Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Ctbc - edificações até 5 pontos, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

CTBC - EDIFICAÇÕES ATÉ 5 PONTOS

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 04/06/2010

bruh-del-santos-9
bruh-del-santos-9 🇧🇷

4.4

(19)

61 documentos

1 / 36

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Responsável pela elaboração:
Diretoria Técnica Operacional
Coordenação de Redes de Acesso
Emissão: 05/06/2002
E
Ed
di
if
fi
ic
ca
aç
çõ
õe
es
s
a
at
té
é
5
5
P
Po
on
nt
to
os
s
M
Ma
an
nu
ua
al
l
d
de
e
P
Pr
ro
oc
ce
ed
di
im
me
en
nt
to
os
s
d
de
e
R
Re
ed
de
e
I
I
n
n
t
t
e
e
r
r
n
n
a
a
d
d
e
e
T
T
e
e
l
l
e
e
c
c
o
o
m
m
u
u
n
n
i
i
c
c
a
a
ç
ç
õ
õ
e
e
s
s
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Ctbc - edificações até 5 pontos e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Elétrica, somente na Docsity!

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Ed Ediiffiiccaaççõõeess aattéé 55 PPoonnttooss

Ma Mannuuaall ddee PPrroocceeddiimmeennttooss ddee RReeddee

IInntteerrnnaa ddee TTeelleeccoommuunniiccaaççõõeess

Responsável pela elaboração:

Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

  • 1 - INTRODUÇÃO INDICE
  • 1.1 - OBJETIVO
  • 1.2 - CAMPO DE APLICAÇÃO....................................................................................................
  • 1.3 - REFERÊNCIAS NORMATIVAS..........................................................................................
  • 1.4 - DEFINIÇÕES PAR A REDE DE TELECOMUNICAÇÕES...................................................
  • 1.5 - DEFINIÇÕES PAR A REDE DE TV A CABO......................................................................
  • 1.6 - DISPOSIÇÕES GERAIS.....................................................................................................
  • 1.7 – SIMBOLOGIA
    • ATÉ 5 PONTOS DE TELECOMUNICAÇÕES....................................................................... 2 - PROJETO DE TUBULAÇÃO E REDE DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFICAÇÕES COM
  • 2.1 - INTRODUÇÃO....................................................................................................................
  • 2.2 - QUANTIFICAÇÃO DE PONTOS DE TELECOMUNICAÇÕES...........................................
  • 2.3 - POSTE DE ACESSO OU PONTALETE.............................................................................
  • 2.4 - TUBULAÇÃO DE ENTRADA DE TELECOMUNICAÇÕES................................................
  • 2.5 - CAIXA EXTERNA PARA ENTRADA DE TELECOMUNICAÇÕES.....................................
  • 2.6 - CAIXAS INTERNAS DE PASSAGEM OU PAR A TOMADA DE TELECOMUNICAÇÕES..
  • 2.7 - FIO TELEFÔNICO...............................................................................................................
  • 2.8 – EDIFICAÇÕES COM MAIS DE 2 PAVIMENTOS...............................................................
  • 3 - PROJETO DE TUBULAÇÃO DE TV A CABO EM EDIFICAÇÕES COM ATÉ 5 PONTOS
  • 3.1 - OBJETIVOS......................................................................................................................... - RESIDENCIAIS.................................................................................................................... 3.2 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TV A CAB O PARA UNIDADES COMERCIAIS E - RESIDENCIAIS.................................................................................................................... 3.3 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA DE TV A CABO PARA UNIDADES COMERCIAIS E - RESIDENCIAIS.................................................................................................................... 3.4 - TUBULAÇÃO DE ENTRADA DE TV A CABO PARA UNIDADES COMERCIAIS E
  • 3.5 - ENTRADA SUBTERRÂNEA PARA UNIDADES COMERCIAIS E RESIDENCIAIS............
  • 3.6 - ENTRADA AÉREA PARA UNIDADES COMERCIAIS E RESIDENCIAIS...........................
  • 3.7 - PROJETO DE TUBULAÇÃO DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS............
  • 3.8 - TUBULAÇÀO SECUNDÁRIA DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS...........
  • 3.9 - TUBULAÇÀO PRIMÁRIA DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS.................
  • 3.10 - TUBULAÇÀO DE ENTRADA DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS.........
  • 3.11 - ENTRADA SUBTERRÂNEA PARA EDIFICAÇ ÕES COLETIVAS.....................................
  • 3.12 - ENTRADA AÉREA PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS....................................................
  • 4 - MATERIAIS UTILIZADOS NAS TUBULAÇÕES E REDES DE TELECOMUNICAÇÕES.....
  • 5 - APROVAÇÃO DE PROJETO..................................................................................................
  • 6 – ANEXOS................................................................................................................................. - DE TELECOMUNICAÇ ÕES INTERNA............................................................................... 6.1 – ANEXO I - PEDIDO DE APROVAÇÃO DE PROJETO DE TUBULAÇÃO E REDE - TELECOMUNICAÇÕES....................................................................................................... 6.2 – ANEXO II - PEDIDO DE VISTORIA DE TUBULAÇÃO/REDE DE ENTRADA DE
  • 6.3 – ANEXO III – CAIXAS SUBTERRÂNEAS............................................................................

