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Modelos de Processos: Controle Regulatório, Sintonia e Aplicações, Notas de aula de Automação

Este documento aborda o controle regulatório de processos, enfatizando a sintonia e suas aplicações. Ele discute a ordem do sistema, a malha de feedback, as funções de transferência e suas propriedades, como ganho, ordem da função de transferência, constante de tempo do processo e realização física. Além disso, o texto trata de polos e zeros, comentários sobre funções de transferência e propriedades adicionais.

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 14/12/2009

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1
MODELOS DE PROCESSOS
FlavioMorais de Souza, M.Sc.
CONTROLE REGULATÓRIO: SINTONIA E APLICAÇÕES
Outubro de 2008
A inércia do processo égrande? Éestável ou instável? Qual o
ganho estático? Qual a ordem do sistema ? Tem tempo morto?
o melhor controle éaquele que éaplicado em um processo
perfeitamente conhecido
A MALHA FEEDBACK
PROCESSO
-
uc e u y
+
CONTROLADOR
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17

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MODELOS DE PROCESSOS

Flavio Morais de Souza, M.Sc.

CONTROLE REGULATÓRIO: SINTONIA E APLICAÇÕES

Outubro de 2008

A inércia do processo é grande? É estável ou instável? Qual o ganho estático? Qual a ordem do sistema? Tem tempo morto? o melhor controle é aquele que é aplicado em um processo perfeitamente conhecido

A MALHA FEEDBACK

PROCESSO

uc (^) + e (^) CONTROLADOR u y

PROCESSOS N. ESTAVEIS

PROCESSOS NAT. INSTAVEIS

n DEFINIÇÃO (Cont.)

n Aplicação de função de transferência é limitada aos

sistemas de equações diferenciais lineares invariantes

no tempo.

n COMENTÁRIOS SOBRE FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

n 1 - É um modelo matemático que relaciona a saída com a entrada n 2 - Independe da magnitude e da natureza da entrada n 3 - Inclui as unidades das entradas e saídas n 4 - Não fornece informações sobre a estrutura física do sistema n 5 - Pode ser estabelecida experimentalmente introduzindo entradas conhecidas e analisando as saídas

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

n PROPRIEDADES DAS FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

GANHO n A variação da saída no estado-estacionário é calculada fazendo s = 0. n Em G(s) dá o ganho do processo.

onde 1 e 2 indicam diferentes estados-estacionários ( x e y )

K y^ y x x

b a

2 1

0 0

n PROPRIEDADES DAS FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

ORDEM DA FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA

n É a maior potência de “s” no denominador.

n O sistema é chamado de n-ésima ordem.

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

n PROPRIEDADES DAS FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

PÓLOS E ZEROS

n G(s) pode ser fatorada em

n Onde: zi - zeros pi - pólos

G s

b s b s b s b a s a s a s a

m m m m n n n n

− − − − −

1 1 1 0 1 1 1 1 0

( ) (^ )(^ )^ (^ )

G s ba

s z s z s z s p s p s p

m n

m n

^
^

1 2 1 2

PÓLOS E ZEROS (Cont.) n Pólos e zeros determinam o comportamento do sistema. Forma Lugar das Comportamento Raízes

1

2

Raízes

Pólos reais e negativos p^1 = - a^1

y t^ (^ ) = C e 1 −a t^1

Pólos reais e negativos p^1 = a^1

y t^ (^ ) = C e 1 a t^1

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

Forma Lugar das Comportamento Raízes

3

4

Raízes Pólos complexos conjugados c/ parte real negativa

p 1 = -a+bi p 2 = -a-bi y t( ) = e −at( C 1 cosbt +C 2 senbt)

Pólos imaginários puros

p 1 = +bi p 2 = -bi

p 1 = a+bi p 2 = a-bi

Pólos complexos conjugados c/ parte real positiva

5

y t ( )= C 1 cos bt +C 2 senbt

y t^ (^ )^ = e a t( C 1 cos bt +C 2 senbt)

n PROCESSO n Processos reais são a combinação de sistemas básicos SISTEMAS DE PRIMEIRA ORDEM n Equação diferencial de 1a^ Ordem MODELO

Onde: u - entrada y - saída

a 1 dydt + a y 0 =bu

a a

dy dt

y

b a

u

dy dt

(^1) p y K up 0 0

  • = ∴ τ + =

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM

PARÂMETROS DE DINÂMICA

( Ganho Estacionário do Processo )

( Constante de Tempo do Processo )

( Fator de Amortecimento )

( Frequência Natural de Oscilação )

K

b a a a a a p

n

0 2 0 1 (^20) 1

τ

ζ (^) τ

ω τ

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM

FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA

ou

τ^2 s y s^2 ( ) + 2 ζ τ sy s( ) + y s( ) =K u sp ( )

