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Curso de Teclado, Notas de estudo de Bioquímica

para quem gosta de fazer "barulho" Curso de Teclado....rsrs

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 26/01/2011

estude-muito-12
estude-muito-12 🇧🇷

4.5

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97 documentos

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Índice

Apresentação

Amigo músico,

Com o desenvolvimento das formas musicais, envolvendo um universo de sons, estilos e ritmos, cada mais vez torna-se indispensável ao estudante de música o aprendizado de novas técnicas para o aprimoramento de sua musicalidade, independendo do instrumento musical que na qual é o seu objeto do seu estudo.

O aperfeiçoamento musical deve seguir em escala crescente, com inovações, improvisações, e, acima de tudo, objetivando o enriquecimento da cultura musical.

Numa divisão simples, pode-se dividir a música em três partes:

  • Melodia : De forma simples, é o que é cantado. Tecnicamente, uma seqüência de sons sucessivos.

  • Harmonia : É o acompanhamento da melodia através de acordes.

  • Ritmo : É a combinação de sons dentro de um compasso, que junto com a harmonia, irá dar sustentação à melodia.

Este trabalho tem como finalidade o aperfeiçoamento da harmonia, de forma simples e prática, visando unicamente estudantes de teclado e piano.

Pr. Moisés Brasil Maciel – Araranguá - SC

Conhecendo o Seu Instrumento

O teclado

O teclado é um dos instrumentos mais utilizados atualmente, por causa da sua grande flexibilidade e diversas finalidades no mundo da música.

Com um simples teclado pode-se dispensar o acompanhamento básico de outros componentes de um grupo musical (baterista, guitarrista, contrabaixista, etc.).

Tipos de teclados

Sintetizadores

possuem vários timbres (sons) que na qual podem ser editados (alteração de freqüências, modulação, efeitos, etc.), com isso criando novos timbres (sons). Teclados com acompanhamento automático

São teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde pode-se criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.), bem como ainda pode-se sintetizar estes timbres (sons). Workstations

São teclados mais complexos, que envolve síntese de sons e sequenciadores para composição, arranjos de partes musicais ou peças musicais completas, e ainda possuem a capacidade de síntese de timbres (sons). Pianos digitais

São teclados com várias teclas (76,88), que possuem vários timbres de piano, gran piano, piano elétrico, cravo, etc.. Controladores

São teclados com várias teclas (76,88), na maioria das vezes não possuem timbres, que tem a finalidade de controlar outros instrumentos digitais através de MIDI (comunicação entre instrumentos digitais), controla uma bateria eletrônica, computadores, módulos de som, etc..

As Notas

Como qualquer instrumento musical as notas básicas são:

dó ré mi fá sol lá si

Para uma melhor identificação das notas no teclado pode-se usar um modo bem simples:

A primeira tecla branca antes das duas teclas pretas sempre será a nota .

A primeira tecla branca antes das três teclas pretas sempre será a nota .

Seguindo a nota para cima (da esquerda para a direita) teremos:

dó ré mi fá sol lá si dó ré mi ...

A distância de uma nota até a sua próxima repetição é chamada de oitava.

dó ré mi fá sol lá si dó ré mi ...

Oitava

Na maioria das vezes um teclado possui no mínimo quatro oitavas, podendo em alguns modelos possuir mais de seis oitavas.

Os Acidentes

As teclas pretas do teclado representam uma alteração nos sons das teclas brancas, aumento ou diminuindo tua tonalidade.

Sustenido (#)

Aumenta a nota em meio (1/2) tom (da esquerda para a direita)

dó dó#

Chama-se dó sustenido (nota dó aumentada meio (1/2) tom).

Bemol (b)

Diminui a nota em meio (1/2) tom, (da direita para a esquerda).

sol solb

Chama-se sol bemol (nota sol diminuída meio (1/2) tom). Com as demais notas repete-se o mesmo processo: fá aumentando meio (1/2) tom = fá# (fá sustenido) lá aumentando meio (1/2) tom = lá# (lá sustenido) ré diminuindo meio (1/2) tom = réb (ré bemol) lá diminuindo meio (1/2) tom = láb (lá bemol)

Portando há notas com o mesmo som, mas com nomes diferentes:

dó# = réb (dó sustenido é igual a ré bemol) Por que? Porque aumentando meio (1/2) de dó será igual a diminuirmos meio (1/2) tom de ré.

O conjunto de uma oitava com as notas brancas e pretas é chamado de Escala Cromática. Onde aparecem 12 semitons (semitom = meio tom).

