para definir se o cabo de entrada do edifício será subterrâneo ou aéreo, devem ser observados os seguintes critérios.
OBS: EM ESTATÍSTICAS OBSERVADAS PELA CTBC, A ENTRADA SUBTERRÂNEA POSSUI MUITO MAIS QUALIDADE QUE A ENTRADA AÉREA.
2.6.2 - A entrada será subterrânea quando:
a) O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos; b) A rede da concessionária for subterrânea no local. Neste caso, a tubulação de entrada poderá ser interligada a caixa mais próxima da CTBC.
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
8 pt 8 pt
8 pt 8 pt
8 pt 8 pt
8 pt 8 pt
8 pt 8 pt
8 pt 8 pt
1 x 25 mm 1 x 25 mm
1 x 25 mm 1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 25 mm 1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 25 mm
1 x 38 mm
2 x 75 mm
c) O construtor preferir a entrada subterrânea no local.
2.6.3 - A entrada poderá ser aérea quando:
a) O edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos; b) As condições da rede da concessionária no local o permitirem.
OBS: NO CASO DE TRAVESSIA DE RUA, A REDE AÉREA ESTA MAIS SUCEPTÍVEL DE SER DANIFICADA POR ACIDENTES COM CAMINHÕES, ETC.
2.7 - ENTRADA SUBTERRÂNEA
2.7.1 - Deverá ser locada uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício, de dimensões determinadas conforme a tabela 9. Esta caixa não deve ser localizada em pontos onde transitam veículos (como entrada de garagens, por exemplo), pois o tampão especificado para a mesma não é dimensionado para suportar o peso de veículos.
2.7.2 - Determinar o trajeto da tubulação de entrada desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral, projetando-se caixas de passagem intermediárias, se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou o número de curvas, conforme os critérios estabelecidos na tabela 5. As caixas subterrâneas intermediárias devem ser localizadas e dimensionadas conforme os critérios estabelecidos na tabela 9.
2.7.3 - Dimensionar a tubulação de entrada, aplicando-se a tabela 10.
2.7.4 - Podem ser utilizados, no máximo, duas curvas em cada trecho da tubulação, com uma distância mínima de 2 metros entre cada curva. O ângulo máximo permitido para cada curva é de 90º.
OBS: AS CURVAS UTILIZADAS DEVERÃO SER CURVAS LONGAS.
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
DUTOS (mm)
De 70 A 420 75 2 De421 A 1800 100 3 Acima de 1800 Estudo conjunto com a CTBC
TABELA 10 - Prática Telebrás 235-510-
telefônico padronizado instalado no poste da rede de telecomunicações externa, conforme mostrado na **figura
d)** No trajeto da tubulação de entrada (da roldana na fachada até a caixa de distribuição geral), devem ser projetadas caixas de passagem, se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecidos pela tabela 5. e) O dimensionamento da tubulação de entrada deve ser feito aplicando-se a tabela 10.
2.8.2 - Entrada através de poste de acesso.
A entrada através de poste de acesso, é utilizada em prédios construídos a uma distância igual ou superior a 5 metros do alinhamento predial, ou em prédios construídos em nível inferior ao da rua.
a) Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente para atender aos valores estabelecidos nas tabelas 11 e 12.
b) No trajeto da tubulação de entrada, devem ser projetadas caixas de passagem, se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecido pela tabela 5 c) O dimensionamento da tubulação de entrada deve ser feito aplicando-se a tabela 10.
2.9.1 - O número de pares de fios FI que alimenta cada apartamento é igual ao número de pontos telefônicos prevista para cada apartamento.
CAIXA Compr. (cm)
Largura (cm)
Altura (cm) Até 35 R1 60 35 50 De 36 a 140 R2 107 52 50 De 141 a 420 R3 120 120 130 De 420 a 1000 IM * 160 120 110 Acima de 1000 I 215 130 180 *** IM – Caixa I modificada, desenvolvida pela CTBC. Esta caixa também tem suas variações LM e TM.**
TABELA 9
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
ALTURAS MÍNIMAS PARA A ENTRADA DE FIOS TELEFÔNICOS
SITUAÇÕES TÍPICAS DE ENTRADAS AÉREAS
ALTURA MÍNIMA DA FERAGEM EM RELAÇÃO AO PASSEIO (m)
ALTURA MÍNIMA DO ELETRODUTO DE ENTRADA EM RELAÇÃO AO PASSEIO (m)
Posteação do mesmo lado da edificação 3,50^ 3, Posteação do outro lado da rua 6,0^ 3, Edificação em nível inferior ao da rua
Utilizar poste de acesso
TABELA 12 - Prática Telebrás 235-510-
2.9.2 - Cada um dos pares de fios FI deve ter uma identificação (numeração) específica. A identificação dos pares na rede interna consiste na identificação dos pinos do bloco terminal que atenderão a cada um dos apartamentos.
O bloco terminal é constituído de 20 pinos (10 pares) ou 40 pinos (20 pares) e é numerada conforme ilustra a figura 8.
2.9.3 - O critério para a ocupação dos pinos do bloco terminal é o seguinte: o apartamentos mais afastado da caixa de distribuição geral ocuparão os primeiros pinos, enquanto que o apartamento mais próximo ocupará os últimos pinos do bloco terminal
2.9.4 - Toda caixa que atende até 6 pontos telefônicos é considerada parte da rede secundária e nela devem ser projetadas somente fios FI.
2.9.5 - A rede pode ter três tipos de configurações:
a) Um cabo partindo do distribuidor geral para atender exclusivamente a um pavimento; b) Um cabo partindo do distribuidor geral para atender a 3 pavimentos; c) Um único cabo partindo do distribuidor geral para atender a todos os pavimentos.
2.9.6 - Os pontos telefônicos previstos para um pavimento poderão estar distribuídos, dentro do pavimento entre diversas caixas de distribuição. A quantidade de pares telefônicos devem ser definidas.
2.9.7 - Depois de determinada a quantidade de pontos que cada caixa de distribuição irá atender, basta dividir este valor por 0,8 para obter-se a quantidade ideal de pares a serem distribuídos na caixa. Depois de determinada a quantidade de pontos acumulados em cada caixa de distribuição , basta dividir este valor por 0,8 para obter-se a quantidade ideal de pares para alimentar a caixa. O valor 0,8 eqüivale a uma taxa de ocupação do cabo projetado de 80%, isto quer dizer que existirá uma reserva técnica de pares disponíveis de 20% para futuros atendimentos.
A - quantidade de pontos atendidos pela caixa; C - quantidade de pontos acumulados na caixa.
B = A / 0,8 = quantidade ideal de pares a serem distribuídos na caixa;
AFASTAMENTO MÍNIMO DA REDE DE ENERGIA ELÉTRICA
TENSÃO DA REDE DE ENERGIA ELÉTRICA
AFASTAMENTO MÍNIMO
Até 600 v 0,60 m
Acima de 600 v * 2 m *** Só será autorizado se a rede elétrica possuir cabo guarda**
TABELA 11