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CTBC - EDIFICAÇÕES ATÉ 5 PONTOS
Tipologia: Notas de estudo
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Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
1.4.1 - Caixa
Designação genérica para as partes da tubulação destinadas a possibilitar a fixação dos blocos e a passagem, emenda ou terminação de cabos e fios telefônicos.
1.4.2 - Caixa de Distribuição
Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos e fios telefônicos e abrigar os blocos terminais.
1.4.3 - Caixa de Entrada
Caixa subterrânea situada em frente à edificação, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo ou fios telefônicos da rede externa da concessionária.
1.4.4 - Caixa de Passagem
Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios telefônicos.
1.4.5 - Caixa Subterrânea
Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo com dimensões suficientes para permitir a instalação e emenda de cabos e fios telefônicos.
1.4.6 - Caixa de Saída
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, conectados aos aparelhos telefônicos.
1.4.7 - Caixa de Saída Principal
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída.
1.4.8 - Pontalete
Poste particular pertencente ao proprietário do imóvel e fixado dentro dos limites da propriedade.
1.4.9 - Roldana
Suporte composto de material isolante elétrico (porcelana), usado para fixar o cabo telefônico no poste ou parede.
1.4.10 - Ponto de Telecomunicações
Previsão de demanda de um telefone principal ou qualquer serviço que utilize pares físicos dentro de um imóvel. Utilizado para dimensionar a tubulação, caixas e cabos de rede primária.
1.4.11 - Tubulação de entrada
Parte da tubulação que permite a entrada de cabo da rede externa desde a posteação da concessionária de energia elétrica ou caixa subterrânea da CTBC até a caixa de distribuição geral da edificação.
1.4.12 - Tubulação de Telecomunicações
Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de telecomunicações de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.
1.4.13 – Rede de Telecomunicações Interna
Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a ligação de qualquer equipamento terminal de telecomunicações dentro de um edifício à rede de telecomunicações externa.
1.4.14 - Fio Telefônico Interno (FI)
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Par de condutores que interligam as tomadas de telecomunicações aos blocos terminais internos.
1.4.15 - Linha Individual
Linha de telecomunicações que atende a um assinante, conectada a uma estação de telecomunicações pública, que pode ser classificada em residencial ou não residencial.
1.4.16 - Linha Privativa (LP)
Linha física, constituída de um ou mais pares de fios e de equipamentos complementares, que interliga dois pontos distintos e não é conectada aos equipamentos de comutação das estações de telecomunicações públicas.
1.5.1 - Caixa de Distribuição de TV a cabo
Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos de TV.
1.5.2 - Caixa de Entrada de TV a Cabo
Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo coaxial da operadora de TV a cabo.
1.5.3 - Caixa de Passagem de TV a Cabo
Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos coaxiais de TV.
1.5.4 - Caixa de Saída de TV a Cabo
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais, conectados aos aparelhos de TV.
1.5.5 - Caixa de Saída Principal de TV a Cabo
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais de TV, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída de TV a cabo.
1.5.6 - Tubulação de entrada de TV a Cabo
Parte da tubulação que permite a entrada de cabo coaxial da operadora de TV a Cabo desde a posteação da concessionária de energia elétrica até a caixa de distribuição geral de TV a cabo da edificação.
1.5.7 - Cabo de Entrada de TV a cabo
Cabo que interliga a rede externa de TV a cabo ao Quadro de Distribuição Geral de TV a Cabo(QDGTV) do imóvel.
1.5.8 - Tubulação de TV a cabo
Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de TV a cabo de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.
1.5.9 - Cabo coaxial
Cabo utilizado para transmitir sinal de TV composto por um fio condutor interno envolto por uma blindagem metálica também condutora e interna isolados eletricamente entre si cobertos com capa de polietileno.
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1.7.1 - As simbologias padronizadas para os desenhos de projetos de tubulação e rede de telecomunicações estão indicadas nas tabelas 1 e 2.
