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ELETRICISTA CURSO BÁSICO DE ELETRICISTA INSTALADOR POR DARLAN MILESI P. PINHEIRO E IVAN DOS SANTOS Escola Técnica ATENEW 5 ELETRICIDADE: Depois do fogo, a maior descoberta do homem. Gerá-la, demonstração de poder. Controlá-la, o maior desafio. Darlan Milesi Pimenta Pinheiro SCÍNDICE Emendas de condutores Grandezas Elétricas Fundamentais Circuito Elétrico Associação de Resistores Lei de OHM Potência Elétrica Planta Baixa Traçado do Percurso da Instalação Elétrica Sistema de Sobrepor Instalação de Lâmpada Incandescente Eletrodutos A Instalação de Lâmpadas bomandadas pór interruptor de duas seções Interruptor paralelo e Intermediário», /» Tê Magnetismo piso Eletromagnetismo Iluminação - Lâmpadas Fluorescentes Iluminação - Lâmpadas Vapor de Mercúrio e Mista - Relê Fotoelétrico Interruptor Temporizado - Minuteria Sistema de Aterramento Motor Monofásico Motobomba Monofásica Motor trifásico Bomba Centrífuga Chave Magnética Dispositivos de proteção Projeto de uma Instalação Elétrica SECA APOSTILA Este material didático (apostila) foi desenvolvido com o objetivo de ser um material de consulta para o aluno. Aqui o aluno irá obter as últimas atualizações referentes à área de eletricidade. Em paralelo a esta, o aluno deverá pesquisar/consultar outros materiais como livros técnicos, apostilas, slides, transparências e palestras técnicas. Este material é um resumo de vários assuntos referentes a área de eletricidade, de modo que se completa com o auxílio do "caderno de exercícios" e "caderno de diagramas de circuitos elétricos (exercícios complementares)". Como se vê, temos um material bastante rico. Mais, só se completa com o seu esforço, dedicação e a orientação eficaz do seu instrutor em sala de aula e na oficina. (Tt 1 Té EQUIPE TÉCNICAATENEW FICHA TÉCNICA: DIRETOR: Manoel Benedito Serra da Costa Registro no SENAI-RJ 4145-9 Registro no S.E.E-RJ - 03/10.204.322/99 ENGENHEIRO RESPONSÁVEL: Darlan Milesi Pimenta Pinheiro CREA-RJ - 096132 -2 EQUIPE TÉCNICA DE DESENVOLVIMENTO Darlan Milesi Pimenta Pinheiro Ivan dos Santos Aemenda é então coberta com fita isolante. As emendas em caixa de ligação, também conhecidas como rabo de rato, são feitas enrolando-se a extremidade de um fio no outro. (Fig-02) A emenda é então apertada com um alicate (fig-03). Porfim, solda-se e isola-se a emenda. As emendas com fios grossos, ou seja de seção superior a 4mm2 são feita ando-se as pontas dos condutores co nos de cobre (fig.04). cola Técn A emenda é então soldada e isolada como mostra a figura ao lado (fig.05). Fig-5 As emendas de cabos são feitas seguindo a sequência mostrada nas ilustrações a seguir (fig.06). A emenda de cabos em derivação é feita como mostra a figura a seguir (fig.07). Fig-7 a CONECTORES ESPECIAIS As emendas de condutores podem ser feitas por meio de conectores especiais (fig.8 ) Esses conectores também são usados para emendar condutores de grande diâmetro (cabos). A pressão exercida pelos.parafusos garante resistência mecânica e bom contato eletrico, dispensando a solda. TA LIGAÇÃO DE CONDUTORES A BORNES N Bornes são terminais de conexão que unem fios ou cabos por meio de parafusos. Aligação dos condutores a bornes de aparelhos ou dispositivos também deve assegurar resistência mecânica adequada e contato eletrico perfeito e permanente. Esse tipo de ligação pode ser feito por meio de olhai colocado de tal modo que, ao se apertar o parafuso, ele não se abra(fig.12). VA BORNES INDIVIDUAIS T Os bornes individuais, normalmente para montagem em perfilados (NBR-5370 ) são usados em instalações elétricos industriais ou telefónicas. Além dos bornes para instalação normal, esse tipo de base conectora pode ter uma tomada para testes. W SOLDA FRACA A A solda fraca é uma liga de chumpona proporção de 33% de chumbo e67% deestanho. Sua tempera tde'fusão é de 170ºC. É encontrada comercialmente sob a forma de barras com aproximadamente 35 cm de comprimento ou de fios enrolados em carretéis (fig. 16). Para permitir um escorrimento mais fácil do metal da solda sobre os pontos a serem soldados, os fios de solda possuem um núcleo de resina, como breu, por exemplo. Asolda fraca é aplicada com auxílio do soldador elétrico. V À OBSERVAÇÃO A potência do ferro de solda depende da "massa" do que vai ser soldado. A soldagem entre superfícies metálicas grandes exige ferros de soldar de maior potência porque estes produzem maior quantidade decalor. “À CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO V Para que a soldagem seja bem feita, os elementos que precisam ser soldados devem estar limpos e reco ertos com desoxidante na forma de pastas de soldar não-ácidas. fn (Tó A ponta do soldador deve estar bem estanhada e com a temperatura adequada. Se o soldador estiver muito quente, o estanho se vaporizará, impedindo a soldagem. + OBSERVAÇÃO W ç Durante o processo de soldagem, a emenda deverá ficar firme e imóvel eo estanho deve "escorrer" sobre ela. Oferro de soldar, por sua vez, deverá ficar por baixo da emenda a fim de aquecê-la e permitir a solda. Terminada a soldagem, a emenda não deve ser movida até que adquira uma cor prateada opaca. Em seguida, ela deve ser limpa com pano ou estopa umedecida em álcool > ISOLAÇÃO DE EMENDAS Quando se necessita cobrir emendas de condutores (AN ques ou refazer o isolamento original de um condutor, ou W33 seja, aquele que já vem com o fio, utiliza-se a fita curte (TO isolante Sa As fitas isolantes mais usadas são de dois tipos: de borracha e de plástico. Nesta figura, o nível da água na vasilha A é superior ao da vasilha B, existindo uma diferença de potencial entre os mesmos. Se abrirmos o registro, haverá fluxo de água de A para B, até que a água fique no mesmo nível nas duas vasilhas (fig.02). A Verifica-se então, que a diferença de potencial hidráulico (da água) provocou uma tensão hidráulica. B cola Técnt TE NT Para entender a tensão elétrica, é necessário ter noções sobre a constituição da matéria. Sabemos que, sempre que se modifica a estrutura dos átomos de um corpo, este fica eletrizado. Se tivermos dois corpos com cargas elétricas diferentes, haverá entre eles uma diferença de potencial (d.d.p.) elétrico, da mesma forma que houve uma diferença de potencial hidráulico no caso das vasilhas. É importante, em todos os campos de aplicação da eletricidade, sabermos o valor da tensão da d.d.p. Para isso, existe unidade de medida que é o volt, e um instrumento para medi- la, que é o voltímetro. Os submúltiplos do Volt são o milivolt e o microvolt. O milivolt corresponde a miléssima parte do volt, isto é, a um volt dividido por mil, e sua unidade é representada por um mV. O outro submúitlplo, o microvolt, corresponde a milionéssima parte do Volt, isto é, a um Volt dividido por um milhão, e sua unidade é representada por uv. Acompanhe o quadro abaixo para melhor compreender a unidade de medida de Diferença de Potencial (d.d.p.) 1Kv=1.000v . KILOVOLT (KV Ou Multiplo (6) 1v=0,001 v Volt (V) MILIVOLT (mV3 Ou (Unidade de medida) Submúltiplos 1.000.000 EV = 1 v MICROVOLT (uV) Ou 1 EV =0,000 001 v - ka Tec o INSTRUMENTO PARA MEDIR-TENSÃO ELÉTRICA Um instrumento usado para medir a tensão elétrica é o voltímetro. Os terminais do instrumento são aplicados aos pontos entre os quais se deseja medir a d.d.p., isto é, o voltímetro é ligado em paralelo com o elemento ou parte do circuito entre cujos extremos se deseja conhecer a diferença de potencial. E necessário que este instrumento tenha uma resistência interna muito grande, para não afetar sensivelmente as características do circuito (fig.03). Além dos instrumentos vistos anteriormente, temos também para a medição da tensão elétrica, instrumentos de múltipla escala, são eles: O Multímetro e o Volt-amperímetro alicate. ola Terri COLA, LeCcn MULTÍMETRO “NE VOLT-AMPERÍMETRO ALICATE Vo LEITURA DO VOLTÍMETRO Nafigura lemos 125 Volts para intensidade da tensão elétrica. a INTENSIDADE DA CORRENTE ELÉTRICA Corresponde a quantidade de Colombs que passa por segundo em um condutor. E medida em Ampére pelo-instrumento amperímetro e é representada pelo símbolo A. Ou seja, é o fluxo de elétrons que passa por um material condutor em um determinado período de tempo. Os submultiplos do ampére são o miliampére e o microampére. O miliempére corresponde a milésima parte de ampére, isto é, a um ampére dividido por mil, e sua unidade é representada por mA. O outro submultiplo do ampére, o microampére, corresponde a milionésima parte do ampére. Ele é igual a um ampére dividido por um milhão. O símbolo do microampére é o uA. Assim se você encontrar a indicação “corrente de 10 uA” deve ler: 10 microampéres. Os amperímetros são fabricados para fazer medições de intensidade de corrente elétrica, de acordo com o símbolo de medição estampado na escala. Ele pode ser em ampere (A), miliampére (mA), microampére (HA) e Kiloampére (KA). Quando a medição de intensidade é feita em Miliampéres, temos o Miiiamperímetro 4 Se a medição é feita em Kiloamperes, temos o Kiloamperímetro. Existe também o multímetro de múltipla escala. Ele é utilizado para medir a intensidade de corrente bastante variada e outras grandezas elétricas. O amperímetro-alicate, além de medir a intensidade da corrente elétrica, mede outras grandezas e tem também multipla escala. A sua ligação diferencia dos outros instrumentos apresentados, pois sua garra deve envolver um condutor energizado. TA LEITURA DO AMPERÍMETRO Para fazermos a leitura do amperímetro, é necessário observarmos a posição do ponteiro como na figura abaixo: AMPERES De acordo com a figura, o amperímetro está marcando uma intensidade de corrente elétrica de 34A ou seja, 34 ampéres. RESISTÊNCIA ELÉTRICA A oposição que os metais oferecem à passagem da corrente elétrica, chamamos de resistência elétrica (R) A resistência elétrica é de grande importância na solução dos problemas de eletricidade.