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

1.4 – DEFINIÇÕES PARA REDE DE TELECOMUNICAÇÕES

1.4.1 - Caixa

Designação genérica para as partes da tubulação destinadas a possibilitar a fixação dos blocos e a passagem, emenda ou terminação de cabos e fios telefônicos.

1.4.2 - Caixa de Distribuição

Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos e fios telefônicos e abrigar os blocos terminais.

1.4.3 - Caixa de Entrada

Caixa subterrânea situada em frente à edificação, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo ou fios telefônicos da rede externa da concessionária.

1.4.4 - Caixa de Passagem

Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios telefônicos.

1.4.5 - Caixa Subterrânea

Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo com dimensões suficientes para permitir a instalação e emenda de cabos e fios telefônicos.

1.4.6 - Caixa de Saída

Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, conectados aos aparelhos telefônicos.

1.4.7 - Caixa de Saída Principal

Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída.

1.4.8 - Pontalete

Poste particular pertencente ao proprietário do imóvel e fixado dentro dos limites da propriedade.

1.4.9 - Roldana

Suporte composto de material isolante elétrico (porcelana), usado para fixar o cabo telefônico no poste ou parede.

1.4.10 - Ponto de Telecomunicações

Previsão de demanda de um telefone principal ou qualquer serviço que utilize pares físicos dentro de um imóvel. Utilizado para dimensionar a tubulação, caixas e cabos de rede primária.

1.4.11 - Tubulação de entrada

Parte da tubulação que permite a entrada de cabo da rede externa desde a posteação da concessionária de energia elétrica ou caixa subterrânea da CTBC até a caixa de distribuição geral da edificação.

1.4.12 - Tubulação de Telecomunicações

Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de telecomunicações de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.

1.4.13 – Rede de Telecomunicações Interna

Conjunto de meios físicos (cabos, blocos terminais, fios, etc) necessários para prover a ligação de qualquer equipamento terminal de telecomunicações dentro de um edifício à rede de telecomunicações externa.

1.4.14 - Fio Telefônico Interno (FI)

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Par de condutores que interligam as tomadas de telecomunicações aos blocos terminais internos.

1.4.15 - Linha Individual

Linha de telecomunicações que atende a um assinante, conectada a uma estação de telecomunicações pública, que pode ser classificada em residencial ou não residencial.

1.4.16 - Linha Privativa (LP)

Linha física, constituída de um ou mais pares de fios e de equipamentos complementares, que interliga dois pontos distintos e não é conectada aos equipamentos de comutação das estações de telecomunicações públicas.

1.5 - DEFINIÇÕES PARA REDE DE TV A

CABO

1.5.1 - Caixa de Distribuição de TV a cabo

Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos de TV.