Caixa para tomada de telecomunicações baixa Caixa para tomada de telecomunicações alta Caixa para tomada de telecomunicações em piso
Quadro de distribuição geral de telecomunicações
Caixa de distribuição de telecomunicações
Caixa de passagem de telecomunicações
Tubulação no piso (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação no teto (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação sobe (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação desce (Telecom, CATV, Óptico)
Tubulação passa (Telecom, CATV, Óptico)
Quadro de distribuição geral de TV a cabo
Caixa de distribuição de TV a cabo
Caixa de passagem de TV a cabo
Caixa de saída de TV a cabo
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Desenho da sala em escala
Tubulação em parede (Telecom, CATV, Óptico)
Duto retangular (Telecom, CATV, Óptico)
Poço de elevação - shaft
Sala de Distribuidor Geral de Telecomunicações
Caixa subterrânea (Telecom, CATV, Óptico)
Contagem de pontos de telecomunicações: X = pontos de telecom atendidos pela caixa de distribuição/andar Y = pontos de telecom acumulados na caixa de distribuição/ andar
Caixa/eletrodo de aterramento
Poste - existente
Poste - projetado
Distribuidor Geral Óptico DGO
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COZINHA
QUARTO QUARTO
BANHEIRO
SALA
2.1.1 - Para a instalação de telefones em qualquer edificação é necessário que a rede interna do imóvel esteja preparada com instalações de telecomunicações adequadas.
2.1.2 - As instruções contidas neste item são válidas para instalações de até 5(cinco) linhas de telecomunicações de entrada no imóvel.
2.1.3 – Em edificações já existentes, quando for necessária a ampliação de telecomunicações não devem ser pregados fios em rodapés, portas e paredes. Eles acabam se soltando e ocasionando defeitos. Neste caso, recomendamos utilizar, preferencialmente, tubulação embutida, ou como opções, tubulação aparente ou canaletas.
2.1.4 – Em edificações novas os fios telefônicos devem ser sempre instalados em tubulações embutidas.
2.1.5 - A fiação de telecomunicações deve ter tubulação própria, independente das outras redes, tais como: energia elétrica, antenas de TV, interfones, TV a cabo etc.
2.2 – QUANTIFICAÇÃO DE PONTOS DE TELECOMUNICAÇÕES
O dimensionamento da quantidade mínima de pontos telefônicos deve ser feito da seguinte forma:
a) edificações de até dois dormitórios: 1 ponto de telecomunicações; b) edificações de três e quatro dormitórios: 2 pontos de telecomunicações; c) edificações com mais de 4 dormitórios: 3 pontos de telecomunicações; d) escritórios: (1+ Área(m²)/40) pontos de telecomunicações (arredondar para o número inteiro maior) e) lojas: (1+ Área(m²)/200) pontos de telecomunicações ( arredondar para o número inteiro maior) f) Cinemas, teatros, supermercados, hotéis, motéis, depósitos, escolas, igrejas, edificações populares e outros devem ser objeto de estudos específicos.
A mesma informação acima pode ser encontrada na tabela 3.
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Casas com até 2 dormitórios 1 Casas de 3 e 4 dormitórios 2 Casas com mais de 4 dormitórios 3
Escritórios (^)
Área m^2
Lojas (^)
Área m^2
2.3.1 - Para a entrada de telecomunicações de uma edificação é utilizado o mesmo poste particular previsto para a entrada de energia elétrica*^1 e pode ser de concreto armado ou de ferro tubular galvanizado, com 76 mm (3”) de diâmetro.
2.3.2 - Alturas mínimas do fio de telecomunicações ( Figura 2 ):
L=2.80m do piso acabado se a posteação da concessionária de energia elétrica estiver do mesmo lado da via pública (poste de 6,00m com engastamento*^2 E = 1,20).
L=5,00m do piso acabado, quando a posteação da concessionária de energia elétrica estiver do lado oposto da via pública (poste de 7,50m com engastamento E = 1,35m).
(^1 ) Padrão da Companhia de Energia Elétrica. (^2 ) Engastamento: Profundidade de fincamento no solo.
2.3.3 - Se o poste de entrada existente não permitir as alturas mínimas indicadas neste folheto, será necessário que se substitua ou se instale outro poste auxiliar para que o telefone possa ser ligado dentro dos padrões.
2.3.4 - O poste particular para entrada de telecomunicações ( figura 3 ) deve ser utilizado sempre que:
Curva de 180°
Tubulação de 20 mm (3/4” ) PVC rígido
Tomada – caixa de saída
Curva de 180°
Olhal
Esticador
Esticador
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Verticais 15 m Retilíneos Horizontais 30 m
Verticais 12 m Com uma curva Horizontais 24 m
Verticais 9 m Com duas curvas Horizontais 18 m
Retílineo 60 m
Com uma curva 50 m
Com duas curvas 40 m
2.4.7 - A fixação do suporte da roldana RP1 ou RP2 para fio FE160 ( figura 5 ) ou gancho para poste ( figura 6 ) com esticador ( figura 7 ) no poste, deve ser feita com fita de aço inox ou braçadeira.