G s ( )

y s u s

K

s s = = p τ^2 2 + 2 ζτ + 1

s y s^2 ( ) + 2 ζ ω n sy s( ) + ω n 2 y s( ) =K p ω n^2 u s( )

G s^ (^ ) y s((^ ))

u s

K

s s

p n n n

ω ζω ω

2 2 2 2

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

Forma Faixa do Fator de Amortecimento

característica de resposta do sistema

características dos pólos (raízes) (^1) ζ > 1 sobre amortecido

pólos reais e distintos 2 ζ = 1 criticamente amortecido

pólos reais e iguais (^3) 0 < ζ (^) < 1 sub amortecido

pólos complexos e conjugados

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM

CARACTERÍSTICAS

» Caso mais importante - sistema subamortecido

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM
RESPOSTA AO DEGRAU

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM
RESPOSTA AO DEGRAU

Parâmetros de Interesse » Time ot first peak (tp) - Instante para o primeiro pico » Tempo onde o sistema atinge o 1o^ pico.

» Settling Time (ts) - Tempo de estabilização » Tempo onde o sistema tenha a resposta na banda de 5% do estado- estacionário.

t (^) p d

π ω

t (^) s n

ζω

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM
RESPOSTA AO DEGRAU

Parâmetros de Interesse » Overshoot (Os) - Sobre-sinal » Quantidade máxima na qual a resposta ultrapassa o valor do estado- estacionário. Fração do valor no estado-estacionário.

» Decay-ratio (Dr ) - Razão de decaimento » Razão entre as amplitudes de dois picos consecutivos.

O

a b s =^ =e

− −

πζ 1 ζ^2

D ( )

c a r =^ =^ Os^ =e

− (^2) − 2 1 2

πζ ζ

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

SISTEMAS DE SEGUNDA ORDEM

n Presente em muitos processos. n Sistema responde a uma entrada após um certo tempo, td.

SISTEMAS COM TEMPO MORTO

MODELO
PARÂMETROS DINÂMICOS
FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA

y t ( ) = x t( −t d)

td - Tempo morto

Gp s^ (^ ) y s((^ ))

x s

= e t^ ds

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

SISTEMAS INTEGRADORES

» Processos que não estabilizam com o tempo. » Caso - Nível de Líquido

SISTEMAS INTEGRADORES

EXEMPLO - NÍVEL DE LÍQUIDO

Fazendo

A

dh dt

= q (^) i−q

q ′ = q (^) i−q

A dh dt

= q′

FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

SISTEMAS INTEGRADORES

EXEMPLO - NÍVEL DE LÍQUIDO (Cont.)

No domínio “s” temos

Ash s^ (^ ) = q ′(^ s)

h s^ (^ ) (^ )

= (^) As q (^) ′s

h s q ′ s As

RESPOSTAS TIPICAS

PROC. ESTAVEIS – MALHA ABERTA

n Procedimentos :

n Historiar a MV e a PV em uma amostragem

rapida;

n Estabilizar a PV em torno do ponto de operacao;

n Efetuar um degrau na MV. O degrau tem que ser

suficientemente grande afim de obter uma curva

de reacao analisavel;

n Obter o modelo de 1 ordem baseado em :

n Broida ( 28% e 40 %), ou n ISA ( 28% e 63 %).

1 2

2 1

  1. 8 1. 8

  2. 5 ( )

(%)

(%)

t t

t t

MV

G PV p

= −

= −

=∆

θ

τ

BROIDA 2 ( 3 )

3

( ) 2

3

(%)

(%)

1 2

2 1

t^ t

t t

MV G PV p

= −

= −

∆ =∆

θ

τ

ISA

( )

. 1 .. +

=

S

G e G s

S p τ

θ

PROC. ESTAVEIS – MALHA ABERTA

PROC. ESTAVEIS – MALHA FECHADA

n Procedimentos: n Historiar a MV e a PV em uma amostragem rapida; n Estabilizar a PV em torno do ponto de operacao; n Colocar o ganho proporcional igual a 1 sem acao integral e derivativa; n Passar o Set-Point para o mesmo valor de PV e passar o controlador para auto; n Efetuar um degrau de +/- 10% no SP n Calcular o erro de off-set e. n Obs 1 : Se a PV tiver muito oscilante ou o off-set muito pequeno, deve -se alterar o ganho proporcional e refazer o procedimento; n Obtido o erro de off-set, aumentar progressivamente o ganho proporcional ate obter a oscilacao continua; n Obtem-se o Gcr e o Tosc n Durante todo o teste nao poderemos ter saturacao de MV e PV.

1 2

2

− osc cr^ p

cr p

osc

cr

p

T tg G^ G

G G

T

G

SP

G ( )

S

G e

G s

S p

θ

PROC. ESTAVEIS – MALHA FECHADA