Aumentando

Escala maior

A escala maior é formada por:

Escalda de dó maior:

nota fundamental dó 2 tons ré, mi 1 semi tom (1/2 tom) fá 3 tons sol, la, si 1 semi tom (1/2 tom) dó

Escala de sol maior:

nota fundamental sol 2 tons lá, si 1 semi tom (1/2 tom) dó 3 tons ré, mi, fá# 1 semi tom (1/2 tom) sol

Escala menor

A escala menor é formada por:

Escalda de la menor:

nota fundamental lá 1 tom si 1 semi tom (1/2 tom) dó 2 tons ré, mi 1 semi tom (1/2 tom) fá 2 tons sol, lá

Escalda de mi menor:

nota fundamental mi 1 tom fá# 1 semi tom (1/2 tom) sol 2 tons lá, si 1 semi tom (1/2 tom) dó 2 tons ré, mi

Formação de Acordes

Cifras

É um processo utilizado para representar os acordes, para isso utiliza-se as letras do alfabeto.

dó ré mi fá sol lá si dó língua latina

C D E F G A B C língua saxônica

É muito importante ao principiante reconhece-las em qualquer posição do teclado, descartando qualquer opção de escrever ou colar seus nomes sobre as teclas.

Acorde

Acorde é um conjunto de notas, tocadas juntas ou arpejadas (tocando uma nota após a outra), seguindo alguns princípios para a sua formação.

Acorde Maior

Tomando com exemplo a escala de C :

Temos: C D E F G A B C

a

a

a

a

a

a

a

a

Um acorde maior, no caso, dó maior , tomamos as seguintes notas:

a) A nota fundamental do acorde que na qual leva o nome do acorde ( C no caso) b) Uma terça ( E ) c) Uma quinta ( G )

a

a

a

ou C E G

Consequentemente o acorde de C :

C (dó maior)

C E G

E isso serve para todas os demais acordes, por exemplo o acorde de F :

Temos: F G A B C D E F

a

a

a

a

a

a

a

a

Consequentemente o acorde de F é formado:

a

a

a

ou F A C

F (fá maior)

Acorde Menor (m)

O acorde menor é representado pela letra “m” minúscula (Exemplo Cm, Dm, Em, Bm, e muitos outros).

Tomamos com exemplo a escala de C :

C D E F G A B C

a

a

a

a

a

a

a

a

Um acorde maior, no caso Cm (dó menor),tomamos as seguintes notas:

a) A nota fundamental do acorde (1a) que na qual leva o nome do acorde ( C no caso) b) Uma terça menor ( Eb ), diminuindo meio (1/2) tom de E c) Uma quinta ( G )

Cm (dó menor)

C Eb G

Do mesmo modo acontece com o acorde de Gm (sol menor):

G A B C D E F G

a

a

a

a

a

a

a

a

a) A nota fundamental do acorde (1a) que na qual leva o nome do acorde ( G no caso) b) Uma terça menor ( Bb ), diminuindo meio (1/2) tom de B

c) Uma quinta ( D )

Gm (sol menor)

G Bb D

Acorde Maior Com Sétima (7)

É apenas o acréscimo de uma quarta nota no acorde.

Tomando por exemplo a escala de C :

C D E F G A B C

a

a

a

a

a

a

a

a

Um acorde de C7 (dó com sétima) tomamos as seguintes notas:

a) A nota fundamental do acorde (1a) que na qual leva o nome do acorde ( C no caso) b) Uma terça ( E ), c) Uma quinta ( G ) d) Uma sétima ( Bb ), a sétima nota diminuindo meio tom.

C7 (dó com sétima)

C E G Bb Esta nota (Bb)

Acorde Menor Com Sétima (m7)

É apenas o acréscimo de uma quarta nota no acorde menor.

Tomando por exemplo a escala de C :

C D E F G A B C

a

a

a

a

a

a

a

a

Um acorde de Cm7 (dó menor com sétima) tomamos as seguintes notas:

a) A nota fundamental do acorde (1a) que na qual leva o nome do acorde ( C no caso) b) Uma terça menor ( Eb ), diminuindo meio tom da terça. c) Uma quinta ( G ) d) Uma sétima ( Bb ), a sétima nota diminuindo meio tom.

Cm7 (dó menor com sétima)

C Eb G Bb

O que diferencia um acorde maior de um acorde menor é a terça (3a^ nota do acorde), no acorde menor ela é diminuída meio tom.

Esta nota (Bb) é a sétima