2.4.8 - O conduíte na parede externa (sentido horizontal) deve ter sempre uma declividade em direção à caixa de passagem, para que a água condensada dentro do duto escoe e não fique em contato com o fio telefônico.
2.5 - CAIXA EXTERNA PARA ENTRADA DE TELECOMUNICAÇÕES
2.5.1 - Caixa de passagem ou de entrada, de chapa de ferro, de 10X10X5cm ( figura 8 ), própria para embutir em paredes, a ser instalada próxima à base do poste. Se forem necessárias outras caixas de passagem para entrada de telecomunicações, estas deverão ser de 10X5X5cm(4X2") semelhantes às usadas em instalações elétricas.
2.6 - CAIXAS INTERNAS DE PASSAGEM OU PARA TOMADA DE TELECOMUNICAÇÕES
2.6.1 - Devem ser de chapa metálica estampada ou plástica com dimensões: 10X10X5cm (4X4") ou 10X5X5cm (4X2"), próprias para embutir em paredes, iguais às usadas em instalações elétricas, verificar figuras 8 e 9.
2.6.2 - Na caixa para tomada de telecomunicações é instalada a tomada padrão, na qual é ligado o equipamento telefônico.
2.6.3 - As caixas internas devem ser instaladas a 30cm do seu centro ao piso acabado para aparelhos telefônicos de mesa (quarto e sala) e a 1,30m do seu centro ao piso para aparelho telefônico de parede (copa e cozinha).
2.6.4 – As quantidades de caixas para tomada e as suas localizações devem ser determinadas de acordo com os seguintes critérios:
a) Edificações residenciais:
10x5x5cm
10x10x5cm
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
locais de fácil acesso;
b) Edificações comerciais:
2.6.5 - A tabela 6 determina a quantidade de caixas para tomadas a serem projetadas nas edificações de acordo com o número de pontos calculados.
2.6.6 – A tabela 7 determina o tamanho de caixa a ser utilizado nas tubulações de acordo com a finalidade.
2.7.1 - O fio telefônico deve ser instalado na tubulação através de arame guia, sem emendas, da primeira caixa para a tomada conectado aos terminais L1 e L2 da tomada padrão ( figura 10 ), passando pela caixa de entrada, saindo pela "bengala" e indo até os terminais
da roldana no poste de entrada ( figura 3) , para que a CTBC o conecte à rede pública naquele ponto.
2.7.2 - Poderá ser usado um dos seguintes fios telefônicos: FEAA80, FE 100, FEB-D-65, FEB-D- 65ASF, FEB-65, e FI.
Fio de extensão se existir
Fio de telecomunicações interno
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COZINHA
QUARTO QUARTO
BANHEIRO
SALA
Caixa de saída principal de TV a cabo
Caixa de saída de TV a cabo
3.1.1 - Os projetos de tubulação de TV a cabo tem por finalidade dimensionar e localizar o trajeto dentro da edificação das tubulações de TV a cabo.
3.2.1 – As tubulações de TV a cabo em unidades comerciais ou residenciais são classificadas em tubulação de entrada de TV a cabo e tubulação secundária de TV a cabo. A figura 11 e 12 apresenta visualmente estas tubulações.
3.3.1 - O diâmetro da tubulação secundária deve ser de no mínimo 19mm.
3.3.2 - A quantidade e localização das caixas de saída de TV a cabo em edificações estão
Curva de 180°
Tubulação de entrada 19 mm (3/4)
Caixa de saída principal de TV a cabo
Curva
Olhal
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Verticais 15 m Retilíneos Horizontais 30 m
Com uma Verticais^ 12 m curva (^) Horizontais 24 m
Com duas Verticais^ 9 m curvas (^) Horizontais 18 m
TABELA 9 - NBR 13822/
mostradas na tabela 8 e figura 12.
3.3.3 - Os comprimentos dos lances de tubulação interna são limitados para facilitar o puxamento do cabo coaxial no duto. Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser utilizadas, no máximo, duas curvas sendo que a distância mínima entre as duas curvas deve ser de 2 metros, conforme mostrado na figura 13.