1.5.2 - Caixa de Entrada de TV a Cabo

Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo coaxial da operadora de TV a cabo.

1.5.3 - Caixa de Passagem de TV a Cabo

Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos coaxiais de TV.

1.5.4 - Caixa de Saída de TV a Cabo

Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais, conectados aos aparelhos de TV.

1.5.5 - Caixa de Saída Principal de TV a Cabo

Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de cabos coaxiais de TV, esta caixa interliga a tubulação de entrada às outras caixas de saída de TV a cabo.

1.5.6 - Tubulação de entrada de TV a Cabo

Parte da tubulação que permite a entrada de cabo coaxial da operadora de TV a Cabo desde a posteação da concessionária de energia elétrica até a caixa de distribuição geral de TV a cabo da edificação.

1.5.7 - Cabo de Entrada de TV a cabo

Cabo que interliga a rede externa de TV a cabo ao Quadro de Distribuição Geral de TV a Cabo(QDGTV) do imóvel.

1.5.8 - Tubulação de TV a cabo

Termo genérico utilizado para designar o conjunto de tubulações (dutos) destinadas aos serviços de TV a cabo de uma ou mais edificações construídas em um mesmo terreno.

1.5.9 - Cabo coaxial

Cabo utilizado para transmitir sinal de TV composto por um fio condutor interno envolto por uma blindagem metálica também condutora e interna isolados eletricamente entre si cobertos com capa de polietileno.

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

1.7 - SIMBOLOGIA

1.7.1 - As simbologias padronizadas para os desenhos de projetos de tubulação e rede de telecomunicações estão indicadas nas tabelas 1 e 2.

DESCRIÇÃO EM PLANTA EM CORTE

Caixa para tomada de telecomunicações baixa Caixa para tomada de telecomunicações alta Caixa para tomada de telecomunicações em piso

Quadro de distribuição geral de telecomunicações

Caixa de distribuição de telecomunicações

Caixa de passagem de telecomunicações

Tubulação no piso (Telecom, CATV, Óptico)

Tubulação no teto (Telecom, CATV, Óptico)

TABELA 1

Tubulação sobe (Telecom, CATV, Óptico)

Tubulação desce (Telecom, CATV, Óptico)

Tubulação passa (Telecom, CATV, Óptico)

Quadro de distribuição geral de TV a cabo

Caixa de distribuição de TV a cabo

Caixa de passagem de TV a cabo

Caixa de saída de TV a cabo

CATV

CATV

QDGTV

CATV

CATV

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Desenho da sala em escala

Tubulação em parede (Telecom, CATV, Óptico)

Duto retangular (Telecom, CATV, Óptico)

Poço de elevação - shaft

Sala de Distribuidor Geral de Telecomunicações

Caixa subterrânea (Telecom, CATV, Óptico)

Contagem de pontos de telecomunicações: X = pontos de telecom atendidos pela caixa de distribuição/andar Y = pontos de telecom acumulados na caixa de distribuição/ andar

Caixa/eletrodo de aterramento

DESCRIÇÃO EM PLANTA EM CORTE

Poste - existente

Poste - projetado

TABELA 1 - CONTINUAÇÃO

DGO

Distribuidor Geral Óptico DGO

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

FIGURA 1 - NBR 13822/

COZINHA

QUARTO QUARTO

BANHEIRO

SALA

TUBULAÇÃO

DE ENTRADA

2 - PROJETO DE TUBULAÇÃO E REDE DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFICAÇÕES COM

ATÉ 5 PONTOS

2.1 – INTRODUÇÃO

OBS: TODOS OS DIÂMETROS DAS

TUBULAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES

CITADOS NESTE MANUAL, REFEREM-SE AO

DIAMETRO INTERNO

A FIGURA 1 MOSTRA PLANTA DE EDIFICAÇÃO

RESIDÊNCIAL.

2.1.1 - Para a instalação de telefones em qualquer edificação é necessário que a rede interna do imóvel esteja preparada com instalações de telecomunicações adequadas.