3.3.4 - Para tubulações secundárias os comprimentos máximos são determinados em função da quantidade de curvas existentes, conforme mostrado na tabela 9.
3.4.1 - Para entrada do cabo coaxial de TV poderá ser utilizado o pontalete de energia ou telecomunicações da edificação, entradas subterrâneas com utilização de subida lateral em poste da concessionária de energia também podem ser utilizadas caso o construtor preferir.
3.5 - ENTRADA SUBTERRÂNEA PARA UNIDADES COMERCIAIS OU RESIDENCIAIS
3.5.1 – Para entrada subterrânea de TV a cabo, a caixa subterrânea de telecomunicações da CTBC poderá ser utilizada para evitar excesso
Apartamentos ou casas
No mínimo 1 caixa na sala, e 1 nos quartos
Edificações Comerciais
Onde tiver previsão de salas de esperas, refeitórios e outras onde poderá receber sinal de TV. Hotéis Estudos especiais com a CTBC
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Tubulação secundária
Caixa de Distribuição
Tubulação primária
Caixa de saída de TV a cabo
QDGTV Caixa de entrada da CTBC
elétrica e que mantenha os afastamentos mínimos com essas linhas, consultar **tabelas 10 e
c)** A altura do olhal instalado na fachada do edifício deve ser igual a altura do cabo coaxial de TV padronizado instalado no poste da rede de TV a cabo externa, conforme mostrado na figura 14. d) No trajeto da tubulação de entrada (do olhal na fachada até a caixa de distribuição geral), devem ser projetadas caixas de passagem , se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecidos pela tabela 9. e) A tubulação de entrada deve ter 19 mm de diâmetro interno.
3.6.2 - Entrada através de poste de acesso.
A entrada através de poste de acesso, é utilizada em prédios construídos a uma distância igual ou superior a 5 metros do alinhamento predial, ou em prédios construídos em nível inferior ao da rua.
a) Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente para atender aos valores estabelecidos nas tabelas 10 e 11. b) No trajeto da tubulação de entrada, devem ser projetadas caixas de passagem, se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecido pela tabela 9. c) A tubulação de entrada deve ter 19 mm de diâmetro interno.
3.7 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
3.7.1 – As tubulações de TV a cabo em edifícios são classificadas em tubulação de entrada de TV a cabo, tubulação primária de TV a cabo e tubulação secundária de TV a cabo. A figura 15 apresenta visualmente estas tubulações.
3.8 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
3.8.1 - O diâmetro da tubulação secundária deve ser de no mínimo 25mm até a primeira caixa de saída de TV a cabo do apartamento, para interligar esta primeira caixa com as demais caixas de saída do apartamento, pode ser utilizado duto de 19 mm.
3.8.2 - A quantidade e localização das caixas de saída de TV a cabo em edificações estão mostradas na tabela 8.
3.8.3 - Depois de posicionadas as caixas de saída do apartamento deve ser determinada a localização da caixa de distribuição de TV
Apartamentos No mínimo 1 caixa na sala, e 1 nos quartos
Edificações Comerciais
Onde tiver previsão de salas de esperas, refeitórios e outras onde poderá receber sinal de TV. Hotéis Estudos especiais com a CTBC
Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso
a cabo que atende ao andar. Verificar figura 16.
3.8.4 - As caixas de distribuição de TV a cabo devem ser localizadas em áreas comuns, áreas internas e cobertas, halls. Deve-se evitar salões de festas, locais úmidos em cubículo de lixeira.
3.8.5 - Os comprimentos dos lances de tubulação interna são limitados para facilitar o puxamento do cabo coaxial no duto. Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser utilizadas, no máximo, duas curvas sendo que a distância mínima entre as duas curvas deve ser de 2 metros,
conforme mostrado na figura 17.
3.8.6 - Para tubulações primárias e secundárias os comprimentos máximos são determinados em função da quantidade de curvas existentes, conforme mostrado na tabela 9.
Cozinha
Quarto Quarto
Banheiro
Sala
Cozinha
Quarto Quarto
Banheiro
ELEV.
CX. N°
Sala
Caixa de saída de TV a cabo
Caixa de saída de TV a cabo
25 mm 25 mm
19 mm 19 mm
19 mm 19 mm