2.1.2 - As instruções contidas neste item são válidas para instalações de até 5(cinco) linhas de telecomunicações de entrada no imóvel.

2.1.3 – Em edificações já existentes, quando for necessária a ampliação de telecomunicações não devem ser pregados fios em rodapés, portas e paredes. Eles acabam se soltando e ocasionando defeitos. Neste caso, recomendamos utilizar, preferencialmente, tubulação embutida, ou como opções, tubulação aparente ou canaletas.

2.1.4 – Em edificações novas os fios telefônicos devem ser sempre instalados em tubulações embutidas.

2.1.5 - A fiação de telecomunicações deve ter tubulação própria, independente das outras redes, tais como: energia elétrica, antenas de TV, interfones, TV a cabo etc.

2.2 – QUANTIFICAÇÃO DE PONTOS DE TELECOMUNICAÇÕES

O dimensionamento da quantidade mínima de pontos telefônicos deve ser feito da seguinte forma:

a) edificações de até dois dormitórios: 1 ponto de telecomunicações; b) edificações de três e quatro dormitórios: 2 pontos de telecomunicações; c) edificações com mais de 4 dormitórios: 3 pontos de telecomunicações; d) escritórios: (1+ Área(m²)/40) pontos de telecomunicações (arredondar para o número inteiro maior) e) lojas: (1+ Área(m²)/200) pontos de telecomunicações ( arredondar para o número inteiro maior) f) Cinemas, teatros, supermercados, hotéis, motéis, depósitos, escolas, igrejas, edificações populares e outros devem ser objeto de estudos específicos.

A mesma informação acima pode ser encontrada na tabela 3.

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

QUANTIFICAÇÃO DE PONTOS TELEFÔNICOS EM

EDIFICAÇÕES COM ATÉ 5 PONTOS TELEFÔNICOS

TIPO DE EDIFICAÇÃO N° DE PONTOS

Casas com até 2 dormitórios 1 Casas de 3 e 4 dormitórios 2 Casas com mais de 4 dormitórios 3

Escritórios (^)  

Área m^2

Lojas (^)  

Área m^2

TABELA 3 – NBR 13822/

2.3 – POSTE DE ACESSO OU

PONTALETE

2.3.1 - Para a entrada de telecomunicações de uma edificação é utilizado o mesmo poste particular previsto para a entrada de energia elétrica*^1 e pode ser de concreto armado ou de ferro tubular galvanizado, com 76 mm (3”) de diâmetro.

2.3.2 - Alturas mínimas do fio de telecomunicações ( Figura 2 ):

L=2.80m do piso acabado se a posteação da concessionária de energia elétrica estiver do mesmo lado da via pública (poste de 6,00m com engastamento*^2 E = 1,20).

L=5,00m do piso acabado, quando a posteação da concessionária de energia elétrica estiver do lado oposto da via pública (poste de 7,50m com engastamento E = 1,35m).

(^1 ) Padrão da Companhia de Energia Elétrica. (^2 ) Engastamento: Profundidade de fincamento no solo.

2.3.3 - Se o poste de entrada existente não permitir as alturas mínimas indicadas neste folheto, será necessário que se substitua ou se instale outro poste auxiliar para que o telefone possa ser ligado dentro dos padrões.

2.3.4 - O poste particular para entrada de telecomunicações ( figura 3 ) deve ser utilizado sempre que:

FIGURA 2 – NBR 13822/

L

E

Curva de 180°

Tubulação de 20 mm (3/4” ) PVC rígido

Tomada – caixa de saída

Curva de 180°

Olhal

Esticador

Esticador

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

COMPRIMENTOS MÁXIMOS DAS TUBULAÇÕES

INTERNAS

TRECHOS COMPRIMENTOS

MÁXIMOS

Verticais 15 m Retilíneos Horizontais 30 m

Verticais 12 m Com uma curva Horizontais 24 m

Verticais 9 m Com duas curvas Horizontais 18 m

TABELA 4 - NBR 13822/

COMPRIMENTOS MÁXIMOS DAS

TUBULAÇÕES DE ENTRADA

TRECHOS

HORIZONTAIS

COMPRIMENTOS

MÁXIMOS

Retílineo 60 m

Com uma curva 50 m

Com duas curvas 40 m

TABELA 5

2.4.7 - A fixação do suporte da roldana RP1 ou RP2 para fio FE160 ( figura 5 ) ou gancho para poste ( figura 6 ) com esticador ( figura 7 ) no poste, deve ser feita com fita de aço inox ou braçadeira.

2.4.8 - O conduíte na parede externa (sentido horizontal) deve ter sempre uma declividade em direção à caixa de passagem, para que a água condensada dentro do duto escoe e não fique em contato com o fio telefônico.

2.5 - CAIXA EXTERNA PARA ENTRADA DE TELECOMUNICAÇÕES

2.5.1 - Caixa de passagem ou de entrada, de chapa de ferro, de 10X10X5cm ( figura 8 ), própria para embutir em paredes, a ser instalada próxima à base do poste. Se forem necessárias outras caixas de passagem para entrada de telecomunicações, estas deverão ser de 10X5X5cm(4X2") semelhantes às usadas em instalações elétricas.

2.6 - CAIXAS INTERNAS DE PASSAGEM OU PARA TOMADA DE TELECOMUNICAÇÕES

2.6.1 - Devem ser de chapa metálica estampada ou plástica com dimensões: 10X10X5cm (4X4") ou 10X5X5cm (4X2"), próprias para embutir em paredes, iguais às usadas em instalações elétricas, verificar figuras 8 e 9.

2.6.2 - Na caixa para tomada de telecomunicações é instalada a tomada padrão, na qual é ligado o equipamento telefônico.

2.6.3 - As caixas internas devem ser instaladas a 30cm do seu centro ao piso acabado para aparelhos telefônicos de mesa (quarto e sala) e a 1,30m do seu centro ao piso para aparelho telefônico de parede (copa e cozinha).

2.6.4 – As quantidades de caixas para tomada e as suas localizações devem ser determinadas de acordo com os seguintes critérios:

a) Edificações residenciais:

  • prever no mínimo uma caixa para tomada na sala, na copa ou cozinha e nos dormitórios, em

FIGURA 8

10x5x5cm

10x10x5cm

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

FIGURA 9

locais de fácil acesso;

b) Edificações comerciais:

  • prever no mínimo duas caixas para tomada para cada Ponto de Telecomunicações.

2.6.5 - A tabela 6 determina a quantidade de caixas para tomadas a serem projetadas nas edificações de acordo com o número de pontos calculados.

2.6.6 – A tabela 7 determina o tamanho de caixa a ser utilizado nas tubulações de acordo com a finalidade.

2.7 - FIO TELEFÔNICO

2.7.1 - O fio telefônico deve ser instalado na tubulação através de arame guia, sem emendas, da primeira caixa para a tomada conectado aos terminais L1 e L2 da tomada padrão ( figura 10 ), passando pela caixa de entrada, saindo pela "bengala" e indo até os terminais

da roldana no poste de entrada ( figura 3) , para que a CTBC o conecte à rede pública naquele ponto.

2.7.2 - Poderá ser usado um dos seguintes fios telefônicos: FEAA80, FE 100, FEB-D-65, FEB-D- 65ASF, FEB-65, e FI.

Fio de extensão se existir

Fio de telecomunicações interno

FIGURA 10

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

FIGURA 12

COZINHA

QUARTO QUARTO

BANHEIRO

SALA

TUBULAÇÃO

DE ENTRADA

TUBULAÇÃO

SECUNDÁRIA

Caixa de saída principal de TV a cabo

Caixa de saída de TV a cabo

3 - PROJETO DE TUBULAÇÃO DE TV A CABO EM EDIFICAÇÕES COM ATÉ 5 PONTOS.

3.1 - OBJETIVOS

3.1.1 - Os projetos de tubulação de TV a cabo tem por finalidade dimensionar e localizar o trajeto dentro da edificação das tubulações de TV a cabo.

OBS: TODOS OS DIÂMETROS DAS TUBULAÇÕES CITADOS NESTE MANUAL, REFEREM-SE

AO DIAMETRO INTERNO.

OBS: TODAS AS TUBULAÇÕES E CAIXAS DE DISTRIBUIÇÃO, PASSAGEM E SAÍDA DE TV A

CABO DEVERÃO SER INDEPENDENTES , O

CABO COAXIAL DE TV A CABO NÃO PODERÁ

SER INSTALADO EM CAIXAS E TUBULAÇÕES

DE TELEFONIA , ENERGIA E OUTROS.

3.2 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TV A

CABO PARA UNIDADES COMERCIAIS OU

RESIDENCIAIS

3.2.1 – As tubulações de TV a cabo em unidades comerciais ou residenciais são classificadas em tubulação de entrada de TV a cabo e tubulação secundária de TV a cabo. A figura 11 e 12 apresenta visualmente estas tubulações.

3.3 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA DE TV A

CABO PARA UNIDADES COMERCIAIS E

RESIDENCIAIS

3.3.1 - O diâmetro da tubulação secundária deve ser de no mínimo 19mm.

3.3.2 - A quantidade e localização das caixas de saída de TV a cabo em edificações estão

FIGURA 11

Curva de 180°

Tubulação de entrada 19 mm (3/4)

Caixa de saída principal de TV a cabo

Curva

Olhal

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

COMPRIMENTOS MÁXIMOS DAS

TUBULAÇÕES DE TV A CABO

TRECHOS COMPRIMENTOS

MÁXIMOS

Verticais 15 m Retilíneos Horizontais 30 m

Com uma Verticais^ 12 m curva (^) Horizontais 24 m

Com duas Verticais^ 9 m curvas (^) Horizontais 18 m

TABELA 9 - NBR 13822/

mostradas na tabela 8 e figura 12.

3.3.3 - Os comprimentos dos lances de tubulação interna são limitados para facilitar o puxamento do cabo coaxial no duto. Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser utilizadas, no máximo, duas curvas sendo que a distância mínima entre as duas curvas deve ser de 2 metros, conforme mostrado na figura 13.

3.3.4 - Para tubulações secundárias os comprimentos máximos são determinados em função da quantidade de curvas existentes, conforme mostrado na tabela 9.

3.4 - TUBULAÇÃO DE ENTRADA DE TV A

CABO PARA UNIDADES COMERCIAIS OU

RESIDENCIAIS

OBS: EM ESTATÍSTICAS OBSERVADAS

PELA CTBC, A ENTRADA SUBTERRÂNEA

POSSUI MUITO MAIS QUALIDADE QUE A

ENTRADA AÉREA.

OBS: NO CASO DE TRAVESSIA DE RUA, A

REDE AÉREA ESTA MAIS SUCEPTÍVEL DE

SER DANIFICADA POR ACIDENTES COM

CAMINHÕES, ETC.

3.4.1 - Para entrada do cabo coaxial de TV poderá ser utilizado o pontalete de energia ou telecomunicações da edificação, entradas subterrâneas com utilização de subida lateral em poste da concessionária de energia também podem ser utilizadas caso o construtor preferir.

3.5 - ENTRADA SUBTERRÂNEA PARA UNIDADES COMERCIAIS OU RESIDENCIAIS

3.5.1 – Para entrada subterrânea de TV a cabo, a caixa subterrânea de telecomunicações da CTBC poderá ser utilizada para evitar excesso

DETERMINAÇÃO DAS CAIXAS DE SAÍDAS DE

TV A CABO

Apartamentos ou casas

No mínimo 1 caixa na sala, e 1 nos quartos

Edificações Comerciais

Onde tiver previsão de salas de esperas, refeitórios e outras onde poderá receber sinal de TV. Hotéis Estudos especiais com a CTBC

TABELA 8

d > 2m

d > 2m

Curva 1 Curva 2

Curva 1

Curva 2

FIGURA 13

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Tubulação secundária

Caixa de Distribuição

FIGURA 15

Tubulação primária

Caixa de saída de TV a cabo

QDGTV Caixa de entrada da CTBC

N° 4

N° 2

N° 2

elétrica e que mantenha os afastamentos mínimos com essas linhas, consultar **tabelas 10 e

c)** A altura do olhal instalado na fachada do edifício deve ser igual a altura do cabo coaxial de TV padronizado instalado no poste da rede de TV a cabo externa, conforme mostrado na figura 14. d) No trajeto da tubulação de entrada (do olhal na fachada até a caixa de distribuição geral), devem ser projetadas caixas de passagem , se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecidos pela tabela 9. e) A tubulação de entrada deve ter 19 mm de diâmetro interno.

3.6.2 - Entrada através de poste de acesso.

A entrada através de poste de acesso, é utilizada em prédios construídos a uma distância igual ou superior a 5 metros do alinhamento predial, ou em prédios construídos em nível inferior ao da rua.

a) Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente para atender aos valores estabelecidos nas tabelas 10 e 11. b) No trajeto da tubulação de entrada, devem ser projetadas caixas de passagem, se estas forem necessárias, para limitar o comprimento da tubulação e/ou número de curvas, conforme os critérios estabelecido pela tabela 9. c) A tubulação de entrada deve ter 19 mm de diâmetro interno.

3.7 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS

3.7.1 – As tubulações de TV a cabo em edifícios são classificadas em tubulação de entrada de TV a cabo, tubulação primária de TV a cabo e tubulação secundária de TV a cabo. A figura 15 apresenta visualmente estas tubulações.

3.8 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA DE TV A CABO PARA EDIFICAÇÕES COLETIVAS

3.8.1 - O diâmetro da tubulação secundária deve ser de no mínimo 25mm até a primeira caixa de saída de TV a cabo do apartamento, para interligar esta primeira caixa com as demais caixas de saída do apartamento, pode ser utilizado duto de 19 mm.

3.8.2 - A quantidade e localização das caixas de saída de TV a cabo em edificações estão mostradas na tabela 8.

3.8.3 - Depois de posicionadas as caixas de saída do apartamento deve ser determinada a localização da caixa de distribuição de TV

DETERMINAÇÃO DAS CAIXAS DE SAÍDAS DE

TV A CABO

Apartamentos No mínimo 1 caixa na sala, e 1 nos quartos

Edificações Comerciais

Onde tiver previsão de salas de esperas, refeitórios e outras onde poderá receber sinal de TV. Hotéis Estudos especiais com a CTBC

TABELA 8

Responsável pela elaboração: Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

a cabo que atende ao andar. Verificar figura 16.

3.8.4 - As caixas de distribuição de TV a cabo devem ser localizadas em áreas comuns, áreas internas e cobertas, halls. Deve-se evitar salões de festas, locais úmidos em cubículo de lixeira.

3.8.5 - Os comprimentos dos lances de tubulação interna são limitados para facilitar o puxamento do cabo coaxial no duto. Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser utilizadas, no máximo, duas curvas sendo que a distância mínima entre as duas curvas deve ser de 2 metros,

conforme mostrado na figura 17.

3.8.6 - Para tubulações primárias e secundárias os comprimentos máximos são determinados em função da quantidade de curvas existentes, conforme mostrado na tabela 9.

FIGURA 16

Cozinha

Quarto Quarto

Banheiro

Sala

Cozinha

Quarto Quarto

Banheiro

ELEV.

CX. N°

Sala

Caixa de saída de TV a cabo

Caixa de saída de TV a cabo

25 mm 25 mm

19 mm 19 mm

19 mm 19 mm

d > 2m

d > 2m

Curva 1 Curva 2

Curva 1

Curva 2

FIGURA 17